Questões de EFAF História - Temática -
107 Questões
Questão 10 14929440
ONHB 1 Fase 2025Esta questão possui quatro alternativas. Há mais de uma resposta correta, mas cabe a sua equipe escolher qual alternativa considera como a mais adequada e selecioná-la.
Atenção: A prova pode ser salva em “rascunho”, mas não se esqueçam de confirmar as respostas até a data limite, clicando em “entregar a questão”. Após clicar em “entregar a questão” não será mais possível realizar alterações na questão.
Leia no periódico abaixo as matérias “Vanguarda” e “U.N.C.”
União Negra Catarinense

Transcrição dos trechos selecionados:
“Vanguarda”
Viemos ao meios Ethiopico, com esta folha afim de com, as colaborações diversa de humorismo e critica leve, distrahir e mostrar que já podemos no nosso meio, ter um jornalzinho, e com a divisa de “tudo pela raça negra brasileira”, a fim de termos a prova palpável, de que neste querido torrão, os há inteligentes e de espirito Humoristico. Como batalhadores, seremos o braços fortes, da U.N.C. em prol da nova família para provar que somos na terceira geração honras aos que humanamente libertaram nossos antepassados. Redação
U.N.C.
Esta sendo feito por um grupo de “negros civilistas” á campanha de propaganda para a creação da sociedade “União Negra Catharinense”. Esta tem sido cotada em todos meio, e a coluna enche-se visto o programma desta sociedade ser exclusivamente para civilização e instrução da raça negra brazileira. Este grupo denodado que de encontro a barreira da ignorancia dos beneméritos e produtivas fins da União achão-se não só dispostas mas como verdadeiramente enthusiasmados visto que as folhas de seu registro enchen-se inscrições dia a dia. Somos de opinião a que todos os que não se envergonhem de pertencer ou tenha sangue de raça negra deve inscreve-se a qualquer damos franco apoio. A redação
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Texto de jornal ORIGEM: Jornal VANGUARDA, Florianópolis, 14 de maio de 1933. Biblioteca Pública de Santa Catarina. Disponível em: https://hemeroteca2.cultura.sc.gov.br/docreader/DocReader.aspx?bib=894966&hf=hemeroteca.ciasc.sc.gov.br&pagfis=1Acesso em: 24 fev. de 2025. CRÉDITOS: Redação do Jornal VANGUARDA GLOSSÁRIO: Torrão : pedaço de terra endurecido; local de nascimento, pátria, território. Denodado : corajoso, atrevido, valente; impetuoso. PALAVRAS-CHAVE: imprensa negra, imprensa operária
Os textos jornalísticos:
Questão 1 14945287
ONHB Fase 2 2024Documento
Festa da Colheita do Capim Dourado evidencia tradição e cultura quilombola
Com apoio do Governo do Tocantins, festa ocorreu entre os dias 17 e 19 de setembro e antecede período de colheita do Capim Dourado Em meio às veredas do cerrado, as mãos cuidadosas das mulheres e homens buscam pela matéria-prima de uma das maiores riquezas do artesanato tocantinense, o capim dourado. Realizada uma vez por ano pela comunidade quilombola Mumbuca, localizada na região turística Encantos do Jalapão, no Tocantins, a colheita do Capim Dourado é uma tradição passada de geração para geração. Para celebrar o período em que o verde do capim se transforma em um dourado vivo e defender a preservação e o manejo do Capim Dourado, os moradores realizaram uma grande festa com uma programação diversificada, que marcou o início da colheita.
Com o apoio do Governo do Tocantins, por meio da Agência de Desenvolvimento do Turismo, Cultura e Economia Criativa (Adetuc), as comemorações contaram com cavalgada, campeonato esportivo, desfile de peças feitas de capim dourado, emissão da Carteira Nacional de Artesão, além da apresentação do vestido de Capim Dourado, produzido para o Miss Brasil, bate-papo com o estilista Luis Fernando e apresentações teatrais, circenses e musicais com artistas regionais.
A quilombola da comunidade Mumbuca e presidente da Associação dos Artesãos, Railane Ribeiro da Silva, ressaltou a importância da festa. “É uma forma que temos de agradecer por essa benção que é o capim dourado para a nossa comunidade. Ele transformou a vida do nosso povo e, todos os anos, temos mantido essa tradição.”, afirmou Railane Ribeiro da Silva.
Um dos nomes mais referenciados da comunidade, Noêmia Ribeiro da Silva, popular Doutora, revela que a festa tem ganhado cada vez mais destaque. “É lindo ver todo o apoio que estamos tendo nesta festa, pois é algo especial pra gente. Hoje, todo mundo conhece o capim dourado e a comunidade Mumbuca. Motivo de grande alegria”, descreve a artesã de 69 anos, também conhecida pelo dom de fazer remédios por meio das raízes de plantas nativas.
Momento único
Exposto durante a festa, o vestido de capim dourado, produzido pelo estilista tocantinense Luiz Fernando Carvalho, ganhou destaque ao entrar na passarela vestido pela jovem moradora do Mumbuca, Tayza Pereira. “Será algo que ficará para sempre na nossa história. Receber um vestido como esse todo feito de capim dourado é algo único. Todas as artesãs estão encantadas com o resultado desse trabalho”, completa a presidente da Associação dos Artesãos, Railane Ribeiro. Mulher quilombola de 15 anos, Tayza Pereira, que deu vida ao vestido em uma apresentação à comunidade, ficou emocionada com os detalhes da peça. “Não tenho nem palavras para expressar esse momento. É especial levar junto comigo a história da minha mãe, das minhas avós e mostrar isso na nossa comunidade”, afirmou, ao dizer que um dos sonhos é ser modelo e levar a cultura quilombola às passarelas.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Jornal eletrônico ORIGEM: Núbia Dourado. Festa da Colheita do Capim Dourado evidencia tradição e cultura quilombola. TO em foco. 19 de agosto de 2022 em Povos Tradicionais. Disponível em: https://toemfoco.com.br/povos-tradicionais/festa-da-colheita-do-capimdourado- evidencia-tradicao-cultura-quilombola/. Acesso em: 27 fev. 2024. CRÉDITOS: Núbia Dourado. PALAVRAS-CHAVE: patrimônio imaterial, quilombolas
Documento
Vestido de Capim Dourado I

