Estuda.com Estuda.com
  • Meu painel
  • Treinar
      Questões
    • Questões
    • Lista de exercícios
    • Provas
    • Simulados TRI
    • Simulados
    • Redações
    • Temas de redações
  • Estudar
      Plano de estudo
    • Cronograma de Estudos
    • Trilha de Estudo
    • Aulas
    • Videoaulas
    • Aulas ao vivo
    • Inteligência Artificial
    • Plano Adaptativo (via IA)
    • Duda IA
    • Conteúdos Gratuitos
    • Blogs e Ebooks
    • Resumos
  • Desempenho
      Desempenho
    • Meu Desempenho
    • Raio-X ENEM
    • Simulador SISU
  • Desafios
      Desafios
    • Ranking
    • Medalhas
    • Desafios da Duda
  • Login Criar conta grátis
    Estuda.com
  • Login Criar conta grátis

  • Meu painel
  • Treinar
      Questões
    • Questões
    • Lista de exercícios
    • Provas
    • Simulados TRI
    • Simulados
    • Redações
    • Temas de redações
  • Estudar
      Plano de estudo
    • Cronograma de Estudos
    • Trilha de Estudo
    • Aulas
    • Videoaulas
    • Aulas ao vivo
    • Inteligência Artificial
    • Plano Adaptativo (via IA)
    • Duda IA
    • Conteúdos Gratuitos
    • Blogs e Ebooks
    • Resumos
  • Desempenho
      Desempenho
    • Meu Desempenho
    • Raio-X ENEM
    • Simulador SISU
  • Desafios
      Desafios
    • Ranking
    • Medalhas
    • Desafios da Duda

  • Notificações 20
    • ⚠️⚠️⚠️ EI, VOCÊ JÁ COMEÇOU O SIMULADO?
      É sua chance de descobrir sua nota no modelo TRI e concorrer a uma bolsa 100% da Estuda.
    • 🚨🚨🚨 NOTÍCIA URGENTE!
      Assine hoje com 30% OFF e ganhe a Apostila Assuntos que mais caem no Enem. Use cupom ENEM!
    • 🚨 2º SIMULADO ENEM DISPONÍVEL, VEMMMM
      Realize as provas do 2º Simulado Enem 2026 e teste seu desempenho para a prova oficial.
    • 🤔 Se o Enem fosse hoje...
      Qual seria sua nota? Participe do 2º Simulado Enem 2026, receba seu diagnóstico e descubra
    • 🎁 R$ 263 OFF LIBERADO SÓ PARA VOCÊ!
      Resgate HOJE e LEVE DE GRAÇA a Apostila Assuntos que mais caem no Enem. ÚLTIMOS DIAS!
    • 🚨 PRESENTÃO EXCLUSIVO PRA VOCÊ!
      R$ 307 DE DESCONTO nos nossos planos + ALMANAQUE ENEM DE GRAÇA. Válido só HOJE. Corre!
    • 🚨 URGENTE!!!
      Você GANHOU R$ 281 OFF + Manual de Redação Enem 2026. Últimos dias para resgatar, corre!
    • ⚠️ ÚLTIMO DIAAAA DO 08.08 ESTENDIDO
      Você só tem até às 23h59 de HOJE pra resgatar 50% OFF no seu plano preferido. Vai ignorar?
    • 🚨🚨🚨 ACABANDO EM BREVE...
      Correeee que tá acabando sua chance de assinar um dos nossos planos com 50% DE DESCONTO!
    • 😱 APROVAÇÃO NO ENEM = 50% DE DESCONTO!
      É quase uma Black Friday antecipada. Corre pra assinar seu plano com 50% DE DESCONTO!
    • 😱 DESCONTAÇO DO 08.08!
      Por tempo limitado, você tem 50% OFF para assinar o PLANO da sua APROVAÇÃO no Enem. Corre!
    • 👀 Coloque alarme pra amanhã!
      Nosso 08.08 vem com uma condição ANTECIPADA, IMPERDÍVEL e EXCLUSIVA pra você. Não perde!
    • 🎁 PRESENTE PRA VOCÊ!
      35% OFF + Manual de Redação Enem 2026 no plano Aprovado com acesso até o fim do ano!
    • 🟢 A SEGUNDA AULA DO DIA COMEÇOU!
      O prof. Fernando está AO VIVO ensinando como passar no Enem em 100 dias, vem!
    • 🚨🚨🚨 O PROFINHO ESTÁ AO VIVO!
      Corre no YouTube pra conferir os 7 repertórios para TODOS os temas da redação do Enem 2026
    • 🟢 ESTAMOS AO VIVO, VEM!
      Clique no link e participe da aula de Mindfulness e Meditação Guiada antes do aulão!
    • ⚠️ AO VIVO EM 15 MINUTOS!
      17h30 entramos ao vivo no YouTube com Mindfulness + 7 repertórios de Redação, não perde!
    • 😔 Acho que você tá esquecendo algo...
      Seu desconto de 35% OFF + 3 APOSTILAS DE PRESENTE acaba às 23h59 e você vai MESMO perder?
    • 👀 VAI IGNORAR MESMO R$ 307 DE DESCONTO?
      Use o cupom FERIAS e desbloqueie TRÊS BENEFÍCIOS EXTRAS AGORA! Último dia!!!
    • 🚨 OFERTA RELÂMPAGO VÁLIDA ATÉ AMANHÃ!
      Assine seu plano preferido com 35% OFF e GANHE uma apostila com TOP Temas de Redação!
    • Marcar tudo como lido
Cadastre-se grátis e treine com questões, provas, exercícios e muito mais → CADASTRAR AGORA
Descubra um novo jeito de estudar com a Estuda.com
Já tenho conta Criar conta
Google
- A senha deve conter no mínimo 5 caracteres.
*Usaremos o número de WhatsApp fornecido para contatos referentes a sua compra e/ou comunicações sobre o plano adquirido.
Ao fazer seu cadastro você concorda com nossos Termos de uso e Políticas da Estuda.com
Google
*Usaremos o número de WhatsApp fornecido para contatos referentes a sua compra e/ou comunicações sobre o plano adquirido.
Esqueceu a senha?
[Marketing] Questao Topo - deslogado

