Questões de EFAF História
7.715 Questões
Questão 60 10783960
Liceu-SP 2014No contexto da Ditadura Militar no Brasil, é correto afirmar que
Questão 59 10783957
Liceu-SP 2014Leia as afirmações a seguir:
I) A participação do Império Russo na Grande Guerra piorou as condições de vida da população, sendo esse um dos motivos da Revolução Russa.
II) Os 14 pontos de Wilson e o Tratado de Versalhes, ambos expressão da Paz dos Vencedores, explicam o motivo de a Segunda Guerra ser considerada uma continuação da Primeira.
III) O anticomunismo foi uma das características ideológicas dos Aliados durante a Segunda Guerra.
IV) A OTAN e o Pacto de Varsóvia foram criados no contexto das disputas entre os EUA e a URSS, na Guerra Fria.
Está correto, apenas, o que se afirma em
Questão 52 10783926
Liceu-SP 2014Leia o excerto a seguir:
“Onde a economia logo se articulou com o comércio internacional, não houve de parte dos colonizadores qualquer resistência séria à supressão da escravatura indígena para dar lugar à negra… A obstinada resistênca dos colonos de certas regiões à abolição do cativeiro indígena e à correlata importação de escravos negros cessou desde quando as respectivas economias passaram a produzir para a exportação.”
Adaptado de FREITAS, D. O Escravismo Brasileiro. Porto Alegre: Mercado Aberto, 1991, p. 24.
A hipótese explicativa apresentada no texto é a de que a substituição da escravização dos indígenas pela dos negros africanos se deveu
Questão 33 10783860
Liceu-SP 2014Leia o texto a seguir para responder à questão:
LENTES DA HISTÓRIA
Hélio Schwartsman
O que aconteceu com o sonho do fim da segregação racial que, há 50 anos, Martin Luther King anunciava para 250 mil pessoas na Marcha sobre Washington? Ele está perto de materializar-se ou continua uma esperança para o futuro?
A resposta depende dos óculos que vestimos. Se apanharmos a lente dos séculos e milênios, a longa duração de que falam os historiadores, há motivos para regozijo. A instituição da escravidão, especialmente cruel com os negros, foi abolida de todas as legislações do planeta. É verdade que, na Mauritânia, isso ocorreu apenas em 1981, mas o fato é que essa chaga que acompanhava a humanidade desde o surgimento da agricultura, 11 mil anos atrás, se tornou universalmente ilegal.
Apenas 50 anos atrás, vários Estados americanos tinham leis (Jim Crow Iaws) que proibiam negros até de frequentar os mesmos espaços que brancos. Na África do Sul, a segregação, com base legal, chegou até os anos 90. Hoje, disposições dessa natureza são não só impensáveis como despertam vívida repulsa moral.
Em 2008, numa espécie de clímax, o negro Barack Obama foi eleito presidente dos EUA, o que levou alguns analistas a falar em era pós-racial.
Basta, porém, apanhar a lente das décadas e passear pelos principais indicadores demográficos para verificar que eles ainda carregam as marcas do racismo. Negros continuam significativamente mais pobres e menos instruídos que a média do país. São mandados para a cadeia num ritmo seis vezes maior que o dos brancos. As Jim Crow Iaws foram declaradas nulas, mas alguns Estados mantêm regras que, na prática, reduzem a participação de negros em eleições.
É um caso clássico de copo meio cheio e meio vazio. Do ponto de vista da longa duração, estamos bem. Dá até para acreditar em progresso moral da humanidade. Só que não vivemos na escala dos milênios, mas na das décadas, na qual a segregação teima em continuar existindo.
Adaptado de SCHUWARTSMAN, Hélio. Folha de São Paulo. 28.08.2013
Leia as afirmações a seguir:
I) As perguntas, no primeiro parágrafo, são retóricas, ou seja, expressam que o autor não possui argumentos sobre o assunto.
II) As palavras “lente” e “óculos” foram usadas em sentido conotativo, no segundo parágrafo.
III) De maneira geral, os indicadores sociais apontam para o fim da segregação, apesar de as mudanças nas leis ainda darem brechas às marcas do racismo.
IV) A palavra “clímax”, no quarto parágrafo, remete à ideia de ponto máximo, de mais alto grau.
