Questões de EFAF História
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Questão 5 14935851
ONHB 4 Fase 2025Assemblea Legislativa (Sessão ordinária de 3 de setembro de 1930)
O sr. Generino Maciel: - Sr. presidente, peço a palavra para
dizer á Casa que pretendo apresentar amanhã á consideração
dos meus pares o projecto que institúe a bandeira nova da
Parahyba. A Parahyba, sr. presidente, quer ter a sua bandeira;
o povo o quer.
O sr. Velloso Borges: - Aliás a Parahyba sempre teve a sua
bandeira.
O sr. Generino Maciel: - A Parahyba quer, sr . presidente, a
bandeira encarnada e preta que traduza a sua revolta, o seu
desespero, a sua dôr. E’ essa a bandeira que a nossa te:rra
deseja.
O sr. Velloso Borges apartela o orador longamente,
mostrando-se contrario á mudança das côres da bandeira da
Parahyba, que cobriu o corpo do grande presidente João
Pessoa, quando este fôra levado á sua ultima morada na capital
da Republica Lembrava, pois, que se conservassem as suas
côres verde e branca.
O sr. Generino Maciel: - Mas sr . presidente, o povo quer essa
bandeira vermelha de suas reinvidicações, do seu mais
vehemente protesto contra as arbitrariedades do poder
central, qui tanto nos vem amesquinhando. E essa Parahyba
querida que Isso exige
tem sua completa razão nessa exlgencla, porque foi roubada
na sua representação federal, elegeu o presidente da Republica
e o seu vice-presidente, e foi esbulhada. ( Calorosas ovações no
recinto e nas galerias; ouve-se a campainha pedindo silencio)
[...]
O sr. Generino Maciel continúa com a palavra, affirmando,
calorosamente applaudido pelas galerias, que está lançada a
semente da bandeira nova, e saberá defener o seu ponto de
vista com energia e patriotismo.
Fala, a seguir, sobre o grande vulto do presidente João Pessõa,
ouvindo-se calorosas palmas da assistencia. Queremos prestar
mais uma grande homenagem á victima gloriosa dos odios dos
complots e das mlserias inqualificáveis - o extraordinario João
Pessôa.
A nova bandeira da Parahyba será o nosso symbo!o pelo rubro
do sangue de João Pessôa e
pelo preto da nossa eterna magua, do nosso grande sentimento.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Jornal ORIGEM: Assemblea Legislativa (Sessão ordinária de 3 de setembro de 1930). A União – ORGAM OFFICIAL DO ESTADO. PARAHYBA, Quinta-feira, 4 de setembro de 1930, p. 3. Disponível em: https://auniao.pb.gov.br/servicos/copy_of_jornal-a-uniao/dec-30/1930/setembro/auniao-04-09-1930.pdf/@@download/file/A%20Uni%C3%A3o%2004-09-1930.pdf. Acesso em: 26 fev. 2024. CRÉDITOS: A União – ORGAM OFFICIAL DO ESTADO. PARAHYBA PALAVRAS-CHAVE: brasil republicano, história política
A glorificação do nome de João Pessoa

