Questões de EFAF Geografia
8.144 Questões
Questão 34 10739919
CEDAF 2019/1Considerado um domínio presente em áreas de planaltos irregulares, com predominância de serras já bastante erodidas e de formas arredondadas, abrange um dos biomas mais ricos em biodiversidade do Brasil, porém um dos mais devastados também.
O domínio a que se refere o texto é:
Questão 38 10738324
IFF 2019/2Observe a tirinha e responda:

Fonte: QUINO, J. L. Toda Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 2003.
A tirinha apresenta uma convenção internacional que se relaciona com um determinado movimento celeste da Terra.
Marque a opção CORRETA que apresenta respectivamente essa relação:
Questão 40 10736887
COLÉGIO SÓLIDO* 1º Ano 2019Fuga da fome: como a chegada de 40 mil venezuelanos transformou Boa Vista - Nas contas da prefeitura, imigrantes representam mais de 10% da população da cidade. O reflexo se vê nas ruas: praças ocupadas, abrigos lotados e casas com até 31 moradores. Fluxo migratório começou em 2015, bateu recordes em 2017 e está aumentando em 2018.
Fonte: https://g1.globo.com
Encontre a incógnita na situação a seguir e determine quantos quilômetros os venezuelanos percorreram em um trecho de suas rotas de fuga para o Brasil.

Questão 26 10736832
COLÉGIO SÓLIDO* 1º Ano 2019“O Brasil teve 1.428 casos confirmados de sarampo em 2018. Os estados do Amazonas e Roraima apresentam surtos da doença, com 1.087 e 300 casos, respectivamente. Os estados de São Paulo, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rondônia, Pernambuco e Pará também apresentaram registros da doença”.
Fonte: https://g1.globo.com/bemestar/noticia/2018/08/24

Fonte: Ministério da Saúde
Os conjuntos abaixo são constituídos pelas letras que formam o nome dos estados com maior quantidade de casos de sarampo presentes na tabela acima.
A = {a,m,z,o,n,s} D = {r,o,a,i,m} F = {r,i,o,d,e,j,a,n}
Marque a alternativa que contém a relação CORRETA entre os conjuntos e elementos.
Questão 18 10716550
CMBH 1°ano - Prova de Português 2019Texto
AUTISTÃO: PAÍS METAFÓRICO, APOIO CONCRETO
Autistas se reúnem no Rio de Janeiro para celebrar o Dia do Autistão e discutir de neurodiversidade a autoaceitação
[1] Em consonância com as comemorações do Dia Mundial da Conscientização do Autismo –
instituído pela Organização das Nações Unidas (ONU) para o dia 2 de abril, a Organização Diplomática
do Autistão, uma instituição sem fins lucrativos com diversos pontos e apoiadores no mundo, promoveu
o Dia do Autistão, em Copacabana, no Rio de Janeiro, neste último 31 de março.
[5] Na ocasião, autistas de diferentes estados do Brasil, presencialmente e virtualmente, discutiram
temas de escolha livre em mesas redondas variadas. Entre os debates, figuraram assuntos como
neurodiversidade, diagnóstico, preconceito, mulheres autistas e autoaceitação.
O responsável pelo evento foi o francês Eric Lucas, de 54 anos, que classificou a programação
como o dia mais difícil da sua vida. Foram mais de 10 horas, concentrado no gerenciamento das
[10] chamadas e na transmissão feita, simultaneamente, no YouTube e Facebook, para que fosse vista em
diferentes lugares do Brasil.
Diálogos
A ideia do Dia do Autistão surgiu apenas dois meses antes do evento propriamente dito. Apesar
da correria, Eric conseguiu reunir diferentes autistas em posições distintas no midiativismo autista –
como o youtuber Leonard Akira, a podcaster Erika Ribeiro e o adolescente Zeca Szymon – para falar
[15] dos temas que os interessavam.
“Eles foram muito colaborativos, muito pacientes, muito bacanas. Isso é o efeito mágico do
Brasil, o povo é mais humano, mais aberto, mais gentil e mais amável. O Brasil, na minha opinião como
francês, é um país muito avançado em termos de direitos para os autistas”, contou Eric.
