Questões de EFAF Geografia - Terra
1.086 Questões
Questão 17 10174574
IFFar* 1° Ano - Processo Seletivo 2019O tempo que a Terra leva para realizar uma volta em torno de si mesma ou de seu eixo imaginário é chamado de movimento de rotação.
São consequências desse movimento da Terra
I → a sucessão dos dias e das noites.
II → o movimento aparente do sol.
III → as estações do ano.
Está(ão) correta(s)
Questão 18 10152239
CMS 1º Ano - Matemática 2019A Mortalidade infantil é um indicador social que mede o número de crianças que nasceram vivas e morreram ainda no primeiro ano de vida. Os valores referem-se sempre a grupos de 1.000 crianças. De acordo com dados do IBGE, de 2006 a 2017, a mortalidade infantil na cidade de Salvador diminuiu, como se pode observar no gráfico a seguir.

Com base nas informações do gráfico, pode-se afirmar que, de 2007 a 2017, a mortalidade infantil diminuiu cerca de
Questão 13 10142578
CMBel 1°ano - Português 2019Leia o texto e responda à questão.
TEXTO
Impactos ambientais do acidente em Mariana (MG)
Os impactos ambientais do acidente em Mariana (MG), causados nos ecossistemas afetados e na conomia da região, são incalculáveis e, em alguns casos, irreversíveis.
No dia 05 de novembro de 2015, a barragem do Fundão, da mineradora Samarco, controlada pela Vale e pela BHP Billiton, rompeu-se, causando uma grande enxurrada de lama. À lama devastou o distrito de Bento Rodrigues, no município de Mariana, em Minas Gerais, destruindo casas e ocasionando a morte de 19 pessoas, incluindo moradores e funcionários da própria mineradora. Além das perdas humanas e materiais, a mesma lama que escapou em razão do rompimento das barragens provocou um grave impacto ambiental.
Impactos ambientais
O rompimento da barragem do Fundão liberou o equivalente a 25 mil piscinas olímpicas de resíduos. A mistura, que era composta, segundo a Samarco, por óxido de ferro, água e muita lama, não era tóxica, mas capaz de provocar muitos danos. Inicialmente, pensou-se que a barragem de Santarém também havia sido afetada, no entanto, o que ocorreu foi a passagem dos rejeitos da outra (Fundão) por cima dessa barragem.
A liberação da lama provocou a pavimentação de uma grande área. Isso acontece porque a lama seca forma uma espécie de cimento, onde nada cresce. Vale destacar que, em razão da grande quantidade de resíduos, a secagem completa do material (que não contém matéria orgânica, sendo, portanto, infértil) poderá demorar anos. Enquanto isso, nada também poderá ser construído no local.
A enxurrada de lama atingiu o Rio Gualaxo — afluente do Rio Carmo, que deságua no Rio Doce e que, por sua vez, segue em direção ao Oceano Atlântico, no Espírito Santo. O impacto mais perceptivo no ambiente aquático foi a morte de milhares de peixes, que sucumbiram em razão da falta de oxigênio na água e da obstrução de suas brânquias. Além da morte de peixes, micro-organismos e outros seres vivos também foram afetados, o que destruiu completamente a cadeia alimentar em alguns ambientes atingidos. Entretanto, não é somente a morte dos organismos vivos que afetou os rios da região; a quantidade de lama liberada provocou assoreamento, desvio de cursos de água e levou até mesmo o soterramento de nascentes.
Muitos biólogos estimam que o Rio Doce precisará, em média, de 10 anos para recuperar-se do terrível impacto. Outros pesquisadores, porém, afirmam que o impacto foi tão profundo que é impossível estimar um prazo para o restabelecimento do equilíbrio da Bacia.
Além de causar a morte no interior dos rios, a lama provocou a morte de toda a vegetação próxima à região. Uma grande quantidade de mata ciliar foi completamente destruída. Os resíduos da mineração também afetaram o solo, causando sua desestruturação química e afetando o pH da terra. Essa alteração no solo dificulta o desenvolvimento de espécies que ali viviam, modificando completamente a vegetação local.
Como a lama afetou o Rio Doce e seguiu em direção ao Espírito Santo, também houve impacto ambiental nos ecossistemas marinhos do litoral. Um dos principais impactos observados foi nos fitoplânctons e zooplânctons que vivem flutuando na água e constituem a base da cadeia alimentar.
População afetada
Além da grande quantidade de pessoas que perderam suas casas e outros bens materiais em Mariana, os sobreviventes enfrentaram dificuldades relativas, principalmente, à falta de água. Isso aconteceu porque grande parte das cidades atingidas dependia dos rios afetados para o abastecimento, que, após o acidente, apresentaram água imprópria para o consumo.