Questões de EFAF História - Fundamentos da História e historiografia

Filtro rápido

108 Questões

Marca Texto
Modo Escuro
Fonte

Questão 12 15458922
Fácil 00:00

EPSJV Técnico em Saúde 2019
  • EFAF História
  • Sugira
  • Fundamentos da História e historiografia Temática
  • Africanos e afrodescendentes Patrimônio Histórico
  • Exibir tags
Resolução comentada

TEXTO

 

    Em 14 de maio de 2014, a exposição “Kumbukumbu – África, Memória e Patrimônio” foi aberta ao público no Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Para auxiliar o entendimento da organização da exposição durante as visitas, em especial, guiadas, a equipe do Setor de Etnologia e Etnografia (SEE) publicou o guia “Conhecendo a Exposição Kumbukumbu do Museu Nacional”. Nesta publicação, podemos ler:

    A sala da exposição de longa duração do Museu Nacional destinada aos objetos africanos, agora denominada Kumbukumbu: África, memória e patrimônio, apresenta um acervo diversificado de objetos adquiridos por meio de doações, compras e permutas. Além da beleza e do significado antropológico das peças, a coleção tem ainda uma importância histórica por ser um dos mais antigos acervos africanos do Brasil. São objetos trazidos de diferentes partes do continente entre 1810 e 1940, acrescidos de outros que pertenceram ou foram produzidos por africanos ou seus descendentes diretos no Brasil entre 1880 e 1950. A palavra Kumbukumbu foi escolhida para nomear a exposição porque na língua swahili, uma das mais faladas no continente africano, pode ser traduzida por memória e patrimônio. Ao comentar a palavra Kumbukumbu a partir de sua experiência pessoal, um estudante da Tanzânia chamado Gatera Mudahizi Maurice explicou, também em swahili, o significado da palavra:

    Kumbukumbu é uma palavra swahili que significa memória ou o ato de colecionar. Como a história é considerada o estudo do passado, historiadores coletam itens do passado de diferentes fontes. Todas as coleções e documentações dos acontecimentos passados reunidas formam um museu que, basicamente significa Kumbukumbu. As exposições dos museus são usadas para mostrar as memórias e as coleções de acontecimentos passados. Kumbukumbu nos faz lembrar o passado que nos dá um caminho para o futuro. A Tanzânia, por exemplo, tem um grande número de museus que mostram muitas memórias do passado.

 

    Essa exposição traz a público, portanto, exemplos do patrimônio material africano e nos ajuda a conhecer a história de grupos que habitaram aquele continente. O elo com o passado dos povos africanos é construído através da pesquisa histórica e antropológica, hoje realizada pela equipe do Setor de Etnologia e Etnografia, que embasa e sustenta o presente trabalho e as informações aqui apresentadas.

    A presença de africanos e de seus descendentes no Brasil está marcada pela violência da escravidão e pelo pós-abolição. A última vitrine da exposição trata do modo como os africanos se instalaram e recriaram seu mundo a partir do final do século XIX, em particular na Bahia e no Rio de Janeiro. A vitrine está dividida em três segmentos: as apreensões da Polícia da Corte, a coleção Heloísa Alberto Torres e os estudos recentes produzidos no Museu Nacional. O primeiro segmento mostra objetos que pertenceram aos antigos candomblés do Rio de Janeiro conhecidos como zungus ou casas de dar fortuna. Ali se cultuavam inkices (bantu), orixás (yorubá) e voduns (jêjemahi). Perseguidas pela polícia, as casas eram invadidas e tinham seus objetos confiscados e levados às delegacias como provas materiais da prática de rituais alegadamente proibidos. Os frequentadores dessas casas eram perseguidos e presos. Sabendo da existência desses objetos no depósito da Polícia da Corte, o então diretor do Museu Nacional, Ladislau Netto, interessou-se por eles e passou a pedir que lhe fossem enviados para estudo. Na década de 1880, o Museu Nacional formou uma coleção que guarda as antigas técnicas de metalurgia e o conhecimento da arte da escultura em madeira, exemplos materiais das práticas religiosas dessa última geração de africanos e de seus descendentes diretos.

