Questões de EFAF História
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Questão 5 10734389
COLÉGIO SÓLIDO* 1° Ano 2016Editorial: Que depois da barbárie, a solidariedade não seja seletiva
Repórter: Publicado por: Sávia Barreto
02/06/2015 07h05 - Atualizado em 02/06/2015 09h06
O piauiense deu uma prova de solidariedade e sinais de evolução como sociedade ao lotar o Centro de Hematologia e Hemoterapia do Estado, o Hemopi, para doar sangue às meninas estupradas na cidade de Castelo do Piauí.
Os doadores atenderam a um apelo feito pelo diretor do Hospital de Urgência de Teresina (HUT), Gilberto Albuquerque, através de um vídeo em que ele explica o que aconteceu com uma das garotas, cujo
estado de saúde passou por complicações, necessitando de doações de sangue e plaquetas.
A ideia de transmitir o pedido de doação através de um vídeo curto também contribuiu para viralizar a transmissão da mensagem. Em um momento em que a comunicação via redes sociais e aplicativos como o Whatsapp predomina, muitas vezes, em relação ao contato pessoal, a iniciativa foi decisiva para se alastrar para o máximo de possíveis doadores.
Corremos o risco, no entanto, de sofrer de um caso de solidariedade seletiva. Ou seja, quando a comoção sobre o caso das meninas de Castelo arrefecer, em troca da próxima tragédia que tomará as manchetes do dia, o Hemopi continuará no mesmo lugar, precisando das mesmas doações que hoje motivaram a ida de centenas de pessoas ao local. Que ajudar o próximo seja hábito, mesmo que não saibamos a triste história por trás da necessidade da solidariedade.
Disponívelem:http://noticias.oolho.com.br/noticia/editorial-que-depois-da-barbarie-a-solidariedade-nao-seja-seletiva
De acordo com o texto acima, NÃO se pode afirmar que
Questão 7 10697108
CMRJ 6° Ano - Português 2016Meu tataravô era africano é um romance que conta a história de Inácio - um menino que aprende na escola sobre a escravidão no Brasil. Preocupado com a possibilidade de seus familiares terem sido escravos, ele quer ouvir de seu avô essa história.
Inácio entrou em casa correndo, procurando seu avô:
-Mãe, mãe, cadê o vovô? Preciso multo falar com ele.
-Calma, menino! Seu avô foi comprar pão.
- Então ele vai demorar multo! Ele fica conversando com todo mundo na rua, e eu tenho que perguntar umas coisas pra ele. É um trabalho de escola.
-E seu avô vai saber responder?
- Acho que vai, é um trabalho sobre os escravos, e minha professora disse que os negros vieram da África e que, antigamente, todos os negros eram escravos. Então, se vovô é negro, ele veio da África e era escravo.
- Não, querido, Nem todos os negros vieram da África ou foram escravos. Seu avô nasceu aqui no Brasil e nunca foi escravo.
-Nunca? Mas a minha professora disse que....
-Quem veio da África e era escravo foi o bisavô do sou avô.
/.../
Na Fazenda de café
- Vô, tenho um amigo lá na escola que em todas as férias viaja para a fazenda da tia dele, que fica em São Paulo. Eu queria tanto conhecer uma fazenda! Deve ser muito bom acordar cedinho e tirar leite das vacas, não é?
-Sabe, Inácio, antigamente eu vivia dizendo que se ganhasse na loteria compraria um sitio. Agora, não tenho mais esperanças de ganhar, não. -Mas, vô, você joga na loteria?
-Já joguei, agora não jogo mais. Acho uma bobagem, não ganho mesmo.
- Vô, mas eu não queria conhecer uma fazenda do mesmo jeito que meu tataravô conheceu, não.
Minha professores contou que era muito triste a vida nas fazendas de café, a começar pela viagem, pois os escravos viajavam dias e dias a pé, e lá eram obrigados a trabalhar muito.
-Poxa, Inácio, como você é inteligente! Consegue guardar tudo nessa cabecinha. Na minha idade, não consigo aprender mais nada.
- Que é isso, vô? Tem um monte de gente da sua idade que ainda estuda, sabia? Por que você não volta a estudar?
- Ah, Inácio, acho que não dou mais pra isso, não. Não tenho mais paciência pra esse negócio de escola.
