Questões de EFAF História - Brasil - República
967 Questões
Questão 59 10868816
Liceu-SP 2011"Foi uma característica da política trabalhista de Getúlio Vargas, entre 1930 e 1945,
Questão 54 10868800
Liceu-SP 2011Leia as afirmações a seguir, que se referem a dois movimentos sociais: Canudos e Contestado.
I - Ambos ocorreram em Pernambuco.
II - Apenas em Canudos havia um aspecto de religiosidade.
III - Ambos foram derrotados militarmente pelo Estado.
IV - Apenas o Contestado ocorreu na mesma década da 1ª Guerra Mundial.
Está correto o que se afirma em
Questão 8 10763574
UTFPR Verão 2011/2TEXTO PARA A QUESTÃO
Nunca mais houve eleição como aquela
Por Cristian Klein Jornal do Brasil online 14/ 11/2009
Quando a República foi proclamada, há exatamente 120 anos, uma das principais mudanças na vida do brasileiro, com o novo regime, foi poder escolher o chefe de Estado. Eleições já existiam, havia muito, para senador, deputado e outros cargos locais, desde os primórdios da colônia. Foi aqui que se realizou a primeira eleição no continente americano, antes mesmo de os Estados Unidos começarem a lançar as bases da moderna democracia ocidental. O que prova que eleição é apenas um método de escolha de representantes, como é a nomeação e a hereditariedade. Os gregos usavam o sorteio. Eleições podem ser utilizadas por regimes abertos ou fechados, como aristocracias, monarquias e ditaduras – até por uma questão de sobrevivência, para criar válvulas de escape. Mas só nas democracias o poder central também entra no jogo eleitoral. Esta era a novidade do regime inaugurado em 1889, apesar de todos os problemas iniciais do sistema fraudulento de votação da República Velha e da exclusão de boa parte da população, como as mulheres, que ganharam o direito de votar só
em 1932.
Há cravados 20 anos, esta também era a novidade na retomada do regime democrático brasileiro. Durante o período militar, o cidadão não pôde escolher candidatos para os executivos estaduais (na maior parte do tempo) e para a Presidência da República (em toda a ditadura). Em 1982, restabeleceram-se as eleições para governador. E, finalmente, em 15 de novembro de 1989, o povo voltava às urnas para escolher o presidente, depois de 29 anos. (...) Nada tão distante da indiferença e do pragmatismo com que as atuais eleições são disputadas. O que é natural. Hoje, baixada a poeira, eleitos sucessivos presidentes, feita a alternância do poder, realizadas as políticas públicas de cada governo, julga-se pelo que se fez. Olha-se para o passado. Em 1989, só havia futuro. Mais do que nunca, a ficção, presente no discurso de qual- quer campanha eleitoral, era a matéria-prima de candidatos e partidos.
Ficção, imaginário, símbolos. Numa disputa pouco estruturada em torno de partidos – ainda incipientes e sem realizações prévias – os parâmetros eram quase que essencialmente os atributos pessoais dos candidatos. (...)
A eleição de 1989, pelo caráter reinaugural, repleta de candidatos, mais de 20, de todos os portes – novos e velhos, relevantes e nanicos, da extrema esquerda à extrema direita – foi totalmente atípica, o que faz com que frequentemente seja evitada em análises políticas. (...) A emoção dava a tônica. Os jingles embalavam. (...) Os debates eram acalorados. Os xingamentos, tão comuns que dispensavam a civilidade de direitos de respostas. A democracia voltava e gritava. Nunca mais houve uma eleição como a de 1989.
“Foi aqui que se realizou a primeira eleição no continente americano, antes mesmo de os Estados Unidos começarem a lançar as bases da moderna democracia ocidental. O que prova que eleição é apenas um método de escolha de representantes, como é a nomeação e a hereditariedade. Os gregos usavam o sorteio. Eleições podem ser utilizadas por regimes abertos ou fechados, como aristocracias, monarquias e ditaduras – até por uma questão de sobrevivência, para criar válvulas de escape. Mas só nas democracias o poder central também entra no jogo eleitoral.”
