Questões de EFAF História - Brasil - Período Colonial
671 Questões
Questão 14 11087044
IFTM Integrados 2023/1O trabalho tem significado diferente para os povos nômades e para os que praticam a agricultura. Os índios Yanomami da Amazônia usam não mais que três horas por dia para realizar seus trabalhos cotidianos e não dão importância ao progresso tecnológico. Na imagem, vemos a preparação da pupunha para festa, na aldeia Demini, Terra Indígena Yanomami.

Fonte: https://pib.socioambiental.org/pt/Povo:Yanomami
Comparando o trabalho e a alimentação dos Yanomami descritos no enunciado com o modo de trabalhar e se alimentar dos povos indígenas nômades do Brasil Colonial, é correto afirmar que:
Questão 18 10768558
COLTEC 2023Sobre a política expansionista francesa liderada por Napoleão Bonaparte e sobre o modo como ela influenciou os processos de independência dos países da América Espanhola e da América Portuguesa, é CORRETO afirmar que a
Questão 32 10683072
CN 2º Dia - Português (Amarela) 2023Sobre a ocupação francesa no Brasil colonial, assinale a opção INCORRETA.
Questão 25 10170706
IFFar* 1° Ano - Processo Seletivo IFFar 2023A ocupação do território rio-grandense ocorreu em várias etapas. Fundadas a partir de 1626, as ____ são consideradas os primeiros povoados organizados no Rio Grande do Sul, além da ocupação original por indígenas.
Qual alternativa preenche CORRETAMENTE. a lacuna?
Questão 35 15404566
CEFET-RJ Técnico 2022Analise os documentos seguintes:
Documento 1:
“Ana Pimentel foi a primeira mulher que na América Portuguesa exerceu o cargo de governadora, com os poderes inerentes a esse cargo. (...)
Martim Afonso regressa ao reino na primeira quinzena de agosto de 1533 e irá partir para Índia em 12 de março de 1534, por três anos (que na prática foram cinco), como capitão-mor do mar, não sem ter primeiro nomeado a sua mulher, Ana Pimentel, procuradora dos seus negócios no Brasil.
E é esta fidalga, dama da rainha D. Catarina, mãe de família, habituada a trabalhos delicados e rodeada de criados, que ao saber das notícias alarmantes da sua capitania de São Vicente, quase abandonada nas mãos de inábeis administradores, constantemente atacados pelas tribos locais e pelos cobiçosos homens de Carlos V, que decide partir para o Brasil, para tratar, bem de perto, das terras de que era proprietária pelo casamento e como administradora. (...)
Ana Pimentel vai fazer prosperar, pouco a pouco, a vida em São Vicente. Consta mesmo que, na Armada em que viajou, embarcou também gado bovino - o primeiro que entrou no Brasil - e alfaias para exploração das terras, prática que foi comum na colonização portuguesa. Ela também terá provavelmente estado na origem da fundação do Hospital da Misericórdia.
(...) empenhava-se seriamente no desenvolvimento da sua donataria e era ela quem acompanhava as sementeiras, tendo introduzido ou desenvolvido o cultivo do trigo.
(...) terá permanecido entre 7 e 9 anos à frente da donataria, sendo de destacar a sua ação também no desenvolvimento da cultura do arroz e introdução da laranja”.
BOLÉO, Maria Luísa Viana de Paiva. Ana Pimentel, a primeira mulher à frente de uma capitania no brasil. Revista do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo, ano CXIX, volume XCVII, 2013, pp. 143-156
Documento 2:

Imagem do 1º donatário da capitania de São Vicente entre os anos de 1533 e 1564. In.: Sousa, Pero Lopes de. Diario da navegação da armada que foi á terra do Brasil em 1530 sob a capitania-mor de Martin Affonso de Souza.
Disponível em: http://objdigital.bn.br/objdigital2/acervo_digital/div_obrasraras/bndigital0286/ bndigital0286.pdf
O documento 2 é uma das obras que retrata o marido de Ana Pimentel, o capitão donatário Martim Afonso de Souza. Em contrapartida, imagens de Ana são raras, bem como referências a todos os seus feitos, que, somente nos últimos anos, têm sido destacados, como no texto acadêmico do documento 1.
Considerando a história da colonização portuguesa nas Américas e os documentos apresentados, podemos afirmar que:
Questão 34 15404565
CEFET-RJ Técnico 2022Leia o texto a seguir:
“É um grande equívoco acreditar que indígenas e africanos escravizados estiveram apartados nos mundos coloniais. Ao contrário, estudos demonstram que, até meados do século XVIII, as populações cativas africanas e as indígenas operavam lado a lado nas mesmas unidades, realizavam tipos de trabalho semelhantes e dividiam espaços na produção.
A imagem de substituição ou de “transição” da mão de obra indígena para aquela africana não encontra evidências históricas. Caixas do açúcar que chegavam a Lisboa, entre a segunda metade do século XVI até início do XVIII, tinham na sua origem uma produção escravista baseada nos trabalhadores indígenas e africanos”.
GOMES, Flávio & SCHWARCZ, Lilia. Indígenas e Africanos. In.: Dicionário da Escravidão e da Liberdade. São Paulo: Companhia das Letras, 2018, p. 260.
O texto acima apresenta informações importantes sobre o trabalho e a mão de obra ao longo da colonização da América Portuguesa, quando indígenas e africanos:
06
![[Marketing] Questao Topo - deslogado](https://storage.estuda.com.br/banners/0_6b7ebee90b03af1c560c73bb8bcce34a_banner_deslogado_70_dias.png)