Questões de EFAF História - Temática
1.155 Questões
Questão 37 10745568
COLUNI/UFV 1° Dia 2016A figura abaixo apresenta uma propaganda de aspirador de pó veiculada no Brasil durante os “Anos Dourados” (décadas de 1950 e 1960), período marcado pela difusão dos ideais de modernização brasileira.

(Fonte: MOCELLIN, Renato; CAMARGO, Rosiane. Passaporte para a História. v. 4. Ensino Fundamental. São Paulo: Editora do Brasil, 2004. p. 275.)
A respeito da situação das mulheres nesse contexto, assinale a afirmativa INCORRETA:
Questão 39 10737758
COLÉGIO SÓLIDO* 6° ano 2016
José Datrino, popularmente conhecido como o Profeta Gentileza, colocou vida, pintou letra por letra e deixou mensagens simples de sabedoria em 56 pilastras no viaduto do Caju, no Rio de Janeiro.
Recebeu esse apelido depois de consolar familiares das vítimas de um incêndio nos anos 1960, no Rio de Janeiro.
No número 1690 , a decomposição CORRETA é
Questão 5 10734389
COLÉGIO SÓLIDO* 1° Ano 2016Editorial: Que depois da barbárie, a solidariedade não seja seletiva
Repórter: Publicado por: Sávia Barreto
02/06/2015 07h05 - Atualizado em 02/06/2015 09h06
O piauiense deu uma prova de solidariedade e sinais de evolução como sociedade ao lotar o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Estado, o Hemopi, para doar sangue às meninas estupradas na cidade de Castelo do Piauí.
Os doadores atenderam a um apelo feito pelo diretor do Hospital de Urgência de Teresina (HUT), Gilberto Albuquerque, através de um vídeo em que ele explica o que aconteceu com uma das garotas, cujo
estado de saúde passou por complicações, necessitando de doações de sangue e plaquetas.
A ideia de transmitir o pedido de doação através de um vídeo curto também contribuiu para viralizar a transmissão da mensagem. Em um momento em que a comunicação via redes sociais e aplicativos como o Whatsapp predomina, muitas vezes, em relação ao contato pessoal, a iniciativa foi decisiva para se alastrar para o máximo de possíveis doadores.
Corremos o risco, no entanto, de sofrer de um caso de solidariedade seletiva. Ou seja, quando a comoção sobre o caso das meninas de Castelo arrefecer, em troca da próxima tragédia que tomará as manchetes do dia, o Hemopi continuará no mesmo lugar, precisando das mesmas doações que hoje motivaram a ida de centenas de pessoas ao local. Que ajudar o próximo seja hábito, mesmo que não saibamos a triste história por trás da necessidade da solidariedade.
Disponívelem:http://noticias.oolho.com.br/noticia/editorial-que-depois-da-barbarie-a-solidariedade-nao-seja-seletiva
De acordo com o texto acima, NÃO se pode afirmar que
Questão 7 10697108
CMRJ 6° Ano - Português 2016Meu tataravô era africano é um romance que conta a história de Inácio - um menino que aprende na escola sobre a escravidão no Brasil. Preocupado com a possibilidade de seus familiares terem sido escravos, ele quer ouvir de seu avô essa história.
Inácio entrou em casa correndo, procurando seu avô:
-Mãe, mãe, cadê o vovô? Preciso multo falar com ele.
-Calma, menino! Seu avô foi comprar pão.
- Então ele vai demorar multo! Ele fica conversando com todo mundo na rua, e eu tenho que perguntar umas coisas pra ele. É um trabalho de escola.
-E seu avô vai saber responder?
- Acho que vai, é um trabalho sobre os escravos, e minha professora disse que os negros vieram da África e que, antigamente, todos os negros eram escravos. Então, se vovô é negro, ele veio da África e era escravo.
- Não, querido, Nem todos os negros vieram da África ou foram escravos. Seu avô nasceu aqui no Brasil e nunca foi escravo.
-Nunca? Mas a minha professora disse que....
-Quem veio da África e era escravo foi o bisavô do sou avô.
