Questões de EFAF História
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Questão 102 10541612
ENCCEJA* Ensino Fundamental - I, II, III e IV 2019Em 1865 a Constituição norte-americana acabou com a escravidão nos EUA, e o Estado assumiu a responsabilidade pelos libertos, garantindo registro de identidade, oferecendo terras para o cultivo e reunindo parentes que haviam se espalhado no período da escravidão. No Brasil, em 1888, com o fim da escravidão, nada foi oferecido pela Monarquia aos libertos além da liberdade — nem escolas, nem terras e muito menos direitos civis, como o registro de identidade.
PAMPLONA, M. A. Direitos suados e lembrados. Revista de História da Biblioteca Nacional, n. 66, mar. 2011 (adaptado).
O texto compara o tratamento dado aos ex-escravos, libertados com o fim da escravidão, no Brasil e nos EUA em fins do século XIX.
Comparando as ações dos dois países, os direitos dos libertos foram
Questão 21 10376427
CPM 2019Em 1548, foi implantada, no Brasil Colônia, uma forma de governo caracterizada pela centralização político-administrativa. D. João III nomeou Tomé de Sousa para ser o seu primeiro representante na colônia e a quem todos deveriam obedecer.
Esse governo foi concretizado com a
Questão 28 10336195
IFPE Subsequente 2019/2TEXTO
O que, portanto, levou os britânicos a saírem de suas trincheiras em tão grande número, perto do Natal, para apertar as mãos, rir e contar e ouvir histórias e recordações com os alemães? Talvez o mesmo conjunto de valores pelo qual estavam lutando. Alguns viam a confraternização como uma questão de cortesia tradicional. Num dia santo, saudava-se o adversário e apresentavam-se cumprimentos. [...] Esse senso de probidade e decoro, de seguir as regras do jogo – deixando o inimigo em paz no mais santo dos dias santos – constituía um elemento importante da noção britânica de fair play. O adversário continuava a ser antes um adversário que um inimigo; apenas as implicações de seus esforços eram odiadas.
EKSTEINS, M. A sagração da primavera. Trad.: Rosaura Eichenberg. 2a ed. Rio de Janeiro: Rocco, 1992, p.
161. Adaptado.
O fragmento acima pertence a uma das páginas mais dramáticas da história humana, a Primeira Guerra Mundial (1914-1918). As perdas humanas foram inimagináveis no início do conflito: cerca de 10 milhões de mortos entre militares e civis; 21 milhões de feridos; outros tantos enfraquecidos e adoentados, vítimas da chamada “economia de guerra”. Países e famílias arruinados.
A partir do texto e de seus conhecimentos, assinale a afirmativa CORRETA.
Questão 27 10336178
IFPE Subsequente 2019/2TEXTO 1
D. João VI e muitos de seus partidários sonhavam em refazer o Brasil à imagem da Europa Central. Nova Friburgo, apesar de ter fracassado, contribuiu para que as elites imaginassem o Brasil como um ímã para imigrantes, que transformariam o país em termos raciais, econômicos e culturais.
LESSER, J. A invenção da brasilidade: identidade nacional, etnicidade e políticas de imigração. Trad.: Patrícia de
Queiroz Carvalho Zimbres. São Paulo: Editora UNESP, 2015, p. 49. Adaptado
TEXTO 2
Que Paris seja aqui! Assim pensava o Prefeito Pereira Passos durante os quatro anos da sua gestão (1903-1906), uma época de Belle Époque na qual parecia que ele queria fazer do Rio de Janeiro uma Paris Tropical.
DELUIZ, Ney. Disponível em: https://espacomorgenlicht.wordpress.com/2013/09/02/o-rio-que-queria-ser-paris.
Acesso em: 07 maio 2019 (adaptado).
Sobre a sociedade brasileira do século XIX e do início do século XX, assinale a alternativa CORRETA.
Questão 5 10323088
IFPE Subsequente 2019/2TEXTO
POR QUE TODO MUNDO NÃO FALA A MESMA LÍNGUA?
