Questões de EFAF História
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Questão 30 6308454
CN 2° Dia 2021Leia o texto a seguir.
Depois de quase 6 anos afastados do Catete, Getúlio Vargas conquistou novamente, pela força do voto e com a confiança das massas trabalhadoras, a cadeira presidencial. Seu retrato, que fora retirado provisoriamente, voltou a decorar suntuosos gabinetes, repartições públicas de todo o país, casas de famílias,
(...).
JUNIOR, Antônio Mendes e MARANHÃO, Ricardo. Brasil História
Marque a opção correta sobre os atos e fatos históricos dos períodos, nos quais Getúlio Vargas esteve no mais alto cargo do Poder Executivo.
Questão 8 16237832
ONHB Fase 4 2020Pequeno Manual Antirracista
“O racismo é uma problemática branca, provoca Grada Kilomba. Até serem homogeneizados pelo processo colonial, os povos negros existiam como etnias, culturas e idiomas diversos – isso até serem tratados como ’o negro’. Tal categoria foi criada em um processo de discriminação, que visava ao tratamento de seres humanos como mercadoria. Portanto, o racismo foi inventado pela branquitude, que como criadora deve se responsabilizar por ele. Para além de se entender como privilegiado, o branco deve ter atitudes antirracistas. Não se trata de se sentir culpado por ser branco: a questão é se responsabilizar. Diferente da culpa, que leva à inércia, a responsabilidade leva à ação. Dessa forma, se o primeiro passo é desnaturalizar o olhar condicionado pelo racismo, o segundo é criar espaços, sobretudo em lugares que pessoas negras não costumam acessar”.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Livro ORIGEM: RIBEIRO, Djamila. “Reconheça os privilégios da branquitude”. Pequeno Manual Antirracista. São Paulo: Companhia das Letras, 2019, pp. 35-36. CRÉDITOS: Djamila Ribeiro GLOSSÁRIO: Grada Kilomba : artista, escritora e psicóloga nascida em Lisboa (1968) que tem trabalhado com temas ligados ao racismo e pós-colonialismo. PALAVRAS-CHAVE: brasil, racismo
A partir da leitura do excerto e de seus conhecimentos sobre a questão racial no Brasil, assinale a alternativa mais adequada.
Questão 6 16237803
ONHB Fase 4 2020Entre os dias 30 de agosto e 08 de setembro de 2019, ocorreu a XIX Bienal Internacional do Livro do Rio de Janeiro. A mostra ganhou destaque na imprensa quando a prefeitura da cidade tentou suspender a venda de uma revista em quadrinhos em que dois personagens masculinos se beijam.
Considerando o documento a seguir e o desenrolar do caso, assinale a alternativa mais adequada.
Entenda a polêmica envolvendo pedido de recolhimento de HQ e liminares sobre apreensão de obras
“O Supremo Tribunal Federal derrubou neste domingo (8) a decisão que liberava apreensão de livros na Bienal do Rio de Janeiro. O evento, que chega ao fim neste final de semana, possui mesas redondas, painéis temáticos e comercialização de livros. A programação ocorre no Riocentro.
A polêmica envolvendo o evento começou na segunda-feira (2), pelas redes sociais, e tem como protagonista a HQ Vingadores - A Cruzada das Crianças. Publicada originalmente em 2010, a obra é o 66º volume da Coleção Oficial de Graphic Novels Marvel, lançada em 2016 no Brasil pela Editora Salvat em parceria com a Panini Comics. A ideia é republicar gibis em formato de luxo, com capa dura.
Com nove edições, a saga mostra dezenas de super-heróis da Marvel, incluindo duas versões jovens dos Vingadores, Wiccano e Hulking, que são namorados. Em um dos trechos da obra, eles aparecem se beijando, em edição escrita pelo norte-americano Allan Heinberg e ilustrada pelo britânico Jim Cheung.
