Questões de EFAF História - Temática
1.155 Questões
Questão 15 10591693
FAETEC 2022Para responder à questão, leia o texto abaixo.
História da construção da Ponte Rio-Niterói
A maior ponte do Brasil e uma das maiores do mundo fica no Rio de Janeiro Essa obra faraônica
esconde fatos curiosos. Esta é a história da Ponte Rio-Niterói, oficialmente chamada Presidente Costa e
Silva.
Alguns relatos antigos afirmam que o projeto da Ponte Rio-Niterói é do ano 1875. O objetivo dessa
[5] obra era evidente: ligar com mais facilidade a cidade do Rio de Janeiro aos municípios que ficavam no
litoral norte do estado, do outro lado da Baia de Guanabara.
Antes da obra, o acesso para Niterói e municipios vizinhos só era possível via mar ou através de uma
viagem terrestre de mais de 100 km, que passava pelo município de Magé. Existia também a ideia de fazer
um túnel junto que faria a função da Ponte
[10] O projeto de construção da Ponte, idealizado por Mário Andreazza, então Ministro dos Transportes,
foi assinado pelo presidente Costa e Silva, no ano de 1968. Uma inauguração simbólica da obra, ocorrida
em nove de novembro de 1968, contou com a presença da Rainha da Grã-Bretanha, Elizabeth Il e de sua
alteza real, o Príncipe Filipe, Duque de Edimburgo.
Toda a estrutura que foi utilizada nas obras da Ponte Rio-Niterói foi fabricada na Inglaterra em módulos
[15] que chegaram ao Brasil por transporte marítimo. Essa importação foi bastante difícil, devido ao movimento
que havia na Baia de Guanabara.
A Ponte Rio-Niterói ficou pronta em março de 1974 A imponente obra mede 72m de altura e tem
13 290m de comprimento Tamanho digno de uma obra tão importante para o Rio de Janeiro e para o
Brasil
Autor: Felipe Lucena (adaptado)
Segundo o texto, quem era Mário Andreazza?
Questão 12 10591651
FAETEC 2022Para responder à questão, leia o texto abaixo.
História da construção da Ponte Rio-Niterói
A maior ponte do Brasil e uma das maiores do mundo fica no Rio de Janeiro Essa obra faraônica
esconde fatos curiosos. Esta é a história da Ponte Rio-Niterói, oficialmente chamada Presidente Costa e
Silva.
Alguns relatos antigos afirmam que o projeto da Ponte Rio-Niterói é do ano 1875. O objetivo dessa
[5] obra era evidente: ligar com mais facilidade a cidade do Rio de Janeiro aos municípios que ficavam no
litoral norte do estado, do outro lado da Baia de Guanabara.
Antes da obra, o acesso para Niterói e municipios vizinhos só era possível via mar ou através de uma
viagem terrestre de mais de 100 km, que passava pelo município de Magé. Existia também a ideia de fazer
um túnel junto que faria a função da Ponte
[10] O projeto de construção da Ponte, idealizado por Mário Andreazza, então Ministro dos Transportes,
foi assinado pelo presidente Costa e Silva, no ano de 1968. Uma inauguração simbólica da obra, ocorrida
em nove de novembro de 1968, contou com a presença da Rainha da Grã-Bretanha, Elizabeth Il e de sua
alteza real, o Príncipe Filipe, Duque de Edimburgo.
Toda a estrutura que foi utilizada nas obras da Ponte Rio-Niterói foi fabricada na Inglaterra em módulos
[15] que chegaram ao Brasil por transporte marítimo. Essa importação foi bastante difícil, devido ao movimento
que havia na Baia de Guanabara.
A Ponte Rio-Niterói ficou pronta em março de 1974 A imponente obra mede 72m de altura e tem
13 290m de comprimento Tamanho digno de uma obra tão importante para o Rio de Janeiro e para o
Brasil
Autor: Felipe Lucena (adaptado)
A partir da leitura do texto, pode-se afirmar que a Rainha Elisabeth II da Grã-Betanha:
Questão 11 10591592
FAETEC 2022Para responder à questão, leia o texto abaixo.