    O segundo segmento apresenta uma coleção de objetos do Candomblé Nagô da Bahia formada pela antropóloga Heloísa Alberto Torres, então diretora do Museu Nacional, em 1940 e complementada em 1953. O candomblé nagô foi elaborado por africanos escravizados de língua yorubá trazidos para a Bahia. As esculturas em madeira representando os orixás foram esculpidas pelo artesão José Afonso de Santa Isabel. Além das esculturas, integram a coleção um agogô, instrumento bastante difundido na África Ocidental, duas bonecas vestidas à moda das mulheres da Bahia nos anos de 1940 e alguns “banquinhos de igreja” que, no candomblé nagô, eram de uso das pessoas de menor hierarquia (a yalorixá ou mãe de santo, por exemplo, senta-se em uma grande cadeira).

    O último segmento desta vitrine apresenta alguns trabalhos recentemente produzidos no Museu Nacional relativos a temas da presença africana no Brasil. Além do Setor de Etnologia e Etnografia, que organizou a exposição e vem desenvolvendo estudos sobre algumas coleções, destacamos as pesquisas do Setor de Antropologia Biológica, do Laboratório de Arqueologia (Casa de Pedras) e do Laboratório de Pesquisas em Etnicidade, Cultura e Desenvolvimento (LACED).

(...)

    A vitrine se encerra exibindo um conjunto de três objetos de procedência não identificada a fim de exemplificar a dimensão do que ainda desconhecemos dos muitos caminhos que percorreram os objetos que hoje compõem a coleção Africana do Museu Nacional. Trata-se de um exemplar de um opelé ifá e de dois edans usados por grupos yorubá. A ausência de informações mais completas deixa em aberto um arco de dúvidas e de questionamentos que só a continuidade da pesquisa poderá responder. Por isso, além de ser um lugar de guarda do passado, um museu é também uma instituição de pesquisa, voltada para o futuro e para a produção de novos conhecimentos.

(Disponível em http://www.museunacional.ufrj.br/dir/exposicoes/etnologia/LivroKumbukumbu.pdf, acessoem 14/06/2018)

 

Glossário
- inkices, orixás e voduns: são divindades do candomblé denominadas de acordo com cada grupo étnico, a saber: bantu, yorubá e jêjemahi.
- opelé ifá: colar aberto composto de um fio trançado de palha-da-costa ou fio de algodão.
- edans: símbolo usado em torno do pescoço.

Em “a yalorixá ou mãe de santo, por exemplo, senta-se em uma grande cadeira”, a função do item sublinhado é a de:

Ver comentários

Questão 11 15458917
Fácil 00:00

EPSJV Técnico em Saúde 2019
  • EFAF História
  • Sugira
  • Fundamentos da História e historiografia Temática
  • Africanos e afrodescendentes Patrimônio Histórico
  • Exibir tags
Resolução comentada

TEXTO

 

    Em 14 de maio de 2014, a exposição “Kumbukumbu – África, Memória e Patrimônio” foi aberta ao público no Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Para auxiliar o entendimento da organização da exposição durante as visitas, em especial, guiadas, a equipe do Setor de Etnologia e Etnografia (SEE) publicou o guia “Conhecendo a Exposição Kumbukumbu do Museu Nacional”. Nesta publicação, podemos ler:

    A sala da exposição de longa duração do Museu Nacional destinada aos objetos africanos, agora denominada Kumbukumbu: África, memória e patrimônio, apresenta um acervo diversificado de objetos adquiridos por meio de doações, compras e permutas. Além da beleza e do significado antropológico das peças, a coleção tem ainda uma importância histórica por ser um dos mais antigos acervos africanos do Brasil. São objetos trazidos de diferentes partes do continente entre 1810 e 1940, acrescidos de outros que pertenceram ou foram produzidos por africanos ou seus descendentes diretos no Brasil entre 1880 e 1950. A palavra Kumbukumbu foi escolhida para nomear a exposição porque na língua swahili, uma das mais faladas no continente africano, pode ser traduzida por memória e patrimônio. Ao comentar a palavra Kumbukumbu a partir de sua experiência pessoal, um estudante da Tanzânia chamado Gatera Mudahizi Maurice explicou, também em swahili, o significado da palavra:

    Kumbukumbu é uma palavra swahili que significa memória ou o ato de colecionar. Como a história é considerada o estudo do passado, historiadores coletam itens do passado de diferentes fontes. Todas as coleções e documentações dos acontecimentos passados reunidas formam um museu que, basicamente significa Kumbukumbu. As exposições dos museus são usadas para mostrar as memórias e as coleções de acontecimentos passados. Kumbukumbu nos faz lembrar o passado que nos dá um caminho para o futuro. A Tanzânia, por exemplo, tem um grande número de museus que mostram muitas memórias do passado.

 

    Essa exposição traz a público, portanto, exemplos do patrimônio material africano e nos ajuda a conhecer a história de grupos que habitaram aquele continente. O elo com o passado dos povos africanos é construído através da pesquisa histórica e antropológica, hoje realizada pela equipe do Setor de Etnologia e Etnografia, que embasa e sustenta o presente trabalho e as informações aqui apresentadas.

