Questões de EFAF História - Temática
1.155 Questões
Questão 11 10619963
FAETEC 2017Os negros
No mês de agosto, quando as noites eram mais quentes, nos agrupávamos ao redor de vovô para ouvi-lo contar os horrores da escravidão. Falava dos Palmares, o famoso quilombo em que os negros procuravam refugio, chefe era um negro corajoso de nome Zumbi. Que pretendia libertar os pretos. Houve um decreto: quem matasse o Zumbi ganharia duzentos mil-réis e um titulo
nobre de bardo. Mas onde é que já se viu um homem que mata assalariado receber um titulo de nobreza! Um nobre para ter valor tem que ter cultura, linhagem.
Mas com tantas celeumas em torno do negro, o negro foi ficando importante, o negro e o ouro eram coisas de grande valor. E com os debates, liberta não liberta, o português foi ficando amável com o negro. Mas não conseguia reconquista-lo, e já estava enfraquecendo-se Se era severo com negros, era criticado, perdendo sua autoridade.
Os abolicionistas instigavam os negros ano obedecer aos sinhôs. Mesmo que eles quisessem fazer um levante estariam sós, no poderiam contar com a cooperação dos seus escravos. Começaram a dar presentes aos escravos. Furavam as orelhas das negrinhas, ofereciam-lhes brincos de ouro com a pretensão de reconquistá-los. Mas já eram quase 400 anos de sofrimento.
Havia os outros que morriam com vinte e cinco anos de tristeza, porque ficaram com nojo de serem vendidos, Hoje estavam aqui, amanhã ali, como se fossem folhas espalhadas pelo vento. Eles tinham inveja das arvores que nasciam, cresciam e morriam no mesmo lugar.
Carolina Maria de Jesus
(Diário de Bitita, publicado pela Editora SESI-SP)
Sobre o sistema de escravidão, a narradora destaca o seguinte aspecto:
Questão 9 10619951
FAETEC 2017Os negros
No mês de agosto, quando as noites eram mais quentes, nos agrupávamos ao redor de vovô para ouvi-lo contar os horrores da escravidão. Falava dos Palmares, o famoso quilombo em que os negros procuravam refugio, chefe era um negro corajoso de nome Zumbi. Que pretendia libertar os pretos. Houve um decreto: quem matasse o Zumbi ganharia duzentos mil-réis e um titulo
nobre de bardo. Mas onde é que já se viu um homem que mata assalariado receber um titulo de nobreza! Um nobre para ter valor tem que ter cultura, linhagem.
Mas com tantas celeumas em torno do negro, o negro foi ficando importante, o negro e o ouro eram coisas de grande valor. E com os debates, liberta não liberta, o português foi ficando amável com o negro. Mas não conseguia reconquista-lo, e já estava enfraquecendo-se Se era severo com negros, era criticado, perdendo sua autoridade.
Os abolicionistas instigavam os negros ano obedecer aos sinhôs. Mesmo que eles quisessem fazer um levante estariam sós, no poderiam contar com a cooperação dos seus escravos. Começaram a dar presentes aos escravos. Furavam as orelhas das negrinhas, ofereciam-lhes brincos de ouro com a pretensão de reconquistá-los. Mas já eram quase 400 anos de sofrimento.
Havia os outros que morriam com vinte e cinco anos de tristeza, porque ficaram com nojo de serem vendidos, Hoje estavam aqui, amanhã ali, como se fossem folhas espalhadas pelo vento. Eles tinham inveja das arvores que nasciam, cresciam e morriam no mesmo lugar.
Carolina Maria de Jesus
(Diário de Bitita, publicado pela Editora SESI-SP)
Em uma leitura global do texto, a atitude da narradora em relação aos eventos narrados é de:
Questão 7 10619947
FAETEC 2017Para responder à questão, observe a seguinte frase:
“Mas com tantas celeumas em torno do negro, o negro foi ficando importante, o negro e o ouro eram coisas de grande valor.”
No trecho, o uso do singular em “o negro” refere-se a:
Questão 4 10587310
FAETEC 2017Os negros
No mês de agosto, quando as noites eram mais quentes, nos agrupávamos ao redor de vovô para ouvi-lo contar os horrores da escravidão. Falava dos Palmares, o famoso quilombo em que os negros procuravam refugio, chefe era um negro corajoso de nome Zumbi. Que pretendia libertar os pretos. Houve um decreto: quem matasse o Zumbi ganharia duzentos mil-réis e um titulo
nobre de bardo. Mas onde é que já se viu um homem que mata assalariado receber um titulo de nobreza! Um nobre para ter valor tem que ter cultura, linhagem.
