Questões de EFAF História
7.715 Questões
Questão 42 419779
IFSudesteMinas 2015Durante a Ditadura (1964-1985), uma das formas de crítica social e contestação ao regime mais utilizadas foi a música, de forma explícita ou com metáforas e jogos de palavras. Marque a alternativa que NÃO apresente um trecho de letra de música com críticas à Ditadura ou aos problemas sociais que o Brasil sofria.
Questão 26 381977
IFSC 2015/2O reinado de D. Pedro I foi marcado por controvérsias. O aclamado “Defensor Perpétuo do Brasil” mostrou-se uma figura bastante autoritária. Sobre as razões que levaram ao desgaste da imagem da figura de D.Pedro I, assinale a alternativa CORRETA.
Questão 26 170946
ETEC 2015/2As caravelas, por conta de sua leveza e da forma de suas velas, foram uma invenção que tornou as viagens marítimas mais rápidas. Na figura temos uma representação dessa embarcação.

Sobre essas embarcações, é Correto afirmar que seu uso foi predominante no período
Questão 27 169249
IFPE 2015No governo do presidente Itamar Franco, uma equipe chefiada pelo então ministro da Fazenda, Fernando Henrique Cardoso (que viria a se tornar presidente do Brasil entre 1994 e 2002), tomou uma série de medidas para combater a inflação. Entre elas, podemos destacar
Questão 21 168887
IFRS 2015Segundo os historiadores, a Idade Média corresponde ao período que se estende do século V d.C ao século XV. Ao longo destes mil anos, o Feudalismo foi o sistema que regulou as atividades políticas, econômicas e sociais na Europa medieval. Contudo, durante o século XIV, este sistema passou a apresentar sinais de ruptura que culminou, no século seguinte, com o fim da condição hegemônica da estrutura feudal na Europa. Os fatores que contribuíram para a crise do Feudalismo foram
Questão 6 15478258
EPSJV Técnico em Saúde 2014TEXTO
Além do corporativismo
Professores públicos do Rio voltaram a paralisar as atividades em sala de aula durante boa parte do mês passado, numa greve pautada, mais uma vez, por reivindicações salariais — ainda que outras questões, não econômicas, mas adjacentes à Educação, tenham, como sempre, encorpado a pauta de “lutas” da categoria. Mobilizar-se por melhoria de vencimentos está entre os direitos assegurados a todos os trabalhadores. Mas a constância com que o magistério recorre a greves para pressionar o poder público a abrir o cofre leva à inescapável conclusão de que algo está fora de ordem em movimentos que, pontualmente, tomam os alunos como reféns das paralisações, restringindo-lhes o direito — a eles assegurado como aos mestres o de brigar por remunerações mais altas — à educação.
Disso decorre que os professores precisam reavaliar, com a consciência que se deve esperar de responsáveis pela formação educacional de crianças e jovens, a recorrente opção unilateral de fechar escolas como forma de pressionar os governos. Greves desse tipo levam a uma dinâmica de enxugar gelo: obtêm-se ganhos eventuais e, decorrido algum tempo, volta-se a parar as escolas por novas reivindicações econômicas. É um movimento que não desfaz os verdadeiros nós da Educação.
(...)
(...) O caso mais evidente de uma rejeição que vai ao boicote relaciona-se com a meritocracia. Apesar de beneficiar professores (por lhes estimular o empenho na própria formação e na produtividade) e alunos (por decorrência do maior comprometimento dos mestres com o ensino), esse instituto é objeto de críticas oriundas de conhecidos bolsões corporativistas.
Em sistemas nos quais a meritocracia (cumprimento de metas como um dos critérios para conquistas salariais) foi adotada os resultados são visíveis. Escolas de Minas, Pernambuco e mesmo do município do Rio apresentaram mudanças positivas na qualidade do ensino — em paralelo com o aumento dos ganhos salariais de seus professores. Em Washington, ações similares estão diretamente relacionadas à descoberta de grupos de excelência nas salas de aula.
(Disponível em http://oglobo.globo.com/opiniao/alem-docorporativismo-9766376?service=print, acesso em 03/10/2013)
VOCABULÁRIO
Corporativismo: defesa de interesses comuns por parte de um grupo.
Meritocracia: regime que privilegia o mérito, o merecimento
TEXTO I
Fraude na Educação
Em agosto, professores e funcionários das escolas públicas do estado e do município do Rio de Janeiro iniciaram uma greve, muito por causa das questões pedagógicas. “Não é só por salário”, foi uma frase ouvida em assembleias, atos e publicações nas redes sociais, para indicar que a mobilização dos profissionais da educação tinha motivações muito maiores do que as questões corporativas que, normalmente, movem os movimentos grevistas. E o principal alvo das reivindicações pedagógicas é justamente o fim da meritocracia, princípio empresarial que, depois de aplicado em países como os EUA e Chile, transformou-se em proposta padrão de governantes brasileiros, (...).
E o contraponto à meritocracia não está longe: escolas públicas como o Colégio Pedro II, os CAPs ou o Politécnico da Fiocruz, todas no Rio de Janeiro, possuem reconhecida qualidade educacional, baseada em pilares como o currículo diversificado, boas condições de trabalho e ensino, profissionais valorizados e autonomia pedagógica, exatamente o que buscam hoje os educadores que paralisaram suas atividades.
A mobilização dos profissionais das escolas públicas no Rio de Janeiro é um grito por dignidade e respeito, de educadores e educadoras que se cansaram de levar a culpa pela falta de compromisso dos governos; que se cansaram de serem utilizados como desculpa para o fracasso de políticas equivocadas, implementadas por economistas e administradores, que nunca viveram as alegrias e angústias da sala de aula. Como afirma uma faixa carregada em várias manifestações: “A escola deve ser plural, pois o ser humano é único.” Tentar padronizar a educação a partir de testes e índices é matar a criatividade e a riqueza de todo processo pedagógico, humano e plural em sua essência.
Gesa Linhares é coordenadora-geral do Sindicato Estadual dos Profissionais de Educação do Rio de Janeiro (Sepe/RJ)
(Disponível em http://oglobo.globo.com/opiniao/fraude-naeducacao-9766388?service=print, acesso em 03/10/2013)
Ao contrário do texto, o texto I critica a meritocracia.
O principal argumento apresentado nesse sentido é a defesa:
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