Questões de EFAF História - Temática
1.155 Questões
Questão 8 16212395
ONHB Fase 2 2021Inflação do ano chega a 1.764,86%

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Jornal ORIGEM: O Estado de S. Paulo, edição de 29 de dezembro de 1989, p. 1. Disponível em: https://acervo.estadao.com.br/pagina/#!/19891229-35236-nac-0001-999-1-not [https://acervo.estadao.com.br/pagina/#!/19891229-35236-nac-0001-999-1-not] https://acervo.estadao.com.br/pagina/#!/19891229-35236-nac-0001-999-1-not CRÉDITOS: O Estado de S. Paulo PALAVRAS-CHAVE: governo sarney, economia
Sobre o contexto da notícia aqui reproduzida, é correto afirmar:
Questão 7 16212325
ONHB Fase 2 2021Theatro Municipal

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Propaganga ORIGEM: Diário da Noite, n. 7844, São Paulo (SP), 10 de julho de 1950, p. 21. Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=093351&pasta=ano%20195&pesq=&pagfis=18099 [http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=093351&pasta=ano%20195&pesq= &pagfis=18099] http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=093351&pasta=ano%20195&pesq=&pagfis=18099 CRÉDITOS: Teatro Municipal, Diário da Noite PALAVRAS-CHAVE: cultura, teatro municipal, são paulo
Racismo em São Paulo

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Jornal ORIGEM: Pequeno Jornal: Jornal Pequeno, n. 154, Recife (PE), 12 de julho de 1950, p. 2. Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=800643&pasta=ano%20195&pesq=&pagfis=82450 [http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=800643&pasta=ano%20195&pesq= &pagfis=82450] http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=800643&pasta=ano%20195&pesq=&pagfis=82450 CRÉDITOS: Pequeno Jornal: Jornal Pequeno PALAVRAS-CHAVE: cultura, racismo, são paulo
A partir dos documentos, escolha a alternativa mais pertinente:
Questão 5 16212273
ONHB Fase 2 2021(ADAPTADA) Acompanhe a letra da canção “ Retorno”, da rapper indígena Souto MC.
Retorno
Quanto tempo de nós foi tirado?
Quanto tudo que é nosso é negado?
Anos após ano tentaram
Mas olha pra nós, todos retornaram
Quanto tempo de nós foi tirado?
Quanto tudo que é nosso é negado?
Anos após ano tentaram
Mas olha pra nós, todos retornaram
Filhos da terra, de volta pra terra, todo canto do mundo é seu
lar
Nossa alma não grita mas berra,
Nosso canto é guerra que atravessa rio e mar
Não vão mais roubar, não vão mais ousar
Da história de um povo se apropriar
Cocar não é enfeite ou brinquedo,
Se exige respeito, repensa antes de usar
Não deixamos de ser o que somos por conta de um celular
São mais de 500 anos, que eles causam danos visando apenas
cédulas
Territórios originários e não fundiários, herança viva secular
Crença nas criança, o levante avança, trazendo vitória
incrédula
Querendo a pintura, querendo o sagrado
Querendo a cultura, querendo o legado
Não somos só figura pra ser estudado
Somos ruptura de colonizados
Feitos de bravura, não domesticado
Força que perdura, não catequizados
Eles captura, traz escravatura,
E nós é que tem que ser civilizado?
Dispenso elogio ”exótica”, homenagens racistas patéticas
Nossa presença além de estatística
Lógicas sexistas antiética
Sem tempo pra ser didática
Queremos a prática enfática que tanto se fala
Se ver por completo e não só objeto de sala de aula
Entre dor e trauma, história e drama
Carrego na alma das histórias a trama
De raiz nordeste como cajarana
Ceará agreste sem a raça ariana
Somos suçuarana , somos Sagarana
Na saga em busca e nada ofusca
A volta pra terra de Pindorama
(Pindorama)
Quanto tempo de nós foi tirado?
Quanto tudo que é nosso é negado?
Anos após ano tentaram
Mas olha pra nós, todos retornaram
Quanto tempo de nós foi tirado?
Quanto tudo que é nosso é negado?