-Então, vô, você pode estudar comigo, que tal? Tudo o que minha professora de História me ensinar eu ensino pra você, combinado?
/.../
MARTINS, Georgina, TELLES, Teresa Sila. Meu tataravô era africano. São Paulo: Editora DCL, 2008, 29-30, 45-47. (fragmento adaptado)
Se não há uma pessoa igualzinha a outra, imagine entre as escolas! Veja como a escola da tirinha a seguir é diferente da de Inácio:

Disponível em: http://melf=grosscartoon.com/2013/03/11.jgp. Acesso em 28/08/2016.
Na tirinha e em Meu tataravô era africano, há tipos de escola com visões diferentes sobre a (o)
Questão 6 10697100
CMRJ 6° Ano - Português 2016Meu tataravô era africano é um romance que conta a história de Inácio - um menino que aprende na escola sobre a escravidão no Brasil. Preocupado com a possibilidade de seus familiares terem sido escravos, ele quer ouvir de seu avô essa história.
Inácio entrou em casa correndo, procurando seu avô:
-Mãe, mãe, cadê o vovô? Preciso multo falar com ele.
-Calma, menino! Seu avô foi comprar pão.
- Então ele vai demorar multo! Ele fica conversando com todo mundo na rua, e eu tenho que perguntar umas coisas pra ele. É um trabalho de escola.
-E seu avô vai saber responder?
- Acho que vai, é um trabalho sobre os escravos, e minha professora disse que os negros vieram da África e que, antigamente, todos os negros eram escravos. Então, se vovô é negro, ele veio da África e era escravo.
- Não, querido, Nem todos os negros vieram da África ou foram escravos. Seu avô nasceu aqui no Brasil e nunca foi escravo.
-Nunca? Mas a minha professora disse que....
-Quem veio da África e era escravo foi o bisavô do sou avô.
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Na Fazenda de café
- Vô, tenho um amigo lá na escola que em todas as férias viaja para a fazenda da tia dele, que fica em São Paulo. Eu queria tanto conhecer uma fazenda! Deve ser muito bom acordar cedinho e tirar leite das vacas, não é?
-Sabe, Inácio, antigamente eu vivia dizendo que se ganhasse na loteria compraria um sitio. Agora, não tenho mais esperanças de ganhar, não. -Mas, vô, você joga na loteria?
-Já joguei, agora não jogo mais. Acho uma bobagem, não ganho mesmo.
- Vô, mas eu não queria conhecer uma fazenda do mesmo jeito que meu tataravô conheceu, não.
Minha professores contou que era muito triste a vida nas fazendas de café, a começar pela viagem, pois os escravos viajavam dias e dias a pé, e lá eram obrigados a trabalhar muito.
-Poxa, Inácio, como você é inteligente! Consegue guardar tudo nessa cabecinha. Na minha idade, não consigo aprender mais nada.
- Que é isso, vô? Tem um monte de gente da sua idade que ainda estuda, sabia? Por que você não volta a estudar?
- Ah, Inácio, acho que não dou mais pra isso, não. Não tenho mais paciência pra esse negócio de escola.
-Então, vô, você pode estudar comigo, que tal? Tudo o que minha professora de História me ensinar eu ensino pra você, combinado?
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MARTINS, Georgina, TELLES, Teresa Sila. Meu tataravô era africano. São Paulo: Editora DCL, 2008, 29-30, 45-47. (fragmento adaptado)
Se não há uma pessoa igualzinha a outra, imagine entre as escolas! Veja como a escola da tirinha a seguir é diferente da de Inácio:

Disponível em: http://melf=grosscartoon.com/2013/03/11.jgp. Acesso em 28/08/2016.
Advérbios são palavras que se ligam a verbos (a adjetivos ou a outros advérbios) e informam circunstâncias de: tempo, lugar, afirmação, negação...
Na tirinha, tem valor de advérbio a expressão
Questão 5 10697062
CMRJ 6° Ano - Português 2016Meu tataravô era africano é um romance que conta a história de Inácio - um menino que aprende na escola sobre a escravidão no Brasil. Preocupado com a possibilidade de seus familiares terem sido escravos, ele quer ouvir de seu avô essa história.