    A presença de africanos e de seus descendentes no Brasil está marcada pela violência da escravidão e pelo pós-abolição. A última vitrine da exposição trata do modo como os africanos se instalaram e recriaram seu mundo a partir do final do século XIX, em particular na Bahia e no Rio de Janeiro. A vitrine está dividida em três segmentos: as apreensões da Polícia da Corte, a coleção Heloísa Alberto Torres e os estudos recentes produzidos no Museu Nacional. O primeiro segmento mostra objetos que pertenceram aos antigos candomblés do Rio de Janeiro conhecidos como zungus ou casas de dar fortuna. Ali se cultuavam inkices (bantu), orixás (yorubá) e voduns (jêjemahi). Perseguidas pela polícia, as casas eram invadidas e tinham seus objetos confiscados e levados às delegacias como provas materiais da prática de rituais alegadamente proibidos. Os frequentadores dessas casas eram perseguidos e presos. Sabendo da existência desses objetos no depósito da Polícia da Corte, o então diretor do Museu Nacional, Ladislau Netto, interessou-se por eles e passou a pedir que lhe fossem enviados para estudo. Na década de 1880, o Museu Nacional formou uma coleção que guarda as antigas técnicas de metalurgia e o conhecimento da arte da escultura em madeira, exemplos materiais das práticas religiosas dessa última geração de africanos e de seus descendentes diretos.

    O segundo segmento apresenta uma coleção de objetos do Candomblé Nagô da Bahia formada pela antropóloga Heloísa Alberto Torres, então diretora do Museu Nacional, em 1940 e complementada em 1953. O candomblé nagô foi elaborado por africanos escravizados de língua yorubá trazidos para a Bahia. As esculturas em madeira representando os orixás foram esculpidas pelo artesão José Afonso de Santa Isabel. Além das esculturas, integram a coleção um agogô, instrumento bastante difundido na África Ocidental, duas bonecas vestidas à moda das mulheres da Bahia nos anos de 1940 e alguns “banquinhos de igreja” que, no candomblé nagô, eram de uso das pessoas de menor hierarquia (a yalorixá ou mãe de santo, por exemplo, senta-se em uma grande cadeira).

    O último segmento desta vitrine apresenta alguns trabalhos recentemente produzidos no Museu Nacional relativos a temas da presença africana no Brasil. Além do Setor de Etnologia e Etnografia, que organizou a exposição e vem desenvolvendo estudos sobre algumas coleções, destacamos as pesquisas do Setor de Antropologia Biológica, do Laboratório de Arqueologia (Casa de Pedras) e do Laboratório de Pesquisas em Etnicidade, Cultura e Desenvolvimento (LACED).

(...)

    A vitrine se encerra exibindo um conjunto de três objetos de procedência não identificada a fim de exemplificar a dimensão do que ainda desconhecemos dos muitos caminhos que percorreram os objetos que hoje compõem a coleção Africana do Museu Nacional. Trata-se de um exemplar de um opelé ifá e de dois edans usados por grupos yorubá. A ausência de informações mais completas deixa em aberto um arco de dúvidas e de questionamentos que só a continuidade da pesquisa poderá responder. Por isso, além de ser um lugar de guarda do passado, um museu é também uma instituição de pesquisa, voltada para o futuro e para a produção de novos conhecimentos.

(Disponível em http://www.museunacional.ufrj.br/dir/exposicoes/etnologia/LivroKumbukumbu.pdf, acessoem 14/06/2018)

 

Glossário
- inkices, orixás e voduns: são divindades do candomblé denominadas de acordo com cada grupo étnico, a saber: bantu, yorubá e jêjemahi.
- opelé ifá: colar aberto composto de um fio trançado de palha-da-costa ou fio de algodão.
- edans: símbolo usado em torno do pescoço.

Os termos sublinhados em “A palavra Kumbukumbu foi escolhida para nomear a exposição...” e “O candomblé nagô foi elaborado por africanos escravizados...” possuem, respectivamente, o sentido de:

Ver comentários

Questão 10 15458910
Fácil 00:00

EPSJV Técnico em Saúde 2019
  • EFAF História
  • Sugira
  • Fundamentos da História e historiografia Temática
  • Africanos e afrodescendentes Patrimônio Histórico
  • Exibir tags
Resolução comentada

TEXTO

 

    Em 14 de maio de 2014, a exposição “Kumbukumbu – África, Memória e Patrimônio” foi aberta ao público no Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Para auxiliar o entendimento da organização da exposição durante as visitas, em especial, guiadas, a equipe do Setor de Etnologia e Etnografia (SEE) publicou o guia “Conhecendo a Exposição Kumbukumbu do Museu Nacional”. Nesta publicação, podemos ler:

    A sala da exposição de longa duração do Museu Nacional destinada aos objetos africanos, agora denominada Kumbukumbu: África, memória e patrimônio, apresenta um acervo diversificado de objetos adquiridos por meio de doações, compras e permutas. Além da beleza e do significado antropológico das peças, a coleção tem ainda uma importância histórica por ser um dos mais antigos acervos africanos do Brasil. São objetos trazidos de diferentes partes do continente entre 1810 e 1940, acrescidos de outros que pertenceram ou foram produzidos por africanos ou seus descendentes diretos no Brasil entre 1880 e 1950. A palavra Kumbukumbu foi escolhida para nomear a exposição porque na língua swahili, uma das mais faladas no continente africano, pode ser traduzida por memória e patrimônio. Ao comentar a palavra Kumbukumbu a partir de sua experiência pessoal, um estudante da Tanzânia chamado Gatera Mudahizi Maurice explicou, também em swahili, o significado da palavra:

