Questões de EFAF História
7.715 Questões
Questão 30 10630635
CMF 6º Ano - Prova de Matemática 2022TEXTO
O vigário de Pitangui, Padre Belchior Pinheiro, reivindica a honra de ter lido para D.
Pedro os papeis chegados do Rio e acrescenta que, finda a leitura, o príncipe, tremendo de
raiva, arrancara-os das mãos, amarrotara-os e pisara-os. Mas a crer no bom vigário, logo se
dominara, a buscar reflexão e conselho.
[5] Padre Belchior prossegue contando: “D. Pedro, depois, abotoando-se e recompondo a
roupa (pois vinha de quebrar o corpo à margem do riacho Ipiranga, agoniado por uma
disenteria com dores, que apanhara em Santos), virou-se para mim e disse: ‘— E agora,
Padre Belchior?’ E eu respondi prontamente: ‘—Se Vossa Alteza não se faz rei do Brasil,
será prisioneiro das Cortes e talvez deserdado por elas. Não há outro caminho senão a
[10] independência e a separação’. D. Pedro caminhou alguns passos silenciosamente,
acompanhado por mim, Cordeiro, Bregaro, Carlota e outros em direção aos nossos animais,
que se achavam à beira da estrada, dizendo-me: Padre Belchior, eles o querem, terão a sua
conta. As Cortes me perseguem, chamam-me com desprezo de ‘Rapazinho’ e de ‘Brasileiro’,
pois verão agora quanto vale o ‘Rapazinho’. De hoje em diante estão quebradas as nossas
[15] relações; nada mais quero com o Governo Português e proclamo o Brasil para sempre
separado de Portugal”. O rapazinho mostrava que não temia o desafio e que era um homem
criado no Brasil, um brasileiro decidido a defender a sua dignidade e a do país de adoção.
E indo D. Pedro I ao encontro dos dragões da Guarda de Honra, repetiu a
proclamação da Independência: “Amigos, as Cortes querem escravizar-nos e perseguem-nos.
[20] De hoje em diante nossas relações estão quebradas. Nenhum laço nos une mais!” Aí, então, o
príncipe arrancou do chapéu o laço azul e branco, símbolo da nação portuguesa e, atirando-o
ao chão, exclamou: “Laço fora, soldados! Viva a independência, a liberdade e a separação do
Brasil”. Aos vivas ao Brasil independente e a D. Pedro, desembainhou este a sua espada,
acompanhado no gesto pelos militares, e pelos civis que se descobriram, e disse: “Pelo meu
[25] sangue, pela minha honra, pelo meu Deus, juro fazer a liberdade do Brasil!”.
A frase deve ter sido fielmente reproduzida: Deus, honra e sangue faziam parte da
linguagem de D. Pedro, em horas solenes, nos seus protestos de juras. Nenhuma exigiria
mais ênfase do que a testemunhada pela comitiva presa do maior entusiasmo, na tarde de 7
de setembro, na colina do Ipiranga. Todos prestaram, eletrizados, o mesmo juramento, e D.
[30] Pedro I, embainhando a espada, pôs-se à frente do grupo, como se estivesse em pleno campo
de batalha a comandar um ataque contra os inimigos do Brasil e seus, contra as Cortes,
contra Portugal, contra o resto do mundo. Mas antes, clamou, voltando-se para trás, de pé nos
estribos, para que todos o vissem: “Brasileiros, a nossa divisa de hoje em diante será –
Independência ou Morte”. E tomou a direção de São Paulo, a galope, picando de espora a
[35] “sua bela besta baia”.
SOUSA, O. T. de. História dos fundadores do Império do Brasil: a vida de D. Pedro I. Rio de Janeiro: José
Olympio Editora, 1971. P. 30-31 (Adaptado).
Em “Nenhum laço nos une mais!” (
. 20), a partícula em destaque tem o mesmo valor e significado em
Questão 29 10630628
CMF 6º Ano - Prova de Matemática 2022TEXTO
O vigário de Pitangui, Padre Belchior Pinheiro, reivindica a honra de ter lido para D.
Pedro os papeis chegados do Rio e acrescenta que, finda a leitura, o príncipe, tremendo de
raiva, arrancara-os das mãos, amarrotara-os e pisara-os. Mas a crer no bom vigário, logo se
dominara, a buscar reflexão e conselho.
