Questões de EFAF História - Temática
1.155 Questões
Questão 21 15306897
CMPA 1 Ano 2025Texto
Trecho da reportagem “500 mil mortes, doença, fome, desvio de verbas e pedido de CPI: o retrato da Grande Seca do Império”, escrita por Ricardo Westin e publicada no Portal Senado Notícias em 01 de outubro de 2021. Leia-o para responder à questão.
500 mil mortes, doença, fome, desvio de verbas e pedido de CPI: o retrato da Grande Seca do Império
Ricardo Westin Publicado em 1/10/2021
[1] Em 1877, quando chegou o dia 19 de março e nenhuma gota de água caiu do céu, os
sertanejos anteviram a desgraça. Esse é o Dia de São José, padroeiro do Ceará e das chuvas.
Até hoje, quando não chove nessa data, eles já sabem que terão pela frente um ano inteiro
de seca.
[5] Naquele dia, porém, os sertanejos do Império não podiam imaginar que a estiagem que
apenas começava seria tão violenta e prolongada e provocaria, em termos relativos, a maior
catástrofe da história do Brasil.
A chamada Grande Seca se arrastou por três anos e provocou 500 mil mortes em oito
províncias, tanto por sede e fome quanto por doenças. O número representa 5% da
[10] população do Império, que na época rondava os 10 milhões de habitantes.
Nenhuma outra calamidade matou uma parcela tão grande da população do país.
Como comparação, a atual pandemia de covid-19 tirou a vida de 0,3% da população até o
momento. Dos 213 milhões de brasileiros, 600 mil morreram em razão do coronavírus.
Proporcionalmente, a Grande Seca foi 17 vezes mais mortífera que a pandemia.
[15] O primeiro parlamentar a levar a tragédia ao conhecimento do Senado foi Figueira de
Melo (CE). Um mês depois daquele Dia de São José, o senador discursou:
— As notícias que acabam de nos chegar da província do Ceará, pelo último paquete,
não podem deixar de contristar todos os corações brasileiros. As catadupas do céu parecem
ter-se fechado. Um sol ardente dardeja seus raios sobre o país. As árvores e tudo quanto tem
[20] vida desaparecem. A horrorosa seca inutilizou todas as esperanças de que a Providência
Divina mandasse em tempo chuvas suficientes para a alimentação do gado e as plantações.
Meses mais tarde, o senador Visconde de Jaguaribe (CE) apresentou um retrato ainda
mais dramático. Num pronunciamento, ele pediu que uma eleição que se realizaria em sua
província fosse cancelada:
[25] — A província do Ceará é hoje um vasto cemitério. Em vez de população que vote, se
hão de encontrar cadáveres e sombras.
Disponível em: https://www12.senado.leg.br/noticias/especiais/arquivo-s/500-mil-mortes-doencafome-desvio-de-verbas-e-pedido-de-cpi-o-retrato-da-grande-seca-do-imperio. Acesso em: 12 ago. 2025.
Ao longo desse trecho de reportagem, o autor Ricardo Westin faz menção à pandemia de covid-19.
Qual das expressões abaixo estabelece um elo entre a Grande Seca do Império e a pandemia?
Questão 7 14935974
ONHB 4 Fase 2025Observe o grafite e, em seguida, leia o texto sobre Espertirina Martins.
Você conhece o buquê de Espertirina?

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Grafite ORIGEM: Mundano + Armamento Visual. Disponível em: https://www.facebook.com/photo.php?fbid=605340349479785&id=335663696447453&set=a.436092103071278. Acesso em 23 fev. de 2025. CRÉDITOS: Mundano + Armamento Visual PALAVRAS-CHAVE: brasil republicano, história das mulheres
Espertirina Martins
Corajosa e bela militante anarquista. Feminista. Oradora e conferencista. Natural de Lajeado, onde nasceu em 1902. Era a mais jovem das irmãs Martins. Agitadora, atuou em Porto Alegre, Rio Grande, São Paulo (SP) e Campos (RJ). Foi aluna da Escola Moderna, onde também estudava seu futuro marido, Artur Fábião Carneiro, e, das irmãs, era ‘a mais intransigente do ponto de vista ideológico’, segundo seu sobrinho Marat Martins Budaszewski.
