Questões de EFAF História
7.715 Questões
Questão 25 10194717
IFFar* 1° Ano - Processo Seletivo Integrado 2012Alguns dos povos que habitavam a América antes da chegada dos conquistadores europeus formaram grandes civilizações – chegando até mesmo a constituir impérios. Essas sociedades possuíam uma rígida organização social e religiosa, sistemas de pesos e medidas, técnica de plantio e sistemas de irrigação das lavouras, entre outras características.
Entre essas civilizações destacam-se os astecas – civilização que habitavavo (a):
Questão 5 10158715
CMJF 1° Ano - Prova de Português 2012TEXTO I
Juventude e a cidadania antecipada
Por: Pe. Zezinho
1 Eles nasceram há vinte ou dezesseis anos atrás. Enfrentam, como jovens, maiores problemas do que seus pais que hoje passam dos quarenta; sofrem maiores tentações e desafios do que seus pais sofreram; parecem mais livres e senhores de si; têm menos tabus e bandeiras; engajam-se menos: sabem alguma coisa vaga sobre o Brasil e o mundo; não despertaram ainda para a política, mas estão convidados a opinar e jogar seu peso na eleição de presidentes e de outros altos dirigentes da nação. A Constituição lhes dá esse direito. Direito que no Brasil é dever, porque, em podendo e não votando, o cidadão sofre sanções.
2 Os adolescentes e jovens abaixo de vinte anos, como os pobres e marginalizados, nunca tiveram voz neste país. Os meios de comunicação falam muito deles, mas eles mesmos não falam muito nesses meios que falam muito deles e a eles. Ajudam a comprar e a vender mais que seus pais, são um. excelente mercado de roupas, música, alimento, sapatos, livros, brinquedos, veículos leves e novidades eletrônicas. Os senhores da propaganda e do marketing sabem que eles são uma força, embora eles mesmos não tenham consciência dessa força. Às religiões assustam-se com a ideia de perdê-los, porque significaria uma baixa considerável em qualquer igreja que se preze. Além do mais, são lindos, teimosos, adoráveis, agressivos, amorosos, simpáticos, exigentes, opiniosos, e... filhos, sobrinhos, amigos, netos e ... Jovens! Quantos são? No Brasil quase toda estatística é imprecisa. Fala-se em 10 a 12 milhões de adolescentes na faixa dos 16 anos. Aventa-se em 25 milhões o número de jovens entre os 16 e 18 anos. Seria de cerca de 32 milhões o número de jovens entre os 18 e 20 anos. Não é fácil concordar com os números. Mas formariam um enorme país. E formam, de direito e fato, um enorme país adolescente, jovem e buliçoso, que está longe de ser despreocupado. Com droga, AIDS, desemprego dos pais, economia errática, violência crescente nas ruas, insegurança e raiva incontida de adultos ao seu redor, família em conflito, aborto, divórcio e quebra de valores a rondá-los todos os dias, como podem fingir que nada os atinge? São os filhos de um país sem rumo certo que nasceram num navio de refugiados econômicos, fugindo de algum problema e sem porto seguro à vista. Tudo o que escutam é que o país é maior do que o abismo e que o Brasil é viável. Não estão convencidos.
3 O resultado é palpável. Não acreditam em políticos, não mostram paixão pela política, não se orgulham de seu pais. A religião, em geral, os incomoda. Poucos aderem a grupos religiosos de adolescentes por escolha própria. Aceitam facilmente modismos estrangeiros e cantam com enorme facilidade canções que ouviram no rádio, até mesmo em inglês, que não falam, mas que conhecem de som. Os mais pobres têm seus desafogos e alienações dentro dos limites de sua enorme carência. E há os que caem vitimas da mesma violência que sofreram. Seu recurso a gangues, violência, drogas e atos antissociais são seu jeito agressivo de votar contra a sua cidade e seu pais.
4 São bons e ainda acreditam no amanhã. Precisam acreditar, se desejam ver alguma coisa de melhor neste pais. Mas receberam uma cidadania precoce, isto é, sobre suas cabeças jovens e bonitas, seus ombros juvenis e ainda despreparados, o país joga uma responsabilidade muito grande. A nação quer a opinião deles sobre negócios de Estado, mas não tem pensado muito neles. Vejam nossas grandes cidades da periferia. Onde estão as praças de esporte, o verde e o lugar onde possam expandir sua alegria e energia? Aonde pode um adolescente ir despreocupado com seus companheiros? O Brasil de 8.500 km2 constrói cidades sem espaço para crianças e adolescentes. Talvez o voto deles mude ao menos ISSO...
Disponível em: http:/Avww.catolicanet.com.br/ Acesso em 04/10/2012.
Vocabulário:
Tabu: proibição, restrição. o
Sanção: penalidades.
Aventar: fazer estimativa, hipotetizar.
Buliçoso: ativo, agitado.