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Vestuário ORIGEM: Modelo: Tayza Pereira (@tayza_miss_capimdourado) Foto: Flávio Cavaleira Vestido/Cabelo e Maquiagem: Luiz Fernando Carvalho Direção de foto: Henrique Lopes Disponível em: https://www.instagram.com/tayza_miss_capimdourado/. Acesso em: 27 fev. 2024. CRÉDITOS: Modelo: Tayza Pereira Foto: Flávio Cavaleira Vestido/Cabelo e Maquiagem: Luiz Fernando Carvalho Direção de foto: Henrique Lopes PALAVRAS-CHAVE: cultura material, patrimônio imaterial, vestuário
Documento
Vestido de Capim Dourado II

Considerando os documentos analisados, selecione uma alternativa:
Questão 64 11633516
CONCURSOS 5 2024Identifique a alternativa que aponta corretamente para o levante que ocorreu no ano de 1910 e envolvera marinheiros revoltados, que exigiam novas relações dentro da Armanda e reconhecimento dos pobres e negros como cidadãos livres e de direitos.
Questão 154 11184655
CONCURSOS 4 2024Leia o texto abaixo para responder a questão.
A história nos mostrou como os negros sofreram no passado com a escravidão e o preconceito. Separados dos brancos, os negros não eram respeitados e a discriminação não era algo raro. Mas com o tempo, o ser humano percebeu como tal atitude é completamente desnecessária e o racismo virou algo proibido por lei, tendo pena inafiançável.
Disponível em>http://racismo-no-brasil.info/mos/view/Discrimina%C3%A7%C3%A3o_racial/>. Acesso em 09/04/2015.
No Brasil a escravidão foi abolida oficialmente em 13 de maio de 1888, pela lei áurea.
Quem assinou a lei?
Questão 138 11178496
CONCURSOS 4 2024“Se algum dia conversou por mais tempo com um escravo, Castro Alves, por pudor, prudência ou receio de parecer bisbilhoteiro, não lhe pôs perguntas sobre o passado. Nem sobre sua vida e seus valores, que provavelmente teria dificuldade de entender. Bastava-lhe saber que os negros sofriam violência e degradação. Se tivesse ouvido um escravo falar de sua terra natal, ou do que dela contaram seus pais, certamente não teria descrito a África sem qualquer amparo na realidade, a repetir as imagens tiradas do orientalismo romântico francês e a estender para o sul do Saara as paisagens do deserto. [...] Essa percepção equivocada da África de onde foram trazidos os escravos negros para o Brasil não afeta a sinceridade e a força das palavras de denúncia, que queimam no quinto movimento de ‘O navio negreiro’, nem a grandeza monumental daquele poema que geralmente é citado em sua companhia, como se fosse a outra aba do retábulo: ‘Vozes d’África’.
(Adaptado de COSTA E SILVA, Alberto da. “Imagens da África”. Revista de História da Biblioteca Nacional, ano 1, n. 12, Set/2006, pp. 26-31.)
A crítica feita pelo autor às imagens apresentadas nos poemas de Castro Alves diz respeito a certas vozes de denúncia contra o sistema escravista brasileiro que:
Questão 137 11178491
CONCURSOS 4 2024A diversidade cultural brasileira pode ser justificada pela influência dos povos que habitavam essas terras à época da colonização, aos próprios colonizadores e àqueles vindos ou trazidos de outras regiões do mundo. Uma das forças culturais do nosso país está baseada nos hábitos e costumes dos negros que vieram escravizados para o Brasil.
De qual região esse povo se origina?
06
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