(1) Porque as línguas foram surgindo nas várias regiões do mundo de forma independente. Algumas têm a mesma origem, como o hindu, o sueco, o inglês e o português. Elas vieram de uma grande língua comum, chamada proto-indo-europeu, que há milhares de anos era falada na Ásia.
(2) Esse idioma deu origem a quase todas as línguas ocidentais e algumas orientais. “Supõe-se que o indo-europeu tenha sido uma língua só, que foi se diferenciando com o tempo”, explica o professor de linguística Paulo Chagas de Souza, da Universidade de São Paulo.
(3) É que as línguas são vivas – elas se transformam com o uso. Mesmo as que vieram de uma raiz comum foram sendo modificadas pouco a pouco pela prática de cada grupo falante, que seleciona os termos adequados ao seu ambiente e à sua cultura. Os esquimós, por exemplo, criaram palavras capazes de descrever 40 tons de branco. Esses termos não fazem o menor sentido para um povo que mora no deserto, concorda?
(4) O Império Romano teve uma forte função na difusão e na construção de muitas das línguas que são faladas hoje. Naquela época, na região de Roma, falava-se o latim, uma língua derivada do proto-indo-europeu que floresceu na região do Lácio.
(5) À medida que o império avançava, conquistando novos territórios, esse idioma foi sendo imposto aos povos dominados, mas não sem sofrer influência das línguas locais, com mudanças de pronúncia e enxertos de palavras.
(6) Com o enfraquecimento do domínio dos césares, essas diferenças foram se intensificando e construindo dialetos, que se transformaram em idiomas próprios. Foi assim que surgiu o português, o italiano e o francês, por exemplo.
(7) Hoje, são faladas 7.099 línguas ao redor do mundo, segundo o compêndio Ethnologue, um livro que cataloga os idiomas do nosso planeta desde 1950. Mas a gente não ouve a maioria delas: mais de 90% dessas línguas estão na boca de apenas 6% dos habitantes da Terra. O restante da população mundial usa menos de 400 idiomas.
OLIVEIRA, Fábio. Por que todo mundo não fala a mesma língua? Disponível
em:http://super.abril.com.br/sociedade/por-que-todo-mundo-não-fala-a-mesma-lingua/amp/. Acesso em: 04 maio 2019.
Leve em conta o princípio de continuidade textual e analise as afirmações sobre as relações coesivas entre os termos do TEXTO.
I. Em “Mesmo as que vieram de uma raiz comum foram sendo modificadas” (3º parágrafo), a expressão “as” é um pronome demonstrativo que retoma o substantivo “línguas”.
II. Em “Esse idioma deu origem a quase todas as línguas ocidentais” (2º parágrafo), a expressão destacada retoma a língua “hindu”, citada no primeiro parágrafo, por meio do pronome demonstrativo “esse”.
III.Em “Esses termos não fazem o menor sentido” (3º parágrafo), a expressão grifada retoma “seu ambiente”, destacando as palavras criadas pelos esquimós.
IV. Em “À medida que o império avançava” (5º parágrafo), o substantivo grifado retoma “Império Romano” (4º parágrafo) de forma produtiva, ou seja, a repetição do substantivo não prejudica a continuidade do texto.
V. Em “Com o enfraquecimento do domínio dos césares” (6º parágrafo), o termo grifado identifica os romanos e ajuda a manter ligação no texto, garantindo sua continuidade.
Estão CORRETAS, apenas, as assertivas
Questão 28 10308133
IFPE Subsequente 2019/1Em 1793, durante a Revolução Francesa, a Convenção, eleita por sufrágio universal em setembro do anoanterior, criou a Lei dos Suspeitos. O Terror foi responsável por milhares de mortes na guilhotina. Essas pessoas foram consideradas, em geral, “inimigas da revolução”. O advogado jacobino Maximilien Robespierre foi um dos principais nomes dessa fase da Revolução. Ele defendia que o Terror só poderia ser praticado se fundamentado na virtude. Ele mesmo se autoproclamava “O Incorruptível”.
Sobre o Terror e sua moral, assinale a alternativa CORRETA.
06
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