Questões de EFAF História - Geral - Idade Antiga -
12 Questões
Questão 24 10669249
CMSM 6º Ano 2015Leia com atenção o texto “História do Circo” para responder o item.
TEXTO
História do Circo
A magia do circo nos remete a algo incrível, fazendo-nos viajar na alegria dos palhaços, nas acrobacias dos malabares e na beleza das cores. Relatos trazem que essa arte difundida no mundo todo existe desde a antiguidade.
Na China, foram encontradas pinturas com quase 5000 anos mostrando contorcionistas, acrobatas c equilibristas. Os guerreiros chineses usavam a acrobacia como forma de treinamento, já que isso exigia força, flexibilidade e agilidade. Em 108 a.C., em uma festa em homenagem a alguns visitantes estrangeiros, houve uma apresentação acrobática que encantou também ao imperador. Este, então, determinou que apresentações como essa se repetiriam todos os anos.
As pirâmides do Egito também trazem gravuras com malabaristas. Já em Roma a história do circo foi um tanto quanto trágica. Por volta de 70 a.C., surgiu o Circo Máximo, que foi destruído em um incêndio. No lugar onde ficava instalado, foi construído o Coliseu.
Circo no Brasil
Essa arte que encanta crianças e adultos surgiu no Brasil no século XIX, com famílias vindas da Europa. Essas famílias se manifestavam em apresentações teatrais. Os ciganos, vindos também da Europa, apresentavam-se ao público, demonstrando habilidades como doma de ursos e cavalos e ilusionismo.
As manifestações artísticas ocorriam de acordo com a aceitação do público, o que não agradava não era mais mostrado naquela determinada região. Algumas atrações foram adaptadas ao estilo brasileiro. O palhaço europeu, por exemplo, era menos falante, usando a mímica como base. Já, no Brasil, o palhaço fala muito, utilizando de comédia sorrateira e também de instrumentos musicais, como o violão.
O público brasileiro gosta das atrações perigosas, como os malabares em trapézios e domadores de animais ferozes. O uso de animais em circo é um assunto polêmico, pois muitas vezes esses animais sofrem maus tratos.
Atualmente, as atrações circenses são mais modernas e trazem muitas novidades tecnológicas, exemplo disso é o Cirque du Soleil.
Circo Contemporâneo
Hoje, o circo também tem uma ramificação que é o circo contemporâneo, aprendido em escolas c não só de pai para filho, como antigamente. A primeira escola de circo surgiu no Rio de Janeiro em 1982, chamada Escola Nacional de Circo. Nessa escola, jovens aprendem as técnicas circenses e, quando formados, criam grupos e passam a se apresentar ao público.
Hoje a Nau de Ícaros, o Teatro de Anônimo, o Circo Escola Picadeiro, o Linhas Aéreas, a Intrépida Trupe, os Parlapatões, o Circo Mínimo, os Acrobáticos Fratelli, Patifes e Paspalhões fazem parte do Circo Contemporâneo Brasileiro.
Fontes: https://web.archive.org/Aweb/201 1052811292 L/http:/Ayww.arcadovelho.com.br/Circo/[HSTORIA %20D0%20CIRCO.htm http:/Aywwfunarte.gov.br/novafunarte/Tunarte/circo/cireoprincipal.php
VOCABULARIO:
sorrateira – que tem manha; astuta, maliciosa, esperta, ardilosa.
O texto lido cita algumas manifestações artísticas e culturais que fazem do circo um espetáculo mágico no Brasil e no mundo.
Qual, dentre as imagens abaixo, NÃO corresponde a uma manifestação artística circense apontada pelo texto.
Questão 8 10658174
CMSM 6º Ano 2013A grande muralha da China é formada por diversas construções que foram sendo
erguidas ao longo de aproximadamente dois mil anos. Se, no passado, a sua função foi
essencialmente defensiva, atualmente representa um símbolo da China e uma
procurada atração turística.

Muralha da China, China
Ao final de toda a construção da muralha da China, estima-se que apenas 20% dos seus operários, cerca de 200.000 homens, sobreviveram. O restante dos trabalhadores morreu durante as obras, em função de condições adversas, tais como: má alimentação, frio, acidentes de trabalho entre outros.
Determine o total de operários que trabalharam na construção da muralha da China:
Questão 16 10768615
CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2009Leia o texto para responder à questão.
TEXTO I
O caçador de maravilhas
Os empresários ocidentais que viajam à China de olho nas prodigiosas riquezas que o país produz, de certa forma, refazem uma jornada ocorrida há sete séculos, quando os Polo, os irmãos Matteo e Niccolo e seu filho Marco, cruzaram a Ásia para serem acolhidos na corte do imperador Kublai Khan (neto de Gengis Khan).