Anos após ano tentaram
Mas olha pra nós, todos retornaram
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Música ORIGEM: Composição: Souto MC Intérprete: Souto MC Ano: 2019 CRÉDITOS: Souto MC GLOSSÁRIO: Cajarana: fruta encontrada nas regiões Norte e Nordeste do Brasil. Suçuarana: felino de médio porte encontrado nas Américas, também conhecido como “onça-parda” ou “puma”. Sagarana: livro de contos publicado por Guimarães Rosa em 1946, cujo título é composto pela palavra dos mitos germânicos “saga” e pelo sufixo tupi-guarani “rana” (semelhante). Histórias que se assemelham às sagas. Pindorama: designação dada ao Brasil por parte dos povos originários, mais precisamente pelos habitantes dos Andes e dos Pampas. PALAVRAS-CHAVE: indígenas, ocupação do território, música
A partir do conteúdo apresentado pela canção, é correto afirmar que:
Questão 4 16212238
ONHB Fase 2 2021Para lei escolar do Império, meninas tinham menos capacidade intelectual que meninos
A primeira grande lei educacional do Brasil, de 1827, determinava que, nas “escolas de primeiras letras” do Império, meninos e meninas estudassem separados e tivessem currículos diferentes. Em matemática, as garotas tinham menos lições do que os garotos. Enquanto eles aprendiam adição, subtração, multiplicação, divisão, números decimais, frações, proporções e geometria, elas não podiam ver nada além das quatro operações básicas. (...)
— A questão é se as meninas precisam de igual grau de ensino que os meninos. Tal não creio. Para elas, acho suficiente a nossa antiga regra: ler, escrever e contar. Não sejamos excêntricos e singulares. Deus deu barbas ao homem, não à mulher — discursou o senador Visconde de Cayru (BA).
A fala do Visconde de Cayru está guardada no Arquivo do Senado, em Brasília. Antes de ser assinada pelo imperador dom Pedro I e virar lei, a proposta que estruturava o ensino primário do Brasil foi discutida e votada na Câmara e no Senado. Os senadores travaram acalorados debates sobre qual seria o currículo mais apropriado para as crianças do sexo feminino nesse Brasil oitocentista.
No Senado, o Visconde de Cayru foi um dos defensores de que o currículo de matemática das garotas fosse o mais enxuto possível. Nas palavras dele, o “belo sexo” não tinha capacidade intelectual para ir muito longe:
— Sobre as contas, são bastantes [para as meninas] as quatro espécies, que não estão fora do seu alcance e lhes podem ser de constante uso na vida. O seu uso de razão é mui pouco desenvolvido para poderem entender e praticar operações ulteriores e mais difíceis de aritmética e geometria. Estou convencido de que é vão lutar contra a natureza.
O senador Marquês de Caravelas (BA) fez uma argumentação semelhante:
— Em geral, as meninas não têm um desenvolvimento de raciocínio tão grande quanto os meninos, não prestam tanta atenção ao ensino. Parece que a sua mesma natureza repugna o trabalho árido e difícil e só abraça o deleitoso. Basta-lhes o saber ler, escrever e as quatro primeiras operações da aritmética. Se querem dar-lhes algumas prendas mais, ensinem-lhes a cantar e tocar, prendas que vão aumentar a sua beleza. O que importa é que elas sejam bem instruídas na economia da casa, para que o marido não se veja obrigado a entrar nos arranjos domésticos, distraindo-se dos seus negócios.
(...)
Procurando provocar medo nos colegas, o Visconde de Cayru insinuou que os estudos poderiam até mesmo corromper as mulheres:
— Não nego que tem havido mulheres de capacidade varonil. A história tem aplaudido as Aspásias, Cleópatras, Isabéis e Catarinas, mas são raridades da espécie. Todavia, não foram famosas em moral. Modernamente têm aparecido mulheres distintas na matemática. Torno a dizer, são raridades da espécie. Tem havido mulheres que até se lançaram ao mar da política, especialmente depois da revolução da França [em 1789]. Não se têm visto bons resultados. Bastará nomear a famosa inglesa Mary Wollstonecraft, que fez a obra Uma Reivindicação pelos Direitos da Mulher. Ela foi condenada por adúltera. Se formos nesse andar, não causará admiração que também se requeira que as mulheres possam ir estudar nas universidades, para termos grande número de doutoras. A lei educacional de 1827 foi sancionada por dom Pedro I em 15 de outubro. Pela importância da norma, a data se tornaria, em 1963, o Dia do Professor.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Jornal Eletrônico ORIGEM: Ricardo Westin. Para lei escolar do Império, meninas tinham menos capacidade intelectual que meninos. Agência Senado. Disponível em: https://www12.senado.leg.br/noticias/especiais/arquivo-s/nas-escolas-do-imperio-menino-estudavageometria-e-menina-aprendia-corte-e-costura [https://www12.senado.leg.br/noticias/especiais/arquivo-s/nas-escolas-doimperio-menino-estudava-geometria-e-menina-aprendia-corte-e-costura] https://www12.senado.leg.br/noticias/especiais/arquivo-s/nas-escolas-do-imperio-menino-estudavageometria-e-menina-aprendia-corte-e-costura CRÉDITOS: Ricardo Westin / Agência do Senado PALAVRAS-CHAVE: legislação, mulheres, história da educação
Sobre o ensino para as mulheres e as concepções apresentadas pelos parlamentares, indique uma alternativa:
Questão 2 16212140
ONHB Fase 2 2021Abaixo você pode ler um trecho de “A epidemia de grippe e a defesa sanitaria do Brazil”, que faz parte do discurso pronunciado, em 11 de novembro de 1918, pelo ex-diretor e professor da faculdade de medicina do Rio de Janeiro, Azevedo Sodré, na Câmara dos deputados, e reproduzido na edição de 14 de dezembro da revista ”O Brazil-Medico”, dirigida pelo mesmo palestrante.