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: manchete ORIGEM: Assemblea Legislativa (Sessão ordinária de 3 de setembro de 1930). A União – ORGAM OFFICIAL DO ESTADO. PARAHYBA, Quinta-feira, 4 de setembro de 1930, p. 1. Disponível em: https://auniao.pb.gov.br/servicos/copy_of_jornal-a-uniao/dec-30/1930/setembro/auniao-04-09-1930.pdf/@@download/file/A%20Uni%C3%A3o%2004-09-1930.pdf. Acesso em: 26 fev. 2024. CRÉDITOS: A União – ORGAM OFFICIAL DO ESTADO. PARAHYBA PALAVRAS-CHAVE: história política, brasil republicano
A mudança do nome da capital do estado da Paraíba e a instituição da atual bandeira, em 1930
Questão 4 14935833
ONHB 4 Fase 2025Leia o texto a seguir escrito por Maria Silvia Possas.
Maria da Conceição Tavares
MARIA DA CONCEIÇÃO TAVARES, nascida em Portugal, foi uma das economistas de maior influência sobre o pensamento econômico brasileiro desde os anos 60, em especial o heterodoxo.
Após estudar matemática em Lisboa, veio para o Brasil onde se formou economista pela então Universidade do Brasil, hoje UFRJ . Trabalhou na CEPAL e tornou-se professora da UFRJ e, mais tarde, da Unicamp. Sua carreira acadêmica e sua obra sempre se pautaram por suas convicções éticas e políticas, de defesa de uma sociedade mais justa e solidária.
Seu espírito de luta acabou por levá-la a pleitear uma cadeira na Câmara de Deputados, mandato obtido e exercido de 1995 a 1999. Entretanto sentiu não ser ali que melhor poderia servir às suas idéias e voltou às lides acadêmicas após esse período. Tornou-se célebre não só pelo vigor de seu pensamento, mas também pela paixão com que defende seus pontos de vista, sempre procurando identificar quais os interesses da grande maioria da população, excluída dos frutos do desenvolvimento, e tomar o seu partido.
Sua obra é bastante diversificada: escreveu artigos e livros influentes, tanto no campo teórico quanto acerca de aspectos variados da economia brasileira, o que torna mais difícil tratar em poucas páginas da autora, de suas obra e influência.
Seu primeiro trabalho relevante foi “Auge e declínio do processo de substituição de importações no Brasil”. Neste artigo já estavam presentes as questões que priorizaria mais adiante. A compreensão da dinâmica própria de economias como as latino-americanas, em particular a brasileira, foi o que o norteou: como se inserem essas economias no mercado internacional, como evolui sua distribuição de renda, como se dá o progresso técnico, como é possível financiar o investimento e o consumo, superando a precariedade dos sistemas financeiros locais, foram alguns dos problemas para cujo equacionamento procurou contribuir. Uma preocupação fundamental, característica de seu pensamento, já estava aí presente: a assimetria de poder existente entre as diversas economias.
Esses problemas voltaram a ser atacados em diferentes momentos de sua carreira e nortearam sua busca intelectual, pois poderiam ser a chave para uma defesa dos interesses dos excluídos e explorados. Profundamente interligados, tais problemas foram tratados tanto teórica quanto historicamente.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Texto acadêmico ORIGEM: POSSAS, Maria Silvia. Maria da Conceição Tavares. Estudos Avançados, v. 15, n. 43, p. 389-400, dez. 2001. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ea/a/GsfKp6SprCQTvkddWYDpXLd/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 20 jan. 2025. CRÉDITOS: Maria Silvia Possas GLOSSÁRIO: UFRJ : Universidade Federal do Rio de Janeiro. CEPAL : Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe. Lide : Tarefa, atividades. PALAVRAS-CHAVE: brasil republicano, história das mulheres
Maria da Conceição Tavares:
Questão 3 14935786
ONHB 4 Fase 2025Observe alguns itens do acervo digital da arquiteta e designer Chu Ming Silveira.
Projeto do Orelhão, de Chu Ming Silveira

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Projeto ORIGEM: Projeto do Orelhão, de Chu Ming Silveira. Acervo de Chu Ming Silveira - orelhao.arq.br. Disponível em: https://www.orelhao.arq.br/. Acesso em: 15 fev. 2025. CRÉDITOS: Acervo de Chu Ming Silveira - orelhao.arq.br PALAVRAS-CHAVE: história das cidades, cultura material
O orelhão em sua versão dupla nas ruas de São Paulo, 1973