    Kumbukumbu é uma palavra swahili que significa memória ou o ato de colecionar. Como a história é considerada o estudo do passado, historiadores coletam itens do passado de diferentes fontes. Todas as coleções e documentações dos acontecimentos passados reunidas formam um museu que, basicamente significa Kumbukumbu. As exposições dos museus são usadas para mostrar as memórias e as coleções de acontecimentos passados. Kumbukumbu nos faz lembrar o passado que nos dá um caminho para o futuro. A Tanzânia, por exemplo, tem um grande número de museus que mostram muitas memórias do passado.

 

    Essa exposição traz a público, portanto, exemplos do patrimônio material africano e nos ajuda a conhecer a história de grupos que habitaram aquele continente. O elo com o passado dos povos africanos é construído através da pesquisa histórica e antropológica, hoje realizada pela equipe do Setor de Etnologia e Etnografia, que embasa e sustenta o presente trabalho e as informações aqui apresentadas.

    A presença de africanos e de seus descendentes no Brasil está marcada pela violência da escravidão e pelo pós-abolição. A última vitrine da exposição trata do modo como os africanos se instalaram e recriaram seu mundo a partir do final do século XIX, em particular na Bahia e no Rio de Janeiro. A vitrine está dividida em três segmentos: as apreensões da Polícia da Corte, a coleção Heloísa Alberto Torres e os estudos recentes produzidos no Museu Nacional. O primeiro segmento mostra objetos que pertenceram aos antigos candomblés do Rio de Janeiro conhecidos como zungus ou casas de dar fortuna. Ali se cultuavam inkices (bantu), orixás (yorubá) e voduns (jêjemahi). Perseguidas pela polícia, as casas eram invadidas e tinham seus objetos confiscados e levados às delegacias como provas materiais da prática de rituais alegadamente proibidos. Os frequentadores dessas casas eram perseguidos e presos. Sabendo da existência desses objetos no depósito da Polícia da Corte, o então diretor do Museu Nacional, Ladislau Netto, interessou-se por eles e passou a pedir que lhe fossem enviados para estudo. Na década de 1880, o Museu Nacional formou uma coleção que guarda as antigas técnicas de metalurgia e o conhecimento da arte da escultura em madeira, exemplos materiais das práticas religiosas dessa última geração de africanos e de seus descendentes diretos.

    O segundo segmento apresenta uma coleção de objetos do Candomblé Nagô da Bahia formada pela antropóloga Heloísa Alberto Torres, então diretora do Museu Nacional, em 1940 e complementada em 1953. O candomblé nagô foi elaborado por africanos escravizados de língua yorubá trazidos para a Bahia. As esculturas em madeira representando os orixás foram esculpidas pelo artesão José Afonso de Santa Isabel. Além das esculturas, integram a coleção um agogô, instrumento bastante difundido na África Ocidental, duas bonecas vestidas à moda das mulheres da Bahia nos anos de 1940 e alguns “banquinhos de igreja” que, no candomblé nagô, eram de uso das pessoas de menor hierarquia (a yalorixá ou mãe de santo, por exemplo, senta-se em uma grande cadeira).

    O último segmento desta vitrine apresenta alguns trabalhos recentemente produzidos no Museu Nacional relativos a temas da presença africana no Brasil. Além do Setor de Etnologia e Etnografia, que organizou a exposição e vem desenvolvendo estudos sobre algumas coleções, destacamos as pesquisas do Setor de Antropologia Biológica, do Laboratório de Arqueologia (Casa de Pedras) e do Laboratório de Pesquisas em Etnicidade, Cultura e Desenvolvimento (LACED).

(...)

    A vitrine se encerra exibindo um conjunto de três objetos de procedência não identificada a fim de exemplificar a dimensão do que ainda desconhecemos dos muitos caminhos que percorreram os objetos que hoje compõem a coleção Africana do Museu Nacional. Trata-se de um exemplar de um opelé ifá e de dois edans usados por grupos yorubá. A ausência de informações mais completas deixa em aberto um arco de dúvidas e de questionamentos que só a continuidade da pesquisa poderá responder. Por isso, além de ser um lugar de guarda do passado, um museu é também uma instituição de pesquisa, voltada para o futuro e para a produção de novos conhecimentos.

(Disponível em http://www.museunacional.ufrj.br/dir/exposicoes/etnologia/LivroKumbukumbu.pdf, acessoem 14/06/2018)

 

Glossário
- inkices, orixás e voduns: são divindades do candomblé denominadas de acordo com cada grupo étnico, a saber: bantu, yorubá e jêjemahi.
- opelé ifá: colar aberto composto de um fio trançado de palha-da-costa ou fio de algodão.
- edans: símbolo usado em torno do pescoço.

