Questões de EFAF História - Geral - Idade Média
118 Questões
Questão 26 435497
IFPR 2018Os romances, filmes e seriados acerca da nobreza medieval costumam transmitir uma imagem distorcida da sociedade feudal. Antes do século XII, os castelos eram de madeira e por isso, facilmente alvo de incêndios, além de serem pouco confortáveis. Posteriormente, construídos de pedras, eram escuros e frios. A alimentação dos nobres era mais farta, mas pouco variada e, de acordo com os costumes da época, os nobres não trabalhavam, apesar de terem uma vida bastante ativa dentro da sociedade cavaleiresca. Assinale a alternativa que indica a que atividades a nobreza medieval se dedicava.
Questão 26 422911
IFSul - Rio-Grandense 2018/1Guerras entre reinos feudais, como a Guerra dos Cem Anos, e revoltas de camponeses e de artesãos pela superexploração dos senhores, caracterizaram a crise do feudalismo europeu. A centralização monárquica funcionou como uma saída para àquelas dificuldades, facilitando as mudanças exigidas.
Com relação à centralização monárquica, afirma-se que o Estado pioneiro neste processo foi
Questão 25 422907
IFSul - Rio-Grandense 2018/1Idade Média é uma divisão da História da Europa, que vai do século V ao século XV, portanto, durante um período de mil anos.
Analise as seguintes afirmativas referentes à Idade Média.
I. Corresponde, exclusivamente, ao período do feudalismo e à ideia de uma civilização cristã ocidental e católica.
II. Teve, no Ocidente Europeu, seu poder político fragmentado entre senhores de terras, enquanto a Igreja de Roma detinha o poder espiritual universal.
III. Tem seu término assinalado, tradicionalmente, pela conquista de Constantinopla, pelos turcos, em 1453.
Estão corretas as afirmativas
Questão 22 422795
IFSul - Rio-Grandense 2018/2As Cruzadas foram expedições religiosas e militares organizadas pela Igreja Católica que teve suas origens no Concílio de Clermont no final do século XI.
Entre as consequências das Cruzadas para a Europa Ocidental, podemos apontar a
Questão 26 304833
IFGO 2018Leia o texto abaixo:
“A Europa medieval consumia por toda parte praticamente os mesmos alimentos e bebidas, preparados quase que da mesma maneira [...] O aristocrata, eclesiástico ou leigo, recebia de seus camponeses, pelo uso da terra, prestações em serviço e produtos agrícolas. Podia, assim, consumir de tudo. Detentor de vários senhorios, um aristocrata não se fixava numa certa terra, morando cada parte do ano numa região, onde consumia a parcela da produção local que lhe cabia. Podia, então, ter alimentos o ano todo [...] Apesar disso, o cardápio não era muito variado. Os legumes e verduras não estavam muito presentes, porque, sendo considerados produtos pouco nobres e de digestão difícil, ficavam reservados para os dias de jejum [...] A base da alimentação aristocrática era, portanto, carnívora. Carne de animais domésticos [...] Carne de caça [...] Carne de aves [...]. Carne de peixe [...] A alimentação camponesa estava baseada nos cereais, que forneciam as calorias necessárias para o esforço físico nas tarefas rurais. Cereais preparados sob a forma de papas e mingaus e especialmente de pão [...] Este acompanhamento da comida camponesa era quase sempre vegetal, de legumes e verduras cultivados no lote que cabia a cada família nas terras do senhor. A carne era rara [...] Mas era possível criar uma ou duas ovelhas e obter assim um pouco de leite e fabricar algum queijo. Também se criavam algumas galinhas e patos, consumidos em ocasiões especiais [...]”.
FRANCO JR., Hilário. A Idade Média: nascimento do Ocidente. São Paulo: Brasiliense, 2008, p. 130 e 132.
A análise dos hábitos alimentares durante a Idade Média contribui para a compreensão do cotidiano desse período, bem como das estruturas sociais. Sobre as informações contida no texto, é correto afirmar que
Questão 2 11810136
Pref. de São Paulo 7º Ano 2017/1De meia-tigela
Os senhores feudais temiam que a extensão de suas terras diminuísse com o passar das gerações, por isso concediam os seus direitos de herança ao seu filho primogênito. Com isso, os demais integrantes da prole do nobre ficavam à mercê de alguma atividade ou posto eclesiástico que lhes garantisse o sustento.
Foi justo nesse processo de exclusão sócioeconômica que a nossa “maldosa” expressão passou a ganhar a boca de vários castelos medievais lusitanos. Todo aquele filho de nobre que não herdava terras era conhecido como “fidalgo de meia-tigela”. Isso porque ele também era proibido de participar de um importante banquete ritual onde se fazia a quebra de todos os pratos, louças e tigelas que serviam as refeições. Por fim, sobrava ao pobre filho de nobre os restos de sua posição social, ou seja, as meias-tigelas.
SOUSA, Rainer. Disponível em: http://brasilescola.uol.com.br/curiosidades/de-meia-tigela.htm. Acesso em: 28 abr. 2017 (adaptado).
No segundo parágrafo, a palavra “isso” se refere
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