História da construção da Ponte Rio-Niterói
A maior ponte do Brasil e uma das maiores do mundo fica no Rio de Janeiro Essa obra faraônica
esconde fatos curiosos. Esta é a história da Ponte Rio-Niterói, oficialmente chamada Presidente Costa e
Silva.
Alguns relatos antigos afirmam que o projeto da Ponte Rio-Niterói é do ano 1875. O objetivo dessa
[5] obra era evidente: ligar com mais facilidade a cidade do Rio de Janeiro aos municípios que ficavam no
litoral norte do estado, do outro lado da Baia de Guanabara.
Antes da obra, o acesso para Niterói e municipios vizinhos só era possível via mar ou através de uma
viagem terrestre de mais de 100 km, que passava pelo município de Magé. Existia também a ideia de fazer
um túnel junto que faria a função da Ponte
[10] O projeto de construção da Ponte, idealizado por Mário Andreazza, então Ministro dos Transportes,
foi assinado pelo presidente Costa e Silva, no ano de 1968. Uma inauguração simbólica da obra, ocorrida
em nove de novembro de 1968, contou com a presença da Rainha da Grã-Bretanha, Elizabeth Il e de sua
alteza real, o Príncipe Filipe, Duque de Edimburgo.
Toda a estrutura que foi utilizada nas obras da Ponte Rio-Niterói foi fabricada na Inglaterra em módulos
[15] que chegaram ao Brasil por transporte marítimo. Essa importação foi bastante difícil, devido ao movimento
que havia na Baia de Guanabara.
A Ponte Rio-Niterói ficou pronta em março de 1974 A imponente obra mede 72m de altura e tem
13 290m de comprimento Tamanho digno de uma obra tão importante para o Rio de Janeiro e para o
Brasil
Autor: Felipe Lucena (adaptado)
Pode-se inferir que a finalidade principal do texto acima é:
Questão 15 10441733
CMT 2022Analise a imagem e leia os dois textos que se seguem para responder à questão.
Os símbolos nacionais do Brasil

Os Símbolos Nacionais do Brasil foram instituídos através da Lei 5.700 de 1º de setembro de 1971. Esta lei, além de estabelecer quais são os símbolos nacionais, também determina como estes símbolos devem ser usados, padrões e formatos, significados, entre outros.
Estes símbolos são de extrema importância para nossa nação, pois representam o Brasil dentro e fora do território nacional. Sendo assim, devem ser respeitados por todos os cidadãos brasileiros. Os Símbolos Nacionais são: a Bandeira Nacional, o Hino Nacional, as Armas Nacionais (Brasão da República) e o Selo Nacional. Em 18 de setembro, comemora-se o Dia dos Símbolos Nacionais.
Disponível em: diarioescola.com.br/simbolos-nacionais/. Com adaptação. Acesso em 16 de jul. de 2022.
Hino à Bandeira Nacional
Salve, lindo pendão da esperança!
Salve, símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul.
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever;
E o Brasil, por seus filhos amado,
Poderoso e feliz há de ser!
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre sagrada bandeira
Pavilhão da Justiça e do Amor!
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
(Letra: Olavo Bilac / Música: Francisco Braga)
Considerando a imagem e os dois textos, julgue as afirmações a seguir e assinale C (quando a afirmação estiver correta) ou E (quando a afirmação estiver errada).
Questão 14 10441706
CMT 2022Analise a imagem e leia os dois textos que se seguem para responder à questão.
Os símbolos nacionais do Brasil

Os Símbolos Nacionais do Brasil foram instituídos através da Lei 5.700 de 1º de setembro de 1971. Esta lei, além de estabelecer quais são os símbolos nacionais, também determina como estes símbolos devem ser usados, padrões e formatos, significados, entre outros.
Estes símbolos são de extrema importância para nossa nação, pois representam o Brasil dentro e fora do território nacional. Sendo assim, devem ser respeitados por todos os cidadãos brasileiros. Os Símbolos Nacionais são: a Bandeira Nacional, o Hino Nacional, as Armas Nacionais (Brasão da República) e o Selo Nacional. Em 18 de setembro, comemora-se o Dia dos Símbolos Nacionais.
Disponível em: diarioescola.com.br/simbolos-nacionais/. Com adaptação. Acesso em 16 de jul. de 2022.
