Questões de EFAF Geografia
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Questão 8364276
ESPM ESPM 2014 2 FaseU Gerais 2014
Dirigentes de China e Taiwan tiveram em Nanquim, o primeiro encontro desde a guerra civil de 1949. Foram quatro dias de conversações entre o chinês Wang Yu-Chi e o taiwanês Zhang Zhijuni. Tratou da continuação e contatos que ocorriam de forma discreta, apesar de ousada, desde maio de 2008, quando Maying Jeou foi eleito presidente da ilha de 23 milhões de habitantes. Voos regulares passaram a encurtar distâncias, e o fluxo comercial entre as duas partes dobrou. Em 2013, chegou a antes inimagináveis US$ 197 bilhões. Em 2010, China e Taiwan já haviam firmado um acordo comercial, sustentado por organismos não oficiais. No ano passado a ilha capitalista recebeu 3 milhões de turistas oriundos da China, país de 1,4 bilhão de habitantes, que passou por uma revolução comunista em 1949, liderada por Mao Tse-Tung.
(http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/mundonoticia/ 2014; 01/03/2014; 11h56)
Dirigentes de China e Taiwan tiveram em Nanquim, o primeiro encontro desde a guerra civil de 1949. Foram quatro dias de conversações entre o chinês Wang Yu-Chi e o taiwanês Zhang Zhijuni. Tratou da continuação e contatos que ocorriam de forma discreta, apesar de ousada, desde maio de 2008, quando Maying Jeou foi eleito presidente da ilha de 23 milhões de habitantes. Voos regulares passaram a encurtar distâncias, e o fluxo comercial entre as duas partes dobrou. Em 2013, chegou a antes inimagináveis US$ 197 bilhões. Em 2010, China e Taiwan já haviam firmado um acordo comercial, sustentado por organismos não oficiais. No ano passado a ilha capitalista recebeu 3 milhões de turistas oriundos da China, país de 1,4 bilhão de habitantes, que passou por uma revolução comunista em 1949, liderada por Mao Tse-Tung.
(http://zerohora.clicrbs.com.br/rs/mundonoticia/ 2014; 01/03/2014; 11h56)
Oficialmente:
Questão 8364273
ESPM ESPM 2014 2 FaseU Gerais 2014Observe o texto e o mapa abaixo para responder à questão:
Há um grande lobby midiático internacional que, incomodado com o sucesso dos governos progressistas latino-americanos e para defender os interesses das grandes corporações internacionais na região, busca fazer dos seus sonhos realidade.
(Emir Sader. Disponível em: http://www.cartamaior. com.br/?/Blog/Blog-do-Emir/2/30348. Acesso: 06/03/2013.)

O texto e o mapa fazem referência:
Questão 8364265
ESPM ESPM 2014 1 FaseU Gerais 2014O Brasil configura-se como uma das maiores potências agrícolas mundiais e uma das características de sua agricultura é:
Questão 8364264
ESPM ESPM 2014 1 FaseU Gerais 2014Gráfico – Proporção da população residente, por situação do domicílio – Brasil – /

(() Para o cálculo da taxa foi utilizada a população presente em , enquanto para os anos seguintes foi utilizada a população residente.)
(Fonte: IBGE. Censo Demográfico 2010.)
As linhas representam uma inversão da realidade nacional. Trata-se de:
Questão 8364239
ETECSP ETECSP 2014 2 FaseU Gerais 2014Leia atentamente os dados referentes a um determinado setor industrial brasileiro.
Faturamento: US$ bilhões em ;
maior produtor do mundo;
Número de empresas: mil em atividade, considerando toda a cadeia produtiva do setor;
Representa dos empregos na indústria de transformação e cerca de do total brasileiro;
Investimentos no setor: mais de US$ bilhões em , contra US$ milhões em ;
Produção média: bilhões de peças em ;
Trabalhadores: milhões de empregos diretos e indiretos;
dos milhão de empregados diretos são mão de obra feminina;
maior empregador da indústria de transformação;
Maior gerador de empregos da indústria de transformação e maior gerador do primeiro emprego.
(http://www.vitrinedoexportador.gov.br/ve/br/publicacao/ver/id/21. Acesso em: 04.02.2014. Adaptado)
Esses dados caracterizam a indústria
Questão 8364234
ETECSP ETECSP 2014 1 FaseU Gerais 2014Leia o texto de Tatiana Belinki, autora que nasceu na Rússia e viveu até os 10 anos na cidade de Riga, na Letônia, de onde emigrou para o Brasil. Nesse texto, ela relembra sua chegada ao nosso país.
Musa paradisíaca
Hoje, na quitanda, vi duas donas de casa pondo as mãos na cabeça: "Trinta e seis cruzeirospor uma dúzia de bananas! É o fim do mundo, onde já se viu uma coisa dessas!"E a conversa continuava nesse tom. Mas eu fui e paguei prazerosamente o preço de um cacho dourado. Tudo está pela hora da morte, concordo. Mas banana não! Acho que nunca a banana será cara demais para mim, e eu conto por quê.
Para mim, a banana é bem mais que aquela fruta amarela, perfumada, de polpa alva, macia e saborosa, que se apresenta numa abundância nababesca em cachos e pencas. O aspecto, o sabor, o perfume da banana está indissoluvelmente associados com minha infância longínqua na terra nórdica de onde eu vim, nas praias do Mar Báltico.
Naquele tempo, naquele lugar, uma banana era uma novidade e uma raridade. Numa certa época do ano, ela aparecia na cidade, em algumas casas muito finas, solitária e formosa, exposta na vitrina. Solitária, sim - uma de cada vez. E uma banana custava uma quantia fabulosa, porque meu pai comprava mesmo uma só, e a trazia para casa onde ela era admirada e namorada durante horas, para depois ser solenemente descascada e repartida em partes milimetricamente iguais entre nós crianças, que a saboreávamos lentamente, conservando o bocadinho de polpa suave na boca o mais possível, com pena de engoli-lo.
Imaginem, pois, o meu espanto maravilhado ao desembarcar do navio no porto de Santos e dar de cara com todo um carregamento de bananas, cachos e mais cachos enormes, num exagero de abundância que só em contos de fadas!
Naquele dia, me empachei de bananas até quase estourar. Foi aos dez anos de idade, a minha primeira grande impressão gastronômica do Trópico de Capricórnio - e nunca mais me refiz dela. Até hoje sou fiel ao meu primeiro amor brasileiro - a banana.
Se eu fosse poeta, como Pablo Neruda, por exemplo, que escreveu Ode à cebola, eu escreveria uma Ode à banana.
E não estou sozinha neste meu entusiasmo pela mais brasileira das frutas, porque se eu não tivesse razão, os cientistas, que não são as pessoas mais sentimentais do mundo, não a teriam batizado com o nome poético de Musa paradisíaca.
(BELINKI, Tatiana. Olhos de ver. São Paulo: Moderna, 1996. Adaptado)
cruzeiro: moeda utilizada no Brasil à época em que a crônica foi escrita
ode: poema de exaltação, de elogio
Segundo a escritora Tatiana Belinki: Foi aos dez anos de idade, a minha primeira grande impressão gastronômica do Trópico de Capricórnio - e nunca mais me refiz dela.
Sobre essa linha imaginária, é correto afirmar que
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