Questões de EFAF História - Brasil - República
967 Questões
Questão 26 10679807
CN 2º Dia - Português (Amarela) 2011A Constituição ou Carta Magna é um conjunto de regras de governo, muitas vezes codificada como um documento escrito, que enumera e limita os poderes e funções de uma entidade política. No caso dos países e de suas regiões autônomas, o termo refere-se especificamente a uma Constituição que define a política fundamental, princípios políticos, estabelece a estrutura, procedimentos, poderes e direitos de um governo.
Em relação às características das diversas constituições que existiram no Brasil é correto afirmar que a Constituição de
Questão 49 10453467
IFSP 1º Ano 2011/1“Pai dos Pobres” e ” Mãe dos Ricos “ foram atributos concedidos ao presidente
Questão 48 10453462
IFSP 1º Ano 2011/1O sistema parlamentarista caracteriza em grande parte, a política européia. Há monarquia parlamentarista na Inglaterra, na Espanha, na Holanda, por exemplo ou a experiência de República parlamentar na Alemanha e na República Checa.
No Brasil, o parlamentarismo
Questão 24 620563
CTI (UNIFICADO) 2011O governo de Juscelino Kubitscheck (1956 – 1961) prometia ao povo brasileiro fazer o país crescer “cinquenta anos em cinco”. Construiu hidrelétricas e promoveu a industrialização e a modernização da economia. Durante seu governo, o Brasil viveu um período de desenvolvimento econômico, porém, ao mesmo tempo, a parte popular e com menos renda sofria com a falta de investimentos na área social.
(http://cinquentaanosemcinco.blogspot.com. Adaptado)
Indique a charge que mais se aproxima das ideias apresentadas pelo texto.
Questão 60 170565
CEFET MG 2011Analise a imagem.

A charge retrata a(o)
Questão 64 11230332
IFSP 2010/1O Brasil é um incinerador de cérebros
Cristóvam Buarque *
1 É comum o horror diante da brutalidade de dirigentes que queimam livros e prendem ou matam intelectuais como o imperador chinês Shih Huang Ti, que, 210 anos antes de Cristo, decidiu queimar todos os livros e matar todos os estudiosos do seu império.
2 Até hoje, a Inquisição horroriza o imaginário da humanidade pelo crime de destruir livros e matar intelectuais durante a Idade Média. Em Berlim, no campus da universidade Humboldt, há um local de reverência indignada no lugar onde Hitler queimou milhares de livros.
3 Mas não nos horrorizamos quando os livros são impedidos de ser escritos e os jovens de se transformarem em escritores. Indignamo-nos com a queima de livros e a prisão de escritores, mas não com a incineração de cérebros como se faz no Brasil, ao negarmos educação ao povo.
4 Pior do que queimadores de livros, somos incineradores de cérebros que escreveriam livros, se tivessem a chance de estudar. A história do Brasil é a história do impedimento de que livros sejam escritos e de que cientistas e intelectuais floresçam.
5 Quando os livros são queimados, alguns se salvam. Mas se eles não são escritos, não há o que salvar. Quando os escritores se salvam, eles escrevem outros livros, mas quando não aprendem a ler, queimamse todos os livros que poderia escrever.
6 O Brasil é um crematório de cérebros. Ao nascer, cada ser humano traz o imenso potencial de um cérebro vivo e virgem. Como um poço de energia a ser ainda construído pela educação. No Brasil, treze por cento dos adultos são analfabetos; apenas trinta e cinco por cento concluem o ensino médio; destes, só a metade tem uma educação básica com qualidade acima da média. Portanto, oitenta e dois por cento ficam impedidos de escrever e todos os livros que escreveriam são queimados antes de escritos. Como se o Brasil fosse um imenso crematório de inteligências.
7 As consequências são perfeitamente perceptíveis: basta olhar a cara da escola pública no presente para ver a cara do País no futuro. Apesar de nossos quase 200 milhões de cérebros, o quinto maior potencial intelectual do mundo, o Brasil continuará a ser um país periférico na produção de conhecimento.
8 O resultado já é visível: ineficiência, atraso, violência, desemprego, desigualdade, tolerância com a corrupção e a contravenção. Um país dividido por um muro da desigualdade que separa pobres e ricos e separado das nações desenvolvidas.
9 Durante anos, falou-se no decolar da economia. Achava-se que para um país ter futuro bastava educar uma elite, um pequeno conjunto de profissionais superiores a serviço da economia. Formamos uma minoria no ensino superior, escolhida depois de rejeitar a imensa maioria na educação de base, e perdermos o potencial das dezenas de milhões deixados para trás.
10 Ou o Brasil se educa ou fracassa: ou educamos todos ou não teremos futuro e a desigualdade continuará. Se a universidade é a fábrica do futuro, o ensino fundamental é a fábrica da universidade.
11 Sem uma professora primária que lhe tivesse ensinado as primeiras letras e as quatro operações, Albert Einstein não teria se tornado cientista. Nossos prêmios Nobel morreram antes de aprender as quatro operações.
12 Não podemos formar inteligências enquanto formos queimadores de cérebros. Não podemos melhorar a educação superior sem uma educação realmente universal e de qualidade para todos.
*Adaptado de um texto de sua autoria.
No parágrafo 02 , no trecho “Em Berlim, no campus da universidade Humboldt, há um local de reverência indignada no lugar onde Hitler queimou milhares de livros.”
A expressão destacada pode ser substituída, sem prejuízo do sentido, por
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