Inácio entrou em casa correndo, procurando seu avô:
-Mãe, mãe, cadê o vovô? Preciso multo falar com ele.
-Calma, menino! Seu avô foi comprar pão.
- Então ele vai demorar multo! Ele fica conversando com todo mundo na rua, e eu tenho que perguntar umas coisas pra ele. É um trabalho de escola.
-E seu avô vai saber responder?
- Acho que vai, é um trabalho sobre os escravos, e minha professora disse que os negros vieram da África e que, antigamente, todos os negros eram escravos. Então, se vovô é negro, ele veio da África e era escravo.
- Não, querido, Nem todos os negros vieram da África ou foram escravos. Seu avô nasceu aqui no Brasil e nunca foi escravo.
-Nunca? Mas a minha professora disse que....
-Quem veio da África e era escravo foi o bisavô do sou avô.
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Na Fazenda de café
- Vô, tenho um amigo lá na escola que em todas as férias viaja para a fazenda da tia dele, que fica em São Paulo. Eu queria tanto conhecer uma fazenda! Deve ser muito bom acordar cedinho e tirar leite das vacas, não é?
-Sabe, Inácio, antigamente eu vivia dizendo que se ganhasse na loteria compraria um sitio. Agora, não tenho mais esperanças de ganhar, não. -Mas, vô, você joga na loteria?
-Já joguei, agora não jogo mais. Acho uma bobagem, não ganho mesmo.
- Vô, mas eu não queria conhecer uma fazenda do mesmo jeito que meu tataravô conheceu, não.
Minha professores contou que era muito triste a vida nas fazendas de café, a começar pela viagem, pois os escravos viajavam dias e dias a pé, e lá eram obrigados a trabalhar muito.
-Poxa, Inácio, como você é inteligente! Consegue guardar tudo nessa cabecinha. Na minha idade, não consigo aprender mais nada.
- Que é isso, vô? Tem um monte de gente da sua idade que ainda estuda, sabia? Por que você não volta a estudar?
- Ah, Inácio, acho que não dou mais pra isso, não. Não tenho mais paciência pra esse negócio de escola.
-Então, vô, você pode estudar comigo, que tal? Tudo o que minha professora de História me ensinar eu ensino pra você, combinado?
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MARTINS, Georgina, TELLES, Teresa Sila. Meu tataravô era africano. São Paulo: Editora DCL, 2008, 29-30, 45-47. (fragmento adaptado)
Se não há uma pessoa igualzinha a outra, imagine entre as escolas! Veja como a escola da tirinha a seguir é diferente da de Inácio:

Disponível em: http://melf=grosscartoon.com/2013/03/11.jgp. Acesso em 28/08/2016.
Na tira, o humor representado no último quadrinho foi alcançado a partir de uma situação de sala de aula, em que fica evidente o
Questão 4 10697057
CMRJ 6° Ano - Português 2016Meu tataravô era africano é um romance que conta a história de Inácio - um menino que aprende na escola sobre a escravidão no Brasil. Preocupado com a possibilidade de seus familiares terem sido escravos, ele quer ouvir de seu avô essa história.
Inácio entrou em casa correndo, procurando seu avô:
-Mãe, mãe, cadê o vovô? Preciso multo falar com ele.
-Calma, menino! Seu avô foi comprar pão.
- Então ele vai demorar multo! Ele fica conversando com todo mundo na rua, e eu tenho que perguntar umas coisas pra ele. É um trabalho de escola.
-E seu avô vai saber responder?
- Acho que vai, é um trabalho sobre os escravos, e minha professora disse que os negros vieram da África e que, antigamente, todos os negros eram escravos. Então, se vovô é negro, ele veio da África e era escravo.
- Não, querido, Nem todos os negros vieram da África ou foram escravos. Seu avô nasceu aqui no Brasil e nunca foi escravo.
-Nunca? Mas a minha professora disse que....
-Quem veio da África e era escravo foi o bisavô do sou avô.
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Na Fazenda de café
- Vô, tenho um amigo lá na escola que em todas as férias viaja para a fazenda da tia dele, que fica em São Paulo. Eu queria tanto conhecer uma fazenda! Deve ser muito bom acordar cedinho e tirar leite das vacas, não é?
