Questões de EFAF Geografia - Terra
1.086 Questões
Questão 34 10778680
Liceu-SP C. Gerais 2022Atualmente, de acordo com as ideias de sustentabilidade, ao construir uma casa, um arquiteto considera as posições do Sol no céu durante o ano todo, no sentido de aproveitar ao máximo a luminosidade solar e o conforto térmico da casa. Assim, para a construção de uma casa localizada no Trópico de Capricórnio, um arquiteto fez o desenho a seguir, indicando a situação de iluminação da casa durante uma época do ano. Nele, as setas 1 e 2 indicam a posição da sombra projetada da casa, relativa à posição do Sol.

(http://www.ebanataw.com.br/roberto/janelas/janela2loc.htm. Adaptado)
Na situação representada, o sol ilumina a casa nas faces
Questão 10 10774585
IFMG 2022/2Leia o texto a seguir para responder à questão.
Texto
A natureza já não se defende: vinga-se!
Um dos maiores paradoxos atuais da humanidade é zelarmos tanto pela saúde e bem-estar de nossos filhos e pouco nos importamos com a qualidade de vida daqui a 30 ou 50 anos. “A terra não nos pertence. Ela nos foi emprestada por nossos filhos”, advertia um cacique indígena americano, há mais de um século.
Ademais, torna-se insensato e irônico: nós, humanos, que nos proclamamos inteligentes, somos os únicos – os únicos – a promover o desequilíbrio natural.
Existe uma relação direta entre as agressões ao ambiente e os cataclismos provocados pela natureza injuriada. Conforme estimativa da Organização das Nações Unidas (ONU), o aquecimento global tem provocado, a cada ano, 150 mil mortes e prejuízos de 70 bilhões de dólares. Em relação a 2005, a ONU também catalogou 360 desastres ambientais, dos quais 259 foram creditados à elevação da temperatura na Terra. O agravamento foi de 20% sobre o ano anterior.
A Mãe Natureza é, a um só tempo, primitiva e nobre ao agir. É agradecida com quem a trata bem, além de ser espontaneamente dadivosa, bela e vivificante. Porém, pedagógica, ou sabe ser vingativa aos 6.5 bilhões de terráqueos: se alterarem o equilíbrio natural, eu os arruíno” – diria ela. “A sobrevivência de toda a humanidade está em perigo. É o momento de sermos lúcidos. De reconhecer que chegamos ao limite do irreversível, do irreparável”, adverte o Comunicado de Paris, assinado por representantes de 40 países, reunidos em fevereiro deste ano.
Não há mais o benefício da dúvida. O ser humano é o principal indutor do efeito estufa, de furacões, tufões, secas, inundações, incêndios. De fato, a Terra lança gritos agônicos por meio dos quais clama por uma atitude não apenas compassiva, mas também proativa. Não basta que haja uma consciência ambiental. Não basta condoer-se com a morte dos ursos polares. A bem da verdade, o planeta será salvo não apenas pelos governos ou ONGs nem pela nossa compaixão, mas pelas ações concretas de cada ser humano. É preciso agir. Mesmo fazendo pouco, como o
fabulativo beija-flor: “Era verão e o fogo crepitava feroz na floresta. Sobressaltados, os animais se dividiram. Alguns fugiram para o grande rio que permeava a floresta; outros se puseram a debelar o incêndio. Um beija-flor, nas suas idas e vindas, apanhava uma minúscula porção de água e arremessava sobre as chamas. O obeso elefante, mergulhado no rio para proteger-se do fogo, perguntou ao beija-flor:
− Meu pequeno pássaro, o que fazes? Não vês que de nada serve a tua ajuda?
− Sim, respondeu o beija-flor, mas o importante para mim é que estou fazendo a minha parte!”.
VENTURI, Jacir. Disponível em: https://www.rcn67.com.br/colunistas/jacir-venturi/a-natureza-ja-nao-se-defende-vinga-se/99395/. Acesso em: 16 mai. 2022.
De acordo com o texto, são exemplos da vingança da natureza:
Questão 9 10774580
IFMG 2022/2Leia o texto a seguir para responder à questão.
Texto
A natureza já não se defende: vinga-se!
Um dos maiores paradoxos atuais da humanidade é zelarmos tanto pela saúde e bem-estar de nossos filhos e pouco nos importamos com a qualidade de vida daqui a 30 ou 50 anos. “A terra não nos pertence. Ela nos foi emprestada por nossos filhos”, advertia um cacique indígena americano, há mais de um século.
Ademais, torna-se insensato e irônico: nós, humanos, que nos proclamamos inteligentes, somos os únicos – os únicos – a promover o desequilíbrio natural.
Existe uma relação direta entre as agressões ao ambiente e os cataclismos provocados pela natureza injuriada. Conforme estimativa da Organização das Nações Unidas (ONU), o aquecimento global tem provocado, a cada ano, 150 mil mortes e prejuízos de 70 bilhões de dólares. Em relação a 2005, a ONU também catalogou 360 desastres ambientais, dos quais 259 foram creditados à elevação da temperatura na Terra. O agravamento foi de 20% sobre o ano anterior.
A Mãe Natureza é, a um só tempo, primitiva e nobre ao agir. É agradecida com quem a trata bem, além de ser espontaneamente dadivosa, bela e vivificante. Porém, pedagógica, ou sabe ser vingativa aos 6.5 bilhões de terráqueos: se alterarem o equilíbrio natural, eu os arruíno” – diria ela. “A sobrevivência de toda a humanidade está em perigo. É o momento de sermos lúcidos. De reconhecer que chegamos ao limite do irreversível, do irreparável”, adverte o Comunicado de Paris, assinado por representantes de 40 países, reunidos em fevereiro deste ano.
Não há mais o benefício da dúvida. O ser humano é o principal indutor do efeito estufa, de furacões, tufões, secas, inundações, incêndios. De fato, a Terra lança gritos agônicos por meio dos quais clama por uma atitude não apenas compassiva, mas também proativa. Não basta que haja uma consciência ambiental. Não basta condoer-se com a morte dos ursos polares. A bem da verdade, o planeta será salvo não apenas pelos governos ou ONGs nem pela nossa compaixão, mas pelas ações concretas de cada ser humano. É preciso agir. Mesmo fazendo pouco, como o
fabulativo beija-flor: “Era verão e o fogo crepitava feroz na floresta. Sobressaltados, os animais se dividiram. Alguns fugiram para o grande rio que permeava a floresta; outros se puseram a debelar o incêndio. Um beija-flor, nas suas idas e vindas, apanhava uma minúscula porção de água e arremessava sobre as chamas. O obeso elefante, mergulhado no rio para proteger-se do fogo, perguntou ao beija-flor:
− Meu pequeno pássaro, o que fazes? Não vês que de nada serve a tua ajuda?
− Sim, respondeu o beija-flor, mas o importante para mim é que estou fazendo a minha parte!”.
VENTURI, Jacir. Disponível em: https://www.rcn67.com.br/colunistas/jacir-venturi/a-natureza-ja-nao-se-defende-vinga-se/99395/. Acesso em: 16 mai. 2022.
O texto pertence ao gênero
Questão 32 10767421
CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2022A fotografia mostra um animal que caracteriza um ecossistema brasileiro.

