Questões de EFAF História
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Questão 31 10741652
UTFPR Verão 2015/2No século V a. C., a vitória dos gregos sobre os persas nas Guerras Médicas assinalou o apogeu da Grécia Antiga. Atenas, sob o governo de Péricles, atingiu o apogeu da democracia ateniense e grande desenvolvimento econômico.
Essa democracia beneficiava:
Questão 23 10741458
COLTEC 2015Leia o texto a seguir.
As discussões sobre mercado e relações de trabalho no Brasil envolvem velhas e novas questões. As velhas questões referem-se à história do trabalho no país, em que o processo de assalariamento não constituiu um sistema universal de direitos. (...) As questões novas do debate sobre trabalho e proteção social decorrem da forma como o Brasil se inseriu recentemente no processo de globalização e internacionalização das atividades produtivas e de como as mudanças provocadas pela abertura econômica e financeira redefiniram a agenda de discussão sobre mercado e relações de trabalho.
Disponível em: http://goo.gl/PYqDbC. Acesso em: 28 jun. 2014
Considerando as mudanças ocorridas no mercado de trabalho no Brasil na década de 1990 bem como os processos de globalização e a abertura da economia, é CORRETO afirmar que
Questão 19 10741444
COLTEC 2015Leia este texto:
Artefatos como o machado, a enxada, a faca, foice, além dos tecidos, dos espelhos dos colares de vidro e outras quinquilharias, logo foram muito cobiçados pelos indígenas, a ponto de se sujeitarem não só a permutá-los com os próprios bens, mas a prestar serviços em condições muito árduas para consegui-los. Entretanto, apesar disso, “os bens culturais, recebidos através do escambo, não chegaram a desencadear mudanças culturais profundas” entre os primeiros habitantes do Brasil.
HOLANDA, Sérgio Buarque (org.) História Geral da Civilização Brasileira, tomo 1, vol 1, Rio de Janeiro: Bertrand Brasil, 2003, p.3. (adaptado)
De acordo com o texto, a ausência de transformações significativas entre as sociedades indígenas é explicada pelo fato de
Questão 18 10741441
COLTEC 2015Leia o trecho do livro Hilda Furacão, que se segue
Nas marchas a favor da Cidade das Camélias, Dona Loló Ventura e as mal-amadas, como eram conhecidas as militantes do Clube da Lanterna, devotas de Carlos Lacerda (...) carregavam estranhos cartazes que diziam: “Go home, Hilda Furacão!” ou: “Deixe nossos maridos em paz, Hilda Furacão!”
DRUMMOND, Roberto. Hilda Furacão. 18ª Ed. São Paulo: Editorial. 2008. p. 40.
O movimento em favor da criação da Cidade das Camélias era encabeçado por Dona Loló, que era simpatizante do Clube da Lanterna, associação ligada ao partido
Questão 17 10741437
COLTEC 2015Analise a imagem a seguir.

Situação do trabalho infantil na Inglaterra
DECCA, E. De e MENEGUELLO, C. Fábricas e Homens. São Paulo: Editora Atual, 2004. p. 41.
De acordo com a imagem, assinale a alternativa CORRETA em relação às condições de trabalho nos primórdios da Revolução Industrial Inglesa.
Questão 7 10741315
COLTEC 2015Texto I
P. S. no 2 – Imagino Tia Çãozinha e os leitores perguntando:
–– Hilda Furacão continua um mistério. Por que ela foi para a Zona Boêmia num dia 1º de abril, quando era a garota do Maiô Dourado e por que saiu cinco anos depois, também num 1º de abril?
Devo informar que fiz essas perguntas a Hilda Furacão quando a encontrei em Buenos Aires e ela fugiu do assunto; quando disse que precisava de uma explicação para dar aos leitores, pois ia escrever um romance a seu respeito, ela retrucou, esquecida da velha promessa de revelar seu segredo;
–– Por que você não diz aos leitores que, tal como contou no seu romance, eu, Hilda Furacão, nunca existi e sou apenas um 1º de abril que você quis passar nos leitores? Por que não diz isso?
DRUMMOND, Roberto. Hilda Furacão. 18ª Ed. São Paulo: Editorial. 2008. p.291-292.
Texto II
De 1971 a 2002 - ao longo, portanto, de 31 anos – convivi com Roberto Drummond e suas fantasias. Uma vez critiquei com dureza um livro dele e ele parou de falar comigo por oito anos. Era um passional. Em 1986 convidei-o para ser cronista do Caderno 2 do Estadão ao lado de Caio Fernando Abreu, Rachel de Queiroz e Susana Kakowicz, cronista imaginária, pseudônimo que eu mesmo usava. Apaixonou-se platonicamente por Susana, para quem chegou a escrever algumas cartas.
Naquela noite, em Vinhedo, quando garantia para os estudantes que Hilda tinha existido, sim, e devia estar viva e linda em algum lugar – aos 65 anos? –, ele me perguntou por Susana. Não tive coragem, claro, de lhe dizer que Susana era eu.”
Emediato, Luiz Fernando. In: DRUMMOND, Roberto. Hilda Furacão. 18ª Ed. São Paulo: Editorial. 2008.
Com relação ao romance Hilda Furacão, de Roberto Drummond, assinale a alternativa INCORRETA.
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