Questões de EFAF História - Brasil - República -
250 Questões
Questão 4 14945987
ONHB Fase 3 2024Observe as propagandas:
Documento
Na câmara de torturas o TV Philips 550 resistiu a tudo

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Propaganda ORIGEM: O ESTADO DE S. PAULO: PÁGINAS DA EDIÇÃO DE 05 DE OUTUBRO DE 1969 - PAG. 23. Disponível em: https://acervo.estadao.com.br/pagina/#!/19691005-28986-nac-0023-999-23-not. Acesso em 26 mai. 2024. CRÉDITOS: O Estado de São Paulo. PALAVRAS-CHAVE: mídias, publicidade
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Na câmara de torturas o TV Philips 550 resistiu a tudo

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Propaganda ORIGEM: Revista Manchete, 1969. X, Baú da Propaganda Nacional. Disponível em: https://x.com/bpnacional/status/1564987624808452098?s=48. Acesso em 26 mai. 2024. CRÉDITOS: Baú da Propaganda Nacional. PALAVRAS-CHAVE: publicidade, mídias
Sobre as propagandas e o contexto de sua produção escolha uma alternativa:
Questão 3 14945381
ONHB Fase 2 2024Documento
Grandes empresas y dictaduras en América Latina durante la Guerra Fría: nuevas contribuciones
O estudo de processos ditatoriais em diversos países da América Latina, no contexto da Guerra Fria, se ampliou e enriqueceu nos últimos anos, a partir de um trabalho crescentemente interdisciplinar e da crescente integração da produção de um conjunto de países da região. Há casos-chave como os da Ford Motor, Mercedes-Benz e Siemens na Argentina, Volkswagen do Brasil, da represa de Tucuruí construída pela Eletronorte e das grandes construtoras no Brasil, o caso da empresa de cobre Madeco no Chile, além (...) do papel dos bancos e do setor financeiro em vários países latino-americanos para a sustentação dos processos repressivos.
O caso da Volkswagen Brasil, não apenas uma fábrica emblemática do ABC paulista e um caso amplamente discutido porque foi denunciado pelos sobreviventes, mas um caso muito claro de articulação militar-empresarial, foi investigado pela Comissão Nacional da Verdade, foi objeto de investigação do Ministério Público Federal (MPF) e levou à assinatura de um acordo por parte da empresa. (...) Este caso permite discutir diversas evidências do apoio da empresa à ditadura, o aproveitamento e os benefícios obtidos e o controle sobre o ativismo sindical, assim como o processo repressivo leva adiante dentro da própria empresa, sendo o caso de Lucio Bellentani o mais emblemático. O caso da represa Tucuruí, cuja construção esteve à cargo da empresa Eletronorte (Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.A.), que desde 1973 começou a ocupar o norte do Brasil, incluindo a região do Amazonas, permite um olhar extremamente interessante sobre uma empresa estatal de infraestrutura em um setor estratégico. O caso dessa represa, localizada no rio Tocantins, 300 km ao sul de Belém, capital do Pará, permite acessar à informação chave sobre o papel do Serviço Nacional de Informações (SNI), que foi estabelecido depois da ditadura com o apoio da CIA norte-americana e que propunha coordenar e supervisionar todo o território do país.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Texto acadêmico ORIGEM: Grandes empresas y dictaduras en América Latina durante la Guerra Fría: Nuevas contribuciones. Victoria Basualdo In: Repressão aos trabalhadores e responsabilidade empresarial nas ditaduras do Cone Sul / Larissa R. Corrêa, Marcelo Almeida de Carvalho Silva, Richard Martins (orgs.). – Rio de Janeiro: PUC-Rio, 2022. 1 recurso eletrônico (190 p.) – (Coleção Interseções). Pgs 37, 40-41. Tradução equipe ONHB. CRÉDITOS: Coleção Interseções PALAVRAS-CHAVE: história da américa, ditadura civil-militar
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Empresas passavam ‘listas negras’ de trabalhadores a órgãos de repressão.
O relatório final da Comissão Nacional da Verdade (CNV) identificou civis e empresas que colaboraram com o regime militar. O documento enumera 53 empresas, tanto estrangeiras quanto nacionais e de portes variados, que contribuíram de alguma forma com a concretização do golpe de 1964. Entra elas estão: Volkswagen, Johnson & Johnson, Esso, Pirelli, Texaco, Pfizer e Souza Cruz.
Já durante o período militar, a CNV destaca, entre as ações mais nocivas à luta dos trabalhadores por seus direitos, o poderoso sistema de controle e vigilância em fábricas e empresas, que repassavam ”listas negras”, com nome de trabalhadores, diretamente a órgãos de repressão. Segundo testemunhos, o operário que entrasse, por exemplo, com um jornal considerado ”estranho” debaixo do braço era imediatamente posto sob vigilância. De acordo com a Comissão, recursos de autoridades civis também ajudaram na montagem do Departamento de Ordem Político e Social (DOPS) paulista.
