Questões de EFAF História
7.715 Questões
Questão 8 14931429
ONHB 3 Fase 2025Leia a letra e ouça a canção Al Capone de Raul Seixas.
Al Capone
Hei, Al Capone
Vê se te emenda
Já sabem do teu furo, nego
No imposto de renda
Hei, Al Capone
Vê se te orienta
Assim dessa maneira, nego
Chicago não aguenta
Hei, Julio Cesar
Vê se não vai ao senado
Já sabem do teu plano
Para controlar o Estado
Hei, Lampião
Dá no pé, desapareça
Pois eles vão à feira
Exibir tua cabeça
Hei, Al Capone
Vê se te orienta
Assim dessa maneira, nego
Chicago não aguenta
Hei, Al Capone
Vê se te emenda
Já sabem do teu furo, meu nego
No imposto de renda
Hei, Al Capone
Vê se te orienta
Assim dessa maneira, nego
Chicago não aguenta
Hei, Jimi Hendrix
Abandona o palco agora
Faça como fez Sinatra
Compre um carro e vá embora
Hei, Jesus Cristo
O melhor que você faz
Deixar o Pai de lado
Foge pra morrer em paz
Hei, Al Capone
Vê se te orienta
Assim dessa maneira, nego
Chicago não aguenta
Eu sou astrólogo
Eu sou astrólogo
Vocês precisam acreditar em mim
Eu sou astrólogo
Eu sou astrólogo
E conheço História
Do princípio ao fim
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Música ORIGEM: Gravadora: Philips Ano: 1973 Compositores: Raul Seixas; Paulo Coelho Intérprete: Raul Seixas CRÉDITOS: Raul Seixas; Paulo Coelho PALAVRAS-CHAVE: brasil republicano, história da música
A canção
Questão 7 14931419
ONHB 3 Fase 2025Actos do Poder Legislativo

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Ato Legislativo ORIGEM: Actos Legislativos e Decretos do Governo. 1910. Natal: Rio Grande do Norte. Typ. d’A República. 1911. Disponível em: https://memoria.bn.gov.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=245313&pasta=ano%20191&hf=memoria.bn.gov.br&pagfis=786. Acesso em: 26 fev. de 2025. CRÉDITOS: Governo do estado do Rio Grande do Norte PALAVRAS-CHAVE: gymnasio nacional, história do educação, primeira república
Decreto Nº 3.890, de 1º de janeiro de 1901
DECRETO Nº 3.890, DE 1º DE JANEIRO DE 1901
(...)
DAS FACULDADES E ESCOLAS E DO GYMNASIO NACIONAL
CAPITULO VIII
DA INSCRIPÇÃO DE MATRICULA
Art. 116. A matricula se fará desde o dia da abertura dos
trabalhos do estabelecimento até á vespera da abertura dos
cursos.
Paragrapho unico. Aos alumnos de que trata o art. 151 será
facultada a matricula até cinco dias depois da abertura dos
cursos.
Art. 117. Ninguem será admittido á matricula sem que exhiba
titulo de bacharel em sciencias e lettras ou certificado dos
estudos secundarios exigidos pelos regulamentos especiaes.
Paragrapho unico. Os exames de preparatorios prestados em
paizes extrangeiros poderão, a juizo do Governo e ouvida a
congregação, ser acceitos para a matricula.
Art. 118. As matriculas serão annunciadas por editaes
affixados nos logares mais frequentados do estabelecimento o
publicados pela imprensa oito dias antes das epocas
determinadas neste codigo.
Art. 119. Para a matricula em alguma ou em todas as cadeiras
do 1º anno, o estudante deverá provar, em requerimento ao
director:
1º Achar-se habilitado, na fórma do art. 117;
2º Ter sido vaccinado com bom resultado;
3º Haver pago a taxa de matrícula;
4º Identidade de pessoa.