[5] Padre Belchior prossegue contando: “D. Pedro, depois, abotoando-se e recompondo a
roupa (pois vinha de quebrar o corpo à margem do riacho Ipiranga, agoniado por uma
disenteria com dores, que apanhara em Santos), virou-se para mim e disse: ‘— E agora,
Padre Belchior?’ E eu respondi prontamente: ‘—Se Vossa Alteza não se faz rei do Brasil,
será prisioneiro das Cortes e talvez deserdado por elas. Não há outro caminho senão a
[10] independência e a separação’. D. Pedro caminhou alguns passos silenciosamente,
acompanhado por mim, Cordeiro, Bregaro, Carlota e outros em direção aos nossos animais,
que se achavam à beira da estrada, dizendo-me: Padre Belchior, eles o querem, terão a sua
conta. As Cortes me perseguem, chamam-me com desprezo de ‘Rapazinho’ e de ‘Brasileiro’,
pois verão agora quanto vale o ‘Rapazinho’. De hoje em diante estão quebradas as nossas
[15] relações; nada mais quero com o Governo Português e proclamo o Brasil para sempre
separado de Portugal”. O rapazinho mostrava que não temia o desafio e que era um homem
criado no Brasil, um brasileiro decidido a defender a sua dignidade e a do país de adoção.
E indo D. Pedro I ao encontro dos dragões da Guarda de Honra, repetiu a
proclamação da Independência: “Amigos, as Cortes querem escravizar-nos e perseguem-nos.
[20] De hoje em diante nossas relações estão quebradas. Nenhum laço nos une mais!” Aí, então, o
príncipe arrancou do chapéu o laço azul e branco, símbolo da nação portuguesa e, atirando-o
ao chão, exclamou: “Laço fora, soldados! Viva a independência, a liberdade e a separação do
Brasil”. Aos vivas ao Brasil independente e a D. Pedro, desembainhou este a sua espada,
acompanhado no gesto pelos militares, e pelos civis que se descobriram, e disse: “Pelo meu
[25] sangue, pela minha honra, pelo meu Deus, juro fazer a liberdade do Brasil!”.
A frase deve ter sido fielmente reproduzida: Deus, honra e sangue faziam parte da
linguagem de D. Pedro, em horas solenes, nos seus protestos de juras. Nenhuma exigiria
mais ênfase do que a testemunhada pela comitiva presa do maior entusiasmo, na tarde de 7
de setembro, na colina do Ipiranga. Todos prestaram, eletrizados, o mesmo juramento, e D.
[30] Pedro I, embainhando a espada, pôs-se à frente do grupo, como se estivesse em pleno campo
de batalha a comandar um ataque contra os inimigos do Brasil e seus, contra as Cortes,
contra Portugal, contra o resto do mundo. Mas antes, clamou, voltando-se para trás, de pé nos
estribos, para que todos o vissem: “Brasileiros, a nossa divisa de hoje em diante será –
Independência ou Morte”. E tomou a direção de São Paulo, a galope, picando de espora a
[35] “sua bela besta baia”.
SOUSA, O. T. de. História dos fundadores do Império do Brasil: a vida de D. Pedro I. Rio de Janeiro: José
Olympio Editora, 1971. P. 30-31 (Adaptado).
No trecho “...arrancara-os das mãos, amarrotara-os e pisara-os.
Mas a crer no bom vigário, logo se dominara, a buscar reflexão e conselho.” (
. 03-04), os termos destacados sugerem que D. Pedro era
Questão 28 10630605
CMF 6º Ano - Prova de Matemática 2022TEXTO
O vigário de Pitangui, Padre Belchior Pinheiro, reivindica a honra de ter lido para D.
Pedro os papeis chegados do Rio e acrescenta que, finda a leitura, o príncipe, tremendo de
raiva, arrancara-os das mãos, amarrotara-os e pisara-os. Mas a crer no bom vigário, logo se
dominara, a buscar reflexão e conselho.
[5] Padre Belchior prossegue contando: “D. Pedro, depois, abotoando-se e recompondo a
roupa (pois vinha de quebrar o corpo à margem do riacho Ipiranga, agoniado por uma
disenteria com dores, que apanhara em Santos), virou-se para mim e disse: ‘— E agora,
Padre Belchior?’ E eu respondi prontamente: ‘—Se Vossa Alteza não se faz rei do Brasil,
será prisioneiro das Cortes e talvez deserdado por elas. Não há outro caminho senão a
[10] independência e a separação’. D. Pedro caminhou alguns passos silenciosamente,
acompanhado por mim, Cordeiro, Bregaro, Carlota e outros em direção aos nossos animais,
que se achavam à beira da estrada, dizendo-me: Padre Belchior, eles o querem, terão a sua
conta. As Cortes me perseguem, chamam-me com desprezo de ‘Rapazinho’ e de ‘Brasileiro’,
pois verão agora quanto vale o ‘Rapazinho’. De hoje em diante estão quebradas as nossas
[15] relações; nada mais quero com o Governo Português e proclamo o Brasil para sempre
separado de Portugal”. O rapazinho mostrava que não temia o desafio e que era um homem
criado no Brasil, um brasileiro decidido a defender a sua dignidade e a do país de adoção.
