Questões de EFAF História - Brasil - República
967 Questões
Questão 45 15395771
FIRJAN 2025A Constituição Federal de 1988, conhecida como 'Constituição Cidadã', representou um marco importante no Brasil no que tange a ampliação de direitos. Sua elaboração contou com a participação popular, de forma complementar e consultiva junto à Assembleia Constituinte, foi uma resposta às demandas por mais direitos e liberdades.
Qual foi o principal contexto político que levou à criação da Constituição de 1988?
Questão 5 14935851
ONHB 4 Fase 2025Assemblea Legislativa (Sessão ordinária de 3 de setembro de 1930)
O sr. Generino Maciel: - Sr. presidente, peço a palavra para
dizer á Casa que pretendo apresentar amanhã á consideração
dos meus pares o projecto que institúe a bandeira nova da
Parahyba. A Parahyba, sr. presidente, quer ter a sua bandeira;
o povo o quer.
O sr. Velloso Borges: - Aliás a Parahyba sempre teve a sua
bandeira.
O sr. Generino Maciel: - A Parahyba quer, sr . presidente, a
bandeira encarnada e preta que traduza a sua revolta, o seu
desespero, a sua dôr. E’ essa a bandeira que a nossa te:rra
deseja.
O sr. Velloso Borges apartela o orador longamente,
mostrando-se contrario á mudança das côres da bandeira da
Parahyba, que cobriu o corpo do grande presidente João
Pessoa, quando este fôra levado á sua ultima morada na capital
da Republica Lembrava, pois, que se conservassem as suas
côres verde e branca.
O sr. Generino Maciel: - Mas sr . presidente, o povo quer essa
bandeira vermelha de suas reinvidicações, do seu mais
vehemente protesto contra as arbitrariedades do poder
central, qui tanto nos vem amesquinhando. E essa Parahyba
querida que Isso exige
tem sua completa razão nessa exlgencla, porque foi roubada
na sua representação federal, elegeu o presidente da Republica
e o seu vice-presidente, e foi esbulhada. ( Calorosas ovações no
recinto e nas galerias; ouve-se a campainha pedindo silencio)
[...]
O sr. Generino Maciel continúa com a palavra, affirmando,
calorosamente applaudido pelas galerias, que está lançada a
semente da bandeira nova, e saberá defener o seu ponto de
vista com energia e patriotismo.
Fala, a seguir, sobre o grande vulto do presidente João Pessõa,
ouvindo-se calorosas palmas da assistencia. Queremos prestar
mais uma grande homenagem á victima gloriosa dos odios dos
complots e das mlserias inqualificáveis - o extraordinario João
Pessôa.
A nova bandeira da Parahyba será o nosso symbo!o pelo rubro
do sangue de João Pessôa e
pelo preto da nossa eterna magua, do nosso grande sentimento.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Jornal ORIGEM: Assemblea Legislativa (Sessão ordinária de 3 de setembro de 1930). A União – ORGAM OFFICIAL DO ESTADO. PARAHYBA, Quinta-feira, 4 de setembro de 1930, p. 3. Disponível em: https://auniao.pb.gov.br/servicos/copy_of_jornal-a-uniao/dec-30/1930/setembro/auniao-04-09-1930.pdf/@@download/file/A%20Uni%C3%A3o%2004-09-1930.pdf. Acesso em: 26 fev. 2024. CRÉDITOS: A União – ORGAM OFFICIAL DO ESTADO. PARAHYBA PALAVRAS-CHAVE: brasil republicano, história política
A glorificação do nome de João Pessoa

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: manchete ORIGEM: Assemblea Legislativa (Sessão ordinária de 3 de setembro de 1930). A União – ORGAM OFFICIAL DO ESTADO. PARAHYBA, Quinta-feira, 4 de setembro de 1930, p. 1. Disponível em: https://auniao.pb.gov.br/servicos/copy_of_jornal-a-uniao/dec-30/1930/setembro/auniao-04-09-1930.pdf/@@download/file/A%20Uni%C3%A3o%2004-09-1930.pdf. Acesso em: 26 fev. 2024. CRÉDITOS: A União – ORGAM OFFICIAL DO ESTADO. PARAHYBA PALAVRAS-CHAVE: história política, brasil republicano
A mudança do nome da capital do estado da Paraíba e a instituição da atual bandeira, em 1930
Questão 9 14931447
ONHB 3 Fase 2025Observe as fotografias abaixo que foram tiradas em alojamentos do Serviço Especial de Mobilização de Trabalhadores para a Amazônia (SEMTA) por seu setor de propaganda durante a década de 1940.
Painel de fotos