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Fotografia ORIGEM: O orelhão em sua versão dupla nas ruas de São Paulo, 1973. Acervo de Chu Ming Silveira - orelhao.arq.br. Disponível em: https://www.orelhao.arq.br. Acesso em 24 fev. 2025 CRÉDITOS: Acervo de Chu Ming Silveira - orelhao.arq.br. PALAVRAS-CHAVE: cultura material, história das cidades
Amenidades da Rua
De repente – notaram? – a rua melhorou em São Paulo, com o aparecimento do telefone-capacete. Bem que eu queria falar sobre ele, mas bobeei, e Ziraldo, com aquele humour (sic) que não pede licença para explodir, disse em cartoon o que eu tentaria escrever sobre o Orelhão. Ah, Ziraldo, isso não se faz: ter, antes dos outros, as melhores idéias!
A verdade é que a rua ficou sendo outra coisa, com as pessoas descobrindo que não precisam mais fazer fila no boteco ou na farmácia para dar um recado telefônico. Na própria calçada, uma vez comprada a ficha no jornaleiro, comunicam-se. Tão simples. Em outras cidades desse mundinho que é o mundo, já se fazia isso há muito tempo, mas aqui é novidade grande/ gostosa.
A primeira experiência foi aquele fiasco. As cabinas cilíndricas despertaram a agressividade, o instinto predatório de alguns, e logo se tornaram ruínas. O usuário repelia a dádiva. Eram feias? Nem por isso. Eram úteis, mas os destruidores não repararam na utilidade. Vingavam-se, talvez, nas pobres cabinas, das frustrações e irritações acumuladas durante anos de mau serviço telefônico. Para não falar no gosto puro e simples de arrebentar, que dorme nas cavernas psíquicas do suposto civilizado, e que, se ninguém está perto para servir de alvo, ou com receio de levar a pior na arrebentação, desaba sobre as coisas, que não reagem.
A CTB não desanimou, e saiu-se com o telefone protegido por uma cuia invertida: um, dois, três aparelhos geminados. Agiu tão depressa, e bolou tão bem a coisa, que os vândalos ficaram tontos e não contra-atacaram, senão em escala mínima. A população tomou conta das cabinas, que não são cabinas, são uma cuia gozada, a céu aberto, uma cuia que fala. Simpatizou com elas. Aprovou-as.
Então começamos a reparar que a rua é afinal uma boa coisa, apesar dos automóveis que a entopem ou que fazem dela pista para treinamento para Fittipaldis em potencial. E, na rua, a calçada é aquela parte boa em que é bom ir e vir, parar e até telefonar. Com depósitos metálicos onde você pode colocar o seu papel de sorvete. Com pontos de parada de coletivos, que indicam números de linhas à sua escolha. São pequenas viagens que se oferecem, em todas as direções.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Crônica ORIGEM: Carlos Drummond de Andrade/Acervo de Chu Ming Silveira - orelhao.arq.br. Disponível em: https://www.orelhao.arq.br. Acesso em 24 fev. 2025. CRÉDITOS: Carlos Drummond de Andrade/Acervo de Chu Ming Silveira - orelhao.arq.br. GLOSSÁRIO: CTB : Companhia Telefônica Brasileira. Fittipaldis : Referência ao automobilista Emerson Fittipaldi. PALAVRAS-CHAVE: literatura, história das cidades
Sobre os itens tratados nos documentos, escolha uma alternativa:
Questão 2 14935769
ONHB 4 Fase 2025Capitães do mato
(...) Nas Ordenações Filipinas, há um Título do Livro V determinando que quem ache um escravo fugido tem 15 dias para entregá-lo “a seu senhor ou ao Juiz da Cabeça do Almoxarifado da Comarca”, sob pena de, não o fazendo, ser considerado furto. Estipula ainda esta determinação legal uma quantia para o sustento do fugitivo, até que seja ele entregue a seu senhor, e outra para o achador, conforme a distância e o tempo da fuga, facultando ao Juiz o uso de até 40 açoites para que o escravo confesse quem é seu senhor.
Como se passou destas determinações mais gerais à criação de um cargo específico como o dos Capitães do Mato, homens especializados na caça aos escravos fugitivos, é coisa até hoje um tanto desconhecida. Embora Alípio Goulart afirme ter existido a “providência governamental de criar cargos e organizar corpos destinados à caça de escravos fugidos, cargos e corpos que mereceram regulamentações, fardas, galões, etc.”, não houve nenhuma determinação legal de caráter generalizante que dispusesse a respeito. Ainda que alguns autores mencionem a existência de vários “Regimentos de Capitães do Mato”, são determinações de caráter local, expedidas pelas Câmaras ou pelos Governadores das Capitanias. (...)
A falta de uma regulamentação precisa não impede, porém, que diversos documentos registrem a existência de Capitães do Mato em diversas regiões da Colônia já em meados do século XVII. Parece, todavia, que foi a partir das primeiras décadas do século XVIII que essa função se afirmou, já que datam deste período numerosos ‘‘Regimentos’’ locais a respeito das atribuições e prêmios a serem recebidos por eles na caça e entrega de fugitivos. Nos Campos dos Goitacazes há registros da existência de Capitães do Mato desde o início do século XVIII. No período estudado, a preocupação com o provimento desta função foi constante, mas deu-se em vários níveis. Se no tempo dos Viscondes de Asseca era o “Capitão General e Lugar-Tenente da Capitania da Paraíba do Sul” que concedia as Cartas Patentes aos Capitães do Mato, depois de sua incorporação aos domínios da Coroa era a Câmara que preenchia tais funções, embora não saibamos definir claramente se, anteriormente, ela também participava deste processo.
Em 1751, o Capitão-Mor Félix Álvares de Barcelos compareceu a uma sessão do Senado da Câmara dizendo que na Capitania havia muitos quilombolas que “estavam roubando e matando a vários moradores e forçando mulheres pelas estradas, e assim era (...) muito preciso concordarem o melhor modo para se evitar semelhantes distúrbios e insultos”. O “melhor modo” foi um Edital que conclamou “todos moradores e Capitães do Mato para que dessem nos quilombos”, permitindo-lhes matar, sem pena alguma da Justiça, os negros que resistissem (à semelhança do praticado nas Minas Gerais); recolher à cadeia os apreendidos e receber por eles “o estipêndio que se tem praticado” ou 12$800 réis por cada um achado em quilombo.
Isto significa que o Senado da Câmara da Vila de São Salvador conhecia os procedimentos legais adotados em outras Capitanias, e que nos próprios Campos dos Goitacazes havia tanto os Capitães do Mato quanto normas (formais ou costumeiras) de remuneração pelo seu trabalho.
Apesar disso e de termos encontrado Termos de Posse do cargo de Capitão do Mato datados do início da década de 1750, cremos que foi apenas a partir de 1757 que o processo de designação para o cargo e sua remuneração se fixaram. Neste ano, a requerimento dos próprios Capitães do Mato, os oficiais da Câmara elaboraram um “Regimento dos Salários que hão de levar os Capitães do Mato” por cada escravo apreendido, conforme o sexo, grau de resistência diante da prisão, lugar da evasão e da apanhada, valores que estão ordenados na Tabela 5.
(...)

