Questões de EFAF Geografia - Conceitos Gerais
189 Questões
Questão 40 10319910
OBG 2015Leia as letras das canções da banda O Rappa.
Minha Alma (A paz que eu não quero) – Fragmento 1
A minha alma tá armada
E apontada para a cara
Do sossego
Pois paz sem voz, Paz sem voz
Não é paz é medo
Às vezes eu falo com a vida
Às vezes é ela quem diz
Qual a paz que eu não quero
Conservar
Para tentar ser feliz (x4)
As grades do condomínio
São para trazer proteção
Mas também trazem a dúvida
Se é você que está nessa prisão (...)
Se não avisar o bicho pega – Fragmento 2
O sangue bom falou pra falar pra você
Se der mole pros home, amizade, o bicho pega
O sangue bom falou pra falar pra você, amizade, o bicho
pega!
O malandro ganhou monareta, uma caixa de fogos e um
carretel de linha
Também uma pipa, também uma pipa
que ele botou no alto pra avisar a massa que os cana já vinha
e a moçada que não dá mancada sentiu o aviso e não vacilou
pois toda favela tem sua passagem e sem caguetagem jamais
alguém dançou
jamais alguém dançou...vai ter!
(...)
Os fragmentos retratam a realidade urbana de várias metrópoles brasileiras.
Com base no seu conhecimento sobre segregação julgue as afirmações:
Questão 3 10243143
CMBH 1° ano prova de Língua portuguesa 2015TEXTO
PROJETO REGISTRA GESTOS DE GENTILEZA DA POPULAÇÃO DE BELO HORIZONTE
Cada vez mais, com a correria do dia a dia, o tempo e a vontade de praticar a gentileza parecem gestos
em extinção. Mas não estão!
Para provar isso, foi conduzida uma matéria em Minas Gerais que percorreu diversos bairros em busca de
exemplos de gentileza e encontrou muita gente amável com o próximo sem esperar nada em troca.
[5] Após constatar isso, o site Estado Mineiro resolveu iniciar uma série sobre gentileza urbana, como parte
do concurso “Prêmio Jornal na Escola” que vai agraciar os autores das três melhores redações sobre
gentileza urbana.
São histórias como da artista plástica Estella Cruzmel, de 65, que molha as plantas e retira ervas daninhas
do gramado diariamente. Inspiradas pelo gesto da vizinha, a funcionária pública Célia Ribeiro, de 72, e
[10] Sônia Arantes, de 56, passaram a ajudá-la.
“Resolvemos ajudar, porque ela sozinha não dava conta de cuidar da praça”, diz Célia.
A artista também deixa livros sobre os bancos para quem quiser ler e, até mesmo, levar para casa. “Todos
os dias venho aqui passear e aproveito para ler.”, conta a diarista Cássia Ferreira, de 30 anos.
Outra história incrível é a do lanterneiro Odilon Rodrigues da Silva, de 50, que cultiva uma horta urbana.
[15] “Ele planta uma sementinha do bem e não espera nada em troca”, diz Wilson Fernandes, de 58. É
possível colher pés de alface, couve, cana-caiana, laranja, mamão, tomates e manjericão frescos.
Aos 93 anos, Padre Augusto Padrão faz questão de parar para conversar com as pessoas. Dá atenção
especial às crianças. “Procuro ser gentil, e a maioria retribui”, diz.
O microempreendedor Carlos Henrique Barbosa, de 44, ajuda idosos e crianças a atravessar o
[20] cruzamento entre Cristina e Viçosa. “Gentileza gera gentileza”, aposta.
Outra história maravilhosa é a das garis Creuza Ramos e Ana Xavier, que, depois de limpar as ruas do
entorno do Fórum Lafayette, oferecem café a quem passa no ponto de varrição da rua Guajajaras.
#BHmaisgentil
Os Diários Associados iniciam uma campanha de mobilização social. A meta é fazer de Belo Horizonte a
[25] capital mais gentil do Brasil, sugerindo ações simples como distribuir sorrisos, não jogar lixo na rua,
desligar celulares nos cinemas, entre outras. Para isso basta usar a #BHmaisgentil.
“Gentileza urbana é um tema muito explorado na atualidade, mas queremos, de fato, enfatizar que essa
atitude vai além da cordialidade no trânsito e da civilidade nas ações. Queremos propor uma
[30] transformação social. A escrita é o melhor meio para gerar esse processo, pois é pensando que
escrevemos e geramos conteúdo. E nada melhor que começar com os jovens, que são a grande mola
transformadora da sociedade”, diz Helivane Evangelista, diretora UniBH.

(Disponível em: http://razoesparaacreditar.com/ser/projeto-registra-gestos-de-gentileza-da-populacao-de-bh Acesso 15/09/2015.)