Com apenas 15 anos, em 1917, carregava a bomba com que Djalma Fettermann enfrentou a carga da cavalaria da Brigada Militar na batalha campal travada na Várzea, hoje Avenida João Pessoa, entre anarquistas e brigadianos, em janeiro desse ano. O confronto se deu durante o enterro de um trabalhador assassinado pela repressão. Espertirina levava essa bomba disfarçada dentro de um buquê de flores…
‘Morou com a irmã Eulina, esposa de Zenon de Almeida, em Rio Grande, onde participou de comícios, manifestações e passeatas, inclusive de um encontro sangrento com as forças de repressão. Teve o curso primário completo, estudou violino, escrevia e era oradora ardente. Com Zenon, no prelo portátil, imprimia os panfletos e jornais revolucionários, distribuindo-os nas fábricas e bairros operários. De novo em Porto Alegre, já moça feita, tornou-se uma feminista convicta. Em 1925 foi residir com Eulina e Zenon em Campos (RJ), ligando-se novamente aos grupos anarquistas, quando promoveu reuniões e pronunciou conferências’
‘Com a irmã Dulcina, que se havia casado com Djalma Fettermann, foi residir no Rio, na Ilha do Governador, Praia da Bandeira, aí casando-se com Fabião Carneiro, o qual logo a seguir foi trabalhar na empresa de publicidade Eclética, em São Paulo. Nesta cidade, ambos ligaram-se a Edgar Leuenroth, junto a quem prosseguiram nas atividades revolucionárias, até voltarem para Porto Alegre. Aqui, Espertirina veio a falecer em 22 de dezembro de 1942, em virtude das complicações de um parto prematuro e apendicite. Faleceu antes de completar quarenta anos, fiel às suas posições revolucionárias.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Texto acadêmico ORIGEM: MARÇAL, João Batista. Os anarquistas do Rio Grande do Sul. Porto Alegre: Unidade Editorial, 1995, pp. 108-109. CRÉDITOS: João Batista Marçal GLOSSÁRIO: Intransigente : que não faz nenhuma concessão Prelo portátil: máquina manual ou mecânica para imprimir livros, jornais, revistas etc. PALAVRAS-CHAVE: brasil republicano, história das mulheres
Escolha uma das alternativas.
Questão 5 14935851
ONHB 4 Fase 2025Assemblea Legislativa (Sessão ordinária de 3 de setembro de 1930)
O sr. Generino Maciel: - Sr. presidente, peço a palavra para
dizer á Casa que pretendo apresentar amanhã á consideração
dos meus pares o projecto que institúe a bandeira nova da
Parahyba. A Parahyba, sr. presidente, quer ter a sua bandeira;
o povo o quer.
O sr. Velloso Borges: - Aliás a Parahyba sempre teve a sua
bandeira.
O sr. Generino Maciel: - A Parahyba quer, sr . presidente, a
bandeira encarnada e preta que traduza a sua revolta, o seu
desespero, a sua dôr. E’ essa a bandeira que a nossa te:rra
deseja.
O sr. Velloso Borges apartela o orador longamente,
mostrando-se contrario á mudança das côres da bandeira da
Parahyba, que cobriu o corpo do grande presidente João
Pessoa, quando este fôra levado á sua ultima morada na capital
da Republica Lembrava, pois, que se conservassem as suas
côres verde e branca.
O sr. Generino Maciel: - Mas sr . presidente, o povo quer essa
bandeira vermelha de suas reinvidicações, do seu mais
vehemente protesto contra as arbitrariedades do poder
central, qui tanto nos vem amesquinhando. E essa Parahyba
querida que Isso exige
tem sua completa razão nessa exlgencla, porque foi roubada
na sua representação federal, elegeu o presidente da Republica
e o seu vice-presidente, e foi esbulhada. ( Calorosas ovações no
recinto e nas galerias; ouve-se a campainha pedindo silencio)
[...]