/.../
Na Fazenda de café
- Vô, tenho um amigo lá na escola que em todas as férias viaja para a fazenda da tia dele, que fica em São Paulo. Eu queria tanto conhecer uma fazenda! Deve ser muito bom acordar cedinho e tirar leite das vacas, não é?
-Sabe, Inácio, antigamente eu vivia dizendo que se ganhasse na loteria compraria um sitio. Agora, não tenho mais esperanças de ganhar, não. -Mas, vô, você joga na loteria?
-Já joguei, agora não jogo mais. Acho uma bobagem, não ganho mesmo.
- Vô, mas eu não queria conhecer uma fazenda do mesmo jeito que meu tataravô conheceu, não.
Minha professores contou que era muito triste a vida nas fazendas de café, a começar pela viagem, pois os escravos viajavam dias e dias a pé, e lá eram obrigados a trabalhar muito.
-Poxa, Inácio, como você é inteligente! Consegue guardar tudo nessa cabecinha. Na minha idade, não consigo aprender mais nada.
- Que é isso, vô? Tem um monte de gente da sua idade que ainda estuda, sabia? Por que você não volta a estudar?
- Ah, Inácio, acho que não dou mais pra isso, não. Não tenho mais paciência pra esse negócio de escola.
-Então, vô, você pode estudar comigo, que tal? Tudo o que minha professora de História me ensinar eu ensino pra você, combinado?
/.../
MARTINS, Georgina, TELLES, Teresa Sila. Meu tataravô era africano. São Paulo: Editora DCL, 2008, 29-30, 45-47. (fragmento adaptado)
Se não há uma pessoa igualzinha a outra, imagine entre as escolas! Veja como a escola da tirinha a seguir é diferente da de Inácio:

Disponível em: http://melf=grosscartoon.com/2013/03/11.jgp. Acesso em 28/08/2016.
Na tirinha e em Meu tataravô era africano, há tipos de escola com visões diferentes sobre a (o)
Questão 6 10697100
CMRJ 6° Ano - Português 2016Meu tataravô era africano é um romance que conta a história de Inácio - um menino que aprende na escola sobre a escravidão no Brasil. Preocupado com a possibilidade de seus familiares terem sido escravos, ele quer ouvir de seu avô essa história.
Inácio entrou em casa correndo, procurando seu avô:
-Mãe, mãe, cadê o vovô? Preciso multo falar com ele.
-Calma, menino! Seu avô foi comprar pão.
- Então ele vai demorar multo! Ele fica conversando com todo mundo na rua, e eu tenho que perguntar umas coisas pra ele. É um trabalho de escola.
-E seu avô vai saber responder?
- Acho que vai, é um trabalho sobre os escravos, e minha professora disse que os negros vieram da África e que, antigamente, todos os negros eram escravos. Então, se vovô é negro, ele veio da África e era escravo.
- Não, querido, Nem todos os negros vieram da África ou foram escravos. Seu avô nasceu aqui no Brasil e nunca foi escravo.
-Nunca? Mas a minha professora disse que....
-Quem veio da África e era escravo foi o bisavô do sou avô.
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Na Fazenda de café
- Vô, tenho um amigo lá na escola que em todas as férias viaja para a fazenda da tia dele, que fica em São Paulo. Eu queria tanto conhecer uma fazenda! Deve ser muito bom acordar cedinho e tirar leite das vacas, não é?
-Sabe, Inácio, antigamente eu vivia dizendo que se ganhasse na loteria compraria um sitio. Agora, não tenho mais esperanças de ganhar, não. -Mas, vô, você joga na loteria?
-Já joguei, agora não jogo mais. Acho uma bobagem, não ganho mesmo.
- Vô, mas eu não queria conhecer uma fazenda do mesmo jeito que meu tataravô conheceu, não.
Minha professores contou que era muito triste a vida nas fazendas de café, a começar pela viagem, pois os escravos viajavam dias e dias a pé, e lá eram obrigados a trabalhar muito.
-Poxa, Inácio, como você é inteligente! Consegue guardar tudo nessa cabecinha. Na minha idade, não consigo aprender mais nada.