Errática: sem rumo certo.
TEXTO II

Disponível em:http://www .qoogle.com.br/url?sa=t&rct=j&q=&esrc=s&source=web&cd=1&cad=rja&ved=0CCcOF|AA&url=httpW3A %2F%2 Fe-revista unioeste br%2Findex.phpY%2Ftemposhistoricos%2F article%2F download%2F4862%2F37258&eizDMyGUJ2ZFO-- x0AHsolGYDg&usg=AFO;JCNGJ380zN3by1OTM9S0C4YHuSLyhmQ. Acesso em outubro de 2012.
Os textos I e II apresentam uma visão crítica semelhante sobre o assunto em destaque.
Assinale a alternativa que confirme essa ideia:
Questão 8945845
ETECSP ETECSP 2012 2 FaseU Gerais 2012Quando falamos da cidade de Nova Iorque, uma das primeiras coisas que vem à nossa mente é a Estátua da Liberdade. Você sabe o verdadeiro nome desse monumento? Na realidade, chama-se A Liberdade iluminando o mundo, e foi, em 1886, um presente dado pelo governo francês para os Estados Unidos, que comemoravam o centenário de sua independência.
Considerando essas informações, é correto afirmar que esse monumento

Questão 8945844
ETECSP ETECSP 2012 2 FaseU Gerais 2012Em , a cidade do Rio de Janeiro recolhia, sozinha, mais impostos do que várias cidades brasileiras reunidas. A capital imperial constituía o ponto de encontro e de redistribuição da economia nacional. Metade do comércio exterior brasileiro passava pelos cais cariocas durante o século .
(ALENCASTRO, Luiz Felipe de. “Vida privada e ordem privada no Império”. In: História da vida privada no Brasil vol.2. São Paulo: Cia. das Letras, 2004, p. 24. Adaptado)
Podemos afirmar corretamente que a grande circulação de riquezas, na capital do Império,
Questão 8945843
ETECSP ETECSP 2012 2 FaseU Gerais 2012
Na segunda metade do século XIX, a Europa industrializada precisava acomodar uma população que, ano a ano, crescia. Algumas indústrias construíam vilas operárias, geralmente próximas das empresas, para que funcionários e familiares morassem. Mas, poucos trabalhadores aceitavam essa oferta, pois achavam que, quando voltassem para casa, encontrariam mais um regulamento pendurado na porta referindo-se a quase todas as suas ações da vida particular; não seriam mais, portanto, os donos em sua própria casa. Assim, muitos operários preferiam morar em bairros periféricos com pouca estrutura urbana.
(ARIÈS, Philippe & DUBY Georges. História da vida privada – Volume 4. São Paulo: Cia. das Letras, 2009, p. 293. Adaptado)
Na segunda metade do século XIX, a Europa industrializada precisava acomodar uma população que, ano a ano, crescia. Algumas indústrias construíam vilas operárias, geralmente próximas das empresas, para que funcionários e familiares morassem. Mas, poucos trabalhadores aceitavam essa oferta, pois achavam que, quando voltassem para casa, encontrariam mais um regulamento pendurado na porta referindo-se a quase todas as suas ações da vida particular; não seriam mais, portanto, os donos em sua própria casa. Assim, muitos operários preferiam morar em bairros periféricos com pouca estrutura urbana.
(ARIÈS, Philippe & DUBY Georges. História da vida privada – Volume 4. São Paulo: Cia. das Letras, 2009, p. 293. Adaptado)
Analisando as informações contidas no texto, pode-se concluir corretamente que
Questão 8945841
ETECSP ETECSP 2012 2 FaseU Gerais 2012
O historiador Sérgio Buarque de Holanda analisou as diferenças entre as cidades construídas, no início da colonização do continente sul-americano, por espanhóis e portugueses. Segundo esse autor, “para muitas nações conquistadoras, a construção de cidades foi o mais decisivo instrumento de dominação que conheceram”. Além disso, o autor observou que “ao contrário da colonização portuguesa, que foi antes de tudo litorânea, a espanhola preferiu as terras do interior e os planaltos”.
(HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. São Paulo: Cia. das Letras, 1995, p. 95-99. Adaptado)
O historiador Sérgio Buarque de Holanda analisou as diferenças entre as cidades construídas, no início da colonização do continente sul-americano, por espanhóis e portugueses. Segundo esse autor, “para muitas nações conquistadoras, a construção de cidades foi o mais decisivo instrumento de dominação que conheceram”. Além disso, o autor observou que “ao contrário da colonização portuguesa, que foi antes de tudo litorânea, a espanhola preferiu as terras do interior e os planaltos”.
(HOLANDA, Sérgio Buarque de. Raízes do Brasil. São Paulo: Cia. das Letras, 1995, p. 95-99. Adaptado)
Sobre as opções de portugueses e de espanhóis para a localização das cidades coloniais, é correto afirmar que
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