O sr. Generino Maciel continúa com a palavra, affirmando,
calorosamente applaudido pelas galerias, que está lançada a
semente da bandeira nova, e saberá defener o seu ponto de
vista com energia e patriotismo.
Fala, a seguir, sobre o grande vulto do presidente João Pessõa,
ouvindo-se calorosas palmas da assistencia. Queremos prestar
mais uma grande homenagem á victima gloriosa dos odios dos
complots e das mlserias inqualificáveis - o extraordinario João
Pessôa.
A nova bandeira da Parahyba será o nosso symbo!o pelo rubro
do sangue de João Pessôa e
pelo preto da nossa eterna magua, do nosso grande sentimento.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Jornal ORIGEM: Assemblea Legislativa (Sessão ordinária de 3 de setembro de 1930). A União – ORGAM OFFICIAL DO ESTADO. PARAHYBA, Quinta-feira, 4 de setembro de 1930, p. 3. Disponível em: https://auniao.pb.gov.br/servicos/copy_of_jornal-a-uniao/dec-30/1930/setembro/auniao-04-09-1930.pdf/@@download/file/A%20Uni%C3%A3o%2004-09-1930.pdf. Acesso em: 26 fev. 2024. CRÉDITOS: A União – ORGAM OFFICIAL DO ESTADO. PARAHYBA PALAVRAS-CHAVE: brasil republicano, história política
A glorificação do nome de João Pessoa

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: manchete ORIGEM: Assemblea Legislativa (Sessão ordinária de 3 de setembro de 1930). A União – ORGAM OFFICIAL DO ESTADO. PARAHYBA, Quinta-feira, 4 de setembro de 1930, p. 1. Disponível em: https://auniao.pb.gov.br/servicos/copy_of_jornal-a-uniao/dec-30/1930/setembro/auniao-04-09-1930.pdf/@@download/file/A%20Uni%C3%A3o%2004-09-1930.pdf. Acesso em: 26 fev. 2024. CRÉDITOS: A União – ORGAM OFFICIAL DO ESTADO. PARAHYBA PALAVRAS-CHAVE: história política, brasil republicano
A mudança do nome da capital do estado da Paraíba e a instituição da atual bandeira, em 1930
Questão 4 14935833
ONHB 4 Fase 2025Leia o texto a seguir escrito por Maria Silvia Possas.
Maria da Conceição Tavares
MARIA DA CONCEIÇÃO TAVARES, nascida em Portugal, foi uma das economistas de maior influência sobre o pensamento econômico brasileiro desde os anos 60, em especial o heterodoxo.
Após estudar matemática em Lisboa, veio para o Brasil onde se formou economista pela então Universidade do Brasil, hoje UFRJ . Trabalhou na CEPAL e tornou-se professora da UFRJ e, mais tarde, da Unicamp. Sua carreira acadêmica e sua obra sempre se pautaram por suas convicções éticas e políticas, de defesa de uma sociedade mais justa e solidária.
Seu espírito de luta acabou por levá-la a pleitear uma cadeira na Câmara de Deputados, mandato obtido e exercido de 1995 a 1999. Entretanto sentiu não ser ali que melhor poderia servir às suas idéias e voltou às lides acadêmicas após esse período. Tornou-se célebre não só pelo vigor de seu pensamento, mas também pela paixão com que defende seus pontos de vista, sempre procurando identificar quais os interesses da grande maioria da população, excluída dos frutos do desenvolvimento, e tomar o seu partido.
Sua obra é bastante diversificada: escreveu artigos e livros influentes, tanto no campo teórico quanto acerca de aspectos variados da economia brasileira, o que torna mais difícil tratar em poucas páginas da autora, de suas obra e influência.