Paragrapho unico. A prova de identidade se fará por meio de
attestação escripta de algum membro do corpo docente ou de
duas pessoas conceituadas no logar.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Decreto ORIGEM: Epitácio Pessoa. Decreto Nº 3.890, de 1º de janeiro de 1901. Capital Federal, 1 de janeiro de 1901, 13º da República. Disponível em: https://www2.camara.leg.br/legin/fed/decret/1900-1909/decreto-3890-1-janeiro-1901-521287- publicacaooriginal-1-pe.html. Acesso em: 26 fev. de 2025. CRÉDITOS: Portal da Câmara dos Deputados PALAVRAS-CHAVE: primeira república, história do educação, gymnasio nacional
Os documentos
Questão 6 14931412
ONHB 3 Fase 2025Leia o texto abaixo sobre a definição de “história”
História
O termo ”história”, na língua portuguesa, remete a três sentidos distintos. O primeiro, e mais generalizado, refere-se ao conjunto das ações humanas no tempo, cuja realização se deve a razões e a decisões. Esse conjunto é habitualmente chamado de história, na linguagem comum e na especializada.
O segundo sentido diz respeito ao procedimento formal de constituição do conhecimento científico. Também aqui se usa o termo ”história”, embora se tenha registrado mais recentemente o uso crescente das expressões ”ciência histórica” e ”história como ciência”. Trata-se aqui de um esforço metódico para distinguir entre o caráter científico (controlável) do conhecimento obtido por procedimentos metódicos de investigação e o significado de história no senso comum. O terceiro sentido do uso do termo ”história” tem a ver com o acervo produzido pela ciência histórica sob a denominação de ”historiografia”. A esse conjunto de documentos, majoritariamente em forma escrita (mas não exclusivamente, pois inclui por exemplo as diversas variações do documento visual composto, como os filmes, notadamente os documentários), também chamamos ”história”.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Texto acadêmico ORIGEM: Adaptado de Estevão de Rezende Martins. “História”. Revista online Crítica (1997-2008), 30 agosto 2004. Disponível em: https://web.archive.org/web/20080828120811/http://www.criticanarede.com/fil_historia.html. Acesso em: 24 fev. de 2025. CRÉDITOS: Estevão de Rezende Martins PALAVRAS-CHAVE: teoria da história, história dos conceitos, definição de história
A partir do trecho, é correto afirmar que:
Questão 4 14931385
ONHB 3 Fase 2025“Trilha rupestre” é prova que história de MS tem muito mais que quatro décadas

Arte rupestre está estampada nas paredes do Templo dos Pilares, em Alcinópolis (Foto: Parque Natural Templo dos Pilares/Divulgação)
Que Mato Grosso do Sul “existe” desde 11 de outubro de 1977 muita gente já sabe. A realidade que poucos conhecem é que o Estado “guarda” vestígios do período jurássico e da pré-história, ou seja, de quando os 357.142,082 km2 sul-mato-grossenses foram habitat de répteis gigantes e dos nossos antepassados milenares.
A 179 km da Capital, no caminho para Bonito, um dos destinos turísticos mais procurados por aqui, está o “Vale dos Dinossauros”. Para quem curte o universo da paleontologia, uma paradinha em Nioaque é uma boa pedida.
Além disso, Mato Grosso do Sul também preservou nas rochas as marcas das passagens dos primeiros humanos pela região. “Para se ter uma ideia, o Estado tem mais de 740 sítios arqueológicos registrados pelo Iphan [Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional]”, explica a arqueóloga Lia Brambilla, pesquisadora e professora da UFMS (Universidade Federal de Mato Grosso do Sul).
Os vestígios pré-históricos mais antigos, encontrados até agora, são datados de 12,4 mil anos atrás e estão em Chapadão do Sul. Há ainda em terras sul-mato-grossenses registros da presença humana há 10,7 mil anos, em Alcinópolis, há 10,1 mil anos em Aquidauana e há 8.230 anos em Ladário.
“Por estarmos no centro da América do Sul, os grupos passavam por aqui. Era um lugar de encontro de pessoas. Os mais antigos, que viveram há até 4 mil anos, eram os caçadores e coletores, nômades que formavam pequenos bandos e ficavam em sítios a céu aberto. Eles deixaram alguns registros, algo que nos conta sobre o dia a dia deles. Já os povos ceramistas e agricultores, que são os antepassados dos povos indígenas que aqui se consolidaram, viveram há até 2,8 mil anos”, explica a arqueóloga.

