Questões de EFAF Geografia - Brasil - Aspectos Socioeconômicos
1.018 Questões
Questão 91 10541597
ENCCEJA* Ensino Fundamental - I, II, III e IV 2019Nosso sítio era pequeno
Pelas grandes fazendas cercado
Precisamos vender a propriedade
Para um grande criador de gado
E partimos para a cidade grande
A saudade partiu ao meu lado
A lavoura virou colonião
E acabou-se o meu reino encantado
REIS, V.; MACHADO, V. P. Meu reino encantado. São Paulo: Warner Music Brasil, 2000 (fragmento).
O processo evidenciado na canção traz como consequência para o campo, no Brasil, o(a)
Questão 27 10174725
IFFar* 1° Ano - Processo Seletivo 2019Na primeira República (1889 - 1930), no Brasil, o processo de crescimento industrial foi acompanhado pelo aumento do número de cidades.
Essa associação entre industrialização e urbanização, no caso brasileiro, está estreitamente ligada ao aumento do(a)
Questão 24 10174678
IFFar* 1° Ano - Processo Seletivo 2019“A planura do chão, o tapete sem falha das gramas, a cor verde-paleácea (...) como que derrama o espírito de encontro ao horizonte desconhecido, no qual se apoia o firmamento. As nuvens de bom tempo (...) completam este painel de tintas pálidas, formando um panorama de conjunto tão extenso, tão suave nas transições (...) que sempre de novo ocorre a comparação com o oceano. A Campanha é um oceano, não de água, mas de grama.”
Fonte: Fundação Zoobotânica. RS biodiversidade. Revista Natureza em Revista. Edição Especial. Porto Alegre: Fundação Zoobotânica do Rio Grande do Sul, 2016.p.38.
De forma poética, o texto revela
Questão 18 10174582
IFFar* 1° Ano - Processo Seletivo 2019Se estivermos viajando de avião, a uma altitude não muito elevada, teremos ampla visão da porção do espaço que estamos sobrevoando. Em uma região bastante transformada pela ação humana, poderemos perceber, entre outras coisas, campos cultivados, pastagens, cidades grandes, médias ou pequenas, interligadas por uma rede de rodovias e ferrovias.
Fonte: ALMEIDA, L. M. A. de; RIGOLIN, T. B. : Fronteiras da globalização o mundo natural e o espaço humanizado. 3.ed. v.1. Ática: São Paulo, 2017. p.13.
O conjunto de elementos verificados nesse voo hipotético e todos os outros arranjos heterogêneos que observamos fazem parte do que é chamado de
Questão 13 10142578
CMBel 1°ano - Português 2019Leia o texto e responda à questão.
TEXTO
Impactos ambientais do acidente em Mariana (MG)
Os impactos ambientais do acidente em Mariana (MG), causados nos ecossistemas afetados e na conomia da região, são incalculáveis e, em alguns casos, irreversíveis.
No dia 05 de novembro de 2015, a barragem do Fundão, da mineradora Samarco, controlada pela Vale e pela BHP Billiton, rompeu-se, causando uma grande enxurrada de lama. À lama devastou o distrito de Bento Rodrigues, no município de Mariana, em Minas Gerais, destruindo casas e ocasionando a morte de 19 pessoas, incluindo moradores e funcionários da própria mineradora. Além das perdas humanas e materiais, a mesma lama que escapou em razão do rompimento das barragens provocou um grave impacto ambiental.
Impactos ambientais
O rompimento da barragem do Fundão liberou o equivalente a 25 mil piscinas olímpicas de resíduos. A mistura, que era composta, segundo a Samarco, por óxido de ferro, água e muita lama, não era tóxica, mas capaz de provocar muitos danos. Inicialmente, pensou-se que a barragem de Santarém também havia sido afetada, no entanto, o que ocorreu foi a passagem dos rejeitos da outra (Fundão) por cima dessa barragem.