Nos trechos “O primeiro segmento mostra objetos (...)”, “O segundo segmento apresenta uma coleção de objetos (...)”, “O último segmento desta vitrine apresenta alguns trabalhos (...), o recurso linguístico utilizado com valor atemporal para explicar a composição de cada segmento é:

Ver comentários

Questão 9 15458903
Fácil 00:00

EPSJV Técnico em Saúde 2019
  • EFAF História
  • Sugira
  • Fundamentos da História e historiografia Temática
  • Africanos e afrodescendentes Patrimônio Histórico
  • Exibir tags
Resolução comentada

TEXTO

 

    Em 14 de maio de 2014, a exposição “Kumbukumbu – África, Memória e Patrimônio” foi aberta ao público no Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Para auxiliar o entendimento da organização da exposição durante as visitas, em especial, guiadas, a equipe do Setor de Etnologia e Etnografia (SEE) publicou o guia “Conhecendo a Exposição Kumbukumbu do Museu Nacional”. Nesta publicação, podemos ler:

    A sala da exposição de longa duração do Museu Nacional destinada aos objetos africanos, agora denominada Kumbukumbu: África, memória e patrimônio, apresenta um acervo diversificado de objetos adquiridos por meio de doações, compras e permutas. Além da beleza e do significado antropológico das peças, a coleção tem ainda uma importância histórica por ser um dos mais antigos acervos africanos do Brasil. São objetos trazidos de diferentes partes do continente entre 1810 e 1940, acrescidos de outros que pertenceram ou foram produzidos por africanos ou seus descendentes diretos no Brasil entre 1880 e 1950. A palavra Kumbukumbu foi escolhida para nomear a exposição porque na língua swahili, uma das mais faladas no continente africano, pode ser traduzida por memória e patrimônio. Ao comentar a palavra Kumbukumbu a partir de sua experiência pessoal, um estudante da Tanzânia chamado Gatera Mudahizi Maurice explicou, também em swahili, o significado da palavra:

    Kumbukumbu é uma palavra swahili que significa memória ou o ato de colecionar. Como a história é considerada o estudo do passado, historiadores coletam itens do passado de diferentes fontes. Todas as coleções e documentações dos acontecimentos passados reunidas formam um museu que, basicamente significa Kumbukumbu. As exposições dos museus são usadas para mostrar as memórias e as coleções de acontecimentos passados. Kumbukumbu nos faz lembrar o passado que nos dá um caminho para o futuro. A Tanzânia, por exemplo, tem um grande número de museus que mostram muitas memórias do passado.

 

    Essa exposição traz a público, portanto, exemplos do patrimônio material africano e nos ajuda a conhecer a história de grupos que habitaram aquele continente. O elo com o passado dos povos africanos é construído através da pesquisa histórica e antropológica, hoje realizada pela equipe do Setor de Etnologia e Etnografia, que embasa e sustenta o presente trabalho e as informações aqui apresentadas.

    A presença de africanos e de seus descendentes no Brasil está marcada pela violência da escravidão e pelo pós-abolição. A última vitrine da exposição trata do modo como os africanos se instalaram e recriaram seu mundo a partir do final do século XIX, em particular na Bahia e no Rio de Janeiro. A vitrine está dividida em três segmentos: as apreensões da Polícia da Corte, a coleção Heloísa Alberto Torres e os estudos recentes produzidos no Museu Nacional. O primeiro segmento mostra objetos que pertenceram aos antigos candomblés do Rio de Janeiro conhecidos como zungus ou casas de dar fortuna. Ali se cultuavam inkices (bantu), orixás (yorubá) e voduns (jêjemahi). Perseguidas pela polícia, as casas eram invadidas e tinham seus objetos confiscados e levados às delegacias como provas materiais da prática de rituais alegadamente proibidos. Os frequentadores dessas casas eram perseguidos e presos. Sabendo da existência desses objetos no depósito da Polícia da Corte, o então diretor do Museu Nacional, Ladislau Netto, interessou-se por eles e passou a pedir que lhe fossem enviados para estudo. Na década de 1880, o Museu Nacional formou uma coleção que guarda as antigas técnicas de metalurgia e o conhecimento da arte da escultura em madeira, exemplos materiais das práticas religiosas dessa última geração de africanos e de seus descendentes diretos.

    O segundo segmento apresenta uma coleção de objetos do Candomblé Nagô da Bahia formada pela antropóloga Heloísa Alberto Torres, então diretora do Museu Nacional, em 1940 e complementada em 1953. O candomblé nagô foi elaborado por africanos escravizados de língua yorubá trazidos para a Bahia. As esculturas em madeira representando os orixás foram esculpidas pelo artesão José Afonso de Santa Isabel. Além das esculturas, integram a coleção um agogô, instrumento bastante difundido na África Ocidental, duas bonecas vestidas à moda das mulheres da Bahia nos anos de 1940 e alguns “banquinhos de igreja” que, no candomblé nagô, eram de uso das pessoas de menor hierarquia (a yalorixá ou mãe de santo, por exemplo, senta-se em uma grande cadeira).

    O último segmento desta vitrine apresenta alguns trabalhos recentemente produzidos no Museu Nacional relativos a temas da presença africana no Brasil. Além do Setor de Etnologia e Etnografia, que organizou a exposição e vem desenvolvendo estudos sobre algumas coleções, destacamos as pesquisas do Setor de Antropologia Biológica, do Laboratório de Arqueologia (Casa de Pedras) e do Laboratório de Pesquisas em Etnicidade, Cultura e Desenvolvimento (LACED).