Pontinhos amarelos mostram onde foram encontrados rastros de grupos caçadores e coletores em MS (Foto: Rota Rupestre/Divulgação)
O Templo dos Pilares, em Alcinópolis, está a 402 km da Capital. O lugar foi tombado como patrimônio cultural brasileiro e tornou-se uma unidade de conservação em 2003.
O passeio dura em média 3 horas entre ida e volta. Os turistas fazem uma trilha de 1,5 km até a formação rochosa de blocos de arenito com diferentes tamanhos, cujas superfícies estão cobertas de pinturas feitas com corantes naturais, grafismos que sugerem animais e situações cotidianas.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Jornal digital ORIGEM: Adaptado de: Anahi Zurutuza. “Trilha rupestre” é prova que história de MS tem muito mais que 4 décadas. Campo Grande News. 2023. Disponível em: https://www.campograndenews.com.br/brasil/cidades/trilha-rupestre-e-prova-que-historia-de-mstem-muito-mais-que-4-decadas. Acesso em: 26 fev. de 2025. CRÉDITOS: Anahi Zurutuza GLOSSÁRIO: B.P : ”Before Present”, ou ”Antes do Presente” em português. PALAVRAS-CHAVE: arte rupestre, arqueologia
O texto expõe a
Questão 3 14931369
ONHB 3 Fase 2025Carta sobre la guerra del Paraguay
Tuyuty, julho 24 de 1866.
(...)
Antes de terminar esta carta, junto com a abnegação e o valor de nossos soldados, que sofrem o calor, o frio, a chuva, a intempérie, a escassa alimentação, os inumeráveis cansaços e os perigos da guerra, quero te falar da admiração que me inspiram as mulheres que acompanham o exército. Essas infelizes seguem nossos movimentos, vestem-se pobremente, alimentam-se do que sobra, abrigam-se em moitas, lavam para os soldados, cozinham para eles e lhes dedicam os melhores cuidados quando eles adoecem ou estão feridos. Seus maridos ou companheiros as espancam muitas vezes e elas morrerão esquecidas; ninguém se lembrará delas a não ser para menosprezá-las. São dignas de lástima e de pena, sem dúvida, e aumentam o desespero que sentimos com a miséria humana.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Trecho de carta OBSERVAÇÃO: Tradução livre: Cristina Meneguello ORIGEM: Francisco Seeber. Cartas sobre la guerra del Paraguay, 1865-1866 Carta XII. Buenos Aires, L.J. Rosso, 1907, pgs 149-150 (tradução livre) CRÉDITOS: Francisco Seeber, militar argentino PALAVRAS-CHAVE: brasil imperial, guerra do paraguai, história das mulheres
Residentas, destinadas e reconstrutoras
As figuras femininas da Guerra do Paraguai, conforme os debates da historiografia local, podem ser divididas em três grupos: as residentas, mulheres da classe popular que acompanharam (de forma voluntária ou forçada) os soldados paraguaios e Francisco Solano Lopes, realizando trabalhos como enfermeiras e soldadas-agricultoras; as destinadas, mulheres da elite social paraguaia cujos parentes eram inimigos de Solano Lopez ou supostos conspiradores, que foram levadas a campos de prisioneiras onde a maior parte veio a morrer; e as reconstrutoras, as que sobreviveram à guerra. A diferença entre residentas e destinadas durante a guerra era mais aparente do que real, pois estavam unidas por um destino comum: a morte ou a fome.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Texto Acadêmico OBSERVAÇÃO: Tradução livre: Cristina Meneguello ORIGEM: Adaptado de: Claudio Jose Fuentes. Armadans. Residentas, destinadas e reconstructoras: breve análises historiográfico. El Nacional, 2 de janeiro de 2022. Disponível em: https://elnacional.com.py/cultura/2022/01/02/residentas-destinadas-y-reconstructoras-breve-analisishistoriografico-i/. Acesso em 26 fev. de 2024. CRÉDITOS: Claudio Jose Fuentes Armadans, historiador paraguaio PALAVRAS-CHAVE: história das mulheres, guerra do paraguai, brasil imperial
