Questões de EFAF Geografia - Terra
1.086 Questões
Questão 10 11186222
CONCURSOS 3 2024“Se o mundo está ficando mais quente, por que, então, está fazendo tanto frio nos EUA” perguntou presidente Donald Trump no início de fevereiro de 2019, que vê como exageradas as preocupações com o aumento médio de temperaturas no mundo.
https://g1.globo.com/natureza/noticia/2019/02/01/a-resposta-doscientistas- ao-tuite-de-trumpquestionando-aquecimento-global-emmeio- a-onda-de-frio-nos-eua.ghtml
Em relação ao tema das mudanças climáticas discutido acima, podemos considerar a percepção de Trump:
Questão 6 11186170
CONCURSOS 3 2024Julgue as afirmativas abaixo e marque a alternativa correta
O conceito de desenvolvimento sustentável é pautado em três dimensões básicas: a econômica, a social e a ambiental.
Atualmente as várias concepções de desenvolvimento sustentável traduzem preocupações com o presente e o futuro das pessoas, relacionadas:
I- a produção e consumo de bens e serviços;
II- ao recursos naturais;
III- ao desequilíbrio ambiental e social.
Está(ão) correta(s)
Questão 3 11186085
CONCURSOS 3 2024Leia a canção “Purificar o Subaé” de Caetano Veloso, a seguir:
Purificar o Subaé
Mandar os malditos embora
Dona d'água doce quem é?
Dourada rainha senhora
Amparo do Sergimirim
Rosário dos filtros da aquária
Dos rios que deságuam em mim
Nascente primária
Os riscos que corre essa gente morena
O horror de um progresso vazio
Matando os mariscos e os peixes do rio
Enchendo o meu canto
De raiva e de pena
Fonte: m.letras.mus.br/caetano-veloso/568986
Sabe-se que o Subaé é o principal rio que compõe a bacia que leva seu nome e passa pelas cidades de Feira de Santana e Santo Amaro, na Bahia, a que fenômeno ambiental se refere a música:
Questão 3 10736341
IFSP Prova B 2024Leia o texto a seguir:
Especialista em meio ambiente analisa impactos em Brumadinho
Entre os pontos discutidos, vida do Rio Paraopeba e migração da fauna local são as maiores preocupações
Após uma semana do rompimento da barragem do complexo Córrego do Feijão, da mineradora Vale, em Brumadinho, as notícias referentes aos impactos da destruição causada pelos rejeitos de minérios na fauna e na flora local ainda não são muito claras, mesmo sendo óbvio que os prejuízos ambientais na cidade são incontáveis. O Jornal da USP no Ar conversou sobre o assunto com Pedro Luiz Côrtes, professor da Escola de Comunicações e Artes (ECA) da USP e do Programa de Pós- -Graduação em Ciência Ambiental do Instituto de Energia e Ambiente (IEE) da Universidade, além de ser coordenador da Rede Internacional de Estudos Sobre Meio Ambiente e Sustentabilidade e de participar do Projeto Temático Fapesp Governança Ambiental da Macrometrópole Paulista Face à Variabilidade Climática.
O professor Côrtes aponta que uma das consequências já perceptíveis está no Rio Paraopeba, que passa pela cidade de Brumadinho. “Com base na experiência de Mariana, é possível verificar certos impactos. O rio, no caso, sofre um aporte de sedimentos bastante significativo e isso provoca — literalmente — em algumas áreas um soterramento dos trechos menores, provoca uma turbidez e também prejudica a oxigenação. Isso inviabiliza o aproveitamento desse rio para a irrigação de cultivos, para o uso da população rural e urbana.” Além disso, Côrtes aponta uma outra preocupação com esse impacto no rio: “Vai levar a uma grande mortandade de peixes. Então, o rio, praticamente, perde sua vida. Se torna um rio morto”.
No solo, por sua vez, a camada de lama de rejeitos de minério irá inviabilizar a germinação. “Aquela camada superficial que havia, aquela camada organicamente mais ativa do solo, ela deixa de existir, simplesmente pelo fato de ela estar soterrada. Isso dificulta a recomposição da flora nativa. Ao longo dos anos, nós teremos o surgimento de plantas, mas não com a mesma composição da flora que nós tínhamos originalmente.”