O evento iniciou às 11h da manhã e seguiu até 21h30min. Os horários foram divididos em
[20] pequenas palestras, comentários, e incluíram-se, também, detalhes sobre o Autistão – um conceito
metafórico de um país dos autistas. Além disso, o público pôde acompanhar a transmissão no canal da
organização no YouTube e na página do Facebook.
A proposta, segundo Lucas, foi de difícil execução. Ele destaca que “foram mais de 10
voluntários, mas o evento envolveu muita tecnologia, interações e foi extremamente difícil. Não estamos
[25] acostumados a fazer coisas tão complicadas com o computador”.
Originalmente, o evento brasileiro ocorreria, simultaneamente, com a Journée de l’Autistan, na
Bélgica. No entanto, problemas na transmissão causaram mudanças de cronograma. Apesar dos
impasses, o Dia do Autistão manteve a participação de todos os autistas previstos. Lucas completa: “tive
muito estresse e medo de ter problemas técnicos, mas é o meu jeito de fazer. Porque, quando pensamos
[30] demais, pensamos que é impossível e não fazemos nada. Mas conseguimos fazer algo bem legal e
resolvemos os problemas juntos”.
Apoio
É impossível dissociar a Embaixada do Autistão, local físico da Organização Diplomática do
Autistão, da figura de Eric Lucas. Após sua saída da França, devido ao ataque terrorista de Paris, em
2015, Lucas alugou, em fevereiro de 2017, um apartamento de 40 m2 em Copacabana. O espaço recebe e
[35] apoia, com recursos próprios, autistas de diferentes lugares do país.
Eric, no passado, foi uma figura viajante e de muitas histórias. Chegou a figurar na edição de
2001 do Guinness World Records, esteve em países como Rússia, Egito e Cazaquistão, é poliglota, foi
DJ durante 15 anos e se adaptou à vida social na medida do possível. Há mais de dois anos, em terras
cariocas, se diz satisfeito com a mudança e evita aparecer em fotos.
[40] O francês mora com Shree Ram, um jovem nepalês que conheceu em uma de suas viagens ao
Nepal e que o acompanha no Autistão e na vida brasileira. “Temos uma amizade que não podíamos
imaginar. É como um irmão de outra mãe. Somos muito felizes aqui”, disse Eric.
Uma ajuda neurodiversa na vida de Eric é Ludmila Leal, que tem um irmão autista e colaborou,
de forma geral, na organização do evento. “Esse é o caminho para a humanidade. O único caminho da
[45] paz é esse, as pessoas aceitarem e se colocarem no lugar do outro”, ela afirma sobre a importância das
diferenças. Foi com a intenção de tentar entender outros autistas que Lucas fez o máximo de adaptações
possíveis para os convidados. Geuvana Nogueira, por exemplo, faz parte da Liga dos Autistas, tem
restrições alimentares e se deslocou de Campo Grande até o Rio. Na capital, foi auxiliada pela
organização e pelos demais autistas presentes.
[50] No Rio de Janeiro, Geuvana contou ter vivido desafios: “eu saí da minha zona de conforto, foi
delicado. Mas acredito que, quando conseguimos nos aceitar e nos olhar como autistas, o outro autista
não é difícil. É como se todo mundo já se conhecesse”.
Eric Lucas reiterou a missão do Autistão: “nós queremos colaborar com qualquer pessoa, sejam
autistas, famílias ou organizações. Somos uma organização de autistas, extranacional, ou seja, não ligada
[55] a nenhum país, com uma visão global para apoiar os ativistas nacionais”.
Histórias
Os bastidores do Dia do Autistão renderam encontros e vivências para os participantes. Erika
Ribeiro, podcaster do Erika’s Small Talk, reconheceu o evento como uma espécie de divisor de águas
em sua saga para “sair do armário”, que se arrastou por parte significativa dos seus 39 anos de idade.