Pioneiros na literatura de viagem, os relatos de Marco, reunidos sob o título O livro das maravilhas, tornaram-se populares à época e contaram com leitores famosos como Colombo.
Marco Polo nasceu, no século 13, provavelmente em Veneza, onde sua família era reconhecida como de grandes comerciantes. Foi educado de acordo com sua posição social. Quando o tio e o pai voltavam para a China, em uma segunda viagem, Marco integrou a comitiva. Por ser considerado um dos preferidos do imperador, tornou-se um vassalo chinês, tendo realizado várias missões.
Marco descreveu a potência do império chinês: sua produção de ferro e de sal, muito superiores à da Europa. Havia, ainda, um sistema de transporte fluvial e um correio eficientes que permitiam a comunicação do imperador com seus súditos e, surpreendentemente para os venezianos, o uso de papel-moeda na economia local. Ele, seu pai e tio ficaram na China por 17 anos. De volta a Veneza, dedicou-se ao comércio, como rezava a tradição familiar, até sua morte.
O livro foi lido até o século 19 apenas como diversão, quando passou a ser alvo de revisão crítica e avaliação dos conteúdos científicos.
Observador atento, ele pontuou várias diferenças culturais, como, por exemplo, que o bócio apresentado por habitantes de uma região tinha origem na água consumida no local; em outra província, registrou que, quando um marido se ausentava por mais de 20 dias, era substituído por outro, com a concordância da comunidade, e ele próprio tinha o direito de relacionar-se com outras mulheres. No Tibete, após o nascimento dos bebês, as mulheres voltavam ao trabalho enquanto os homens ficavam 40 dias deitados.
Há dúvidas quanto à real autoria do livro: para alguns, quem o escreveu foi o trovador Rustichello de Pisa, com quem Marco esteve preso, em Gênova, por um ano. Alguns cientistas afirmam que as histórias relatadas por Marco Polo vieram de muitos mercadores que passavam pela Pérsia; outros asseguram que a origem das histórias são as obras de um historiador judeu.
Aqueles que duvidam da autoria da obra argumentam que ele não descreveu ações cotidianas dos chineses que certamente chamariam a atenção de um estrangeiro, como a importância do chá, a caligrafia, os pés enfaixados das mulheres ou mesmo a Grande Muralha. Pesquisadas as rotas, no entanto, ficou comprovado que muitas das informações são verdadeiras.
Seja Marco Polo o autor ou apenas o narrador e sejam os relatos ficção, o fato é que a obra sobreviveu aos séculos e é lida com prazer até hoje.
(Planeta, junho de 2008. Adaptado)
TEXTO II
O jovem Sexta-Feira, meu novo amigo, estranhou muito os alimentos civilizados. Quando salguei a carne, ele a cuspiu, enojado. Eu peguei um pedaço de carne crua e também a cuspi, mostrando com isso que tínhamos jeitos diferentes de apreciar o alimento. Mas o rapaz gostou muito de pão e aos poucos também apreciou a carne assada e salgada.
Quando seu inglês melhorou, perguntei a Sexta-Feira de onde ele vinha e quem era seu povo. Disse que seu povo era valente e jamais se rendia.
– Diga-me, Sexta-feira, vocês também comem os prisioneiros?
– Sim, sim, comer todos os prisioneiros! Eu comer um, dois, três...
Foi difícil para minha alma entender como aquele rapaz gentil podia aprovar uma prática de tal selvageria. Aos poucos, fui-lhe explicando sobre Deus e as leis da religião cristã.
(Daniel Defoe. Robinson Crusoé, Adaptado)
Assinale a alternativa que traduz o assunto comum entre os textos I e II.
Questão 15 10768607
CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2009Leia o texto para responder à questão.
TEXTO
O caçador de maravilhas
Os empresários ocidentais que viajam à China de olho nas prodigiosas riquezas que o país produz, de certa forma, refazem uma jornada ocorrida há sete séculos, quando os Polo, os irmãos Matteo e Niccolo e seu filho Marco, cruzaram a Ásia para serem acolhidos na corte do imperador Kublai Khan (neto de Gengis Khan).
Pioneiros na literatura de viagem, os relatos de Marco, reunidos sob o título O livro das maravilhas, tornaram-se populares à época e contaram com leitores famosos como Colombo.
Marco Polo nasceu, no século 13, provavelmente em Veneza, onde sua família era reconhecida como de grandes comerciantes. Foi educado de acordo com sua posição social. Quando o tio e o pai voltavam para a China, em uma segunda viagem, Marco integrou a comitiva. Por ser considerado um dos preferidos do imperador, tornou-se um vassalo chinês, tendo realizado várias missões.