Estão corretas, apenas,
Questão 32 10783859
Liceu-SP 2014Leia o texto a seguir para responder à questão:
LENTES DA HISTÓRIA
Hélio Schwartsman
O que aconteceu com o sonho do fim da segregação racial que, há 50 anos, Martin Luther King anunciava para 250 mil pessoas na Marcha sobre Washington? Ele está perto de materializar-se ou continua uma esperança para o futuro?
A resposta depende dos óculos que vestimos. Se apanharmos a lente dos séculos e milênios, a longa duração de que falam os historiadores, há motivos para regozijo. A instituição da escravidão, especialmente cruel com os negros, foi abolida de todas as legislações do planeta. É verdade que, na Mauritânia, isso ocorreu apenas em 1981, mas o fato é que essa chaga que acompanhava a humanidade desde o surgimento da agricultura, 11 mil anos atrás, se tornou universalmente ilegal.
Apenas 50 anos atrás, vários Estados americanos tinham leis (Jim Crow Iaws) que proibiam negros até de frequentar os mesmos espaços que brancos. Na África do Sul, a segregação, com base legal, chegou até os anos 90. Hoje, disposições dessa natureza são não só impensáveis como despertam vívida repulsa moral.
Em 2008, numa espécie de clímax, o negro Barack Obama foi eleito presidente dos EUA, o que levou alguns analistas a falar em era pós-racial.
Basta, porém, apanhar a lente das décadas e passear pelos principais indicadores demográficos para verificar que eles ainda carregam as marcas do racismo. Negros continuam significativamente mais pobres e menos instruídos que a média do país. São mandados para a cadeia num ritmo seis vezes maior que o dos brancos. As Jim Crow Iaws foram declaradas nulas, mas alguns Estados mantêm regras que, na prática, reduzem a participação de negros em eleições.
É um caso clássico de copo meio cheio e meio vazio. Do ponto de vista da longa duração, estamos bem. Dá até para acreditar em progresso moral da humanidade. Só que não vivemos na escala dos milênios, mas na das décadas, na qual a segregação teima em continuar existindo.
Adaptado de SCHUWARTSMAN, Hélio. Folha de São Paulo. 28.08.2013
No último parágrafo do texto, lê-se: “Dá até para acreditar em progresso moral da humanidade. Só que não vivemos na escala dos milênios”.
A relação existente entre esses dois períodos é de
Questão 30 10783855
Liceu-SP 2014Leia o texto a seguir para responder à questão:
LENTES DA HISTÓRIA
Hélio Schwartsman
O que aconteceu com o sonho do fim da segregação racial que, há 50 anos, Martin Luther King anunciava para 250 mil pessoas na Marcha sobre Washington? Ele está perto de materializar-se ou continua uma esperança para o futuro?
A resposta depende dos óculos que vestimos. Se apanharmos a lente dos séculos e milênios, a longa duração de que falam os historiadores, há motivos para regozijo. A instituição da escravidão, especialmente cruel com os negros, foi abolida de todas as legislações do planeta. É verdade que, na Mauritânia, isso ocorreu apenas em 1981, mas o fato é que essa chaga que acompanhava a humanidade desde o surgimento da agricultura, 11 mil anos atrás, se tornou universalmente ilegal.
Apenas 50 anos atrás, vários Estados americanos tinham leis (Jim Crow Iaws) que proibiam negros até de frequentar os mesmos espaços que brancos. Na África do Sul, a segregação, com base legal, chegou até os anos 90. Hoje, disposições dessa natureza são não só impensáveis como despertam vívida repulsa moral.
Em 2008, numa espécie de clímax, o negro Barack Obama foi eleito presidente dos EUA, o que levou alguns analistas a falar em era pós-racial.
Basta, porém, apanhar a lente das décadas e passear pelos principais indicadores demográficos para verificar que eles ainda carregam as marcas do racismo. Negros continuam significativamente mais pobres e menos instruídos que a média do país. São mandados para a cadeia num ritmo seis vezes maior que o dos brancos. As Jim Crow Iaws foram declaradas nulas, mas alguns Estados mantêm regras que, na prática, reduzem a participação de negros em eleições.
É um caso clássico de copo meio cheio e meio vazio. Do ponto de vista da longa duração, estamos bem. Dá até para acreditar em progresso moral da humanidade. Só que não vivemos na escala dos milênios, mas na das décadas, na qual a segregação teima em continuar existindo.
Adaptado de SCHUWARTSMAN, Hélio. Folha de São Paulo. 28.08.2013
O texto lido é
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