Questões de EFAF Geografia - Hidrografia
152 Questões
Questão 22 10667379
CMSM 6º Ano 2014Leia com atenção o fragmento do texto “Diário de uma aventura” para responder o item.
TEXTO
Diário de uma aventura

Estudamos detalhadamente o arquipélago de San Blás, no
Panamá, nossa próxima ancoragem. As ilhas ficam ao nível da
água e só se avistam coqueiros a poucas milhas de distância. Para
preocupar mais ainda, existem vários bancos de corais e a
[5] navegação precisa ser feita com muita cautela.
No dia 13 de abril de 1988, depois do meio-dia, chegamos
à ilha Cayo Chichine. Era aniversário de David e também
comemorávamos quatro anos de navegação.
[...]
[10] Esta é a terra dos índios Kunas, que falam poucas palavras em espanhol. Vivem da pesca e da
venda de cocos, e as mulheres confeccionam um tecido bordado a mão, que eles chamam de molas.
Elas se vestem com lindos trajes: fitas bordadas amarradas nas pernas, sarongue, blusas coloridas,
lenço na cabeça e uma argola de ouro no nariz. Os homens são de estatura mediana, muito parecidos
com os índios brasileiros. São diversos os tabus, e, quando hasteiam uma bandeira vermelha, as
[15] visitas são proibidas.
O arquipélago é composto por várias ilhas. As casas são todas construídas com folhas de
coqueiros.
Vilfredo, David e Wilhelm programaram uma pescaria com um índio de quatorze anos.
Impressionante como ele mergulhava a 25 metros de profundidade; caçava os peixes apenas com
[20] uma fisga com elástico na ponta. A água era azul-piscina.
Neste mergulho Vilfredo levou um dos maiores sustos de sua vida. Arpoou uma garoupa de
uns três quilos e em poucos segundos dá de cara com um tubarão, atraído pela vibração e pelo
sangue da garoupa. David e Wilhelm nadam rápido para o dingue e Vilfredo permanece de olho no
monstro, que o rodeia sempre mais perto. O kuna, vendo o drama de Vilfredo, mergulha em cima do
[25] tubarão, como se fosse atacá-lo, soltando bolhas de ar pela boca, de forma ininterrupta. Depois
Vilfredo nos contou que foi impressionante: o tubarão fugiu, e nós aprendemos a assustar os bichos.
Nos dias em que permanecemos ancorados ali, os meninos logo se enturmaram com os
jovens índios, recebendo mesmo convites para dormirem em suas choupanas.
Numa das tardes convidei as índias kunas para um lanche. Vieram oito mulheres numa
[30] comprida canoa, todas vestidas de gala. Só uma falava espanhol e traduzia a conversa. Ficaram
encantadas com os bolos e pão. Uma delas cheirava um pão e, muito encabulada, pediu um pedaço
para o marido; há muito tempo não comiam pão. Passamos uma tarde divertida. No final do café
perguntaram se não queríamos levar duas jovens, de quinze e dezessete anos. Expliquei que era
impossível, íamos para muito longe. Ao partirem, cantaram uma canção de despedida e
[35] agradecimento pela hospitalidade. Uma velha índia chorava. E todos nós tínhamos lágrimas nos
olhos.
Família Schürmann. Diário de uma aventura – Dez anos no mar. Rio de Janeiro, Record, 1995 (Fragmento).
VOCABULÁRIO:
Arpoou: do verbo arpoar; lançou o arpão; pegou com arpão.
Choupanas: habitações rústicas; cabanas.
Corais: espécie de animais encontrados nos mares quentes, responsável pela formação de recifes.
Dingue: pequeno bote a remo.
Fisga: arpão para pescar.
Sarongue: tipo de vestimenta de tecido estampado que se usa amarrado na cintura.
Sobre os elementos da narrativa, é correto afirmar que:
Questão 21 10667368
CMSM 6º Ano 2014Leia com atenção o fragmento do texto “Diário de uma aventura” para responder o item.
TEXTO
Diário de uma aventura

Estudamos detalhadamente o arquipélago de San Blás, no
Panamá, nossa próxima ancoragem. As ilhas ficam ao nível da
água e só se avistam coqueiros a poucas milhas de distância. Para
preocupar mais ainda, existem vários bancos de corais e a
[5] navegação precisa ser feita com muita cautela.
No dia 13 de abril de 1988, depois do meio-dia, chegamos
à ilha Cayo Chichine. Era aniversário de David e também
comemorávamos quatro anos de navegação.
[...]
[10] Esta é a terra dos índios Kunas, que falam poucas palavras em espanhol. Vivem da pesca e da
venda de cocos, e as mulheres confeccionam um tecido bordado a mão, que eles chamam de molas.
Elas se vestem com lindos trajes: fitas bordadas amarradas nas pernas, sarongue, blusas coloridas,
lenço na cabeça e uma argola de ouro no nariz. Os homens são de estatura mediana, muito parecidos
com os índios brasileiros. São diversos os tabus, e, quando hasteiam uma bandeira vermelha, as
[15] visitas são proibidas.
O arquipélago é composto por várias ilhas. As casas são todas construídas com folhas de
coqueiros.
Vilfredo, David e Wilhelm programaram uma pescaria com um índio de quatorze anos.
Impressionante como ele mergulhava a 25 metros de profundidade; caçava os peixes apenas com
[20] uma fisga com elástico na ponta. A água era azul-piscina.