A epidemia de grippe e a defesa sanitaria do Brazil
”Provindencias novas se impõem. O que existe em materia de hygiene administrativa, de assistencia publica, não pôde satisfazer-nos. Fomos tão duramente provocados pela visita esperada e não prevenida desse flagello, que já não ha mais como restabelecer uma confiança que se perdeu.
(...) reconhecendo mesmo que na fatal emergência em que nos achámos, a balburdia e a confusão eram inevitáveis, lastimo, entretanto, que a Directoria Geral de Saúde Publica não houvesse, em tempo, procurado obter informações exactas sobre a marcha e os caracetres dessa doença, que vinha, de ha muito, reinando epidemicamente em paizes europeus, e já havia alcançado a costa d’Africa (...)
Ao irromperem aqui os primeiros casos, e mesmo dias depois, reinava ainda em nossa repartição sanitaria a mesma ignorancia máxima (...)
É igualmente lamentavel que se houvesse querido identificar esta doença poteiforme , grave, lethal, pandêmica, com a grippe nostras , isto é, com aquelle mal que o nosso povo se habituou a denominar grippe e do qual se curava com remédios caseiros.
Affirmou-se categoricamente que era impossivel evitar a contaminação do paiz; que, por toda parte onde tem lastrado, a grippe zomba dos recursos de prophylaxia de defesa. Reconheço que, uma vez contaminada a cidade, dado o caracter pandemico, e a facilidade de transmissão dessa doença, mui difficil e talvez mesmo impossivel seria impedir que ella se disseminasse pelos arrabaldes e pelo interior do paiz, seguindo as vias internas de comunicação.
Duvidar, porém da efficacia, ou affirmar a fallencia dos recursos de hygiene moderna, no tocante à importação por via maritima, é, no meu fraco entender, um crime de lesa-medicina.
Já não se admitte hoje em dia que germens pathogenicos se conservem impunemente na atmosfera e alcancem grandes distancias, levados pelo vento. Doença contagiosa, transmittindo-se, muito provavelmente, por contacto de individuo a individuo, a grippe hespanhola não teria chegado à nossa terra, si medidas de rigor houvessem sido applicadas, em tempo, contra todos os navios procedentes de portos suspeitos ou contaminados.
Convenho na impossibilidade em que se encontrou a nossa Directoria de Saúde Publica para evitar a entrada da doença, visto como para tanto não estava apparelhada. Seja em virtude de vicios de organização, já por mim apontados, seja por fraqueza, desleixo ou má orientação dos seus dirigentes, o facto é que, no momento, não dispunha ella dos recursos indispensaveis a uma bôa defesa maritima. E mesmo que quizesse, com toda bôa vontade e solicitude, não conseguiria impedir a entrada da grippe, nem talvez a da cholera asiática, do typho maculoso e da peste do oriente , si porventura chegassem na mesma occasião a um dos portos do Brazil. Já tive ensejo (...) de dizer desta tribuna que a organização sanitaria federal, feita com o intuito quase exclusivo de dar combate à febre amarela no Rio de Janeiro, não podia mais satisfazer-nos, tantos os vicios, deficiências e absurdos que encerra.
Ao delinea-la, em 1903, OSWALDO CRUZ, convencido intimamente de que na luta contra aquella doença, existente já no Brazil, careciam completamente de valor as desinfecções maritimas e terrestres, os lazaretos e o isolamento hospitalar, deixou em segundo plano estas medidas (...)
Não tendo procurado melhorar e ampliar os recursos que dispunha não podia à Directoria Geral de Saúde Publica ter evitado a entrada da influenza hespanhola. E ainda permitiu entrasse ella em nossas plagas de braços dados com a cholera asiática ou a peste levantina .
Uma vez contaminada a cidade, nenhum passo deram as autoridades sanitárias para restringir a disseminação do mal, nem siquer estabeleceram a notificação compulsoria, recurso indispensável para poder acompanhar com segurança a marcha da epidemia. Obsecadas pela convicção intima da inutilidade de seus esforços, quedaram-se dias seguidos sem nada fazer, para depois concentrarem sua acção em crear postos de doentes, distribuir dietas e medicamentos e publicar conselhos e receitas, com affirmações categoricas sobre o valor desta ou daquela droga. E tudo isto sem escapar, por vezes, a um ridiculo manifesto.