(...)

    A vitrine se encerra exibindo um conjunto de três objetos de procedência não identificada a fim de exemplificar a dimensão do que ainda desconhecemos dos muitos caminhos que percorreram os objetos que hoje compõem a coleção Africana do Museu Nacional. Trata-se de um exemplar de um opelé ifá e de dois edans usados por grupos yorubá. A ausência de informações mais completas deixa em aberto um arco de dúvidas e de questionamentos que só a continuidade da pesquisa poderá responder. Por isso, além de ser um lugar de guarda do passado, um museu é também uma instituição de pesquisa, voltada para o futuro e para a produção de novos conhecimentos.

(Disponível em http://www.museunacional.ufrj.br/dir/exposicoes/etnologia/LivroKumbukumbu.pdf, acessoem 14/06/2018)

 

Glossário
- inkices, orixás e voduns: são divindades do candomblé denominadas de acordo com cada grupo étnico, a saber: bantu, yorubá e jêjemahi.
- opelé ifá: colar aberto composto de um fio trançado de palha-da-costa ou fio de algodão.
- edans: símbolo usado em torno do pescoço.

Sobre o texto, podemos afirmar que:

Ver comentários

Questão 2 10779826
Fácil 00:00

CEFET-RJ 1° Ano - 1ª Fase 2019
  • EFAF História
  • Sugira
  • Fundamentos da História e historiografia
  • Fontes Históricas
  • Imaterial Material
  • Exibir tags
Resolução comentada

TEXTO


Memória, cultura e poder na sociedade do esquecimento

Olga Rodrigues de Moraes Von Simson

 

    Memória é a capacidade humana de reter fatos e experiências do passado e retransmiti-los às novas gerações
através de diferentes suportes empíricos (voz, música, imagem, textos etc.).

    Existe uma memória individual, que é aquela guardada por um indivíduo e se refere às suas próprias vivências e
experiências, mas que contém também aspectos da memória do grupo social onde ele se formou, isto é, onde esse

[5] Indivíduo foi socializado.

Há também aquilo que denominamos de memória coletiva, que é aquela formada pelos fatos e aspectos
julgados relevantes e que são guardados como memória oficial da sociedade mais ampla. Ela geralmente se expressa
naquilo que chamamos de lugares da memória, que são os monumentos, hinos oficiais, quadros e obras literárias e
artísticas que expressam a versão consolidada de um passado coletivo de uma dada sociedade.

[10] Como contrapartida, existem as memórias subterrâneas ou marginais, que correspondem a versões sobre o
passado dos grupos dominados de uma dada sociedade. Estas memórias geralmente não estão monumentalizadas, nem
gravadas em suportes concretos como textos, obras de arte e só se expressam quando conflitos sociais as evocam ou
quando os pesquisadores que se utilizam do método biográfico ou da história oral criam as condições para que elas
emerjam e possam, então, ser registradas, analisadas e passem a fazer parte da memória coletiva de uma dada

[15] sociedade. Elas geralmente se encontram muito bem guardadas no âmago de famílias ou grupos sociais dominados nos
quais são cuidadosamente passados de geração a geração.

    Na sociedade ocidental atual, o ritmo acelerado do trabalho urbano, somado à facilidade e à rapidez dos meios de
comunicação, coloca o homem comum frente a uma quantidade avassaladora de informações. Tais fatos criam para o
homem contemporâneo quase a obrigação de consumir a informação de forma acrítica, perdendo-se, portanto, uma das

[20] mais importantes funções da memória humana — a capacidade seletiva —, que é o PODER de escolher aquilo que deve ser
preservado como lembrança importante e aqueles fatos e vivências que podem e devem ser descartados. A perda do
exercício desse poder de seleção constitui o fator fundamental para a formação do que os profissionais da informação
chamam de sociedades do esquecimento.

    É verdade, nós não nos lembramos de tudo o que aconteceu ou que nos foi ensinado ao longo de nossa vida.

[25] Descartamos a maioria das experiências vivenciadas e só retemos aquelas que possuem significado, que são funcionais
para nossa existência futura. Yuri Lotman [...] já dizia que cultura é memória, pois é a cultura de uma sociedade que
fornece os filtros através dos quais os indivíduos que nela vivem podem exercer o seu poder de seleção. [...]

    Nas sociedades da memória, que existiram no passado e ainda subsistem em locais isolados da África e da
América do Sul, por exemplo, [...] a memória é organizada e retida pelo conjunto de seus membros, os quais se incumbem

[30] detransmiti-la às novas gerações, cabendo aos mais velhos o importante papel social de guardiões da memória. [...]

    Esse papel social dos idosos foi sendo gradativamente perdido ao longo da história das sociedades ocidentais,
mas muito mais intensamente na contemporaneidade, quando cada vez mais se diversificam e se sofisticam os suportes
para o registro e os suportes da memória (escrita, imprensa, fotografia, vídeo, discos, CDs, DVDs, disquetes etc.). Assim,
o enorme volume de informações fez surgir instituições especialmente voltadas ao trabalho de seleção, coleta,

[35] organização, guarda e manutenção adequada e divulgação da memória de grupos sociais ou da sociedade em geral
nessas novas sociedades do esquecimento.

