Questões de EFAF História - Temática
1.155 Questões
Questão 19 10251308
OBR 1° Ano - Nível 5 Fase 1 2020Uma empresa brasileira está criando um jogo educativo utilizando óculos de realidade virtual para ajudar os alunos a entenderem os acontecimentos do passado. Neste jogo, existe um personagem não jogável, conhecido como NPC - Non-Player Character, capaz de “viajar no tempo” e levar os alunos a conhecerem outras épocas passadas.
Ao término da viagem o aluno deve responder uma pergunta sobre a época em que viajou. Caso a pergunta não seja respondida corretamente o jogador torna-se incapaz de encontrar o NPC no jogo e voltar ao seu “tempo atual”.
Em uma dessas viagens, um jogador se deparou com uma festividade nacional, e acompanhou o seguinte discurso: “Todo o Brasil, da capital à mais simples e insignificante de suas aldeolas, congrega-se unânime para comemorar o dia que o tirou dentre as nações dependentes para colocá-lo entre as nações soberanas, e entregou-lhes seus destinos, que até então haviam ficado a cargo de um povo estranho”.

(Imagem extraída de https://sims.fandom.com/wiki/Servo)
Após analisar o discurso, o jogador chegou a conclusão que se tratava de 7 de setembro.
Para ajudá-lo a voltar para o seu "tempo atual", analise as alternativas abaixo e assinale aquela(s) que se relaciona(m) com a comemoração desta data.
Questão 27 10171830
IFFar* 1° Ano - Processo Seletivo Cursos Técnicos Integra 2020Enquanto ocorria a exploração dos africanos escravizados e seus descendentes na América portuguesa, registraram-se atos de resistência e rebeldia, como tentativas de assassinato de senhores, fugas e suicídios.
Muitos dos escravos fugitivos organizavam-se em comunidades negras livres, denominadas:
Questão 5 10129282
CMF 1° Ano - Prova de Português 2020TEXTO
Direito Militar – Na leitura do brilhante currículo de Vossa Excelência, é possível verificar dentre
as inúmeras funções que exerceu a de Comandante do 1º Batalhão de Infantaria de Selva, a de Chefia
do Estado-Maior do Comando Militar da Amazônia e a de Comandante Militar da Amazônia,
demonstrando possuir vasto conhecimento sobre aquela estratégica região do território nacional. Como
[5] vem sendo na atualidade a atuação do Exército Brasileiro naquela região?
Eduardo Dias da Costa Villas Bôas – A agenda do Exército Brasileiro sobre defesa e preservação
da Amazônia está alicerçada no seu compromisso com o estoico povo brasileiro, que habita e promove
a integração e o desenvolvimento da região e, principalmente, honra o esforço de nossos antepassados
que, em um desafio imensurável, deixaram como legado histórico os marcos de fronteira que delimitam
[10] nosso território. Coerente com esse compromisso e com a sua missão constitucional, a atuação do
Exército Brasileiro, na Amazônia, baseia-se na Estratégia da Presença e da Dissuasão.
A Estratégia da Presença garante que o Exército reduza o hiato da presença do Estado, em uma
região que representa 60% do território brasileiro, inclui a maior floresta tropical do mundo,
compartilha aproximadamente 11.000 Km de fronteiras com sete países, é possuidora de imensas
[15] reservas de água potável e da maior província mineral do planeta.
[...] A evolução do Exército, na Amazônia, em termos de efetivo, é notória. Com apenas 1.000
militares em 1956, o efetivo aumentou exponencialmente, e hoje temos cerca de 30.000 militares,
servindo em mais de 128 Unidades Militares. Entre essas Organizações Militares, destacam-se os
Pelotões Especiais de Fronteira, onde militares e suas famílias, como verdadeiros pioneiros,
[20] materializam a presença do Exército Brasileiro ao longo da faixa de fronteira.