Recordações da campanha do Paraguai
Nos pontos mais perigosos da linha de combate, elas surgiam a galope, quais amazonas, acudindo a feridos e correndo aos hospitais de sangue. Dilaceravam as roupas em ataduras e lá permaneciam até o fim da refrega, atendendo a todos com solicitude carinhosa. Retribuíam com generosidade espontânea o favor da meia-ração que recebiam.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Livro de memórias ORIGEM: José Luís Rodrigues da Silva. Recordações da campanha do Paraguai (1929). Edições do Senado Federal vol, 72, Brasília, 2007. p.46. CRÉDITOS: José Luís Rodrigues da Silva, militar brasileiro PALAVRAS-CHAVE: guerra do paraguai, brasil imperial, história das mulheres
A partir dos textos, é correto afirmar que os documentos:
Questão 1 14931256
ONHB 3 Fase 202531a Festa Confederada tem música e culinária típica em Santa Bárbara d’Oeste

Festa Confederada ocorre em Santa Bárbara d’Oeste — Foto: Fraternidade Descendência Americana
O Cemitério dos Americanos, em Santa Bárbara d’Oeste (SP), recebe neste domingo (28), das 10h às 17h, a 31º edição da Festa Confederada. A festividade celebra as memórias dos descendentes americanos e reúne música, danças e gastronomia. A entrada custa R$ 10 e R$ 20. Menores de 12 anos não pagam e devem entrar acompanhados por responsáveis.
Organizada pela Fraternidade Descendência Americana, a festa é comemorada desde 1986 e se tornou a maior com a temática no interior de São Paulo, segundo a organização. O evento reúne descendentes americanos que vieram dos Estados Unidos após a Guerra da Secessão (1861 - 1865), além de pessoas interessadas em conhecer a cultura.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Reportagem ORIGEM: 31ª Festa Confederada tem música e culinária típica em Santa Bárbara d’Oeste. G1 Piracicaba e Região - 27/04/2019. Disponível em: https://g1.globo.com/sp/piracicaba-regiao/noticia/2019/04/27/31a-festa-confederada-tem-musicae-culinaria-tipica-em-santa-barbara-doeste.ghtml. Acesso em: 24 fev. de 2024. CRÉDITOS: Por G1 Piracicaba e Região - 27/04/2019 PALAVRAS-CHAVE: imigração, história da cultura
MANIFESTO CONTRA OS SÍMBOLOS CONFEDERADOS
“O Movimento Negro e Movimentos Sociais organizados de Americana e Santa Bárbara D’ Oeste repudiam com indignação e veemência à festa confederada que lamentavelmente ignora a história dos povos aqui constituídos e a problemática racial que ainda incide sobre a população brasileira. Reiteramos que não compactuamos com uma festa que ostenta símbolos que enaltecem um passado escravista e carregam um legado de dor para o povo negro. (...) A nação brasileira recebeu os imigrantes dos EUA de maneira fraterna, sendo assim, essa mesma nação, sobretudo seu povo, precisa ser respeitada na sua condição histórica. Vivemos um contexto de luta e de desconstrução do racismo, não podemos ficar indiferentes às implicações advindas com o enaltecimento dos símbolos dos confederados na atualidade. A simbologia confederada tem ainda implicações na construção do racismo. Inserida no contexto histórico, a bandeira dos confederados foi o símbolo máximo dos escravagistas do Sul dos EUA e representava uma economia baseada na escravidão (..).

