Questões de EFAF História - Temática
1.155 Questões
Questão 23 10724209
CMF CONCURSO DE ADMISSÃO – 1º ANO 2022TEXTO
Cem anos do rádio no Brasil: a evolução dos aparelhos de rádio
Publicado em 22/07/2022 - 11:01 Por Rádio MEC - Rio de Janeiro
Do cristal de galena à era da convergência tecnológica, o rádio percorreu um
longo caminho. E os modos de ouvi-lo também foram ganhando novos contornos.
Nas primeiras décadas do século vinte, as famílias se reuniam em torno do
aparelho de rádio: um móvel central nos lares que tinham o privilégio de possuí-lo.
[05] A Era de Ouro do rádio, nos anos 1940, foi marcada pela enorme audiência e
por inovações em seu dispendioso processo de produção.
Escutar rádio era, então, uma experiência coletiva e familiar. Reunir-se em torno
do aparelho e apreciar a música, a informação, o esporte ou os programas de
entretenimento era um ritual raramente realizado individualmente.
[10] A evolução dos modos de consumo do rádio está diretamente relacionada às
mudanças pelas quais passaram a tecnologia e os dispositivos de transmissão da
informação.
O transístor foi criado por Willian Shockley, John Bardeen e Walter Brattain em
1947, nos Estados Unidos. A partir de então, o rádio deixou de ocupar o centro das salas
[15] de estar e passou a acompanhar os ouvintes em seus deslocamentos.
O consumo de rádio passa a incorporar também, além da mobilidade, a escuta
individual. O surgimento da televisão o deslocou da posição de principal aparelho para
o consumo familiar.
Os anos 1970 e 1980 foram marcados por novas mudanças nos hábitos de
[20] consumo radiofônico. Os aparelhos se transformaram em dispositivos híbridos que
conjugavam também toca-discos e toca-fitas. Tornaram-se populares os conjuntos 3 em
1 e os walkmans portáteis.
Atualmente, os telefones celulares conectam o ouvinte a diversas possibilidades
de escuta via internet. A adequação às possibilidades e demandas da internet tem gerado
[25] um novo rádio.
O ouvinte-internauta participa de forma ativa e imediata da produção de
conteúdos. Ele pesquisa, questiona e contesta a informação que consome.
As cartas à redação, que levavam dias até chegar ao seu destino, hoje são
recebidas instantaneamente por diversos meios tecnológicos, alterando de forma
[30] significativa a produção dos conteúdos radiofônicos.
Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2022-07/cem-anos-do-radio-no-brasil-evolucao-dos-aparelhos-de-radio. Acesso em: 18/08/2022.

Disponível em: https://blog.audiency.io/80-da-populacao-ouve-radio/. Acesso em: 23/08/2022.
Ao interpretarmos os dados apresentados no figura acima, poderíamos relacionar um deles à seguinte passagem do texto base:
Questão 18 10713210
CMF CONCURSO DE ADMISSÃO – 1º ANO 2022TEXTO
Cem anos do rádio no Brasil: a evolução dos aparelhos de rádio
Publicado em 22/07/2022 - 11:01 Por Rádio MEC - Rio de Janeiro
Do cristal de galena à era da convergência tecnológica, o rádio percorreu um
longo caminho. E os modos de ouvi-lo também foram ganhando novos contornos.
Nas primeiras décadas do século vinte, as famílias se reuniam em torno do
aparelho de rádio: um móvel central nos lares que tinham o privilégio de possuí-lo.
[05] A Era de Ouro do rádio, nos anos 1940, foi marcada pela enorme audiência e
por inovações em seu dispendioso processo de produção.
Escutar rádio era, então, uma experiência coletiva e familiar. Reunir-se em torno
do aparelho e apreciar a música, a informação, o esporte ou os programas de
entretenimento era um ritual raramente realizado individualmente.
[10] A evolução dos modos de consumo do rádio está diretamente relacionada às
mudanças pelas quais passaram a tecnologia e os dispositivos de transmissão da
informação.
O transístor foi criado por Willian Shockley, John Bardeen e Walter Brattain em
1947, nos Estados Unidos. A partir de então, o rádio deixou de ocupar o centro das salas
[15] de estar e passou a acompanhar os ouvintes em seus deslocamentos.
