Questões de EFAF Geografia - Geral - África
34 Questões
Questão 47 11549017
Pref. de São Paulo 9° Ano Prova Semestral 2018
Disponível em: http://www.tlaxcala-int.org/article.asp?reference=14863. Acesso em: 03 abr. 2018.
A característica regional do continente africano destacada no mapa é presença de
Questão 49 11548501
Pref. de São Paulo 8° Ano Prova Semestral 2018Enorme complexo de energia solar fica ao pé da cordilheira do Atlas, a 10 km de Ouarzazate, no Marrocos.

Centenas de espelhos cruzados, cada um deles maior que um ônibus, estão enfileirados em uma área do tamanho de 200 campos de futebol. O enorme complexo está em um local ensolarado ao pé da cordilheira do Atlas, a 10 km de Ouarzazate. Com cerca de 330 dias de sol por ano, é o lugar ideal. Além de suprir as demandas domésticas de energia, o Marrocos espera um dia poder exportar energia solar à Europa.
Disponível em: http://www.bbc.com/portuguese/vert-fut-39696898. Acesso em 19 de fev. de 2018. (adaptado).
O tipo de produção de energia que aparece na imagem é considerado benéfico, pois possui
Questão 8 10129430
CMPA 1º Ano - Língua Portuguesa 2018Leia atentamente os textos e responda à questão.
Texto I
Longe do Coração
Cláudia Laitano
A Somália fica no ombro esquerdo da África, separada da Índia pelo
Oceano Índico (valeu, Google Maps). Sua capital é Mogadíscio, mas isso eu
descobri anos atrás, assistindo ao filme Falcão Negro em Perigo. Encerram-
se aí meus 30 centavos de conhecimento sobre a Somália, país onde mais
[05] de 300 pessoas morreram em um atentado.
Já Myanmar fica entre a Índia e a Tailândia. A capital, anote aí se
chama Naypyidaw (sim, Google). Nas últimas semanas, cerca de 500 mil
rohingyas foram obrigados a fugir de Myanmar, dando início a uma das
mais graves crises humanitárias da nossa época. Minoria muçulmana
[10] historicamente perseguida em um país de maioria budista, os rohingyas
costumam ser descritos como “o povo mais martirizado do mundo”. E
olhem que concorrência não é pequena.
O que essas duas histórias têm em comum além do fato de estarem
acontecendo em lugares que a maioria de nós seria incapaz de apontar no
[15] mapa? Somális e rohingyas vêm sendo usados nos últimos dias para
ilustrar um fenômeno desconfortável em tempos de tantos bons
sentimentos de sofá: a empatia seletiva. Sete mortos em Paris nos colocam
em sobressalto, enquanto 70 no Zimbáue nos deixam indiferentes e
raramente viram “bagdes” (aquelas bandeirinhas anexadas ao perfil nas
[20] redes, indicando adesão ou simpatia por uma determinada causa). O
fenômeno não é novo, mas ficou mais evidente com a internet.
As redes, como seus usuários, são movidas por duas emoções
básicas e bastante primitivas: raiva e empatia. Odiamos o que coloca em
risco nosso estilo de vida ou nosso modo de ver o mundo. Nos
[25] compadecemos com tudo que nos parece próximo e familiar. Para que o
sofrimento alheio nos comova, é preciso que a dor ecoe em nós de alguma
forma – eventualmente por motivos nobres, mas em geral por puro
egoísmo. Um vizinho assaltado diante da nossa casa nos aflige mais do que
o estranho encontrado morto em um bairro pobre no outro lado da cidade.
[30] Racionalmente, sabemos que uma coisa é bem pior do que a outra, mas
não sentimos medo, raiva ou compaixão por motivos estreitamente
racionais.
É por isso que o psicólogo canadense Paul Bloom argumenta que a
“compaixão racional” é muito mais importante para a vida em sociedade do
[35] que a empatia e os bons sentimentos. Para Bloom, por ser tendenciosa, a
empatia pode nos induzir a “desastres morais”. É fácil colocar-se no lugar
de quem se parece conosco e lançar todas as pragas do Egito contra quem
desprezamos, mas para decidir o que é certo ou errado, moral ou imoral,
importante ou secundário, nossas afinidades e aversões não são guias
[40] muito confiáveis.
Posar de fiscal da empatia alheia, cobrando manifestações
equidistantes em relação a todas as tragédias do planeta, pode oferecer
uma breve sensação de superioridade moral, mas dificilmente vai
conquistar simpatizantes para alguma coisa. Para quem acredita que
[45] tragédias como os atentados na Somália e a crise dos refugiados de
Myanmar deveriam merecer mais atenção, a melhor estratégia talvez seja
ler e compartilhar notícias sobre o assunto. A rede é o que fazemos com
ela. E quanto mais sabemos uns sobre os outros, mais difícil é ficar
indiferente.
Texto II

Relacionando os textos I e II, percebe-se que, embora tenham diferentes linguagens, aproximam-se quanto à temática pretendida.
O trecho do texto I que melhor traduz o sentido do texto II é
Questão 38 422936
IFSul - Rio-Grandense 2018/1Em fevereiro de 2011, a população no Sudão – país localizado na região norte da África – foi às urnas para definir, em referendo, a separação e emancipação da região na porção meridional do país. Com a aprovação de esmagadores 98,8% dos votantes, surgiu o até então mais novo país: o Sudão do Sul, tendo como capital a cidade de Juba.
Disponível em: http://brasilescola.uol.com.br/geografia/independencia-sudao-sul.htm Acesso em 01/09/2017.
Apesar das diferenças étnico-culturais, entre a população desse país, a razão para a existência dos conflitos está plenamente centrada na disputa principal pelo recurso natural do
Questão 31 11809478
Pref. de São Paulo 7º Ano 2017/2O mapa retrata a falta de água na atualidade.

OLIC, Nelson Bacic. Caleidoscópios geopolíticos: imagens de um mundo em mutação. São Paulo: Moderna, 2014 (adaptado).
Verifica-se que o continente que apresenta maior dificuldade em relação ao problema apresentado é o
Questão 14 10725747
CMSM 6° Ano - Prova de Matemática 2017WAR
War é um clássico jogo de tabuleiro no qual seu maior objetivo é a completa dominação global.. Cada jogador precisa usar toda a sua habilidade militar para conquistar territórios e continentes, derrotando seus adversários e ganhando o cenário mundial. A figura abaixo mostra um tabuleiro do jogo War.

Fonte: https://www.google.com.br/search?q=jogo+war&safe=off&source-lnms. Acesso: 15 de agosto de 2017.
A região sombreada da figura abaixo mostra uma imagem ampliada do continente africano, transposta e adaptada para uma malha quadriculada.

Nilza, excelente professora de Geografia do CMSM, pede para seus alunos calcularem a área do continente africano, através da região sombreada da malha quadriculada.
O resultado encontrado aproximadamente, é:
06
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