A obra, no entanto, foi acusada pelo prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, de possuir ’conteúdo impróprio para menores’. Ele determinou o recolhimento de exemplares da HQ na Bienal do Livro, o que levou a uma fiscalização da prefeitura no evento. O fato também fez com que a organização da feira literária pedisse à Justiça um mandado de segurança preventiva para garantir o direito dos expositores de “comercializar obras literárias sobre as mais diversas temáticas”.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Jornal eletrônico ORIGEM: Gauchazh. “Entenda a polêmica envolvendo pedido de recolhimento de HQ e liminares sobre apreensão de obras”. Livros, 06/09/2019. Disponível em: https://tinyurl.com/y6tk6hj7 [https://gauchazh.clicrbs.com.br/cultura-e-lazer/livros/ noticia/2019/09/entenda-a-polemica-envolvendo-pedido-de-recolhimento-de-hq-eliminares-sobre-apreensao-de-obras-ck08q8a7r03hp01l54tc63g7o.html] https://tinyurl.com/y6tk6hj7 CRÉDITOS: Gauchazh PALAVRAS-CHAVE: censura, rio de janeiro, literatura
Questão 4 16237771
ONHB Fase 4 2020Observe a fotografia e leia o texto publicado no Jornal Folha de São Paulo em 20 de agosto de 1961:
Jânio Quadros condecora Ernesto Guevara com a Ordem do Cruzeiro do Sul

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Fotografia ORIGEM: Domínio público / Acervo Arquivo Nacional. Jânio Quadros condecora Ernesto Guevara com a Ordem do Cruzeiro do Sul, Fundo Agência Nacional. 08/1961. Disponível em: https://tinyurl.com/y52cmgon [https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:J% C3%A2nio_Quadros_condecora_Ernesto_Guevara_com_a_Ordem_do_Cruzeiro_do_Sul.jpg] https://tinyurl.com/y52cmgon CRÉDITOS: Domínio público / Acervo Arquivo Nacional TÉCNICA: Fotografia PALAVRAS-CHAVE: relações políticas, governo jânio quadros
Janio condecora Guevara
CONDECORAÇÃO
Após a primeira parte de sua conferencia com ”Che” Guevara, o sr. Janio Quadros condecorou o com a ”Grã Cruz da Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul”, em cerimonia realizada no Salão Verde do Palacio do Planalto. O presidente, de bom humor, atendeu aos pedidos dos fotografos de mudar para dois metros alem o local da entrega da comenda (por causa da luz) e tirou o microfone da Agencia Nacional para um lado, facilitando-lhes o serviço. Ao entregar a comenda, o chefe do governo brasileiro pronunciou as seguintes palavras:
”Ministro Guevara: v. exa. manifestou em varias oportunidades o desejo de estreitar relações economicas e culturais com o governo e povo brasileiros. Esse é o nosso proposito tambem. E é a deliberação que assumimos no contato com o governo e o povo cubanos. E para manifestar a v. exa., ao governo de Cuba e ao povo cubano, nosso apreço, nosso respeito, entregamos a v. exa. esta alta condecoração do povo e governo brasileiros.”
Ostentando já a comenda, o ministro cubano agradeceu:
”Sr. presidente: como revolucionario, estou profundamente honrado com esta distinção do governo e do povo brasileiros. Porem, não posso considerá-la nunca como uma condecoração pessoal, mas como uma condecoração ao povo e nossa revolução, e assim a comunicarei com as saudações desse povo que v. exa. pessoalmente representa. E a transmitirei com todo desejo de estreitar as nossas relações.” A cerimonia encerrou-se voltando o chefe do governo e o ministro Guevara para o gabinete presidencial.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Jornal OBSERVAÇÃO: É proibida a reprodução do conteúdo deste documento em qualquer meio de comunicação, eletrônico ou impresso, sem autorização escrita da Empresa Folha da Manhã Ltda. A ONHB tem autorização para a utilização em sua prova e não se responsabiliza por utilização indevida, cabendo a quem pretender reproduzir o material entrar em contato com o detentor de direitos legais sobre o documento. ORIGEM: Condecorção em: “Janio condecora Guevara”. Folha de São Paulo, 20/08/1961. Disponível em: http://almanaque.folha.uol.com.br/brasil_20ago1961.htm [http://almanaque.folha.uol.com.br/brasil_20ago1961.htm] http://almanaque.folha.uol.com.br/brasil_20ago1961.htm CRÉDITOS: Folha de São Paulo PALAVRAS-CHAVE: governo jânio quadros, relações políticas
Sobre a fotografia e o texto jornalístico, assinale a alternativa mais adequada.