Depreende-se do texto acima que:
I) eleições não são uma marca única da democracia.
II) nas democracias, as eleições servem também para escolher os líderes centrais, enquanto nas aristocracias e monarquias, estes são escolhidos por hereditariedade ou nomeação.
III) regimes abertos ou fechados se utilizam do mecanismo da eleição como forma de manutenção do poder.
Está(ão) correta(s) apenas:
Questão 7 10763553
UTFPR Verão 2011/2TEXTO PARA A QUESTÃO
Nunca mais houve eleição como aquela
Por Cristian Klein Jornal do Brasil online 14/ 11/2009
Quando a República foi proclamada, há exatamente 120 anos, uma das principais mudanças na vida do brasileiro, com o novo regime, foi poder escolher o chefe de Estado. Eleições já existiam, havia muito, para senador, deputado e outros cargos locais, desde os primórdios da colônia. Foi aqui que se realizou a primeira eleição no continente americano, antes mesmo de os Estados Unidos começarem a lançar as bases da moderna democracia ocidental. O que prova que eleição é apenas um método de escolha de representantes, como é a nomeação e a hereditariedade. Os gregos usavam o sorteio. Eleições podem ser utilizadas por regimes abertos ou fechados, como aristocracias, monarquias e ditaduras – até por uma questão de sobrevivência, para criar válvulas de escape. Mas só nas democracias o poder central também entra no jogo eleitoral. Esta era a novidade do regime inaugurado em 1889, apesar de todos os problemas iniciais do sistema fraudulento de votação da República Velha e da exclusão de boa parte da população, como as mulheres, que ganharam o direito de votar só
em 1932.
Há cravados 20 anos, esta também era a novidade na retomada do regime democrático brasileiro. Durante o período militar, o cidadão não pôde escolher candidatos para os executivos estaduais (na maior parte do tempo) e para a Presidência da República (em toda a ditadura). Em 1982, restabeleceram-se as eleições para governador. E, finalmente, em 15 de novembro de 1989, o povo voltava às urnas para escolher o presidente, depois de 29 anos. (...) Nada tão distante da indiferença e do pragmatismo com que as atuais eleições são disputadas. O que é natural. Hoje, baixada a poeira, eleitos sucessivos presidentes, feita a alternância do poder, realizadas as políticas públicas de cada governo, julga-se pelo que se fez. Olha-se para o passado. Em 1989, só havia futuro. Mais do que nunca, a ficção, presente no discurso de qual- quer campanha eleitoral, era a matéria-prima de candidatos e partidos.
Ficção, imaginário, símbolos. Numa disputa pouco estruturada em torno de partidos – ainda incipientes e sem realizações prévias – os parâmetros eram quase que essencialmente os atributos pessoais dos candidatos. (...)
A eleição de 1989, pelo caráter reinaugural, repleta de candidatos, mais de 20, de todos os portes – novos e velhos, relevantes e nanicos, da extrema esquerda à extrema direita – foi totalmente atípica, o que faz com que frequentemente seja evitada em análises políticas. (...) A emoção dava a tônica. Os jingles embalavam. (...) Os debates eram acalorados. Os xingamentos, tão comuns que dispensavam a civilidade de direitos de respostas. A democracia voltava e gritava. Nunca mais houve uma eleição como a de 1989.
Segundo o texto:
Questão 40 10739543
CEDAF 2011Para a maioria dos analistas, a Constituição de 1988 é a mais democrática de todas que o Brasil já teve. Ela apresenta algumas novidades importantes em relação à Constituição imposta pela ditadura militar.
Assinale a alternativa que apresenta uma informação que NÃO está prevista na Constituição de 1988:
Questão 39 10739541
CEDAF 2011De 1964 a 1985, o Brasil viveu uma ditadura militar, num período que ficou conhecido como os “anos de chumbo”. Anos pesados para o povo brasileiro.
Sobre esse período, é INCORRETO afirmar que:
06
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