O consumo de rádio passa a incorporar também, além da mobilidade, a escuta
individual. O surgimento da televisão o deslocou da posição de principal aparelho para
o consumo familiar.
Os anos 1970 e 1980 foram marcados por novas mudanças nos hábitos de
[20] consumo radiofônico. Os aparelhos se transformaram em dispositivos híbridos que
conjugavam também toca-discos e toca-fitas. Tornaram-se populares os conjuntos 3 em
1 e os walkmans portáteis.
Atualmente, os telefones celulares conectam o ouvinte a diversas possibilidades
de escuta via internet. A adequação às possibilidades e demandas da internet tem gerado
[25] um novo rádio.
O ouvinte-internauta participa de forma ativa e imediata da produção de
conteúdos. Ele pesquisa, questiona e contesta a informação que consome.
As cartas à redação, que levavam dias até chegar ao seu destino, hoje são
recebidas instantaneamente por diversos meios tecnológicos, alterando de forma
[30] significativa a produção dos conteúdos radiofônicos.
Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2022-07/cem-anos-do-radio-no-brasil-evolucao-dos-aparelhos-de-radio. Acesso em: 18/08/2022.
Marque a alternativa em que o vocábulo destacado refere-se à palavra rádio.
Questão 16 10713157
CMF CONCURSO DE ADMISSÃO – 1º ANO 2022TEXTO
Cem anos do rádio no Brasil: a evolução dos aparelhos de rádio
Publicado em 22/07/2022 - 11:01 Por Rádio MEC - Rio de Janeiro
Do cristal de galena à era da convergência tecnológica, o rádio percorreu um
longo caminho. E os modos de ouvi-lo também foram ganhando novos contornos.
Nas primeiras décadas do século vinte, as famílias se reuniam em torno do
aparelho de rádio: um móvel central nos lares que tinham o privilégio de possuí-lo.
[05] A Era de Ouro do rádio, nos anos 1940, foi marcada pela enorme audiência e
por inovações em seu dispendioso processo de produção.
Escutar rádio era, então, uma experiência coletiva e familiar. Reunir-se em torno
do aparelho e apreciar a música, a informação, o esporte ou os programas de
entretenimento era um ritual raramente realizado individualmente.
[10] A evolução dos modos de consumo do rádio está diretamente relacionada às
mudanças pelas quais passaram a tecnologia e os dispositivos de transmissão da
informação.
O transístor foi criado por Willian Shockley, John Bardeen e Walter Brattain em
1947, nos Estados Unidos. A partir de então, o rádio deixou de ocupar o centro das salas
[15] de estar e passou a acompanhar os ouvintes em seus deslocamentos.
O consumo de rádio passa a incorporar também, além da mobilidade, a escuta
individual. O surgimento da televisão o deslocou da posição de principal aparelho para
o consumo familiar.
Os anos 1970 e 1980 foram marcados por novas mudanças nos hábitos de
[20] consumo radiofônico. Os aparelhos se transformaram em dispositivos híbridos que
conjugavam também toca-discos e toca-fitas. Tornaram-se populares os conjuntos 3 em
1 e os walkmans portáteis.
Atualmente, os telefones celulares conectam o ouvinte a diversas possibilidades
de escuta via internet. A adequação às possibilidades e demandas da internet tem gerado
[25] um novo rádio.
O ouvinte-internauta participa de forma ativa e imediata da produção de
conteúdos. Ele pesquisa, questiona e contesta a informação que consome.
As cartas à redação, que levavam dias até chegar ao seu destino, hoje são
recebidas instantaneamente por diversos meios tecnológicos, alterando de forma
[30] significativa a produção dos conteúdos radiofônicos.
Disponível em: https://agenciabrasil.ebc.com.br/radioagencia-nacional/cultura/audio/2022-07/cem-anos-do-radio-no-brasil-evolucao-dos-aparelhos-de-radio. Acesso em: 18/08/2022.
De acordo com o Texto, pode-se afirmar que:
Questão 12 10620574
CEFET MG 2022A Revolta da Vacina
Em meados de 1904, chegava a 1.800 o número de internações devido à varíola no Hospital São Sebastião. Mesmo assim, as camadas populares rejeitavam a vacina, que consistia no líquido de pústulas de vacas doentes. Afinal, era esquisita a ideia de ser inoculado com esse líquido. E ainda corria o boato de que quem se vacinava ficava com feições bovinas.