Nesta semana, um relatório parcial da Comissão da Verdade do Estado de São Paulo mostrou que, nos últimos três anos, a entidade realizou diversas audiências e eventos com foco na investigação da colaboração de empresas com a ditadura militar. Segundo o documento, uma das descobertas da Comissão foi a visita do diretor da General Motor ao DEOPS/SP e a doação, por essa empresa, de abafadores de ruído para os instrutores de tiro. A informação foi obtida em audiência com um escrivão da polícia em fevereiro deste ano.
“A GM não deu apenas os protetores de ouvido. Ela montou, onde é a Sala São Paulo hoje, no estacionamento, um stand de tiro, que foi inaugurado pelo presidente da empresa. Não foi uma coisa à toa. A GM forneceu todos os carros da repressão: as veraneios, os opalas e os chevettes dos agentes. Eles compravam seus carros a preço de custo. A Volkswagen fazia o papel da repressão dentro de todas as empresas”, afirma o presidente da Comissão da Verdade do Estado de São Paulo, deputado Adriano Diogo (PT).
Outra denúncia, citada no relatório, foi a da construção pela empreiteira Camargo Corrêa de uma cadeia clandestina para os índios que protestavam contra a invasão de suas terras em Roraima nos anos 1970.
Sobre a possibilidade de punição dessas empresas, Fernandes explica que a Comissão irá sugerir que essas companhias participem de alguma forma de reparação. “Eles precisam fomentar políticas públicas de verdade e memória. Também vamos pedir que essas denúncias sejam investigadas para saber se foram casos de lesa-humanidade”, afirma.
Segundo o deputado Adriano Diogo, a discussão sobre a punição de empresas e financiadores da ditadura ainda precisa ser ampliada. “No exterior, a punição foi dada aos funcionários de empresas. Começou, na II Guerra Mundial, com as empresas que contribuíram com o Terceiro Reich de Hittler. A Ford foi a que mais contribuiu. Essa discussão foi crescendo em outros países, mas no Brasil ela está só começando. Quem tem que ser processado? As empresas? Os empresários ou os diretores? Nenhuma reparação foi feita por essas empresas”, explica.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Jornal ORIGEM: Empresas passavam ‘listas negras’ de trabalhadores a órgãos de repressão. Comissão da Verdade aponta mais de 50 empresas que contribuíram com o golpe de 64. H. MENDONÇA. El País. São Paulo - 10 12 2014. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2014/12/10/politica/1418237519_479087.html CRÉDITOS: H. MENDONÇA PALAVRAS-CHAVE: ditadura civil-militar, história da américa
De acordo com os documentos e seus conhecimentos sobre o tema, escolha uma alternativa.
Questão 74 11511312
CONCURSOS 2 2024O processo de industrialização do Brasil teve momentos marcantes em sua evolução. Analise as afirmativas abaixo, em relação ao processo de industrialização do Brasil.
I - No período conhecido como "milagre econômico" presenciou-se um crescimento siginificativo da economia e da concentração da renda no pais.
II- A participação do Estado junto à economia, especialmente junto à geração de infraestrutura, foi fundamental no período compreendido entre as décadas de 1930 e 1970.
III- A década de 1980, conhecida como a "década perdida", foi marcada pelo incentivo às importações em detrimento das exportações.
IV - A partir da década de 1990, a participação do capital transnacional diminuiu, sensivelmente, junto à economia nacional, pois o intervencionismo estatal se fez necessário, uma vez que aumentou a formação de cartéis no mercado.
Assinale a opção correta.
Questão 47 11510356
CONCURSOS 2 2024Entre 1969 e 1973, a economia brasileira registrou taxas de crescimento que variavam entre 7% e 13% ao ano. O setor industrial se expandia e as exportações agrícolas aumentaram significativamente, gerando milhões de novos postos de trabalho. A oferta de emprego aumentou de tal modo que os setores industriais mais dinâmicos concorriam na contratação de trabalhadores assalariados. Predominaram os investimentos em bens de consumo duráveis, a exportação de manufaturados e a abertura do mercado ao capital estrangeiro.
Com base nestas informações, assinale a alternativa CORRETA sobre a expressão “Milagre Econômico Brasileiro”:
Questão 5 11263684
CONCURSOS 1 2024O Brasil é hoje uma república federativa, governada sob o regime presidencialista. A trajetória histórica do Brasil é marcada principalmente pelas fases do período colonial, imperial e republicano.
Em relação à história do Brasil, é INCORRETO afirmar que
Questão 183 11176313
CONCURSOS 3 2024Em relação à economia brasileira é possível afirmar que o país registrou vários ciclos ao longo da história. Em cada fase, um setor foi privilegiado em detrimento de outros, e provocou sucessivas mudanças sociais, populacionais, políticas e culturais dentro da sociedade brasileira.
Sobre a economia do Brasil, é correto afirmar que
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