Boulhosa/BBC News Brasil
Sobre esse ecossistema, é correto afirmar que
Questão 39 10738858
IFF 2022/2Texto I
"O dióxido de enxofre, ou anidrido sulfuroso, é um gás proveniente, principalmente, da atividade humana, como da queima de combustíveis fósseis e das atividades industriais, podendo também ter origem nas atividades vulcânicas. Uma de suas principais aplicações industriais é no processo de produção do ácido sulfúrico."
Disponível em: https://brasilescola.uol.com.br/quimica/dioxido-enxofre.htm. Acesso em: 02 maio 2022.
Texto II
“Aplicando a metodologia ‘Industrial Pollution Projection System’ (IPPS), desenvolvida pelo Banco Mundial, o IBGE identificou, pela primeira vez, os municípios do estado do Rio de Janeiro que têm os maiores potenciais de emissão industrial de poluentes atmosféricos e verificou quais são os tipos de indústrias com maior capacidade de poluir o ar. [...] o município do Rio de Janeiro é o que possui o maior potencial emissor no estado, com 31% do total, o equivalente a 25.570 t/ano. Na capital, a metalurgia é a principal emissora de SO2, com 33% do potencial municipal, e a indústria química fica em segundo, com 18%. Juntas, as duas divisões contribuem com mais da metade (51%) do potencial poluidor industrial de SO2 no município e reúnem apenas 8,5% das indústrias cariocas. Na metalurgia, a emissão de SO2 tem origem, principalmente, na queima de combustíveis fósseis. No caso da química, a maior fonte é a indústria petroquímica.”
Disponível em: https://censo2010.ibge.gov.br/noticias-censo?busca=1&id=1&idnoticia=1154&t=airpollution-potential-of-industry-in-the-state-of-rio-janeiro-is&view=noticia. Acesso em: 02 maio 2022.
Sobre o dióxido de enxofre (SO2), pode-se afirmar que
Questão 35 10620763
CEFET MG 2022O Brasil possui atualmente 334 Unidades de Conservação Federais (UCs) dentre florestas, reservas e parques. Os 73 Parques Nacionais podem ser agrupados de acordo com sua extensão territorial, conforme o gráfico:

Disponível em: https://www.gov.br/icmbio/pt-br. Acesso em: 08 jan. 2021. (adaptado)
Com base nos dados desse gráfico, é correto afirmar que a área total dos 73 parques nacionais, em quilômetros quadrados é, no mínimo, igual a
06
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