-Sabe, Inácio, antigamente eu vivia dizendo que se ganhasse na loteria compraria um sitio. Agora, não tenho mais esperanças de ganhar, não. -Mas, vô, você joga na loteria?
-Já joguei, agora não jogo mais. Acho uma bobagem, não ganho mesmo.
- Vô, mas eu não queria conhecer uma fazenda do mesmo jeito que meu tataravô conheceu, não.
Minha professores contou que era muito triste a vida nas fazendas de café, a começar pela viagem, pois os escravos viajavam dias e dias a pé, e lá eram obrigados a trabalhar muito.
-Poxa, Inácio, como você é inteligente! Consegue guardar tudo nessa cabecinha. Na minha idade, não consigo aprender mais nada.
- Que é isso, vô? Tem um monte de gente da sua idade que ainda estuda, sabia? Por que você não volta a estudar?
- Ah, Inácio, acho que não dou mais pra isso, não. Não tenho mais paciência pra esse negócio de escola.
-Então, vô, você pode estudar comigo, que tal? Tudo o que minha professora de História me ensinar eu ensino pra você, combinado?
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MARTINS, Georgina, TELLES, Teresa Sila. Meu tataravô era africano. São Paulo: Editora DCL, 2008, 29-30, 45-47. (fragmento adaptado)
Na palavra destacada na frase "Consegue guardar tudo nessa cabecinha", a terminação -inha indica
Questão 3 10697053
CMRJ 6° Ano - Português 2016Meu tataravô era africano é um romance que conta a história de Inácio - um menino que aprende na escola sobre a escravidão no Brasil. Preocupado com a possibilidade de seus familiares terem sido escravos, ele quer ouvir de seu avô essa história.
Inácio entrou em casa correndo, procurando seu avô:
-Mãe, mãe, cadê o vovô? Preciso multo falar com ele.
-Calma, menino! Seu avô foi comprar pão.
- Então ele vai demorar multo! Ele fica conversando com todo mundo na rua, e eu tenho que perguntar umas coisas pra ele. É um trabalho de escola.
-E seu avô vai saber responder?
- Acho que vai, é um trabalho sobre os escravos, e minha professora disse que os negros vieram da África e que, antigamente, todos os negros eram escravos. Então, se vovô é negro, ele veio da África e era escravo.
- Não, querido, Nem todos os negros vieram da África ou foram escravos. Seu avô nasceu aqui no Brasil e nunca foi escravo.
-Nunca? Mas a minha professora disse que....
-Quem veio da África e era escravo foi o bisavô do sou avô.
/.../
Na Fazenda de café
- Vô, tenho um amigo lá na escola que em todas as férias viaja para a fazenda da tia dele, que fica em São Paulo. Eu queria tanto conhecer uma fazenda! Deve ser muito bom acordar cedinho e tirar leite das vacas, não é?
-Sabe, Inácio, antigamente eu vivia dizendo que se ganhasse na loteria compraria um sitio. Agora, não tenho mais esperanças de ganhar, não. -Mas, vô, você joga na loteria?
-Já joguei, agora não jogo mais. Acho uma bobagem, não ganho mesmo.
- Vô, mas eu não queria conhecer uma fazenda do mesmo jeito que meu tataravô conheceu, não.
Minha professores contou que era muito triste a vida nas fazendas de café, a começar pela viagem, pois os escravos viajavam dias e dias a pé, e lá eram obrigados a trabalhar muito.
-Poxa, Inácio, como você é inteligente! Consegue guardar tudo nessa cabecinha. Na minha idade, não consigo aprender mais nada.
- Que é isso, vô? Tem um monte de gente da sua idade que ainda estuda, sabia? Por que você não volta a estudar?
- Ah, Inácio, acho que não dou mais pra isso, não. Não tenho mais paciência pra esse negócio de escola.
-Então, vô, você pode estudar comigo, que tal? Tudo o que minha professora de História me ensinar eu ensino pra você, combinado?
/.../
MARTINS, Georgina, TELLES, Teresa Sila. Meu tataravô era africano. São Paulo: Editora DCL, 2008, 29-30, 45-47. (fragmento adaptado)
No texto, Inácio insiste em explicar como sabe as coisas: "minha professora disse", "minha professora contou", "tudo o que minha professora me ensinar".
Ao falar tanto na professora, o menino demonstra que
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