- Que é isso, vô? Tem um monte de gente da sua idade que ainda estuda, sabia? Por que você não volta a estudar?
- Ah, Inácio, acho que não dou mais pra isso, não. Não tenho mais paciência pra esse negócio de escola.
-Então, vô, você pode estudar comigo, que tal? Tudo o que minha professora de História me ensinar eu ensino pra você, combinado?
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MARTINS, Georgina, TELLES, Teresa Sila. Meu tataravô era africano. São Paulo: Editora DCL, 2008, 29-30, 45-47. (fragmento adaptado)
Se não há uma pessoa igualzinha a outra, imagine entre as escolas! Veja como a escola da tirinha a seguir é diferente da de Inácio:

Disponível em: http://melf=grosscartoon.com/2013/03/11.jgp. Acesso em 28/08/2016.
Advérbios são palavras que se ligam a verbos (a adjetivos ou a outros advérbios) e informam circunstâncias de: tempo, lugar, afirmação, negação...
Na tirinha, tem valor de advérbio a expressão
Questão 5 10697062
CMRJ 6° Ano - Português 2016Meu tataravô era africano é um romance que conta a história de Inácio - um menino que aprende na escola sobre a escravidão no Brasil. Preocupado com a possibilidade de seus familiares terem sido escravos, ele quer ouvir de seu avô essa história.
Inácio entrou em casa correndo, procurando seu avô:
-Mãe, mãe, cadê o vovô? Preciso multo falar com ele.
-Calma, menino! Seu avô foi comprar pão.
- Então ele vai demorar multo! Ele fica conversando com todo mundo na rua, e eu tenho que perguntar umas coisas pra ele. É um trabalho de escola.
-E seu avô vai saber responder?
- Acho que vai, é um trabalho sobre os escravos, e minha professora disse que os negros vieram da África e que, antigamente, todos os negros eram escravos. Então, se vovô é negro, ele veio da África e era escravo.
- Não, querido, Nem todos os negros vieram da África ou foram escravos. Seu avô nasceu aqui no Brasil e nunca foi escravo.
-Nunca? Mas a minha professora disse que....
-Quem veio da África e era escravo foi o bisavô do sou avô.
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Na Fazenda de café
- Vô, tenho um amigo lá na escola que em todas as férias viaja para a fazenda da tia dele, que fica em São Paulo. Eu queria tanto conhecer uma fazenda! Deve ser muito bom acordar cedinho e tirar leite das vacas, não é?
-Sabe, Inácio, antigamente eu vivia dizendo que se ganhasse na loteria compraria um sitio. Agora, não tenho mais esperanças de ganhar, não. -Mas, vô, você joga na loteria?
-Já joguei, agora não jogo mais. Acho uma bobagem, não ganho mesmo.
- Vô, mas eu não queria conhecer uma fazenda do mesmo jeito que meu tataravô conheceu, não.
Minha professores contou que era muito triste a vida nas fazendas de café, a começar pela viagem, pois os escravos viajavam dias e dias a pé, e lá eram obrigados a trabalhar muito.
-Poxa, Inácio, como você é inteligente! Consegue guardar tudo nessa cabecinha. Na minha idade, não consigo aprender mais nada.
- Que é isso, vô? Tem um monte de gente da sua idade que ainda estuda, sabia? Por que você não volta a estudar?
- Ah, Inácio, acho que não dou mais pra isso, não. Não tenho mais paciência pra esse negócio de escola.
-Então, vô, você pode estudar comigo, que tal? Tudo o que minha professora de História me ensinar eu ensino pra você, combinado?
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MARTINS, Georgina, TELLES, Teresa Sila. Meu tataravô era africano. São Paulo: Editora DCL, 2008, 29-30, 45-47. (fragmento adaptado)
Se não há uma pessoa igualzinha a outra, imagine entre as escolas! Veja como a escola da tirinha a seguir é diferente da de Inácio:

Disponível em: http://melf=grosscartoon.com/2013/03/11.jgp. Acesso em 28/08/2016.
Na tira, o humor representado no último quadrinho foi alcançado a partir de uma situação de sala de aula, em que fica evidente o
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