Questões de EFAF História - Brasil - Período Colonial
671 Questões
Questão 27 11003702
IFC Exame de Classificação 2012O padre jesuíta André João Antonil escreveu em seu livro Cultura e Opulência do Brasil por suas Drogas e Minas (1711) que os “escravos eram as mãos e os pés do Senhor de Engenho”.
Com esta frase André João Antonil quis dizer que:
Questão 7 10801213
Concursos Pref de Florianópolis 2012No século XVIII, casais oriundos das Ilhas dos Açores povoaram algumas regiões do Estado de Santa Catarina.
Assinale a alternativa que indica uma cidade que foi, naquela época, povoada por esses imigrantes.
Questão 40 10757470
UTFPR Verão 2012/2O Brasil foi colonizado pelos portugueses que estabeleceram o antigo sistema colonial. Este sistema vigorou na maioria dos países latino americanos entre os séculos XV e XIX.
Assinale a alternativa que explica o sistema colonial corretamente.
Questão 12 10735757
CMRJ 6º Ano - Português 2012TEXTO
Brinquedos, jogos e brincadeiras
Alguns brinquedos, jogos e brincadeiras tradicionais entre as crianças
brasileiras têm origens surpreendentes. Vêm tanto dos povos que deram origem à
nossa civilização (o índio, o branco, o negro), como até mesmo do longínquo Oriente.
Atualmente, no mundo cada vez mais urbanizado, industrializado e
[5] informatizado, a tendência é que muitas das brincadeiras tradicionais percam espaço
nas preferências infantis. Mesmo assim, jogos e brinquedos como a peteca, a
amarelinha, a ciranda, a pipa e a cama de gato têm valor cultural inestimável, e o
lugar dessas brincadeiras no folclore já está garantido.
Peteca

Quando os portugueses chegaram ao Brasil,
[10] encontraram os índios brincando com uma trouxinha de
folhas cheia de pequenas pedras, amarrada a uma espiga de
milho, que chamavam de PeŽteka, que em tupi significa
"bater". A brincadeira foi passando de geração em geração
e, no século XX, o jogo de peteca tornou-se um esporte,
[15] com regras e torneios oficiais.
Amarelinha

Essa brincadeira tão tradicional entre as crianças brasileiras também é
chamada de maré, sapata, avião, academia, macaca etc. A amarelinha tradicional é
desenhada no chão com giz e tem o formato de uma cruz, com um semicírculo em
uma das pontas, onde está a palavra céu, lua ou cabeça. Depois vem a casa do inferno
[20] (ou pescoço) e a área de descanso, chamada de braços (ou asas), onde é permitido
equilibrar-se sobre os dois pés. Por último, a área do corpo (ou quadrado).
Pipas

Pipa, papagaio, arraia, raia, quadrado,
pandorga... As pipas apareceram na China, mil anos
antes de Cristo, como forma de sinalização. Sua
[25] cor, desenho ou movimento poderiam enviar
mensagens entre os campos. Os chineses eram
peritos em construir pipas enormes e leves. Da
China elas foram para o Japão, para a Índia e depois para a Europa. Chegaram ao
Brasil trazidas pelos portugueses. Os tipos de pipa mais conhecidos são o de três
[30] varas, o de cruzeta e o de caixa. Para confeccioná-las bastam algumas folhas de
papel, varinhas e linha.
Ciranda