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Fotografia ORIGEM: REIS, Auricélia França de Souza Reis; FREITAS, Thiago Nogueira de; SIQUEIRA, Graciele Karine (org.). SEMTA: Serviço Especial de Mobilização de Trabalhadores para a Amazônia - por J. P. Chabloz, p. 101, Fortaleza: Museu de Arte da UFC, 2022. Disponível em: https://repositorio.ufc.br/handle/riufc/68494. Acesso em: 10 fev. 2025. CRÉDITOS: Abafilme, Jean-Pierre Chabloz TÉCNICA: Colagem DIMENSÕES: 24,5cm x 18,0cm PALAVRAS-CHAVE: semta, governo vargas, fotografia
Ginástica

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Fotografia ORIGEM: REIS, Auricélia França de Souza Reis; FREITAS, Thiago Nogueira de; SIQUEIRA, Graciele Karine (org.). SEMTA: Serviço Especial de Mobilização de Trabalhadores para a Amazônia - por J. P. Chabloz, p. 39, Fortaleza: Museu de Arte da UFC, 2022. Disponível em: https://repositorio.ufc.br/handle/riufc/68494. Acesso em: 10 fev. 2025. CRÉDITOS: Abafilme TÉCNICA: Fotografia DIMENSÕES: 4,4cm x 56,0cm PALAVRAS-CHAVE: governo vargas, semta, fotografia
Dois soldados: corte de cabelo e barba

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Fotografia ORIGEM: REIS, Auricélia França de Souza Reis; FREITAS, Thiago Nogueira de; SIQUEIRA, Graciele Karine (org.). SEMTA: Serviço Especial de Mobilização de Trabalhadores para a Amazônia - por J. P. Chabloz, p. 56, Fortaleza: Museu de Arte da UFC, 2022. Disponível em: https://repositorio.ufc.br/handle/riufc/68494. Acesso em: 10 fev. 2025. CRÉDITOS: Abafilme TÉCNICA: Fotografia DIMENSÕES: 5,5cm x 3,7cm PALAVRAS-CHAVE: semta, governo vargas, fotografia
A partir dos documentos, escolha uma alternativa em relação ao SEMTA:
Questão 7 14931419
ONHB 3 Fase 2025Actos do Poder Legislativo

