Questões de EFAF História - Geral - Idade Contemporânea -
87 Questões
Questão 44 15395768
FIRJAN 2025Para a historiadora Letícia Portella Milan, a “política norte-americana articulava um discurso polarizador em que o outro/inimigo era visto como doente. Dessa forma, a racionalidade foi identificada no discurso político americano como o elemento primordial para a democracia. Na contramão da racionalidade, a loucura seria ‘uma forma de pensamento e comportamento parcialmente ou totalmente desprovida de razão’"
(Referência: MILAN, Letícia Portella. Perspectivas histórico-culturais da loucura na Guerra Fria, (1945-1989). Revista de História, n.º 180, 2021).
Com base no trecho, responda: Como a política dos Estados Unidos da América, durante a Guerra Fria, caracterizou o "outro" ideológico?
Questão 8 14931429
ONHB 3 Fase 2025Leia a letra e ouça a canção Al Capone de Raul Seixas.
Al Capone
Hei, Al Capone
Vê se te emenda
Já sabem do teu furo, nego
No imposto de renda
Hei, Al Capone
Vê se te orienta
Assim dessa maneira, nego
Chicago não aguenta
Hei, Julio Cesar
Vê se não vai ao senado
Já sabem do teu plano
Para controlar o Estado
Hei, Lampião
Dá no pé, desapareça
Pois eles vão à feira
Exibir tua cabeça
Hei, Al Capone
Vê se te orienta
Assim dessa maneira, nego
Chicago não aguenta
Hei, Al Capone
Vê se te emenda
Já sabem do teu furo, meu nego
No imposto de renda
Hei, Al Capone
Vê se te orienta
Assim dessa maneira, nego
Chicago não aguenta
Hei, Jimi Hendrix
Abandona o palco agora
Faça como fez Sinatra
Compre um carro e vá embora
Hei, Jesus Cristo
O melhor que você faz
Deixar o Pai de lado
Foge pra morrer em paz
Hei, Al Capone
Vê se te orienta
Assim dessa maneira, nego
Chicago não aguenta
Eu sou astrólogo
Eu sou astrólogo
Vocês precisam acreditar em mim
Eu sou astrólogo
Eu sou astrólogo
E conheço História
Do princípio ao fim
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Música ORIGEM: Gravadora: Philips Ano: 1973 Compositores: Raul Seixas; Paulo Coelho Intérprete: Raul Seixas CRÉDITOS: Raul Seixas; Paulo Coelho PALAVRAS-CHAVE: brasil republicano, história da música
A canção
Questão 5 14929207
ONHB 1 Fase 2025Esta questão possui quatro alternativas. Há mais de uma resposta correta, mas cabe a sua equipe escolher qual alternativa considera como a mais adequada e selecioná-la. Atenção:
A prova pode ser salva em “rascunho”, mas não se esqueçam de confirmar as respostas até a data limite, clicando em “entregar a questão”. Após clicar em “entregar a questão” não será mais possível realizar alterações na questão.
Escute a música “Brasil Pandeiro”, interpretada pelo grupo Novos Baianos:
Brasil Pandeiro
Chegou a hora dessa gente bronzeada mostrar seu valor.
Eu fui à Penha, fui pedir à padroeira para me ajudar.
Salve o Morro do Vintém, pendura a saia eu quero ver.
Eu quero ver o Tio Sam tocar pandeiro para o mundo sambar.
O Tio Sam está querendo conhecer a nossa batucada.
Anda dizendo que o molho da baiana melhorou seu prato.
Vai entrar no cuzcuz, acarajé e abará.
Na Casa Branca já dançou a batucada de ioiô, iaiá.
Brasil, esquentai vossos pandeiros.
Iluminai os terreiros que nós queremos sambar.
Há quem sambe diferente noutras terras, noutra gente.
Num batuque de matar.
Batucada, reunir nossos valores pastorinhas e cantores.
Expressão que não tem par, oh meu Brasil.
Brasil, esquentai vossos pandeiros.
Iluminai os terreiros que nós queremos sambar.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: música ORIGEM: VALENTE, Assis. Brasil Pandeiro. Interpretação: NOVOS BAIANOS. In: Acabou Chorare. LP/CD. [s/d]: Continental, 1972. CRÉDITOS: Assis Valente, Novos Baianos (interp.) PALAVRAS-CHAVE: era vargas, brasil república, identidade nacional
A canção,
Questão 3 14945381
ONHB Fase 2 2024Documento
Grandes empresas y dictaduras en América Latina durante la Guerra Fría: nuevas contribuciones
O estudo de processos ditatoriais em diversos países da América Latina, no contexto da Guerra Fria, se ampliou e enriqueceu nos últimos anos, a partir de um trabalho crescentemente interdisciplinar e da crescente integração da produção de um conjunto de países da região. Há casos-chave como os da Ford Motor, Mercedes-Benz e Siemens na Argentina, Volkswagen do Brasil, da represa de Tucuruí construída pela Eletronorte e das grandes construtoras no Brasil, o caso da empresa de cobre Madeco no Chile, além (...) do papel dos bancos e do setor financeiro em vários países latino-americanos para a sustentação dos processos repressivos.