A famosa dança infantil, de roda, conhecida
em todo o Brasil, teve origem em Portugal, onde era um
bailado de adultos. O semelhante a ela é o fandango,
[35] baile rural praticado até meados do século XX no
interior do Rio de Janeiro (Parati) e São Paulo, em que
homens e mulheres formavam rodas concêntricas,
homens por dentro e mulheres por fora. Os versos que
abrem a ciranda infantil são conhecidíssimos ainda hoje:
[40] "Ciranda, cirandinha/ Vamos todos cirandar/ Vamos dar
a meia volta/ Volta e meia vamos dar". De resto, há
variações regionais que os complementam como "O anel
que tu me deste/ Era vidro e se quebrou./ O amor que tu me tinhas/ Era pouco e se
acabou".
(Texto adaptado de: http://brasileirinhos.wordpress.com/brincadeiras/. Último acesso em 29/10/2012.)
O texto afirma que “Alguns brinquedos, jogos e variedades tradicionais entre as crianças brasileiras têm origens surpreendentes” (l.1-2).
A origem que gerou surpresa foi a
Questão 9 10735754
CMRJ 6º Ano - Português 2012TEXTO
Alguns traços da cultura indígena
Cláudio e Orlando Villas Bôas
Os traços da cultura do índio se diferenciam dos nossos. Numa comunidade
elas são brandas, mansas, sem castigo. O índio é uma criatura livre. Ninguém
determina o que ele deve fazer. Ele é dono dos seus atos e do seu tempo. O que
mantém a unidade tribal é a força da cultura nascida das suas tradições. Ninguém
[5] manda em ninguém. Não vivem, como muitos podem pensar, num regime comunal onde
tudo é de todos. A propriedade é individual dentro mesmo do grupo familiar. O que é
do marido é dele, o que for da mulher é dela. Os pais não castigam os filhos e deles
nada exigem. Respeitam-nos. Quando se aponta um menino e pergunta-se ao pai:
– Você está ensinando o seu filho?
[10] – Não.
– Por quê?
– Eu não sei se ele quer.
– E, então, como e quando ele vai aprender?
– À medida que ele for precisando, ele pergunta. Daí eu ensino.
[15] O índio é uma criatura alegre. Quase nada o entristece. Tudo é motivo de
graça. Um civilizado na aldeia que quer ser desembaraçado pintando-se como índio,
cortando o cabelo igual a ele, pensando que assim o agrada, em verdade provoca risos
e comentários. À noite nas redes eles lembram o ocorrido, caçoam e quase sempre
com a observação: “Caraíba necatuité” (branco civilizado é bobo).
[20] ***
A criança é uma entidade. E como tal deve ser respeitada. Não se há de
contrariá-la, assim pensa o índio.
Uma índia fazia caprichosamente umas panelinhas com forma de passarinho,
com asinha, rabinho e biquinho. Ao lado, sua filhinha de 4 anos. À medida que a mãe
[25] terminava, ela “puf”, com um pedacinho de pau, quebrava. A cena à nossa frente
repetiu-se quatro vezes. Sugerimos à índia que parasse para que ela – a criança – não
continuasse quebrando. Ela incontinenti respondeu (claro, na sua língua):
– Não posso parar porque ela quer quebrar. Simplificando sugerimos:
– Então não faça o biquinho, a asinha e o rabinho, que são as partes mais
[30] demoradas e trabalhosas.
Ela continuou trabalhando e apenas esclareceu:
– Sem rabinho, sem asinha e sem biquinho não é panelinha, e ela quer quebrar
panelinha!
Encerrado o assunto, depois da décima primeira a menininha foi embora e a
[35] mãe continuou com sua labuta.
VILLAS BÔAS, Cláudio; VILLAS BÔAS, Orlando. Almanaque do sertão: histórias de visitantes, sertanejos e índios. São Paulo: Globo, 1997, p. 213-215 - adaptado.
Vocabulário:
1. Regime comunal (l. 5) – regime em que tudo é comum, é de todos.
2. Incontinenti (l. 27) – sem freios, sem parar.
3. Labuta (l. 35) - trabalho.
Em “A cena à nossa frente repetiu-se quatro vezes.
Sugerimos à índia que parasse para que ela – a criança – não continuasse quebrando.” (l.25-27), os sinais de travessão sinalizam
Questão 31 10681629
CN 2º Dia - Português (Amarela) 2012Na região Sul, o processo de colonização foi bem diferente do que ocorreu nas regiões Nordeste e Sudeste. No início, a região Sul ficou quase abandonada, havendo algumas missões jesuítas e praticando-se na região dos pampas, a criação extensiva de gado. Até em Laguna, cidade onde passava a linha de Tordesilhas, foi construído um forte somente om 1688.
Levando em consideração a dinâmica que envolve o processo de ocupação da região Sul brasileira, assinale a opção correta.
06
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