Marco descreveu a potência do império chinês: sua produção de ferro e de sal, muito superiores à da Europa. Havia, ainda, um sistema de transporte fluvial e um correio eficientes que permitiam a comunicação do imperador com seus súditos e, surpreendentemente para os venezianos, o uso de papel-moeda na economia local. Ele, seu pai e tio ficaram na China por 17 anos. De volta a Veneza, dedicou-se ao comércio, como rezava a tradição familiar, até sua morte.
O livro foi lido até o século 19 apenas como diversão, quando passou a ser alvo de revisão crítica e avaliação dos conteúdos científicos.
Observador atento, ele pontuou várias diferenças culturais, como, por exemplo, que o bócio apresentado por habitantes de uma região tinha origem na água consumida no local; em outra província, registrou que, quando um marido se ausentava por mais de 20 dias, era substituído por outro, com a concordância da comunidade, e ele próprio tinha o direito de relacionar-se com outras mulheres. No Tibete, após o nascimento dos bebês, as mulheres voltavam ao trabalho enquanto os homens ficavam 40 dias deitados.
Há dúvidas quanto à real autoria do livro: para alguns, quem o escreveu foi o trovador Rustichello de Pisa, com quem Marco esteve preso, em Gênova, por um ano. Alguns cientistas afirmam que as histórias relatadas por Marco Polo vieram de muitos mercadores que passavam pela Pérsia; outros asseguram que a origem das histórias são as obras de um historiador judeu.
Aqueles que duvidam da autoria da obra argumentam que ele não descreveu ações cotidianas dos chineses que certamente chamariam a atenção de um estrangeiro, como a importância do chá, a caligrafia, os pés enfaixados das mulheres ou mesmo a Grande Muralha. Pesquisadas as rotas, no entanto, ficou comprovado que muitas das informações são verdadeiras.
Seja Marco Polo o autor ou apenas o narrador e sejam os relatos ficção, o fato é que a obra sobreviveu aos séculos e é lida com prazer até hoje.
(Planeta, junho de 2008. Adaptado)
Leia as afirmações.
I. As palavras século e científico são acentuadas graficamente pela mesma razão.
II. Na frase – Há dúvidas quanto à real autoria do livro: para alguns, quem o escreveu foi o trovador... – o pronome o, em destaque, refere-se à palavra livro.
III. Na frase – Pesquisadas as rotas, no entanto, ficou comprovado que muitas das informações são verdadeiras. – a expressão no entanto pode ser substituída, sem alteração de sentido à frase, por entretanto.
Está correto o que se afirma em
Questão 14 10768600
CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2009Leia o texto para responder à questão.
TEXTO
O caçador de maravilhas
Os empresários ocidentais que viajam à China de olho nas prodigiosas riquezas que o país produz, de certa forma, refazem uma jornada ocorrida há sete séculos, quando os Polo, os irmãos Matteo e Niccolo e seu filho Marco, cruzaram a Ásia para serem acolhidos na corte do imperador Kublai Khan (neto de Gengis Khan).
Pioneiros na literatura de viagem, os relatos de Marco, reunidos sob o título O livro das maravilhas, tornaram-se populares à época e contaram com leitores famosos como Colombo.
Marco Polo nasceu, no século 13, provavelmente em Veneza, onde sua família era reconhecida como de grandes comerciantes. Foi educado de acordo com sua posição social. Quando o tio e o pai voltavam para a China, em uma segunda viagem, Marco integrou a comitiva. Por ser considerado um dos preferidos do imperador, tornou-se um vassalo chinês, tendo realizado várias missões.
Marco descreveu a potência do império chinês: sua produção de ferro e de sal, muito superiores à da Europa. Havia, ainda, um sistema de transporte fluvial e um correio eficientes que permitiam a comunicação do imperador com seus súditos e, surpreendentemente para os venezianos, o uso de papel-moeda na economia local. Ele, seu pai e tio ficaram na China por 17 anos. De volta a Veneza, dedicou-se ao comércio, como rezava a tradição familiar, até sua morte.
O livro foi lido até o século 19 apenas como diversão, quando passou a ser alvo de revisão crítica e avaliação dos conteúdos científicos.
Observador atento, ele pontuou várias diferenças culturais, como, por exemplo, que o bócio apresentado por habitantes de uma região tinha origem na água consumida no local; em outra província, registrou que, quando um marido se ausentava por mais de 20 dias, era substituído por outro, com a concordância da comunidade, e ele próprio tinha o direito de relacionar-se com outras mulheres. No Tibete, após o nascimento dos bebês, as mulheres voltavam ao trabalho enquanto os homens ficavam 40 dias deitados.