(...)
O processo de provimento do cargo [de capitão do mato] se fazia através de uma eleição pelos vereadores ou de seu assentimento a uma petição. Eleito o Capitão ou aprovada a petição, a Câmara expedia uma Provisão e o candidato era chamado a prestar juramento e tomar posse do cargo — solenidade que também se realizava na Câmara. Os registros destas provisões, contidos nos livros da Câmara, revelam que, especialmente a partir dos anos 70 do século XVIII, os Capitães do Mato possuíam uma circunscrição espacial para sua atuação, em geral estabelecida pelo lugar onde eram moradores. Assim, encontramos Capitães do Mato da parte Norte do Rio Paraíba; da Lagoa de Cima e sertão do Rio Ururaí; do Rio Paraíba abaixo da banda do Norte, ou do Sul; do distrito do Chapéu de Sol, Ponta Grossa e Vermelha; de Macaé etc. Se em alguns casos esta divisão da região coincidia com a divisão “oficial” das freguesias, tal não acontecia com a maioria dos casos. O que indica, mais uma vez, que o esquadrinhamento do olhar dirigido aos moradores em geral precisava ser aguçado quando voltado para os escravos, especialmente no caso de fugitivos.
(...)
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Texto acadêmico ORIGEM: LARA, Silvia Hunold. Campos da violência: escravos e senhores na Capitania do Rio de Janeiro, 1750-1808. Coleção Oficinas da História. Rio de Janeiro: Paz e Terra, 1988, p. 296-305. CRÉDITOS: Silvia Hunold Lara. GLOSSÁRIO: Estipêndio : salário ou retribuição por serviços prestados. Freguesias : subdivisões obrigatórias dos concelhos/municípios, era a menor divisão administrativa do Império Português. PALAVRAS-CHAVE: história da escravidão, brasil colônia
Sobre o texto da historiadora Silvia Hunold Lara escolha a alternativa mais pertinente:
Questão 1 14935703
ONHB 4 Fase 2025Analise os documentos apresentados abaixo:
Sinopse da HQ “Cangaço Overdrive”
Em um futuro próximo, o Ceará enfrenta sua maior seca em séculos. Numa terra esquecida pelo governo e dominada pelos interesses dos conglomerados empresariais, um lendário cangaceiro e um impiedoso coronel são reanimados para continuar a peleja que deixaram no passado. Enquanto isso, uma comunidade autogerida tenta manter a independência ao defender sua terra de um ataque da polícia orquestrado por uma grande corporação
Cangaço Overdrive é um cyberpunk nordestino com roteiro de Zé Wellington, desenhos de Walter Geovani e Luiz Carlos B. Freitas e cores de Dika Araújo e Tiago Barsa. Este projeto é apoiado pela Secretaria da Cultura do Governo do Estado do Ceará - Lei Estadual de Incentivo à Cultura Nº 13.811, de 16 de agosto de 2016.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Sinopse ORIGEM: Zé Wellington. Sinopse da HQ “Cangaço Overdrive”. Disponível em: https://www.zewellington.com/p/cangaco-overdrive.html. Acesso em 14 fev. 2023. PALAVRAS-CHAVE: história em quadrínhos, cangaço, brasil republicano
Cangaço Overdrive pág. 12