Neste mergulho Vilfredo levou um dos maiores sustos de sua vida. Arpoou uma garoupa de
uns três quilos e em poucos segundos dá de cara com um tubarão, atraído pela vibração e pelo
sangue da garoupa. David e Wilhelm nadam rápido para o dingue e Vilfredo permanece de olho no
monstro, que o rodeia sempre mais perto. O kuna, vendo o drama de Vilfredo, mergulha em cima do
[25] tubarão, como se fosse atacá-lo, soltando bolhas de ar pela boca, de forma ininterrupta. Depois
Vilfredo nos contou que foi impressionante: o tubarão fugiu, e nós aprendemos a assustar os bichos.
Nos dias em que permanecemos ancorados ali, os meninos logo se enturmaram com os
jovens índios, recebendo mesmo convites para dormirem em suas choupanas.
Numa das tardes convidei as índias kunas para um lanche. Vieram oito mulheres numa
[30] comprida canoa, todas vestidas de gala. Só uma falava espanhol e traduzia a conversa. Ficaram
encantadas com os bolos e pão. Uma delas cheirava um pão e, muito encabulada, pediu um pedaço
para o marido; há muito tempo não comiam pão. Passamos uma tarde divertida. No final do café
perguntaram se não queríamos levar duas jovens, de quinze e dezessete anos. Expliquei que era
impossível, íamos para muito longe. Ao partirem, cantaram uma canção de despedida e
[35] agradecimento pela hospitalidade. Uma velha índia chorava. E todos nós tínhamos lágrimas nos
olhos.
Família Schürmann. Diário de uma aventura – Dez anos no mar. Rio de Janeiro, Record, 1995 (Fragmento).
VOCABULÁRIO:
Arpoou: do verbo arpoar; lançou o arpão; pegou com arpão.
Choupanas: habitações rústicas; cabanas.
Corais: espécie de animais encontrados nos mares quentes, responsável pela formação de recifes.
Dingue: pequeno bote a remo.
Fisga: arpão para pescar.
Sarongue: tipo de vestimenta de tecido estampado que se usa amarrado na cintura.
Esse texto foi escrito com a finalidade de:
Questão 8 10212759
CMB 1º Ano - Matemática 2014Leia o texto abaixo para responder a QUESTÃO.
O potencial técnico de aproveitamento da energia hidráulica do Brasil está entre os cinco maiores do mundo; o País tem 12% da água doce superficial do planeta e condições adequadas para exploração. O potencial hidrelétrico é estimado em cerca de 260 GW (gigawatts), dos quais 40,5% estão localizados na Bacia Hidrográfica do Amazonas, 23% na Bacia do Paraná, 10,6% na do Tocantins e 10% na do São Francisco.
Algumas das usinas em processo de licitação ou em obras na Amazônia vão participar da lista das dez maiores do Brasil: Belo Monte, que terá potência instalada de 11.233 MW (megawatts), São Luiz do Tapajós (8.381 MW), Jirau (3.750 MW) e Santo Antônio (3.150MW).
Disponível em: http://www.brasil.gov.br/infraestrutura/2011/12/potencial-hidreletrico-brasileiro-esta-entre-os-cinco maiores-do-mundo. Acesso: 10/08/2014
Julgue as proposições abaixo e assinale a alternativa correta.
I) O potencial elétrico estimado da Bacia Hidrográfica do Paraná é maior que 60 GW.
II) Sabendo-se que 1GW = 109 W e 1MW = 106 W, então o potencial elétrico estimado da Bacia do São Francisco é inferior ao potencial previsto para a usina de Belo Monte.
III) Para que o potencial hidrelétrico estimado da Bacia do São Francisco se iguale ao potencial hidrelétrico estimado da Bacia do Paraná, é necessário um aumento de 13% da sua produção.
Questão 22 10190350
IFFar* 1° Ano - Processo Seletivo Integrado 2014A Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco) elegeu 2013 como o ano internacional da cooperação pela água. O objetivo é conscientizar a população sobre a importância da água para a vida e a sustentabilidade da Terra. Quando o assunto é água potável, o Brasil é um país privilegiado, pois, além de diversas bacias hidrográficas, possui também o Aquífero Guarani.
Sobre esse Aquífero pode-se afirmar.
Questão 32 10883210
Concursos Pref de Agua Branca 2013Quais as principais bacias hidrográficas que drenam o município de Água Branca?
Questão 6 10871040
Concursos Pref da Estância Hidromineral de Poá (motorista) 2013Leia o texto para responder à questão.
Água potável
Água potável corresponde a toda água disponível na natureza destinada ao consumo e possui características e substâncias que não oferecem riscos para os seres vivos que a consomem.
A água potável é bastante restrita. Apenas 2,4% da água é doce, porém, somente 0,02% está disponível em lagos e rios que abastecem as cidades e pode ser consumida. Desse reduzido percentual, uma grande parcela encontra-se poluída, diminuindo ainda mais as reservas disponíveis.
A poluição é um dos maiores problemas da água potável, uma vez que diariamente os mananciais do mundo recebem dois milhões de toneladas de diversos tipos de resíduos.
(www.brasilescola.com/geografia/agua-potavel.htm - Acesso em 02.06.2013 – Adaptado)
Assinale a alternativa em que a palavra destacada expressa sentido de lugar.
06
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