Dentre outras missões, o Exército vem participando de operações interagências na faixa de
fronteira, contribuindo com outros Órgãos no combate aos ilícitos transnacionais, como o contrabando
e o tráfico de armas e drogas. Tem prestado apoio logístico aos órgãos governamentais que atuam
contra o desmatamento ilegal, o contrabando de riquezas minerais e a biopirataria em todo o território
[25] da Amazônia. Além disso, o Exército tem assistido as comunidades locais, ribeirinhas e indígenas,
prestando apoio de saúde, de socorro e resgate durante situações de calamidade.
A Estratégia da Dissuasão, por sua vez, faz com que o Exército mantenha tropas com alto grau de
preparo e de mobilidade para serem empregadas em qualquer ponto da fronteira e também em
profundidade, preservando e garantindo a soberania nacional.
[30] Nesse contexto, o Exército criou o Programa Estratégico Amazônia Protegida. O programa
contempla ações que visam a fortalecer a presença militar na região por meio de um estratégico
posicionamento de tropas articuladas na fronteira e em profundidade. Prevê, ainda, a adequação das
Organizações Militares existentes e a dotação de equipamentos com avançada tecnologia, para a
interligação e aumento da mobilidade da tropa, compatíveis com a dimensão da Amazônia.
[35] Concomitantemente, o Sistema Integrado de Monitoramento de Fronteiras (SISFRON) é a
proposta do Exército Brasileiro para a vigilância das fronteiras que norteará a “Atuação Conjunta e
Multissetorial” de defesa da Amazônia, ampliando a capacidade de controle das fronteiras terrestres,
atualizando e integrando todos os subsistemas de monitoramento existentes. Os sofisticados meios do
SISFRON estarão em contato direto com os atuadores (tropas, instituições e órgãos do poder público)
[40] localizados mais próximos às áreas de ocorrência de ilícitos que, após a tomada de decisão, responderão
com o emprego de pessoal e meios adequados à situação.
[...]
Fonte: Direito Militar: Revista da Associação dos Magistrados das Justiças Estaduais – AMAJME. Ano XX, N. 126, set.- dez. 2017. ISSN 1981-3414. Adaptado.
No período “[...] o Exército tem assistido as comunidades locais, ribeirinhas e indígenas [...]” (l.25 e l.26), retirado do Texto, o verbo “assistir” está empregado no sentido de:
Questão 32 3660434
CN 2° Dia 2020Leia o texto abaixo.
Esses escravos tinham mobilidade para circular na cidade, já que precisavam encontrar trabalho para juntar quantia em dinheiro que deveria ser entregue ao proprietário, além, é claro, de obter o seu próprio sustento. Se, por um lado, esse tipo de trabalho livrava os proprietários da obrigação de sustentar seus escravos, assim diminuindo os seus gastos, por outro, permitia certa autonomia aos cativos, que arranjavam o seu próprio trabalho e cuidavam de suas despesas.
(Mattos, Regiane Augusto de. História e cultura afro-brasileira. 22 ed., 3º reimpressão. São Paulo: Contexto, 2014, p. 112. Adaptado)4
O texto faz referência a uma modalidade de trabalho escravo denominada:
Questão 14 15458927
EPSJV Técnico em Saúde 2019TEXTO
Em 14 de maio de 2014, a exposição “Kumbukumbu – África, Memória e Patrimônio” foi aberta ao público no Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Para auxiliar o entendimento da organização da exposição durante as visitas, em especial, guiadas, a equipe do Setor de Etnologia e Etnografia (SEE) publicou o guia “Conhecendo a Exposição Kumbukumbu do Museu Nacional”. Nesta publicação, podemos ler:
A sala da exposição de longa duração do Museu Nacional destinada aos objetos africanos, agora denominada Kumbukumbu: África, memória e patrimônio, apresenta um acervo diversificado de objetos adquiridos por meio de doações, compras e permutas. Além da beleza e do significado antropológico das peças, a coleção tem ainda uma importância histórica por ser um dos mais antigos acervos africanos do Brasil. São objetos trazidos de diferentes partes do continente entre 1810 e 1940, acrescidos de outros que pertenceram ou foram produzidos por africanos ou seus descendentes diretos no Brasil entre 1880 e 1950. A palavra Kumbukumbu foi escolhida para nomear a exposição porque na língua swahili, uma das mais faladas no continente africano, pode ser traduzida por memória e patrimônio. Ao comentar a palavra Kumbukumbu a partir de sua experiência pessoal, um estudante da Tanzânia chamado Gatera Mudahizi Maurice explicou, também em swahili, o significado da palavra:
Kumbukumbu é uma palavra swahili que significa memória ou o ato de colecionar. Como a história é considerada o estudo do passado, historiadores coletam itens do passado de diferentes fontes. Todas as coleções e documentações dos acontecimentos passados reunidas formam um museu que, basicamente significa Kumbukumbu. As exposições dos museus são usadas para mostrar as memórias e as coleções de acontecimentos passados. Kumbukumbu nos faz lembrar o passado que nos dá um caminho para o futuro. A Tanzânia, por exemplo, tem um grande número de museus que mostram muitas memórias do passado.