Mas com tantas celeumas em torno do negro, o negro foi ficando importante, o negro e o ouro eram coisas de grande valor. E com os debates, liberta não liberta, o português foi ficando amável com o negro. Mas não conseguia reconquista-lo, e já estava enfraquecendo-se Se era severo com negros, era criticado, perdendo sua autoridade.
Os abolicionistas instigavam os negros ano obedecer aos sinhôs. Mesmo que eles quisessem fazer um levante estariam sós, no poderiam contar com a cooperação dos seus escravos. Começaram a dar presentes aos escravos. Furavam as orelhas das negrinhas, ofereciam-lhes brincos de ouro com a pretensão de reconquistá-los. Mas já eram quase 400 anos de sofrimento.
Havia os outros que morriam com vinte e cinco anos de tristeza, porque ficaram com nojo de serem vendidos, Hoje estavam aqui, amanhã ali, como se fossem folhas espalhadas pelo vento. Eles tinham inveja das arvores que nasciam, cresciam e morriam no mesmo lugar.
Carolina Maria de Jesus
(Diário de Bitita, publicado pela Editora SESI-SP)
No primeiro parágrafo, o ponto de exclamação marca a seguinte reação da narradora
Questão 2 10587288
FAETEC 2017Os negros
No mês de agosto, quando as noites eram mais quentes, nos agrupávamos ao redor de vovô para ouvi-lo contar os horrores da escravidão. Falava dos Palmares, o famoso quilombo em que os negros procuravam refugio, chefe era um negro corajoso de nome Zumbi. Que pretendia libertar os pretos. Houve um decreto: quem matasse o Zumbi ganharia duzentos mil-réis e um titulo
nobre de bardo. Mas onde é que já se viu um homem que mata assalariado receber um titulo de nobreza! Um nobre para ter valor tem que ter cultura, linhagem.
Mas com tantas celeumas em torno do negro, o negro foi ficando importante, o negro e o ouro eram coisas de grande valor. E com os debates, liberta não liberta, o português foi ficando amável com o negro. Mas não conseguia reconquista-lo, e já estava enfraquecendo-se Se era severo com negros, era criticado, perdendo sua autoridade.
Os abolicionistas instigavam os negros ano obedecer aos sinhôs. Mesmo que eles quisessem fazer um levante estariam sós, no poderiam contar com a cooperação dos seus escravos. Começaram a dar presentes aos escravos. Furavam as orelhas das negrinhas, ofereciam-lhes brincos de ouro com a pretensão de reconquistá-los. Mas já eram quase 400 anos de sofrimento.
Havia os outros que morriam com vinte e cinco anos de tristeza, porque ficaram com nojo de serem vendidos, Hoje estavam aqui, amanhã ali, como se fossem folhas espalhadas pelo vento. Eles tinham inveja das arvores que nasciam, cresciam e morriam no mesmo lugar.
Carolina Maria de Jesus
(Diário de Bitita, publicado pela Editora SESI-SP)
No primeiro parágrafo, uma palavra que apresenta claramente um posicionamento da narradora é
Questão 1 10587025
FAETEC 2017Os negros
No mês de agosto, quando as noites eram mais quentes, nos agrupávamos ao redor de vovô para ouvi-lo contar os horrores da escravidão. Falava dos Palmares, o famoso quilombo em que os negros procuravam refugio, chefe era um negro corajoso de nome Zumbi. Que pretendia libertar os pretos. Houve um decreto: quem matasse o Zumbi ganharia duzentos mil-réis e um titulo
nobre de bardo. Mas onde é que já se viu um homem que mata assalariado receber um titulo de nobreza! Um nobre para ter valor tem que ter cultura, linhagem.
Mas com tantas celeumas em torno do negro, o negro foi ficando importante, o negro e o ouro eram coisas de grande valor. E com os debates, liberta não liberta, o português foi ficando amável com o negro. Mas não conseguia reconquista-lo, e já estava enfraquecendo-se Se era severo com negros, era criticado, perdendo sua autoridade.
Os abolicionistas instigavam os negros ano obedecer aos sinhôs. Mesmo que eles quisessem fazer um levante estariam sós, no poderiam contar com a cooperação dos seus escravos. Começaram a dar presentes aos escravos. Furavam as orelhas das negrinhas, ofereciam-lhes brincos de ouro com a pretensão de reconquistá-los. Mas já eram quase 400 anos de sofrimento.
Havia os outros que morriam com vinte e cinco anos de tristeza, porque ficaram com nojo de serem vendidos, Hoje estavam aqui, amanhã ali, como se fossem folhas espalhadas pelo vento. Eles tinham inveja das arvores que nasciam, cresciam e morriam no mesmo lugar.
Carolina Maria de Jesus
(Diário de Bitita, publicado pela Editora SESI-SP)
Os fatos narrados no texto tem a seguinte origem:
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