Hino à Bandeira Nacional
Salve, lindo pendão da esperança!
Salve, símbolo augusto da paz!
Tua nobre presença à lembrança
A grandeza da Pátria nos traz
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Em teu seio formoso retratas
Este céu de puríssimo azul,
A verdura sem par destas matas,
E o esplendor do Cruzeiro do Sul.
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Contemplando o teu vulto sagrado,
Compreendemos o nosso dever;
E o Brasil, por seus filhos amado,
Poderoso e feliz há de ser!
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
Sobre a imensa Nação Brasileira,
Nos momentos de festa ou de dor,
Paira sempre sagrada bandeira
Pavilhão da Justiça e do Amor!
Recebe o afeto que se encerra
Em nosso peito juvenil,
Querido símbolo da terra,
Da amada terra do Brasil!
(Letra: Olavo Bilac / Música: Francisco Braga)
Considerando a imagem, os dois textos e suas ideias, assinale a única opção correta.
Questão 3 10222149
OBR 1° Ano - Modalidade Teórica Nível 5 Fase 1 2022Os soldados-robôs e o risco das guerras sem rosto
O desenvolvimento e a utilização de novas tecnologias para fins bélicos se dá dentro do quadro de acirramento da disputa geopolítica entre Estados Unidos e China, em meio ao processo de transição do modelo de mundo unipolar, com uma única superpotência e seus aliados, para uma configuração que caminha na direção da multipolaridade.
É nesse contexto em que se dá uma nova corrida armamentista entre Estados nacionais, que concorrem no desenvolvimento daquelas que estamos nomeando como tecnologias disruptivas. Entre essas tecnologias, destacamos a dronificação da guerra, as armas autônomas e a Inteligência artificial.
É possível afirmar que vivenciamos hoje uma corrida armamentista que se assemelha em alguns aspectos à ocorrida durante a Guerra Fria. No ano de 2019, segundo Heinrich (2020), os Estados Unidos realizaram gastos militares na ordem de 732 bilhões de dólares, o correspondente a 38% dos gastos globais com armas. A utilização das armas high-tech é possível contra países periféricos, tal como já era possível durante a Guerra Fria, visto que, por mais high-tech que seja um armamento, ele não pode ser utilizado contra o detentor de um arsenal nuclear sem que isso acarrete uma retaliação nuclear. A grande diferença é que as novas armas, como já vimos, possibilitam guerras extremamente assimétricas e, ao mesmo tempo, levam à profissionalização das atividades militares a um nível inédito.
O que resta, então, é a exportação da guerra para as periferias. A guerra vai tomando a forma de intervenções assimétricas, nos moldes do que se entende por guerra de quarta geração. Estamos de volta, portanto, a uma configuração que se assemelha àquela observada na Guerra Fria, onde grandes potências não podem se enfrentar diretamente. Segundo Fiori (2020a), a disputa pelo poder global, durante o século XXI, se dará entre poucas grandes potências dentro de um sistema cada vez mais hierárquico, assimétrico e imperial. Ou seja, altamente desigual.
Para abordar a questão da utilização de dispositivos de Inteligência Artificial na guerra do futuro, recorreremos ao texto de Michal T. Klare, que atende pelo singelo nome de “Ok, Google: deflagre a III Guerra Mundial”. [...] Essa minimização do papel humano no que diz respeito à decisão de lançar um primeiro ataque nuclear está ligada à noção de que, em um futuro breve, os tempos de decisão serão drasticamente reduzidos. Tal redução se relaciona com a adoção, como já vimos acima, de doutrinas militares que empregam enxames de armas robóticas controladas por Inteligência artificial “que se enfrentarão em uma velocidade superior ao que os comandantes militares conseguem acompanhar no curso de uma batalha”, segundo Klare (2019). É esse aumento na velocidade da batalha que força a redução ou a substituição da tomada de decisões por humanos.
(Texto extraído e adaptado de https://outraspalavras.net/geopoliticaeguerra/os-soldados-robos-e-o-risco-das-guerras-sem-rosto/)
O texto menciona que a corrida armamentista que nos encontramos hoje se assemelha em alguns aspectos à Guerra Fria.
De acordo com o texto, podemos afirmar que:
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