Não foi apenas a população de Mariana que sofreu com as consequências do desastre, mas, sim, toda a população próxima ao Rio Doce. Índios da tribo indígena Krenak, que possuem reserva cortada pelo rio, na época do acidente, relataram estar sem água para consumo, banho e limpeza de seus objetos, por exemplo. Além do mais, não podemos nos esquecer, também, de todas as pessoas que retiravam do rio o sustento para suas famílias.
Impactos do acidente de Mariana em números
De acordo com o Governo Federal, o acidente afetou: 663 km de rios e córregos; 1469 hectares de vegetação; 207 das 251 edificações de Bento Rodrigues; 600 famílias, as quais ficaram desabrigadas.
(Texto adaptado) DOS SANTOS, V. S. Impactos ambientais do acidente em Mariana (MG). Brasil Escola. Disponivel em: https://brasilescola.uol.com br/biologia/impactos-ambientais-acidente-mariana-mg.htm. Acesso em: 02 out. 2019.
No trecho "Inicialmente, pensou-se que a barragem de Santarém também havia sido afetada”, presente no segundo parágrafo do texto, é correto afirmar que
Questão 3 10142211
CMBel 1°ano - Português 2019Leia o texto e responda à questão.
TEXTO
Capitalismo selvagem, consumismo e negligência
“Somente quando for cortada a última árvore, poluído o último rio e pescado o último peixe é que o homem vai perceber que não pode comer dinheiro." Essa frase foi escrita por um índio em uma carta a um ex-presidente americano que desejava comprar terras indígenas. Ela evidencia bem o quanto o ser humano está importando-se com o meio ambiente e o quanto as ações dele são irreversíveis. Em todas as épocas, o que se viu foi um homem preocupado com a urbanização e com o conforto advindo desta em detrimento da natureza e, por conseguinte, de sua saúde.
O mais comum é pensar nessa urbanização como a transformação do verde em cinza, mas ela também ocorre por atitudes consumistas estimuladas pelo capitalismo desenfreado, que eleva a produção de lixo no planeta e consequentemente contamina o meio ambiente. O próprio produto industrializado, concebido para facilitar a vida das pessoas, é fabricado com material e tecnologia que obrigam a sua substituição constante. Além disso, o consumo de produtos altamente poluidores, como automóveis, é estimulado por meio da diminuição nos impostos e na concessão de credito à população.
Uma consequência inexorável dessa conduta é a contaminação do planeta e a perda da saúde que essa degradação ocasiona. Para se ter uma ideia, um estudo da Universidade de San Diego envolvendo recém-nascidos mostrou a presença de mais de cem substâncias químicas que não pertencem ao ser humano no sangue do cordão umbilical. O descarte irregular de lixo é uma forma de provocar essa contaminação, pois placas de aparelhos eletrônicos, os quais são dispensados livremente em lixões, contêm substâncias como mercúrio e chumbo que contaminam o solo e os lençóis freáticos.
Portanto, atitudes que superestimam o progresso e a expansão econômica, porém com ação deletéria na natureza, prejudicam diretamente a saúde dos seres humanos. Diante disso, é preciso que o poder público crie leis que obriguem tanto a população a fazer a triagem do lixo que produz quanto as lojas a receberem produtos já velhos que venderam à população com o objetivo de darem a destinação correta a eles. Evidentemente, se não houver equipes de fiscalização e investigação dos descartes realizados, todo esse trabalho será em vão e o planeta continuará padecendo alterações pela negligência humana.
(Texto adaptado) MATOS, João. Capitalismo selvagem, consumismo e negligência. Redação Mania. Disponível em: https://redacaomania.com/redacao-sobre-meio-ambiente. Acesso em: 02 out. 2019.
Um argumento utilizado pelo autor do texto para tratar do capitalismo selvagem e do consumismo desenfreado se sustenta na necessidade de
Questão 26 1651675
CN 2° Dia 2019Observe o gráfico abaixo.

O climograma destacado faz alusão a um tipo climático brasileiro.
Sobre a realidade envolvendo esse climograma, é correto afirmar que está indicando o clima:
Questão 28 610233
IFPE Integrados 2019/1Leia o TEXTO para responder à questão.
TEXTO
BRASIL PÕE METAS DO CLIMA EM RISCO, DIZ ESTUDO
Pesquisa publicada na revista 'Nature Climate Change' mostra como retrocessos ameaçam meta brasileira no Acordo de Paris
No pior cenário futuro, de abandono das políticas de comando e controle, a taxa de desmatamento voltaria ao patamar recorde de destruição já registrada pelo sistema de monitoramento. Na Amazônia, a área desmatada chegaria à casa dos 27 mil km2 em 2030 – ano em que o Brasil se comprometeu, no Acordo de Paris, a acabar com o problema.
Disponível em: . Publicado em: 10 ago. 2018. Acesso em: 09 out. 2018.
Sobre o Acordo de Paris, citado no TEXTO, é CORRETO afirmar que
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