    Essas instituições realizam, portanto, hoje, de forma profissional, uma tarefa social anteriormente exercida pelos
idosos. São elas os museus, arquivos, bibliotecas e centros de memória, que, de alguma forma e segundo critérios
previamente estabelecidos, realizam o trabalho de coletar, tratar, recuperar, organizar e colocar à disposição da

[40] sociedade a memória de uma região específica ou de um grupo social retida em suportes materiais diversos. [...]

(Adaptado de Augusto Guzzo Revista Acadêmica, São Paulo, n. 6, p. 14-18, maio 20083. Disponível em: http://fics.edu.br/index.php/augusto guzzo/article/view/57. Acesso em 23 de setembro de 2018)

O Texto, ao abordar a associação entre memória, cultura e poder, recorre, com muita frequência, à relação lógica de causa-consequência, como se verifica em:

Ver comentários

Questão 21 10777201
Fácil 00:00

COLUNI/UFV 1° Dia 2019
  • EFAF História
  • Sugira
  • Brasil - República Fundamentos da História e historiografia
  • Nova república Patrimônio Histórico
  • Jair M. Bolsonaro (2018-2023)
  • Exibir tags
Resolução comentada

Leia o texto a seguir para responder à questão

 

Brazil museum fire: Funding cuts blamed as icon is destroyed

3 September 2018

Fonte: https://ichef.bbci.co.uk/news/976/cpsprodpb/6227/production/_103272152_gettyimages-1026327264.jpg. Acesso em: 17 set.

 

Officials in Brazil have blamed lack of funding for a huge fire that has destroyed the country's National Museum.

 

    One of the largest anthropology and natural history collections in the Americas was almost totally destroyed in Sunday's fire in Rio de Janeiro. This included the 12,000-year-old remains of the skeleton of a woman known as "Luzia" - the oldest discovered in Latin America. There had also been a string of complaints about the dilapidated state of the museum. "We never had adequate support," its deputy director said after the fire. Experts had warned for years of a serious fire risk to the building.

    The fire started on Sunday evening, after the building - a 19th Century former royal palace - closed  or the day. The cause is not known, but Culture Minister Sergio Sa Leitao was quoted in Brazilian media as saying it may have been ignited by a small paper hot air balloon landing on the roof. By Monday morning the fire was under control and some of the museum's pieces had been rescued. No injuries have been reported but most of the 20 million items the museum contained went up in flames.

    The museum contained much history that is now forever lost. Its 20 million artefacts included fossils and dinosaur bones. The jewel in the crown for many visitors was "Luzia". "Luzia is a priceless loss for everyone interested in civilization," museum director Paulo Knauss told the AFP news agency. Using her skull, experts had produced a digital image of her face.

    Another popular exhibit was the Bendegó meteorite, weighing more than five tonnes and discovered in Bahía state in the 18th Century. Images taken in the aftermath suggest it is still intact. The building was also home to items covering the centuries from the arrival of the Portuguese in the 1500s to the declaration of a republic in 1889. The ethnology collection had unique pieces from the pre-Columbian era and artifacts from indigenous cultures. Pieces from Greco-Roman times and Egypt were also on display at the museum.

    The museum was established in 1818, with the aim of promoting scientific research by making its collection available to specialists. Marcelo Moreira - a journalist with TV Globo in Rio - told the BBC: "It's very sad... This museum has a great history. It represents a lot for Brazilian history and Brazilian culture. It's really a big loss for Brazil." In an interview with Globo, the museum's director said it was a "cultural tragedy".

(Disponível em: https://www.bbc.co.uk/news/world-latin-america-45392668. Acesso em: 17 set. 2018. Adaptado.)

Assinale a afirmativa INCORRETA de acordo com as informações apresentadas no texto:

Ver comentários
Anterior 123456789101112131415161718 Próximo
Pastas

/

06


Faça seu login GRÁTIS


Compartilhar questão
ENEM estuda.com é um sistema para estudantes que desejam ingressar em um curso de nível superior. Resolva questões através do computador, tablet ou celular. vestibular,enem,questoes,estudar,alunos,simulados,questões enem,simulados enem,simulados vestibular,vestibular,provas,provas enem Estuda.com
logo da estuda.com
  • Quem somos
  • Blog
  • Trabalhe conosco

SEJA TEAM ESTUDA

  • Assine agora
  • Cadastre-se

NOSSAS SOLUÇÕES

  • Planos
  • Estudantes
  • Escolas
  • Professores

NOSSAS MATÉRIAS

  • Questões de Matemática
  • Questões de Português
  • Questões de História
  • Questões de Biologia
  • Questões de Geografia

ENEM E VESTIBULARES

  • Questões de Enem
  • Temas de Redação
  • ITA Vestibular
  • Questões Fuvest
  • Vestibular Unesp

SUPORTE

  • Central de ajuda
  • Ouvidoria

Disponível no Google Play Disponível na App Store
Termos de uso Política de privacidade

Todos os direitos reservados

Estuda Tecnologias LTDA

CNPJ 22951899000160