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Ato Legislativo ORIGEM: Actos Legislativos e Decretos do Governo. 1910. Natal: Rio Grande do Norte. Typ. d’A República. 1911. Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=245313&pasta=ano%20191&hf=memoria.bn.gov.br&pagfis=786. Acesso em: 26 fev. de 2025. CRÉDITOS: Governo do estado do Rio Grande do Norte PALAVRAS-CHAVE: gymnasio nacional, história do educação, primeira república
Decreto Nº 3.890, de 1º de janeiro de 1901
DECRETO Nº 3.890, DE 1º DE JANEIRO DE 1901
(...)
DAS FACULDADES E ESCOLAS E DO GYMNASIO NACIONAL
CAPITULO VIII
DA INSCRIPÇÃO DE MATRICULA
Art. 116. A matricula se fará desde o dia da abertura dos
trabalhos do estabelecimento até á vespera da abertura dos
cursos.
Paragrapho unico. Aos alumnos de que trata o art. 151 será
facultada a matricula até cinco dias depois da abertura dos
cursos.
Art. 117. Ninguem será admittido á matricula sem que exhiba
titulo de bacharel em sciencias e lettras ou certificado dos
estudos secundarios exigidos pelos regulamentos especiaes.
Paragrapho unico. Os exames de preparatorios prestados em
paizes extrangeiros poderão, a juizo do Governo e ouvida a
congregação, ser acceitos para a matricula.
Art. 118. As matriculas serão annunciadas por editaes
affixados nos logares mais frequentados do estabelecimento o
publicados pela imprensa oito dias antes das epocas
determinadas neste codigo.
Art. 119. Para a matricula em alguma ou em todas as cadeiras
do 1º anno, o estudante deverá provar, em requerimento ao
director:
1º Achar-se habilitado, na fórma do art. 117;
2º Ter sido vaccinado com bom resultado;
3º Haver pago a taxa de matrícula;
4º Identidade de pessoa.
Paragrapho unico. A prova de identidade se fará por meio de
attestação escripta de algum membro do corpo docente ou de
duas pessoas conceituadas no logar.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Decreto ORIGEM: Epitácio Pessoa. Decreto Nº 3.890, de 1º de janeiro de 1901. Capital Federal, 1 de janeiro de 1901, 13º da República. Disponível em: https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1900-1909/decreto-3890-1-janeiro-1901-521287- publicacaooriginal-1-pe.html. Acesso em: 26 fev. de 2025. CRÉDITOS: Portal da Câmara dos Deputados PALAVRAS-CHAVE: primeira república, história do educação, gymnasio nacional
Os documentos
Questão 7 14929232
ONHB 1 Fase 2025Esta questão possui quatro alternativas. Há mais de uma resposta correta, mas cabe a sua equipe escolher qual alternativa considera como a mais adequada e selecioná-la.
Atenção: A prova pode ser salva em “rascunho”, mas não se esqueçam de confirmar as respostas até a data limite, clicando em “entregar a questão”. Após clicar em “entregar a questão” não será mais possível realizar alterações na questão.
Leia o texto e observe as imagens:
O Avestruz
O ano de 1892 – o terceiro na República no Brasil – começou com uma péssima notícia para parte da população do Rio de Janeiro chegada em uma fuzarca: o Ministério do Interior do governo do presidente Floriano Peixoto resolveu adiar o carnaval. A festa que ocorreria em fevereiro foi transferida para junho, com o argumento de que a insalubridade da capital da República inviabilizaria os festejos carnavalescos. Segundo os defensores da medida, o calor do verão facilitaria a propagação de epidemias e a aglomeração gerada seria devastadora para a saúde pública.
O Rio de Janeiro, não custa lembrar, tinha a fama de ser uma das cidades mais perigosas do mundo, a ponto de o corpo diplomático bater em retirada no verão para Petrópolis, tentando escapar de doenças como varíola, a febre amarela, a malária e a tuberculose. O Reino Unido pagava adicional de insalubridade aos representantes diplomáticos da Rainha Vitória que se aventuravam na capital da República. A Iniciativa do governo quanto ao adiamento do carnaval fracassou. Os foliões não se fizeram de rogados: brincaram em junho, no carnaval autorizado, mas tomaram as ruas também em fevereiro, saindo no cacete com a polícia, disposta a reprimir a festança. As fantasias de morte, caixão de defunto e mosquito transmissor da febre amarela fizeram sucesso. O governo, temendo que a moda de dois carnavais pegasse, voltou atrás na ideia da alteração da data. O carnaval do ano seguinte aconteceu em fevereiro mesmo, dentro dos conformes.
Naquele momento, a ideia de que o Brasil republicano precisava apresentar-se ao mundo como uma nação com padrões civilizatórios europeus, impactava o Rio de Janeiro de maneira intensa: a capital da República teria que ser uma espécie de vitrine de um país comprometido com a ordem, o progresso, a moral, a ciência e a higiene; palavras largamente utilizadas no período.
Ancorados na ideia exposta acima, os mandachuvas da República projetaram a reorganização do espaço urbano carioca buscando espelhar na cidade a inserção do Brasil no modelo capitalista internacional. Nesse sentido, era importante facilitar a circulação de mercadorias, apagar os resquícios da monarquia (a ordem anterior) e construir espaços simbólicos que afirmassem os valores de uma elite cosmopolita.