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: História em Quadrinhos ORIGEM: “Cangaço Overdrive”. Roteiro de Zé Wellington, desenhos de Walter Geovani e Luiz Carlos B. Freitas e Cores de Dika Araújo e Tiago Barsa, p. 12. Reprodução. Disponível em: https://www.zewellington.com/p/cangaco-overdrive.html CRÉDITOS: Zé Wellington; Walter Geovani; Luiz Carlos B. Freitas; Dika Araújo; Tiago Barsa. PALAVRAS-CHAVE: brasil republicano, história em quadrínhos, cangaço
Cangaço Overdrive pág. 13

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: História em Quadrínhos ORIGEM: “Cangaço Overdrive”. Roteiro de Zé Wellington, desenhos de Walter Geovani e Luiz Carlos B. Freitas e Cores de Dika Araújo e Tiago Barsa, p. 13. Reprodução. Disponível em: https://www.zewellington.com/p/cangaco-overdrive.html CRÉDITOS: Zé Wellington; Walter Geovani; Luiz Carlos B. Freitas; Dika Araújo; Tiago Barsa. PALAVRAS-CHAVE: brasil republicano, cangaço, história em quadrínhos
Após a análise dos documentos, escolha uma alternativa.
Questão 9 14931447
ONHB 3 Fase 2025Observe as fotografias abaixo que foram tiradas em alojamentos do Serviço Especial de Mobilização de Trabalhadores para a Amazônia (SEMTA) por seu setor de propaganda durante a década de 1940.
Painel de fotos

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Fotografia ORIGEM: REIS, Auricélia França de Souza Reis; FREITAS, Thiago Nogueira de; SIQUEIRA, Graciele Karine (org.). SEMTA: Serviço Especial de Mobilização de Trabalhadores para a Amazônia - por J. P. Chabloz, p. 101, Fortaleza: Museu de Arte da UFC, 2022. Disponível em: https://repositorio.ufc.br/handle/riufc/68494. Acesso em: 10 fev. 2025. CRÉDITOS: Abafilme, Jean-Pierre Chabloz TÉCNICA: Colagem DIMENSÕES: 24,5cm x 18,0cm PALAVRAS-CHAVE: semta, governo vargas, fotografia
Ginástica

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Fotografia ORIGEM: REIS, Auricélia França de Souza Reis; FREITAS, Thiago Nogueira de; SIQUEIRA, Graciele Karine (org.). SEMTA: Serviço Especial de Mobilização de Trabalhadores para a Amazônia - por J. P. Chabloz, p. 39, Fortaleza: Museu de Arte da UFC, 2022. Disponível em: https://repositorio.ufc.br/handle/riufc/68494. Acesso em: 10 fev. 2025. CRÉDITOS: Abafilme TÉCNICA: Fotografia DIMENSÕES: 4,4cm x 56,0cm PALAVRAS-CHAVE: governo vargas, semta, fotografia
Dois soldados: corte de cabelo e barba

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Fotografia ORIGEM: REIS, Auricélia França de Souza Reis; FREITAS, Thiago Nogueira de; SIQUEIRA, Graciele Karine (org.). SEMTA: Serviço Especial de Mobilização de Trabalhadores para a Amazônia - por J. P. Chabloz, p. 56, Fortaleza: Museu de Arte da UFC, 2022. Disponível em: https://repositorio.ufc.br/handle/riufc/68494. Acesso em: 10 fev. 2025. CRÉDITOS: Abafilme TÉCNICA: Fotografia DIMENSÕES: 5,5cm x 3,7cm PALAVRAS-CHAVE: semta, governo vargas, fotografia
A partir dos documentos, escolha uma alternativa em relação ao SEMTA:
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