Foto divulgação – Carta Campinas
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Manisfesto ORIGEM: Adaptado de: MANIFESTO CONTRA OS SÍMBOLOS CONFEDERADOS. In.: Mais de 100 entidades protestam contra bandeira racista em festa de Santa Bárbara d’Oeste. Portal Geledés. 03/05/2019. Disponpivel em: https://www.geledes.org.br/mais-de100-entidades-protestam-contra-bandeira-racista-em-festa-de-santa-barbara-doeste/. Acesso em: 24 fev. de 2025. CRÉDITOS: Portal Geledés; Carta Campinas; Movimento Negro e Movimentos Sociais organizados de Americana e Santa Bárbara D’ Oeste PALAVRAS-CHAVE: história da cultura, imigração
Em Santa Bárbara, ‘Festa Confederada’ passa a se chamar ‘Festa dos Americanos’.

Palco do festival e o obelisco de 100 anos da imigração, que tinham a bandeira pintada, receberão novas pinturas - Foto: Prefeitura de Santa Bárbara d’Oeste/Divulgação
A Festa Confederada de Santa Bárbara d’Oeste, que não é realizada desde 2019, passará a se chamar “Festa dos Americanos”.
A mudança foi aprovada em assembleia realizada pela FDA (Fraternidade Descendência Americana) e confirmada pelo presidente da entidade organizadora do evento, Marcelo Sans Dodson, durante apresentação na câmara do município, no último dia 12.
Entre 2021 e 2023, o nome e o uso de símbolos dos imigrantes dos Estados Unidos causaram polêmica, inclusive com repercussão na imprensa internacional e críticas por parte de grupos que defendem a igualdade racial – como a Unegro (União dos Negros e Negras Pela Igualdade).
Isso pode ser explicado por conta da guerra civil norte-americana, também conhecida como Guerra da Secessão. O conflito armado começou em 12 de abril de 1861 e teve fim em 22 de junho de 1865.
Os estados do Sul se separaram do restante do país diante da perspectiva de terem de desistir da escravidão como mão de obra.
Com o passar do tempo, a bandeira confederada se tornou símbolo do racismo e da escravidão para os afro-americanos. Atualmente, a bandeira é utilizada por grupos de supremacistas brancos e proibida em diferentes estados dos Estados Unidos.
Por muitos anos, a FDA defendeu que a exaltação da imagem dos confederados e o uso de símbolos relacionados a esses imigrantes tinham apenas a intenção de representar a história e a herança cultural dos sulistas norte-americanos, que foram importantes para o desenvolvimento de Santa Bárbara e de Americana.
No entanto, a alegação não evitou resistência de movimentos que defendem a igualdade racial. A câmara, inclusive, chegou a aprovar, em junho de 2022, um projeto de lei que proíbe a realização de eventos que contenham símbolos racistas na cidade.
(...)
O nome passará a ser “Festa dos Americanos”. Além disso, a utilização da bandeira confederada será feita apenas em exposições históricas referentes à Guerra de Secessão.
O palco do festival e o obelisco de 100 anos da imigração, que tinham a bandeira pintada, receberão novas pinturas. A fraternidade focará na história da imigração norte-americana e suas contribuições para o Brasil.
“A gente quer trabalhar uma reconciliação, pacificar e juntar forças contra aqueles que realmente são racistas. A instituição, sentindo que criou um mal estar para a cidade e para as pessoas negras, decidiu ressignificar o seu posicionamento”, completou Marcelo.
Embora as mudanças tenham sido aprovadas, ainda não há previsão para uma nova edição do festival.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Reportagem ORIGEM: Em Santa Bárbara, ‘Festa Confederada’ passa a se chamar ‘Festa dos Americanos’. Jornal O Liberal. 23/11/2024. Por Gabriel Pitor. 23 de novembro de 2024, às 08h20. Disponível em: https://liberal.com.br/cidades/s-barbara/em-santa-barbara-festaconfederada-passa-a-se-chamar-festa-dos-americanos-2297958/. Acesso em: 24 fev. de 2025. CRÉDITOS: Por Gabriel Pitor 23 de novembro de 2024, às 08h PALAVRAS-CHAVE: história dos estados unidos, história da cultura, imigração
Sobre os documentos e o tema que eles tratam escolha uma das alternativas.
06
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