Há dúvidas quanto à real autoria do livro: para alguns, quem o escreveu foi o trovador Rustichello de Pisa, com quem Marco esteve preso, em Gênova, por um ano. Alguns cientistas afirmam que as histórias relatadas por Marco Polo vieram de muitos mercadores que passavam pela Pérsia; outros asseguram que a origem das histórias são as obras de um historiador judeu.
Aqueles que duvidam da autoria da obra argumentam que ele não descreveu ações cotidianas dos chineses que certamente chamariam a atenção de um estrangeiro, como a importância do chá, a caligrafia, os pés enfaixados das mulheres ou mesmo a Grande Muralha. Pesquisadas as rotas, no entanto, ficou comprovado que muitas das informações são verdadeiras.
Seja Marco Polo o autor ou apenas o narrador e sejam os relatos ficção, o fato é que a obra sobreviveu aos séculos e é lida com prazer até hoje.
(Planeta, junho de 2008. Adaptado)
O título – O caçador de maravilhas – relaciona-se significativamente com todo o texto porque
Questão 13 10768597
CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2009Leia o texto para responder à questão.
TEXTO
O caçador de maravilhas
Os empresários ocidentais que viajam à China de olho nas prodigiosas riquezas que o país produz, de certa forma, refazem uma jornada ocorrida há sete séculos, quando os Polo, os irmãos Matteo e Niccolo e seu filho Marco, cruzaram a Ásia para serem acolhidos na corte do imperador Kublai Khan (neto de Gengis Khan).
Pioneiros na literatura de viagem, os relatos de Marco, reunidos sob o título O livro das maravilhas, tornaram-se populares à época e contaram com leitores famosos como Colombo.
Marco Polo nasceu, no século 13, provavelmente em Veneza, onde sua família era reconhecida como de grandes comerciantes. Foi educado de acordo com sua posição social. Quando o tio e o pai voltavam para a China, em uma segunda viagem, Marco integrou a comitiva. Por ser considerado um dos preferidos do imperador, tornou-se um vassalo chinês, tendo realizado várias missões.
Marco descreveu a potência do império chinês: sua produção de ferro e de sal, muito superiores à da Europa. Havia, ainda, um sistema de transporte fluvial e um correio eficientes que permitiam a comunicação do imperador com seus súditos e, surpreendentemente para os venezianos, o uso de papel-moeda na economia local. Ele, seu pai e tio ficaram na China por 17 anos. De volta a Veneza, dedicou-se ao comércio, como rezava a tradição familiar, até sua morte.
O livro foi lido até o século 19 apenas como diversão, quando passou a ser alvo de revisão crítica e avaliação dos conteúdos científicos.
Observador atento, ele pontuou várias diferenças culturais, como, por exemplo, que o bócio apresentado por habitantes de uma região tinha origem na água consumida no local; em outra província, registrou que, quando um marido se ausentava por mais de 20 dias, era substituído por outro, com a concordância da comunidade, e ele próprio tinha o direito de relacionar-se com outras mulheres. No Tibete, após o nascimento dos bebês, as mulheres voltavam ao trabalho enquanto os homens ficavam 40 dias deitados.
Há dúvidas quanto à real autoria do livro: para alguns, quem o escreveu foi o trovador Rustichello de Pisa, com quem Marco esteve preso, em Gênova, por um ano. Alguns cientistas afirmam que as histórias relatadas por Marco Polo vieram de muitos mercadores que passavam pela Pérsia; outros asseguram que a origem das histórias são as obras de um historiador judeu.
Aqueles que duvidam da autoria da obra argumentam que ele não descreveu ações cotidianas dos chineses que certamente chamariam a atenção de um estrangeiro, como a importância do chá, a caligrafia, os pés enfaixados das mulheres ou mesmo a Grande Muralha. Pesquisadas as rotas, no entanto, ficou comprovado que muitas das informações são verdadeiras.
Seja Marco Polo o autor ou apenas o narrador e sejam os relatos ficção, o fato é que a obra sobreviveu aos séculos e é lida com prazer até hoje.
(Planeta, junho de 2008. Adaptado)
Na frase – Desde então dedicou-se ao comércio, como rezava a tradição familiar – o significado de rezava está expresso na alternativa:
06
![[Marketing] Questao Topo - deslogado](https://storage.estuda.com.br/banners/0_6b7ebee90b03af1c560c73bb8bcce34a_banner_deslogado_70_dias.png)