Havia, porém, um obstáculo a ser removido para a concretização desse projeto de cidade: os pobres que perambulavam pelas ruas centrais e moravam em habitações coletivas, como os cortiços lotados de descendentes de escravizados, mestiços ciganos, judeus, árabes, imigrantes portugueses, italianos e galegos.
Naquele contexto, a cidade passou por um notável crescimento de sua população. Se no censo de 1890, o Rio tinha cerca de 520 mil habitantes, esse número salta para cerca de 700 mil em 1904 – com a chegada de trabalhadores negros das áreas decadentes de lavoura do Vale do Praíba, do interior de Minas Gerias e da Bahia, de migrantes vindos de outras regiões do país e de imigrantes europeues escapando do desemprego e das guerras de unificação no continente. A legislação de terras do período – oriunda dos tempos do Império – inviabiliza o acesso à propriedade aos negros e imigrantes pobres. O crescimento populacional ocorre em uma cidade sem planejamento urbano, estrutura sanitária e rede formal de trabalho capaz de absorver o contingente de recém-chegados. Em meio a esse turbilhão, a elite republicana imaginava erguer uma Paris tropical dos sonhos higienistas. Para que esse paraíso cosmopolita fosse viável, era necessário para os donos do poder reprimir, controlar, vigiar, disciplinar, impor padrões e regras à população. Ao mesmo tempo em que o projeto de uma cidade europeia desenhava, as elites do Rio de Janeiro não podiam renunciar aos trabalhadores urbanos realizadores das tarefas cotidianas. Eram eles que mantinham a cidade funcionando para que essas mesmas elites delirassem com Paris. Sem os pobres e descendentes de escravizados, quem seriam os feirantes, peixeiros, soldados, trabalhadoras domésticas, coveiros, condutores de bondes, caçadores de ratos, desentupidores de bueiros, limpadores de cocô de cavalo, quebradores de pedras, vendedores ambulantes de todo os tipos de produto? Quem serviria o café da manhã das madames?
Meses depois da citada tentativa de cancelamento do carnaval, o prefeito Barata Ribeiro baixou um decreto que dava à prefeitura o direito de usar todos os meios possíveis para varrer os cortiços da cidade. No mesmo dia em que o decreto foi assinado (26 de janeiro de 1893) começou a demolição do Cabeça de Porco, maior cortiço carioca, invadido por bombeiros, funcionários da Higiene Pública, policiais , sanitaristas e engenheiros. Os jornais da época comemoram a derrubada do cortiço, considerado um valhacouto de vícios, pulsões homicidas, desordens, desregramentos contrários aos princípios da civilização de coisas similares.
Civilizar a capital da República – nessa perspectiva – exigiria ainda o apagamento ou o enquadramento disciplinar de referências culturais da herança africana, especialmente aquelas que criavam laços de solidariedade e reforçavam convívios comunitários: rodas de samba, festas religiosas, maltas de capoeiras,blocos de carnaval, batucadas, macumbas. Dois anos antes daquele 1892, foi sancionado o Código Penal que transformou a capoeiragem em crime de vadiagem, enquadrando seus praticantes como vadios sujeitos à detenção de dois a seis meses.
Na cidade tensionada entre o sonho da Paris tropical e a vida pulsante nas esquinas e vielas, um parque de padrão europeu foi reinaugurado com pompa, circunstância e salamaleques (ocorreu uma inauguração anterior, em 1888): o Jardim Zoológico de Vila Isabel, nas bordas da serra do Engenho Novo. O parque era capitaneado por um figurão dos tempos da monarquia que tentava manter o prestígio nos primeiros anos da nova ordem republicana: João Batista Viana Drummond, mais conhecido pelos bajuladores de plantão como o “primeiro e único Barão de Drummond”
Além da bicharada, o zoológico tinha restaurante, hotel, espaço para a prática de esportes, boliche e o escambau. A festa apresentou diversas novidades; dentre elas a apresentação de um novo jogo, de fácil compreensão. A regra era simples: quem adquirisse um bilhete para entrar no parque, receberia um comprovante com a imagem de um animal. Eram vinte e cinco bichos disponíveis, começando com o avestruz e terminando com a vaca. Dos mais domésticos, como cachorro e o gato, aos mais selvagens, como leão, elefante, o tigre e o urso.
No final da tarde, foi aberta a caixa de madeira pendurada em um poste perto da entrada principal, que continha a imagem de um bicho. Os sortudos que possuíam bilhetes com o animal revelado receberam um prêmio vinte cinco vezes maior que o valor da entrada.
E qual foi o primeiro bicho cuja imagem aparece na abertura da caixa? Avestruz. Não sabemos se o presidente Floriano Peixoto, presente ao zoológico naquele dia, faturou algum dinheiro na brincadeira proposta pelo Barão.
Era o dia 3 de julho de 1892, um domingo nublado no inverno carioca, e a história da cidade do Rio de Janeiro não seria mais a mesma.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Texto acadêmico ORIGEM: Simas, Luiz Antonio. “O Avestruz”. Maldito invento dum baronete: uma breve historia do jogo do bicho. Ilustração Pablo Meijueiro, Fernanda Varella. – 1. ed. – Rio de Janeiro: Mórula, 2024, pp. 13-16. CRÉDITOS: Luiz Antonio Simas PALAVRAS-CHAVE: brasil república, história da cultura, história política
Bilhete Jardim Zoológico - Ovelha