Questão 3 16237759
ONHB Fase 4 2020O que significava ser cidadão nos tempos coloniais
“(…) Nem sempre a cidadania foi encarada como um direito. Na Europa da época moderna, assim como no Brasil colonial, a cidadania não era considerada, como hoje, um direito político. Cidadãos eram aqueles que, por participarem do governo local, nas câmaras municipais, recebiam privilégios, honras e mercês do rei de Portugal. Tratava-se de uma sociedade organizada nos moldes do Antigo Regime, hierarquizada e excludente e, sobretudo, escravista.
Para discutirmos o significado de ser cidadão na sociedade colonial brasileira – produto da colonização dos Estados europeus na época moderna –, é necessário entendermos um pouco mais sobre aqueles Estados durante o período que se convencionou chamar de Antigo Regime (séculos XVI ao XVIII). Um dos temas mais debatidos pelos historiadores na última década refere-se ao estatuto político dos Estados na Europa da época moderna e os mecanismos de poder das monarquias absolutistas. É corrente a ideia de que a partir do século XVI as monarquias europeias se fortaleceram através de um processo de centralização política e do desenvolvimento de um aparelho burocrático, militar e fiscal capaz de exercer um controle crescente sobre o território e os indivíduos, criando assim novas formas de exercício do poder e de ordenação social. (...) no Brasil, o acesso aos cargos das câmaras das inúmeras vilas e cidades coloniais surgia como objeto de cobiça e de disputa entre grupos economicamente influentes nas localidades, constituídos principalmente por senhores de terras e de escravos – os chamados homens bons. Estas disputas podem ser entendidas como um dos fatores que indicam a centralidade daqueles cargos não apenas como espaço de distinção e hierarquização dos colonos, mas, e principalmente, de negociação com a Coroa. Isso porque as câmaras constituíram-se, entre várias outras instituições coloniais, em uma das principais vias de acesso a um conjunto de privilégios que permitia nobilitar os colonos; e que, ao transformá-los em cidadãos, os levou a participar do governo político do Império colonial português.”
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Texto acadêmico ORIGEM: Adaptado de: BICALHO, Maria Fernanda Baptista. “O que significava ser cidadão nos tempos coloniais”. ABREU, Martha, SOIHET, Rachel (org). Ensino de História: conceitos, temáticas e metodologia . Rio de Janeiro: FAPERJ/Casa da Palavra, 2009, pp. 139, 145. CRÉDITOS: Maria Fernanda Baptista Bicalho PALAVRAS-CHAVE: brasil colônia, cidadania
Assinale a alternativa mais adequada sobre a cidadania na sociedade colonial brasileira.
Questão 2 16237739
ONHB Fase 4 2020”Africanos”da Torrelandia

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Fotografia ORIGEM: FILGUEIRAS, A. ”Africanos” da Torrelandia: Carnaval da Parahyba . João Pessoa, PB: [s.n.], [193-]. 1 foto, Cópia fotográfica de gelatina e prata, p&b, 12 x 17 cm. Disponível em: http://acervo.bndigital.bn.br/sophia/index.asp?codigo_sophia=80145 [http://acervo.bndigital.bn.br/sophia/index.asp?codigo_sophia=80145] http://acervo.bndigital.bn.br/sophia/index.asp?codigo_sophia=80145 . Acesso em: 9 fev. 2020. CRÉDITOS: A. Filgueiras TÉCNICA: Fotografia DIMENSÕES: Cópia fotográfica de gelatina e prata, p&b, 12 x 17 cm PALAVRAS-CHAVE: fotografia, paraíba, festas populares
”Tupy-Guarany”do Roggers

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Fotografia ORIGEM: FILGUEIRAS, A. ”Tupy-Guarany” do Roggers: Carnaval da Parahyba . João Pessoa, PB: [s.n.], [193-]. 1 foto, Cópia fotográfica de gelatina e prata, p&b, 12 x 17 cm. Disponível em: http://acervo.bndigital.bn.br/sophia/index.asp?codigo_sophia=80148 [http://acervo.bndigital.bn.br/sophia/index.asp?codigo_sophia=80148] http://acervo.bndigital.bn.br/sophia/index.asp?codigo_sophia=80148 . Acesso em: 9 fev. 2020. CRÉDITOS: A. Filgueiras TÉCNICA: Fotografia DIMENSÕES: Cópia fotográfica de gelatina e prata, p&b, 12 x 17 cm PALAVRAS-CHAVE: fotografia, festas populares, paraíba
Os documentos são registros fotográficos de dois grupos de cabocolinhos da cidade de João Pessoa, na Paraíba, durante a década de 1930. As fotografias:
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