Fragmento de texto retirado da Agência Fiocruz de notícias. Disponível em: https://por- tal.fiocruz.br. Acesso em: 16 jan.2021.
No texto, as expressões sublinhadas asseguram o encadeamento de ideias que equivalem, respectivamente, às relações de sentido de
Questão 18 10591719
FAETEC 2022Para responder à questão, leia o texto abaixo.
História da construção da Ponte Rio-Niterói
A maior ponte do Brasil e uma das maiores do mundo fica no Rio de Janeiro Essa obra faraônica
esconde fatos curiosos. Esta é a história da Ponte Rio-Niterói, oficialmente chamada Presidente Costa e
Silva.
Alguns relatos antigos afirmam que o projeto da Ponte Rio-Niterói é do ano 1875. O objetivo dessa
[5] obra era evidente: ligar com mais facilidade a cidade do Rio de Janeiro aos municípios que ficavam no
litoral norte do estado, do outro lado da Baia de Guanabara.
Antes da obra, o acesso para Niterói e municipios vizinhos só era possível via mar ou através de uma
viagem terrestre de mais de 100 km, que passava pelo município de Magé. Existia também a ideia de fazer
um túnel junto que faria a função da Ponte
[10] O projeto de construção da Ponte, idealizado por Mário Andreazza, então Ministro dos Transportes,
foi assinado pelo presidente Costa e Silva, no ano de 1968. Uma inauguração simbólica da obra, ocorrida
em nove de novembro de 1968, contou com a presença da Rainha da Grã-Bretanha, Elizabeth Il e de sua
alteza real, o Príncipe Filipe, Duque de Edimburgo.
Toda a estrutura que foi utilizada nas obras da Ponte Rio-Niterói foi fabricada na Inglaterra em módulos
[15] que chegaram ao Brasil por transporte marítimo. Essa importação foi bastante difícil, devido ao movimento
que havia na Baia de Guanabara.
A Ponte Rio-Niterói ficou pronta em março de 1974 A imponente obra mede 72m de altura e tem
13 290m de comprimento Tamanho digno de uma obra tão importante para o Rio de Janeiro e para o
Brasil
Autor: Felipe Lucena (adaptado)
Das alternativas abaixo, qual apresenta sentido de intensidade?
Questão 16 10591704
FAETEC 2022Para responder à questão, leia o texto abaixo.
História da construção da Ponte Rio-Niterói
A maior ponte do Brasil e uma das maiores do mundo fica no Rio de Janeiro Essa obra faraônica
esconde fatos curiosos. Esta é a história da Ponte Rio-Niterói, oficialmente chamada Presidente Costa e
Silva.
Alguns relatos antigos afirmam que o projeto da Ponte Rio-Niterói é do ano 1875. O objetivo dessa
[5] obra era evidente: ligar com mais facilidade a cidade do Rio de Janeiro aos municípios que ficavam no
litoral norte do estado, do outro lado da Baia de Guanabara.
Antes da obra, o acesso para Niterói e municipios vizinhos só era possível via mar ou através de uma
viagem terrestre de mais de 100 km, que passava pelo município de Magé. Existia também a ideia de fazer
um túnel junto que faria a função da Ponte
[10] O projeto de construção da Ponte, idealizado por Mário Andreazza, então Ministro dos Transportes,
foi assinado pelo presidente Costa e Silva, no ano de 1968. Uma inauguração simbólica da obra, ocorrida
em nove de novembro de 1968, contou com a presença da Rainha da Grã-Bretanha, Elizabeth Il e de sua
alteza real, o Príncipe Filipe, Duque de Edimburgo.
Toda a estrutura que foi utilizada nas obras da Ponte Rio-Niterói foi fabricada na Inglaterra em módulos
[15] que chegaram ao Brasil por transporte marítimo. Essa importação foi bastante difícil, devido ao movimento
que havia na Baia de Guanabara.
A Ponte Rio-Niterói ficou pronta em março de 1974 A imponente obra mede 72m de altura e tem
13 290m de comprimento Tamanho digno de uma obra tão importante para o Rio de Janeiro e para o
Brasil
Autor: Felipe Lucena (adaptado)
De acordo com o texto, a estrutura que foi utilizada nas obras da ponte veio de onde e como?
06
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