Leia atentamente as manchetes de jornais de I a IV:
I- “Iniciativa dos meninos do suco desencadeia uma poderosa corrente do bem” : dois garotos de 11 e 12 anos vendiam suco para ajudar uma senhora idosa a comprar uma cadeira de banho e fraldas. (Curitiba – Paraná)
II- “Crianças recebem cortes gratuitos de barbeiro em troca de lerem para ele”: crianças que leem para um barbeiro local recebem um corte de cabelo gratuito. (USA)
III- “Bibliocirco dissemina leitura e alegria pela cidade”: um grupo de palhaços com a missão de disseminar alegria (brincadeiras, jogos) e leitura (distribuição de livros, de revistas, etc) tem ocupado espaços públicos. (São Paulo)
IV- Cidade oferece transporte público de graça para passageiros que leem: para incentivar a leitura, cidade não cobra passagem de ônibus para pessoas que entram no veículo com um livro na mão. (Romênia)
A passagem do Texto que bem caracteriza essas manchetes é:
Questão 6 10530665
OBJETIVO 9º Ano - Português 2014Texto - SOCORRO! QUERO UM VIZINHO
Ainda era cedo. Pouco depois das 20h. (...) A mente vagava por ideias desconexas. De repente, uma bola de futebol cruza meu caminho, em uma das ruelas do Montese. Condicionado, reduzi a velocidade: “Onde tem bola, tem menino atrás”. Não deu outra. Lá estava o garoto, olhar fixo na “gorducha”, como se, naquele instante, ela fosse a única coisa importante no mundo. Talvez fosse. Passado o susto, comecei a refletir sobre aquele modelo de vizinhança. Pude então observar crianças brincando nas calçadas. Uma turma de adolescentes em um banco de praça. Alguns adultos conversando com a porta aberta. Um ou outro, só de bermuda, saindo de uma casa, e entrando na casa vizinha. Talvez para assistir ao Jornal Nacional junto com o amigo, ou com o familiar que mora ao lado; não sei.
Concluí que a construção civil no Ceará, a exemplo dos grandes centros, evoluiu bastante em tecnologia, mas deu passos para trás no modelo de moradia. Não falo das fachadas, layouts internos, acabamentos, ou equipamentos de ponta, que avançaram. Refiro-me ao enfoque social da habitação, aos relacionamentos. Em síntese, continuamos construindo um modelo vertical de habitação que, em um mesmo lugar, junta as unidades e separa as pessoas. Moro, particularmente, em um condomínio vertical com 96 unidades. Uma população de quase 400 pessoas. Devo saber o nome de umas 6, no máximo. É ridículo. Quando me lembro da rua onde morava, em Quixeramobim, no interior do estado, vejo que muito mudou. Tomávamos banho de chuva na rua, adultos e crianças, com os vizinhos. O carro do leite parava e forçava, naturalmente, a aglomeração dos vizinhos. Quem não se lembra de um amigo de infância ou adolescência, conquistado na rua. “Menino, só quer saber de andar na rua”, mamãe gritava. Que saudade! Em alguns casos, ainda existe hoje o “mãe, vou descer”; e também a contrapartida: “Menino, só quer saber de viver lá embaixo”. Mas não é a mesma coisa. A rua não acaba. Transforma-se em outras, em mato. O muro do condomínio tem um fim.
Os mega condomínios da Barra no Rio, nas marginais em São Paulo, e os grandes condomínios horizontais em várias metrópoles brasileiras, quase minicidades, já são uma tentativa de recriar a atmosfera incomparável da vizinhança de bairro. É a busca de um modelo arquitetônico que permita o contato mais próximo, as atividades comuns – quantos condôminos você convidou da última vez que fez uma festa de aniversário em seu prédio? Nossa sociedade entendeu que o chique é menos apartamentos por andar e menos ainda por condomínio. [...] Trocaria toda essa evolução por um vizinho parado à porta de minha casa, pedindo um alicate, ou um martelo emprestado.
(Paulo Angelim. Jornal Diário do Nordeste, 03 set. 2010. Disponível em: www.pauloangelim.com.br Acesso em: 12 ago. 2014.)
“Menino, só quer saber de viver lá embaixo”.
A vírgula foi empregada no trecho acima pelo mesmo motivo que:
Questão 3 10530577
OBJETIVO 9º Ano - Português 2014Texto - SOCORRO! QUERO UM VIZINHO
Ainda era cedo. Pouco depois das 20h. (...) A mente vagava por ideias desconexas. De repente, uma bola de futebol cruza meu caminho, em uma das ruelas do Montese. Condicionado, reduzi a velocidade: “Onde tem bola, tem menino atrás”. Não deu outra. Lá estava o garoto, olhar fixo na “gorducha”, como se, naquele instante, ela fosse a única coisa importante no mundo. Talvez fosse. Passado o susto, comecei a refletir sobre aquele modelo de vizinhança. Pude então observar crianças brincando nas calçadas. Uma turma de adolescentes em um banco de praça. Alguns adultos conversando com a porta aberta. Um ou outro, só de bermuda, saindo de uma casa, e entrando na casa vizinha. Talvez para assistir ao Jornal Nacional junto com o amigo, ou com o familiar que mora ao lado; não sei.