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Bilhete ORIGEM: Jardim Zoológico de Santa Isabel. Disponível em: “Série o Rio de Janeiro Desaparecido”, Brasiliana Fotográfica. Disponível em: https://brasilianafotografica.bn.gov.br/?tag=serie-o-rio-de-janeiro-desaparecido. Acesso em: 26 fev. de 2025. CRÉDITOS: Jardim Zoológico de Santa Isabel; Brasiliana Fotográfica. PALAVRAS-CHAVE: história política, história da cultura, brasil república
Bilhete Jardim Zoológico - Leão

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Bilhete ORIGEM: Jardim Zoológico de Santa Isabel. Disponível em: BNL-Data. Disponível em:https://bnldata.com.br/jogo-do-bicho-completa-134-anos-de-criacao/. Acesso em: 26 fev. de 2025. CRÉDITOS: Jardim Zoológico de Santa Isabel; BNL-Data. PALAVRAS-CHAVE: brasil república, história da cultura, história política
Bilhete Apostas Jogo do Bicho

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Bilhete ORIGEM: Bilhete Apostas Jogo do Bicho. Disponível em: BNL-Data. Disponível em:https://bnldata.com.br/sera-que-o-jogo-do-bicho-podera-burlar-a-legalizacao-dos-jogos-de-azar/. Acesso em: 26 fev. de 2025. CRÉDITOS: BNL-Data. PALAVRAS-CHAVE: história da cultura, história política, brasil república
Sobre os documentos e o tema que eles tratam, escolha a alternativa mais pertinente.
Questão 4 14945987
ONHB Fase 3 2024Observe as propagandas:
Documento
Na câmara de torturas o TV Philips 550 resistiu a tudo

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Propaganda ORIGEM: O ESTADO DE S. PAULO: PÁGINAS DA EDIÇÃO DE 05 DE OUTUBRO DE 1969 - PAG. 23. Disponível em: https://acervo.estadao.com.br/pagina/#!/19691005-28986-nac-0023-999-23-not. Acesso em 26 mai. 2024. CRÉDITOS: O Estado de São Paulo. PALAVRAS-CHAVE: mídias, publicidade
Documento
Na câmara de torturas o TV Philips 550 resistiu a tudo

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Propaganda ORIGEM: Revista Manchete, 1969. X, Baú da Propaganda Nacional. Disponível em: https://x.com/bpnacional/status/1564987624808452098?s=48. Acesso em 26 mai. 2024. CRÉDITOS: Baú da Propaganda Nacional. PALAVRAS-CHAVE: publicidade, mídias
Sobre as propagandas e o contexto de sua produção escolha uma alternativa:
06
![[Marketing] Questao Topo - deslogado](https://storage.estuda.com.br/banners/0_6b7ebee90b03af1c560c73bb8bcce34a_banner_deslogado_70_dias.png)