E indo D. Pedro I ao encontro dos dragões da Guarda de Honra, repetiu a
proclamação da Independência: “Amigos, as Cortes querem escravizar-nos e perseguem-nos.
[20] De hoje em diante nossas relações estão quebradas. Nenhum laço nos une mais!” Aí, então, o
príncipe arrancou do chapéu o laço azul e branco, símbolo da nação portuguesa e, atirando-o
ao chão, exclamou: “Laço fora, soldados! Viva a independência, a liberdade e a separação do
Brasil”. Aos vivas ao Brasil independente e a D. Pedro, desembainhou este a sua espada,
acompanhado no gesto pelos militares, e pelos civis que se descobriram, e disse: “Pelo meu
[25] sangue, pela minha honra, pelo meu Deus, juro fazer a liberdade do Brasil!”.
A frase deve ter sido fielmente reproduzida: Deus, honra e sangue faziam parte da
linguagem de D. Pedro, em horas solenes, nos seus protestos de juras. Nenhuma exigiria
mais ênfase do que a testemunhada pela comitiva presa do maior entusiasmo, na tarde de 7
de setembro, na colina do Ipiranga. Todos prestaram, eletrizados, o mesmo juramento, e D.
[30] Pedro I, embainhando a espada, pôs-se à frente do grupo, como se estivesse em pleno campo
de batalha a comandar um ataque contra os inimigos do Brasil e seus, contra as Cortes,
contra Portugal, contra o resto do mundo. Mas antes, clamou, voltando-se para trás, de pé nos
estribos, para que todos o vissem: “Brasileiros, a nossa divisa de hoje em diante será –
Independência ou Morte”. E tomou a direção de São Paulo, a galope, picando de espora a
[35] “sua bela besta baia”.
SOUSA, O. T. de. História dos fundadores do Império do Brasil: a vida de D. Pedro I. Rio de Janeiro: José
Olympio Editora, 1971. P. 30-31 (Adaptado).
No trecho ‘A frase deve ter sido fielmente reproduzida: Deus, honra e sangue faziam parte da linguagem de D. Pedro, em horas solenes, nos seus protestos de juras”, os dois pontos devem ser substituídos por qual dos termos a seguir a fim de manter a correta e coerente relação lógico-discursiva?
Questão 27 10630598
CMF 6º Ano - Prova de Matemática 2022TEXTO
O vigário de Pitangui, Padre Belchior Pinheiro, reivindica a honra de ter lido para D.
Pedro os papeis chegados do Rio e acrescenta que, finda a leitura, o príncipe, tremendo de
raiva, arrancara-os das mãos, amarrotara-os e pisara-os. Mas a crer no bom vigário, logo se
dominara, a buscar reflexão e conselho.
[5] Padre Belchior prossegue contando: “D. Pedro, depois, abotoando-se e recompondo a
roupa (pois vinha de quebrar o corpo à margem do riacho Ipiranga, agoniado por uma
disenteria com dores, que apanhara em Santos), virou-se para mim e disse: ‘— E agora,
Padre Belchior?’ E eu respondi prontamente: ‘—Se Vossa Alteza não se faz rei do Brasil,
será prisioneiro das Cortes e talvez deserdado por elas. Não há outro caminho senão a
[10] independência e a separação’. D. Pedro caminhou alguns passos silenciosamente,
acompanhado por mim, Cordeiro, Bregaro, Carlota e outros em direção aos nossos animais,
que se achavam à beira da estrada, dizendo-me: Padre Belchior, eles o querem, terão a sua
conta. As Cortes me perseguem, chamam-me com desprezo de ‘Rapazinho’ e de ‘Brasileiro’,
pois verão agora quanto vale o ‘Rapazinho’. De hoje em diante estão quebradas as nossas
[15] relações; nada mais quero com o Governo Português e proclamo o Brasil para sempre
separado de Portugal”. O rapazinho mostrava que não temia o desafio e que era um homem
criado no Brasil, um brasileiro decidido a defender a sua dignidade e a do país de adoção.
E indo D. Pedro I ao encontro dos dragões da Guarda de Honra, repetiu a
proclamação da Independência: “Amigos, as Cortes querem escravizar-nos e perseguem-nos.