Concluí que a construção civil no Ceará, a exemplo dos grandes centros, evoluiu bastante em tecnologia, mas deu passos para trás no modelo de moradia. Não falo das fachadas, layouts internos, acabamentos, ou equipamentos de ponta, que avançaram. Refiro-me ao enfoque social da habitação, aos relacionamentos. Em síntese, continuamos construindo um modelo vertical de habitação que, em um mesmo lugar, junta as unidades e separa as pessoas. Moro, particularmente, em um condomínio vertical com 96 unidades. Uma população de quase 400 pessoas. Devo saber o nome de umas 6, no máximo. É ridículo. Quando me lembro da rua onde morava, em Quixeramobim, no interior do estado, vejo que muito mudou. Tomávamos banho de chuva na rua, adultos e crianças, com os vizinhos. O carro do leite parava e forçava, naturalmente, a aglomeração dos vizinhos. Quem não se lembra de um amigo de infância ou adolescência, conquistado na rua. “Menino, só quer saber de andar na rua”, mamãe gritava. Que saudade! Em alguns casos, ainda existe hoje o “mãe, vou descer”; e também a contrapartida: “Menino, só quer saber de viver lá embaixo”. Mas não é a mesma coisa. A rua não acaba. Transforma-se em outras, em mato. O muro do condomínio tem um fim.
Os mega condomínios da Barra no Rio, nas marginais em São Paulo, e os grandes condomínios horizontais em várias metrópoles brasileiras, quase minicidades, já são uma tentativa de recriar a atmosfera incomparável da vizinhança de bairro. É a busca de um modelo arquitetônico que permita o contato mais próximo, as atividades comuns – quantos condôminos você convidou da última vez que fez uma festa de aniversário em seu prédio? Nossa sociedade entendeu que o chique é menos apartamentos por andar e menos ainda por condomínio. [...] Trocaria toda essa evolução por um vizinho parado à porta de minha casa, pedindo um alicate, ou um martelo emprestado.
(Paulo Angelim. Jornal Diário do Nordeste, 03 set. 2010. Disponível em: www.pauloangelim.com.br Acesso em: 12 ago. 2014.)
O texto anterior caracteriza-se como
Questão 1 10196319
CMB 1º Ano - Língua Portuguesa 2014Texto
Diversidade cultural traz qualidade ao ensino
O respeito à diversidade cultural do Brasil e as políticas de Estado para agregar as
diferenças da sociedade brasileira, como a educação inclusiva,
podem aumentar a qualidade do ensino no País. “Nós perdemos muito com a supremacia
do conhecimento erudito, pois a cultura popular da vivência das minorias é, muitas vezes,
[5] mais útil e rica”, disse o secretário especial de Direitos Humanos, Perly Cipriano, durante a
mesa-redonda A Educação em Direitos Humanos numa Perspectiva de Estado. A
discussão fez parte do seminário Diferentes Diferenças, promovido pela Secretaria de
Educação Continuada, Alfabetização e Diversidade (Secad/MEC).
Cipriano apresentou uma perspectiva histórica do uso das diferenças como
[10] justificativa à opressão das minorias. “Os índios e os negros foram colonizados sob a
justificativa de que eram primitivos se comparados ao povo europeu. Entretanto, eles
respeitavam suas mulheres”, destacou. Cipriano ressaltou, também, a necessidade do
reconhecimento das diferenças para que exista uma contribuição educacional das diversas
camadas da sociedade.
[15] Ana Maria Roudino, presidente do Instituto Interamericano de Direitos Humanos,
destacou a educação como um mecanismo preventivo às violações dos direitos humanos.
“O indivíduo que teve acesso à educação tem mais condições de reconhecer seus direitos
e os direitos alheios”, afirmou. Ana Maria ressaltou o desafio futuro de se construírem
sociedades onde a dignidade humana não seja atropelada.
[20] O titular da Secad, Ricardo Henriques, explicitou as dificuldades encontradas para
integrar a diversidade na educação. “Não se trata de colocar os direitos humanos como
uma matéria a mais no currículo escolar e, sim, de promover uma radical mudança
cultural”, explicou.
Fonte: Portal MEC, http://www.historianet.com.br/conteudo/default.aspx?codigo=885–acesso em 08 ago 2014. Com adaptação.
A leitura do texto permite afirmar que
Questão 11 11130968
Concursos Pref de Rio Maria - Mat 2013. O tempo normal de duração de uma viagem de carro, entre duas cidades separadas por uma boa estrada de 10 km é contado em
06
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