Essa exposição traz a público, portanto, exemplos do patrimônio material africano e nos ajuda a conhecer a história de grupos que habitaram aquele continente. O elo com o passado dos povos africanos é construído através da pesquisa histórica e antropológica, hoje realizada pela equipe do Setor de Etnologia e Etnografia, que embasa e sustenta o presente trabalho e as informações aqui apresentadas.
A presença de africanos e de seus descendentes no Brasil está marcada pela violência da escravidão e pelo pós-abolição. A última vitrine da exposição trata do modo como os africanos se instalaram e recriaram seu mundo a partir do final do século XIX, em particular na Bahia e no Rio de Janeiro. A vitrine está dividida em três segmentos: as apreensões da Polícia da Corte, a coleção Heloísa Alberto Torres e os estudos recentes produzidos no Museu Nacional. O primeiro segmento mostra objetos que pertenceram aos antigos candomblés do Rio de Janeiro conhecidos como zungus ou casas de dar fortuna. Ali se cultuavam inkices (bantu), orixás (yorubá) e voduns (jêjemahi). Perseguidas pela polícia, as casas eram invadidas e tinham seus objetos confiscados e levados às delegacias como provas materiais da prática de rituais alegadamente proibidos. Os frequentadores dessas casas eram perseguidos e presos. Sabendo da existência desses objetos no depósito da Polícia da Corte, o então diretor do Museu Nacional, Ladislau Netto, interessou-se por eles e passou a pedir que lhe fossem enviados para estudo. Na década de 1880, o Museu Nacional formou uma coleção que guarda as antigas técnicas de metalurgia e o conhecimento da arte da escultura em madeira, exemplos materiais das práticas religiosas dessa última geração de africanos e de seus descendentes diretos.
O segundo segmento apresenta uma coleção de objetos do Candomblé Nagô da Bahia formada pela antropóloga Heloísa Alberto Torres, então diretora do Museu Nacional, em 1940 e complementada em 1953. O candomblé nagô foi elaborado por africanos escravizados de língua yorubá trazidos para a Bahia. As esculturas em madeira representando os orixás foram esculpidas pelo artesão José Afonso de Santa Isabel. Além das esculturas, integram a coleção um agogô, instrumento bastante difundido na África Ocidental, duas bonecas vestidas à moda das mulheres da Bahia nos anos de 1940 e alguns “banquinhos de igreja” que, no candomblé nagô, eram de uso das pessoas de menor hierarquia (a yalorixá ou mãe de santo, por exemplo, senta-se em uma grande cadeira).
O último segmento desta vitrine apresenta alguns trabalhos recentemente produzidos no Museu Nacional relativos a temas da presença africana no Brasil. Além do Setor de Etnologia e Etnografia, que organizou a exposição e vem desenvolvendo estudos sobre algumas coleções, destacamos as pesquisas do Setor de Antropologia Biológica, do Laboratório de Arqueologia (Casa de Pedras) e do Laboratório de Pesquisas em Etnicidade, Cultura e Desenvolvimento (LACED).