“Fui diagnosticada no auge da minha carreira, com 22 anos. Eu cursava Direito, trabalhava, e
[60] aquilo me dava uma confusão mental. Fui procurar uma ajuda psiquiátrica e acabei diagnosticada com
TDA e Asperger. Resolvi vir pra botar a cara logo e bora!”, contou.
A maior parte dos participantes do evento era de adultos, exceto Zeca Szymon, um adolescente
de 14 anos, acompanhado da mãe, Magaly Botafogo. Já a participante Geuvana tem dois filhos adultos e
encara sua posição como algo diferente de grande parte das mães não autistas. Ela explica: “Um deles
[65] não mora comigo. Quando ele chega em casa, há um incômodo muito grande. Eu detesto que me
abracem, pois eu fico sufocada. Eu não me identifico mais com ele, mas é meu filho, eu gosto dele e
estou aprendendo a lidar com isso. Eu o criei para ter sua vida. A vida dele não é minha, é dele”.
O youtuber Leonard Akira enfatizou que as potencialidades autistas devem ser exploradas. “O
autismo, para parte dos pais, é considerado um tabu e um limitador. Eles pensam em todas as
[70] dificuldades que o filho terá na vida e na discriminação. Se um pai tiver uma visão mais esperançosa do
filho, ele verá as vantagens e desvantagens desta condição”.
Ludmila, que acompanhou tudo por detrás das câmeras de transmissão, aprovou o Dia do
Autistão. “Quanto mais eventos que mostram formas diferentes de viver, de pensar, de conviver, de
aceitar, melhor. Precisamos acabar com a intolerância, que está se espalhando na civilização, e neste
[75] momento, isso é de suma importância”.
ABREU, Tiago. Autistão: país metafórico, apoio concreto. Revista Autismo, São Paulo, ano V, n.5, p. 26-28, jun./jul./ago. 2019. Disponível em: Acesso em: 26 ago. 2019. (Texto adaptado.)
Observe as alterações processadas nos excertos retirados do TEXTO.
I. “Na ocasião, autistas de diferentes estados do Brasil, presencialmente e virtualmente, discutiram temas de escolha livre em mesas redondas variadas.” (linhas 5 e 6) Na ocasião, autistas de diferentes estados do Brasil, presencialmente e virtualmente, discutiram temas de livre escolha em variadas mesas redondas.
II. “A maior parte dos participantes do evento era de adultos, exceto Zeca Szymon, um adolescente de 14 anos (...)” (linhas 62 e 63) A maior parte dos adultos era participante do evento, exceto Zeca Szymon, um adolescente de 14 anos.
III. “Foram mais de 10 horas, concentrado no gerenciamento das chamadas e na transmissão feita, simultaneamente, no YouTube e Facebook (...)” (linhas 9 e 10) Foram mais de 10 horas concentrado, simultaneamente, no gerenciamento das chamadas e na transmissão feita, no YouTube e no Facebook.
IV. “No entanto, problemas na transmissão causaram mudanças de cronograma.” (linha 27) No entanto, problemas de transmissão foram causados pela mudança de cronograma.
V. “Eu não me identifico mais com ele, mas é meu filho, eu gosto dele (...)” (linha 66) Embora seja meu filho e eu goste dele, eu não me identifico mais com ele.
Indique a alternativa que apresenta os itens nos quais ocorre MUDANÇA substancial de sentido:
Questão 8 10682401
OBRL 9° Ano - 2° Fase 2019Um anagrama é a construção de várias palavras a partir de uma primeira que serve como base, alterando sua ordem original e trocando as letras de lugar. Em determinados casos é possível obter um número muito grande de anagramas, dependendo da quantidade de letras em uma palavra. Para criar um anagrama, primeiro é preciso escolher a palavra que gerará o jogo. Por exemplo: no caso da palavra PEDRA; se trocarmos de lugar o A com o E, teremos como resultado a palavra “PADRE”. Se houver outra troca, a palavra encontrada é PERDA, e assim por diante.
Acessado em 31.07.19, disponível em: https://www.significadosbr.com.br/anagrama
A primeira palavra que serve como base para o anagrama abaixo é equivalente a um?

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