Seu primeiro trabalho relevante foi “Auge e declínio do processo de substituição de importações no Brasil”. Neste artigo já estavam presentes as questões que priorizaria mais adiante. A compreensão da dinâmica própria de economias como as latino-americanas, em particular a brasileira, foi o que o norteou: como se inserem essas economias no mercado internacional, como evolui sua distribuição de renda, como se dá o progresso técnico, como é possível financiar o investimento e o consumo, superando a precariedade dos sistemas financeiros locais, foram alguns dos problemas para cujo equacionamento procurou contribuir. Uma preocupação fundamental, característica de seu pensamento, já estava aí presente: a assimetria de poder existente entre as diversas economias.
Esses problemas voltaram a ser atacados em diferentes momentos de sua carreira e nortearam sua busca intelectual, pois poderiam ser a chave para uma defesa dos interesses dos excluídos e explorados. Profundamente interligados, tais problemas foram tratados tanto teórica quanto historicamente.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Texto acadêmico ORIGEM: POSSAS, Maria Silvia. Maria da Conceição Tavares. Estudos Avançados, v. 15, n. 43, p. 389-400, dez. 2001. Disponível em: https://www.scielo.br/j/ea/a/GsfKp6SprCQTvkddWYDpXLd/?format=pdf&lang=pt. Acesso em: 20 jan. 2025. CRÉDITOS: Maria Silvia Possas GLOSSÁRIO: UFRJ : Universidade Federal do Rio de Janeiro. CEPAL : Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe. Lide : Tarefa, atividades. PALAVRAS-CHAVE: brasil republicano, história das mulheres
Maria da Conceição Tavares:
Questão 3 14935786
ONHB 4 Fase 2025Observe alguns itens do acervo digital da arquiteta e designer Chu Ming Silveira.
Projeto do Orelhão, de Chu Ming Silveira

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Projeto ORIGEM: Projeto do Orelhão, de Chu Ming Silveira. Acervo de Chu Ming Silveira - orelhao.arq.br. Disponível em: https://www.orelhao.arq.br/. Acesso em: 15 fev. 2025. CRÉDITOS: Acervo de Chu Ming Silveira - orelhao.arq.br PALAVRAS-CHAVE: história das cidades, cultura material
O orelhão em sua versão dupla nas ruas de São Paulo, 1973

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Fotografia ORIGEM: O orelhão em sua versão dupla nas ruas de São Paulo, 1973. Acervo de Chu Ming Silveira - orelhao.arq.br. Disponível em: https://www.orelhao.arq.br. Acesso em 24 fev. 2025 CRÉDITOS: Acervo de Chu Ming Silveira - orelhao.arq.br. PALAVRAS-CHAVE: cultura material, história das cidades
Amenidades da Rua
De repente – notaram? – a rua melhorou em São Paulo, com o aparecimento do telefone-capacete. Bem que eu queria falar sobre ele, mas bobeei, e Ziraldo, com aquele humour (sic) que não pede licença para explodir, disse em cartoon o que eu tentaria escrever sobre o Orelhão. Ah, Ziraldo, isso não se faz: ter, antes dos outros, as melhores idéias!
A verdade é que a rua ficou sendo outra coisa, com as pessoas descobrindo que não precisam mais fazer fila no boteco ou na farmácia para dar um recado telefônico. Na própria calçada, uma vez comprada a ficha no jornaleiro, comunicam-se. Tão simples. Em outras cidades desse mundinho que é o mundo, já se fazia isso há muito tempo, mas aqui é novidade grande/ gostosa.
A primeira experiência foi aquele fiasco. As cabinas cilíndricas despertaram a agressividade, o instinto predatório de alguns, e logo se tornaram ruínas. O usuário repelia a dádiva. Eram feias? Nem por isso. Eram úteis, mas os destruidores não repararam na utilidade. Vingavam-se, talvez, nas pobres cabinas, das frustrações e irritações acumuladas durante anos de mau serviço telefônico. Para não falar no gosto puro e simples de arrebentar, que dorme nas cavernas psíquicas do suposto civilizado, e que, se ninguém está perto para servir de alvo, ou com receio de levar a pior na arrebentação, desaba sobre as coisas, que não reagem.