A liberação da lama provocou a pavimentação de uma grande área. Isso acontece porque a lama seca forma uma espécie de cimento, onde nada cresce. Vale destacar que, em razão da grande quantidade de resíduos, a secagem completa do material (que não contém matéria orgânica, sendo, portanto, infértil) poderá demorar anos. Enquanto isso, nada também poderá ser construído no local.
A enxurrada de lama atingiu o Rio Gualaxo — afluente do Rio Carmo, que deságua no Rio Doce e que, por sua vez, segue em direção ao Oceano Atlântico, no Espírito Santo. O impacto mais perceptivo no ambiente aquático foi a morte de milhares de peixes, que sucumbiram em razão da falta de oxigênio na água e da obstrução de suas brânquias. Além da morte de peixes, micro-organismos e outros seres vivos também foram afetados, o que destruiu completamente a cadeia alimentar em alguns ambientes atingidos. Entretanto, não é somente a morte dos organismos vivos que afetou os rios da região; a quantidade de lama liberada provocou assoreamento, desvio de cursos de água e levou até mesmo o soterramento de nascentes.
Muitos biólogos estimam que o Rio Doce precisará, em média, de 10 anos para recuperar-se do terrível impacto. Outros pesquisadores, porém, afirmam que o impacto foi tão profundo que é impossível estimar um prazo para o restabelecimento do equilíbrio da Bacia.
Além de causar a morte no interior dos rios, a lama provocou a morte de toda a vegetação próxima à região. Uma grande quantidade de mata ciliar foi completamente destruída. Os resíduos da mineração também afetaram o solo, causando sua desestruturação química e afetando o pH da terra. Essa alteração no solo dificulta o desenvolvimento de espécies que ali viviam, modificando completamente a vegetação local.
Como a lama afetou o Rio Doce e seguiu em direção ao Espírito Santo, também houve impacto ambiental nos ecossistemas marinhos do litoral. Um dos principais impactos observados foi nos fitoplânctons e zooplânctons que vivem flutuando na água e constituem a base da cadeia alimentar.
População afetada
Além da grande quantidade de pessoas que perderam suas casas e outros bens materiais em Mariana, os sobreviventes enfrentaram dificuldades relativas, principalmente, à falta de água. Isso aconteceu porque grande parte das cidades atingidas dependia dos rios afetados para o abastecimento, que, após o acidente, apresentaram água imprópria para o consumo.
Não foi apenas a população de Mariana que sofreu com as consequências do desastre, mas, sim, toda a população próxima ao Rio Doce. Índios da tribo indígena Krenak, que possuem reserva cortada pelo rio, na época do acidente, relataram estar sem água para consumo, banho e limpeza de seus objetos, por exemplo. Além do mais, não podemos nos esquecer, também, de todas as pessoas que retiravam do rio o sustento para suas famílias.
Impactos do acidente de Mariana em números
De acordo com o Governo Federal, o acidente afetou: 663 km de rios e córregos; 1469 hectares de vegetação; 207 das 251 edificações de Bento Rodrigues; 600 famílias, as quais ficaram desabrigadas.
(Texto adaptado) DOS SANTOS, V. S. Impactos ambientais do acidente em Mariana (MG). Brasil Escola. Disponivel em: https://brasilescola.uol.com br/biologia/impactos-ambientais-acidente-mariana-mg.htm. Acesso em: 02 out. 2019.
No trecho "Inicialmente, pensou-se que a barragem de Santarém também havia sido afetada”, presente no segundo parágrafo do texto, é correto afirmar que
Questão 17 10131760
CMM 1° Ano - Matemática 2019O Brasil é a 22º maior economia de exportação do mundo e, na economia mais complexa, o 37º, de
com acordo com o Índice de Complexidade Econômico (ICE). O gráfico abaixo representa a Balança
comercial Brasil-EUA de 1996 a 2018.
Balança comercial BRASIL-EUA

Analisando os dados acima, é correto afirmar que:
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