(...)
A vitrine se encerra exibindo um conjunto de três objetos de procedência não identificada a fim de exemplificar a dimensão do que ainda desconhecemos dos muitos caminhos que percorreram os objetos que hoje compõem a coleção Africana do Museu Nacional. Trata-se de um exemplar de um opelé ifá e de dois edans usados por grupos yorubá. A ausência de informações mais completas deixa em aberto um arco de dúvidas e de questionamentos que só a continuidade da pesquisa poderá responder. Por isso, além de ser um lugar de guarda do passado, um museu é também uma instituição de pesquisa, voltada para o futuro e para a produção de novos conhecimentos.
(Disponível em http://www.museunacional.ufrj.br/dir/exposicoes/etnologia/LivroKumbukumbu.pdf, acessoem 14/06/2018)
Glossário
- inkices, orixás e voduns: são divindades do candomblé denominadas de acordo com cada grupo étnico, a saber: bantu, yorubá e jêjemahi.
- opelé ifá: colar aberto composto de um fio trançado de palha-da-costa ou fio de algodão.
- edans: símbolo usado em torno do pescoço.
TEXTO II

(Disponível em < http://www.agora.com.vc/noticia/ charge-incendio-de-grandes-proporcoes-atinge-museunacional-na-quinta-da-boa-vista-no-rio/>, acesso em 14/09/2018)
Os textos I e II citam a mais antiga instituição científica do Brasil: o Museu Nacional, o qual foi criado por D. João XI em 06/06/1818.
Com base na leitura de ambos os texto, é possível afirmar, EXCETO, que:
Questão 12 15458922
EPSJV Técnico em Saúde 2019TEXTO
Em 14 de maio de 2014, a exposição “Kumbukumbu – África, Memória e Patrimônio” foi aberta ao público no Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ). Para auxiliar o entendimento da organização da exposição durante as visitas, em especial, guiadas, a equipe do Setor de Etnologia e Etnografia (SEE) publicou o guia “Conhecendo a Exposição Kumbukumbu do Museu Nacional”. Nesta publicação, podemos ler:
A sala da exposição de longa duração do Museu Nacional destinada aos objetos africanos, agora denominada Kumbukumbu: África, memória e patrimônio, apresenta um acervo diversificado de objetos adquiridos por meio de doações, compras e permutas. Além da beleza e do significado antropológico das peças, a coleção tem ainda uma importância histórica por ser um dos mais antigos acervos africanos do Brasil. São objetos trazidos de diferentes partes do continente entre 1810 e 1940, acrescidos de outros que pertenceram ou foram produzidos por africanos ou seus descendentes diretos no Brasil entre 1880 e 1950. A palavra Kumbukumbu foi escolhida para nomear a exposição porque na língua swahili, uma das mais faladas no continente africano, pode ser traduzida por memória e patrimônio. Ao comentar a palavra Kumbukumbu a partir de sua experiência pessoal, um estudante da Tanzânia chamado Gatera Mudahizi Maurice explicou, também em swahili, o significado da palavra:
Kumbukumbu é uma palavra swahili que significa memória ou o ato de colecionar. Como a história é considerada o estudo do passado, historiadores coletam itens do passado de diferentes fontes. Todas as coleções e documentações dos acontecimentos passados reunidas formam um museu que, basicamente significa Kumbukumbu. As exposições dos museus são usadas para mostrar as memórias e as coleções de acontecimentos passados. Kumbukumbu nos faz lembrar o passado que nos dá um caminho para o futuro. A Tanzânia, por exemplo, tem um grande número de museus que mostram muitas memórias do passado.
Essa exposição traz a público, portanto, exemplos do patrimônio material africano e nos ajuda a conhecer a história de grupos que habitaram aquele continente. O elo com o passado dos povos africanos é construído através da pesquisa histórica e antropológica, hoje realizada pela equipe do Setor de Etnologia e Etnografia, que embasa e sustenta o presente trabalho e as informações aqui apresentadas.