O caso da Volkswagen Brasil, não apenas uma fábrica emblemática do ABC paulista e um caso amplamente discutido porque foi denunciado pelos sobreviventes, mas um caso muito claro de articulação militar-empresarial, foi investigado pela Comissão Nacional da Verdade, foi objeto de investigação do Ministério Público Federal (MPF) e levou à assinatura de um acordo por parte da empresa. (...) Este caso permite discutir diversas evidências do apoio da empresa à ditadura, o aproveitamento e os benefícios obtidos e o controle sobre o ativismo sindical, assim como o processo repressivo leva adiante dentro da própria empresa, sendo o caso de Lucio Bellentani o mais emblemático. O caso da represa Tucuruí, cuja construção esteve à cargo da empresa Eletronorte (Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.A.), que desde 1973 começou a ocupar o norte do Brasil, incluindo a região do Amazonas, permite um olhar extremamente interessante sobre uma empresa estatal de infraestrutura em um setor estratégico. O caso dessa represa, localizada no rio Tocantins, 300 km ao sul de Belém, capital do Pará, permite acessar à informação chave sobre o papel do Serviço Nacional de Informações (SNI), que foi estabelecido depois da ditadura com o apoio da CIA norte-americana e que propunha coordenar e supervisionar todo o território do país.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Texto acadêmico ORIGEM: Grandes empresas y dictaduras en América Latina durante la Guerra Fría: Nuevas contribuciones. Victoria Basualdo In: Repressão aos trabalhadores e responsabilidade empresarial nas ditaduras do Cone Sul / Larissa R. Corrêa, Marcelo Almeida de Carvalho Silva, Richard Martins (orgs.). – Rio de Janeiro: PUC-Rio, 2022. 1 recurso eletrônico (190 p.) – (Coleção Interseções). Pgs 37, 40-41. Tradução equipe ONHB. CRÉDITOS: Coleção Interseções PALAVRAS-CHAVE: história da américa, ditadura civil-militar
Documento
Empresas passavam ‘listas negras’ de trabalhadores a órgãos de repressão.
O relatório final da Comissão Nacional da Verdade (CNV) identificou civis e empresas que colaboraram com o regime militar. O documento enumera 53 empresas, tanto estrangeiras quanto nacionais e de portes variados, que contribuíram de alguma forma com a concretização do golpe de 1964. Entra elas estão: Volkswagen, Johnson & Johnson, Esso, Pirelli, Texaco, Pfizer e Souza Cruz.
Já durante o período militar, a CNV destaca, entre as ações mais nocivas à luta dos trabalhadores por seus direitos, o poderoso sistema de controle e vigilância em fábricas e empresas, que repassavam ”listas negras”, com nome de trabalhadores, diretamente a órgãos de repressão. Segundo testemunhos, o operário que entrasse, por exemplo, com um jornal considerado ”estranho” debaixo do braço era imediatamente posto sob vigilância. De acordo com a Comissão, recursos de autoridades civis também ajudaram na montagem do Departamento de Ordem Político e Social (DOPS) paulista.
Nesta semana, um relatório parcial da Comissão da Verdade do Estado de São Paulo mostrou que, nos últimos três anos, a entidade realizou diversas audiências e eventos com foco na investigação da colaboração de empresas com a ditadura militar. Segundo o documento, uma das descobertas da Comissão foi a visita do diretor da General Motor ao DEOPS/SP e a doação, por essa empresa, de abafadores de ruído para os instrutores de tiro. A informação foi obtida em audiência com um escrivão da polícia em fevereiro deste ano.
“A GM não deu apenas os protetores de ouvido. Ela montou, onde é a Sala São Paulo hoje, no estacionamento, um stand de tiro, que foi inaugurado pelo presidente da empresa. Não foi uma coisa à toa. A GM forneceu todos os carros da repressão: as veraneios, os opalas e os chevettes dos agentes. Eles compravam seus carros a preço de custo. A Volkswagen fazia o papel da repressão dentro de todas as empresas”, afirma o presidente da Comissão da Verdade do Estado de São Paulo, deputado Adriano Diogo (PT).
Outra denúncia, citada no relatório, foi a da construção pela empreiteira Camargo Corrêa de uma cadeia clandestina para os índios que protestavam contra a invasão de suas terras em Roraima nos anos 1970.
Sobre a possibilidade de punição dessas empresas, Fernandes explica que a Comissão irá sugerir que essas companhias participem de alguma forma de reparação. “Eles precisam fomentar políticas públicas de verdade e memória. Também vamos pedir que essas denúncias sejam investigadas para saber se foram casos de lesa-humanidade”, afirma.
Segundo o deputado Adriano Diogo, a discussão sobre a punição de empresas e financiadores da ditadura ainda precisa ser ampliada. “No exterior, a punição foi dada aos funcionários de empresas. Começou, na II Guerra Mundial, com as empresas que contribuíram com o Terceiro Reich de Hittler. A Ford foi a que mais contribuiu. Essa discussão foi crescendo em outros países, mas no Brasil ela está só começando. Quem tem que ser processado? As empresas? Os empresários ou os diretores? Nenhuma reparação foi feita por essas empresas”, explica.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Jornal ORIGEM: Empresas passavam ‘listas negras’ de trabalhadores a órgãos de repressão. Comissão da Verdade aponta mais de 50 empresas que contribuíram com o golpe de 64. H. MENDONÇA. El País. São Paulo - 10 12 2014. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2014/12/10/politica/1418237519_479087.html CRÉDITOS: H. MENDONÇA PALAVRAS-CHAVE: ditadura civil-militar, história da américa
De acordo com os documentos e seus conhecimentos sobre o tema, escolha uma alternativa.
Questão 14 14914693
OBG Fase 1 2024Observe atentamente os mapas abaixo:

Fonte: Toda Matéria A Guerra das Coreias ocorreu entre 1950 e 1953. Foi, sem sombra de dúvidas, um dos episódios mais violentos dentro das chamadas “proxy wars” durante a Guerra Fria.
Questão 146 11347872
CONCURSOS 2 2024Assinale a alternativa correta.
06
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