A fauna, segundo o especialista, já sai prejudicada por essa situação devido à falta de alimentos com que antes ela poderia contar. “Além da mortandade grande de espécies por conta da lama, você tem uma migração das espécies restantes. Não vão encontrar alimento na região, então vão buscar em outro local.” Nesse cenário, com a forte migração de pássaros e, consequentemente, elevação da presença de insetos — muitos deles transmissores de doenças – , a tendência é um aumento de epidemias nas áreas rurais.
Disponível em: https://jornal.usp.br/?p=221938 ,publicado em 01 fev. 2019. Acesso em: 31 jul. 2023.
Qual das frases reescritas abaixo não reflete o conteúdo presente nas citações diretas das falas do professor Côrtes encontradas no texto?
Questão 21 11089394
IFTM Integrados 2023/1Entre os dias 06 e 18 de novembro de 2022, aconteceu a Conferência das Partes das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas, a COP 27, tem como lema "Juntos para a implementação", que sinaliza concretizar os acordos firmados anteriormente, como o de Paris. Com o objetivo de debater medidas para conter as mudanças climáticas a partir de mecanismos aplicáveis por todos os países, a conferência vai reunir líderes de quase todas as nações. Eles vão debater a mitigação dos gases do efeito estufa, a adaptação climática, a parceria para conter o aquecimento global e o impacto climático na questão financeira. Como nas edições anteriores, foi escolhido um local para sediar o evento.
Neste ano de 2022, foi escolhido qual país para esse encontro?
Questão 31 10850864
COLUNI/UFV 1° Dia 2023/1Leia o texto a seguir.
Mortes por chuvas em 2022 já superam ano passado inteiro
Nos primeiros 5 meses de 2022, 457 pessoas morreram em desastres causados pelo excesso de chuva no Brasil, segundo levantamento da Confederação Nacional de Municípios (CNM) com base nos dados das defesas civis municipais. [...] O total de 457 óbitos representa um aumento de 57% em relação a 2021, quando o número de mortos pela chuva no ano todo foi de 290 pessoas. Em 2019 o número de mortes pela chuva cresceu muito em relação aos anos anteriores. Foram 297 mortos em 2019 e 216 em 2020. Como comparação, entre 2014 e 2018 morreram menos de 100 pessoas por ano por causa da chuva (veja gráfico abaixo).

Em um relatório sobre os danos causados pelo excesso de chuvas, a CNM aponta que, apesar dos desastres terem sido desencadeados pelo alto volume de precipitação, muitos dos problemas - incluindo mortes evitáveis - são resultado da falta de políticas públicas. [...]
O maior desastre em número de óbitos de 2022 aconteceu em fevereiro em Petrópolis, no Rio de Janeiro, quando 233 pessoas morreram devido a deslizamentos e alagamentos causados pela chuva. [...] O Rio de Janeiro teve outro desastre em abril, quando as chuvas causaram deslizamentos que deixaram 20 mortos (11 mortos em Angra dos Reis, 7 em Paraty e 1 em Mesquita).
Os estados do nordeste também foram fortemente afetados. Somente em Recife (PE), pelo menos 91 pessoas morreram na última semana de maio. Outras 26 pessoas morreram na Bahia no início do ano.
A região nordeste também teve 1,2 milhão de pessoas afetadas pelas chuvas e pelo menos R$ 3 milhões em prejuízo nos últimos 6 meses, com danos à pecuária, à agricultura, à indústria, ao comércio, aos sistemas de geração de energia, de abastecimento de água, de esgoto, de limpeza, de segurança pública, de controle de pragas, de transportes e de telecomunicações.
Disponível em: https://epocanegocios.globo.com/Brasil/noticia/2022/06/mortes-por-chuvas-em-2022-ja-superam-ano-passado- inteiro.html. Acesso: em 01 Jun. 2022.(Adaptado)
Considerando o elevado número de mortes ocorridas no Brasil em 2022 em função do excesso de chuvas, é CORRETO afirmar:
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