A presença de africanos e de seus descendentes no Brasil está marcada pela violência da escravidão e pelo pós-abolição. A última vitrine da exposição trata do modo como os africanos se instalaram e recriaram seu mundo a partir do final do século XIX, em particular na Bahia e no Rio de Janeiro. A vitrine está dividida em três segmentos: as apreensões da Polícia da Corte, a coleção Heloísa Alberto Torres e os estudos recentes produzidos no Museu Nacional. O primeiro segmento mostra objetos que pertenceram aos antigos candomblés do Rio de Janeiro conhecidos como zungus ou casas de dar fortuna. Ali se cultuavam inkices (bantu), orixás (yorubá) e voduns (jêjemahi). Perseguidas pela polícia, as casas eram invadidas e tinham seus objetos confiscados e levados às delegacias como provas materiais da prática de rituais alegadamente proibidos. Os frequentadores dessas casas eram perseguidos e presos. Sabendo da existência desses objetos no depósito da Polícia da Corte, o então diretor do Museu Nacional, Ladislau Netto, interessou-se por eles e passou a pedir que lhe fossem enviados para estudo. Na década de 1880, o Museu Nacional formou uma coleção que guarda as antigas técnicas de metalurgia e o conhecimento da arte da escultura em madeira, exemplos materiais das práticas religiosas dessa última geração de africanos e de seus descendentes diretos.
O segundo segmento apresenta uma coleção de objetos do Candomblé Nagô da Bahia formada pela antropóloga Heloísa Alberto Torres, então diretora do Museu Nacional, em 1940 e complementada em 1953. O candomblé nagô foi elaborado por africanos escravizados de língua yorubá trazidos para a Bahia. As esculturas em madeira representando os orixás foram esculpidas pelo artesão José Afonso de Santa Isabel. Além das esculturas, integram a coleção um agogô, instrumento bastante difundido na África Ocidental, duas bonecas vestidas à moda das mulheres da Bahia nos anos de 1940 e alguns “banquinhos de igreja” que, no candomblé nagô, eram de uso das pessoas de menor hierarquia (a yalorixá ou mãe de santo, por exemplo, senta-se em uma grande cadeira).
O último segmento desta vitrine apresenta alguns trabalhos recentemente produzidos no Museu Nacional relativos a temas da presença africana no Brasil. Além do Setor de Etnologia e Etnografia, que organizou a exposição e vem desenvolvendo estudos sobre algumas coleções, destacamos as pesquisas do Setor de Antropologia Biológica, do Laboratório de Arqueologia (Casa de Pedras) e do Laboratório de Pesquisas em Etnicidade, Cultura e Desenvolvimento (LACED).
(...)
A vitrine se encerra exibindo um conjunto de três objetos de procedência não identificada a fim de exemplificar a dimensão do que ainda desconhecemos dos muitos caminhos que percorreram os objetos que hoje compõem a coleção Africana do Museu Nacional. Trata-se de um exemplar de um opelé ifá e de dois edans usados por grupos yorubá. A ausência de informações mais completas deixa em aberto um arco de dúvidas e de questionamentos que só a continuidade da pesquisa poderá responder. Por isso, além de ser um lugar de guarda do passado, um museu é também uma instituição de pesquisa, voltada para o futuro e para a produção de novos conhecimentos.
(Disponível em http://www.museunacional.ufrj.br/dir/exposicoes/etnologia/LivroKumbukumbu.pdf, acessoem 14/06/2018)
Glossário
- inkices, orixás e voduns: são divindades do candomblé denominadas de acordo com cada grupo étnico, a saber: bantu, yorubá e jêjemahi.
- opelé ifá: colar aberto composto de um fio trançado de palha-da-costa ou fio de algodão.
- edans: símbolo usado em torno do pescoço.
Em “a yalorixá ou mãe de santo, por exemplo, senta-se em uma grande cadeira”, a função do item sublinhado é a de:
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