[20] De hoje em diante nossas relações estão quebradas. Nenhum laço nos une mais!” Aí, então, o
príncipe arrancou do chapéu o laço azul e branco, símbolo da nação portuguesa e, atirando-o
ao chão, exclamou: “Laço fora, soldados! Viva a independência, a liberdade e a separação do
Brasil”. Aos vivas ao Brasil independente e a D. Pedro, desembainhou este a sua espada,
acompanhado no gesto pelos militares, e pelos civis que se descobriram, e disse: “Pelo meu
[25] sangue, pela minha honra, pelo meu Deus, juro fazer a liberdade do Brasil!”.
A frase deve ter sido fielmente reproduzida: Deus, honra e sangue faziam parte da
linguagem de D. Pedro, em horas solenes, nos seus protestos de juras. Nenhuma exigiria
mais ênfase do que a testemunhada pela comitiva presa do maior entusiasmo, na tarde de 7
de setembro, na colina do Ipiranga. Todos prestaram, eletrizados, o mesmo juramento, e D.
[30] Pedro I, embainhando a espada, pôs-se à frente do grupo, como se estivesse em pleno campo
de batalha a comandar um ataque contra os inimigos do Brasil e seus, contra as Cortes,
contra Portugal, contra o resto do mundo. Mas antes, clamou, voltando-se para trás, de pé nos
estribos, para que todos o vissem: “Brasileiros, a nossa divisa de hoje em diante será –
Independência ou Morte”. E tomou a direção de São Paulo, a galope, picando de espora a
[35] “sua bela besta baia”.
SOUSA, O. T. de. História dos fundadores do Império do Brasil: a vida de D. Pedro I. Rio de Janeiro: José
Olympio Editora, 1971. P. 30-31 (Adaptado).
Considere o seguinte trecho: “. D. Pedro caminhou alguns passos silenciosamente, acompanhado por
mim” (
. 10-11).
O pronome sublinhado se refere:
Questão 12 10620574
CEFET MG 2022A Revolta da Vacina
Em meados de 1904, chegava a 1.800 o número de internações devido à varíola no Hospital São Sebastião. Mesmo assim, as camadas populares rejeitavam a vacina, que consistia no líquido de pústulas de vacas doentes. Afinal, era esquisita a ideia de ser inoculado com esse líquido. E ainda corria o boato de que quem se vacinava ficava com feições bovinas.
Fragmento de texto retirado da Agência Fiocruz de notícias. Disponível em: https://por- tal.fiocruz.br. Acesso em: 16 jan.2021.
No texto, as expressões sublinhadas asseguram o encadeamento de ideias que equivalem, respectivamente, às relações de sentido de
Questão 18 10591719
FAETEC 2022Para responder à questão, leia o texto abaixo.
História da construção da Ponte Rio-Niterói
A maior ponte do Brasil e uma das maiores do mundo fica no Rio de Janeiro Essa obra faraônica
esconde fatos curiosos. Esta é a história da Ponte Rio-Niterói, oficialmente chamada Presidente Costa e
Silva.
Alguns relatos antigos afirmam que o projeto da Ponte Rio-Niterói é do ano 1875. O objetivo dessa
[5] obra era evidente: ligar com mais facilidade a cidade do Rio de Janeiro aos municípios que ficavam no
litoral norte do estado, do outro lado da Baia de Guanabara.
Antes da obra, o acesso para Niterói e municipios vizinhos só era possível via mar ou através de uma
viagem terrestre de mais de 100 km, que passava pelo município de Magé. Existia também a ideia de fazer
um túnel junto que faria a função da Ponte
[10] O projeto de construção da Ponte, idealizado por Mário Andreazza, então Ministro dos Transportes,
foi assinado pelo presidente Costa e Silva, no ano de 1968. Uma inauguração simbólica da obra, ocorrida
em nove de novembro de 1968, contou com a presença da Rainha da Grã-Bretanha, Elizabeth Il e de sua
alteza real, o Príncipe Filipe, Duque de Edimburgo.
Toda a estrutura que foi utilizada nas obras da Ponte Rio-Niterói foi fabricada na Inglaterra em módulos
[15] que chegaram ao Brasil por transporte marítimo. Essa importação foi bastante difícil, devido ao movimento
que havia na Baia de Guanabara.
A Ponte Rio-Niterói ficou pronta em março de 1974 A imponente obra mede 72m de altura e tem
13 290m de comprimento Tamanho digno de uma obra tão importante para o Rio de Janeiro e para o
Brasil
Autor: Felipe Lucena (adaptado)
Das alternativas abaixo, qual apresenta sentido de intensidade?
06
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