A CTB não desanimou, e saiu-se com o telefone protegido por uma cuia invertida: um, dois, três aparelhos geminados. Agiu tão depressa, e bolou tão bem a coisa, que os vândalos ficaram tontos e não contra-atacaram, senão em escala mínima. A população tomou conta das cabinas, que não são cabinas, são uma cuia gozada, a céu aberto, uma cuia que fala. Simpatizou com elas. Aprovou-as.
Então começamos a reparar que a rua é afinal uma boa coisa, apesar dos automóveis que a entopem ou que fazem dela pista para treinamento para Fittipaldis em potencial. E, na rua, a calçada é aquela parte boa em que é bom ir e vir, parar e até telefonar. Com depósitos metálicos onde você pode colocar o seu papel de sorvete. Com pontos de parada de coletivos, que indicam números de linhas à sua escolha. São pequenas viagens que se oferecem, em todas as direções.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Crônica ORIGEM: Carlos Drummond de Andrade/Acervo de Chu Ming Silveira - orelhao.arq.br. Disponível em: https://www.orelhao.arq.br. Acesso em 24 fev. 2025. CRÉDITOS: Carlos Drummond de Andrade/Acervo de Chu Ming Silveira - orelhao.arq.br. GLOSSÁRIO: CTB : Companhia Telefônica Brasileira. Fittipaldis : Referência ao automobilista Emerson Fittipaldi. PALAVRAS-CHAVE: literatura, história das cidades
Sobre os itens tratados nos documentos, escolha uma alternativa:
Questão 1 14935703
ONHB 4 Fase 2025Analise os documentos apresentados abaixo:
Sinopse da HQ “Cangaço Overdrive”
Em um futuro próximo, o Ceará enfrenta sua maior seca em séculos. Numa terra esquecida pelo governo e dominada pelos interesses dos conglomerados empresariais, um lendário cangaceiro e um impiedoso coronel são reanimados para continuar a peleja que deixaram no passado. Enquanto isso, uma comunidade autogerida tenta manter a independência ao defender sua terra de um ataque da polícia orquestrado por uma grande corporação
Cangaço Overdrive é um cyberpunk nordestino com roteiro de Zé Wellington, desenhos de Walter Geovani e Luiz Carlos B. Freitas e cores de Dika Araújo e Tiago Barsa. Este projeto é apoiado pela Secretaria da Cultura do Governo do Estado do Ceará - Lei Estadual de Incentivo à Cultura Nº 13.811, de 16 de agosto de 2016.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Sinopse ORIGEM: Zé Wellington. Sinopse da HQ “Cangaço Overdrive”. Disponível em: https://www.zewellington.com/p/cangaco-overdrive.html. Acesso em 14 fev. 2023. PALAVRAS-CHAVE: história em quadrínhos, cangaço, brasil republicano
Cangaço Overdrive pág. 12

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: História em Quadrinhos ORIGEM: “Cangaço Overdrive”. Roteiro de Zé Wellington, desenhos de Walter Geovani e Luiz Carlos B. Freitas e Cores de Dika Araújo e Tiago Barsa, p. 12. Reprodução. Disponível em: https://www.zewellington.com/p/cangaco-overdrive.html CRÉDITOS: Zé Wellington; Walter Geovani; Luiz Carlos B. Freitas; Dika Araújo; Tiago Barsa. PALAVRAS-CHAVE: brasil republicano, história em quadrínhos, cangaço
Cangaço Overdrive pág. 13

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: História em Quadrínhos ORIGEM: “Cangaço Overdrive”. Roteiro de Zé Wellington, desenhos de Walter Geovani e Luiz Carlos B. Freitas e Cores de Dika Araújo e Tiago Barsa, p. 13. Reprodução. Disponível em: https://www.zewellington.com/p/cangaco-overdrive.html CRÉDITOS: Zé Wellington; Walter Geovani; Luiz Carlos B. Freitas; Dika Araújo; Tiago Barsa. PALAVRAS-CHAVE: brasil republicano, cangaço, história em quadrínhos
Após a análise dos documentos, escolha uma alternativa.
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