(...) a notificação [era o] meio unico de que dispunha a Saúde Publica para saber quantas pessôas enfermaram, para seguir, enfim, a marcha da doença. Em S. Paulo, a notificação foi feita desde o primeiro dia da pandemia. Recebiamos aqui noticias telegraphicas com as cifras exactas dos acometidos. No Rio de Janeiro inventaram-se algarismos que nos faziam crer ter a epidemia começado a declinar desde o principio; ainda não attingira ella o seu fastigio e já se lhe annunciava o declinio, porque as autoridades sanitárias, porque o Governo não dispunham de elementos sufficientes de informação.
(...) No momento, de hygiene propriamente dita, nada se fez. Directoria de Saúde Publica poz de lado todo seu armamento hygienico para cuidar tão somente de assitencia publica, feita às pressas e atabalhoadamente. Nem mesmo pôde isolar os primeiros casos, porque o unico hospital de que dispunha, o de S. Sebastião, que outr’ora, por ocasião dos surtos epidemicos da febre amarella, tão assignalados serviços prestára, fora inutilizado pela Saúde Publica, que o convertera irreflectidamente em hospital de tuberculosos.
Razão de sobra me assistia, pois (...) quando ao iniciar este discurso, affirmei que havíamos sido testemunhas de uma quase fallencia de nossos serviços de hygiene e assistencia publica.”
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Jornal ORIGEM: O Brazil-Medico. Revista semanal de medicina e cirurgia. Rio de Janeiro, 14 de dezembro de 1918, ano XXXII, nº 50, pp. 396-397 Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=081272x&pesq=&pagfis=14391 [http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=081272x&pesq=&pagfis=14391] http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=081272x&pesq=&pagfis=14391 . CRÉDITOS: O Brazil-Medico GLOSSÁRIO: Caracetres: palavra grafada incorretamente - o correto é caracteres. Prophylaxia (Profilaxia): a parte da medicina que tem por objeto as precauções precisas para preservar das doença
Poteiforme : multiforme.
Nostras : nossas.
Arrabaldes: periferia da cidade.
Lazareto: estabelecimento para controle sanitário, onde são postas em quarentena as pessoas que, chegadas a um porto ou aeroporto, podem ser portadoras de moléstias contagiosas.
Plagas: regiões, espaços do território.
Peste levantina/Peste do Oriente : Peste bubônica.
Ensejo: oportunidade, ocasião favorável.
Fastigio: ponto mais alto, cume. PALAVRAS-CHAVE: saúde pública, gripe espanhola, história da medicina
A partir da leitura do documento, assinale a melhor alternativa:
Questão 1 16212083
ONHB Fase 2 2021As imagens abaixo foram retiradas do quadrinho “Criança Amarela”, de autoria do ilustrador brasileiro Monge Han. A obra narra a experiência do autor enquanto brasileiro descendente de imigrantes coreanos.
Criança amarela 1

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: História em quadrinhos OBSERVAÇÃO: Agradecemos Monge Han (Eric Han Schneider) por gentilmente ceder as imagens para uso na ONHB. ORIGEM: Monge Han (Eric Han Schneider). Criança amarela, 2017. Disponível em: https://twitter.com/mongehan/status/1089175547727568898?lang=pt [https://twitter.com/mongehan/status/1089175547727568898?lang=pt] https://twitter.com/mongehan/status/1089175547727568898?lang=pt CRÉDITOS: Monge Han (Eric Han Schneider) PALAVRAS-CHAVE: imigração, racismo
Criança amarela 2

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: História em Quadrinhos OBSERVAÇÃO: Agradecemos Monge Han (Eric Han Schneider) por gentilmente ceder as imagens para uso na ONHB. ORIGEM: Monge Han (Eric Han Schneider). Criança amarela, 2017. Disponível em: https://twitter.com/mongehan/status/1089175547727568898?lang=pt [https://twitter.com/mongehan/status/1089175547727568898?lang=pt] https://twitter.com/mongehan/status/1089175547727568898?lang=pt CRÉDITOS: Monge Han (Eric Han Schneider) PALAVRAS-CHAVE: imigração, racismo
Criança amarela 3

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: História em quadrinhos OBSERVAÇÃO: Agradecemos Monge Han (Eric Han Schneider) por gentilmente ceder as imagens para uso na ONHB. ORIGEM: Monge Han (Eric Han Schneider). Criança amarela, 2017. Disponível em: https://twitter.com/mongehan/status/1089175547727568898?lang=pt [https://twitter.com/mongehan/status/1089175547727568898?lang=pt] https://twitter.com/mongehan/status/1089175547727568898?lang=pt CRÉDITOS: Monge Han (Eric Han Schneider) PALAVRAS-CHAVE: racismo, imigração
A partir dos quadrinhos acima, é correto afirmar que:
06
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