Questões de EFAF História - Temática
1.155 Questões
Questão 6 11024741
IFRR Integrados 2022/1De acordo com o livro de Gilberto Dimenstein, é correto o que está em:
Questão 3 11022366
IFRR Integrados 2022/1Conforme a leitura do livro “O cidadão de papel”, assinale a alternativa INCORRETA:
Questão 37 10834585
COLUNI/UFV 1° dia 2022/1As imagens a seguir colocam em foco questões relativas à população indígena brasileira, em diferentes Dmomentos de nossa história, problematizando acontecimentos em torno de temas como proteção aos indígenas, direitos de acesso e permanência à terra, extermínio de populações, conflitos com grupos locais e regionais, diversidade cultural, mobilização e resistência, entre outros.
Esses debates e discussões perpassaram a história brasileira do século XX e as primeiras décadas do século XXI.

Na fotografia, Cândido Rondon (que dirigiu o SPI) em reunião com indígenas do povo Parisí no Mato Grosso. Imagem do início do século XX, sem data definida.
Museu do índio, Rio de Janeiro. In: CONTRIM, Gilberto; RODRIGUES, Jaime. Historiar, 9o ano: ensino fundamental, anos finais. 3. ed. São Paulo: Editora Saraiva, 2018, p. 28.

Pajé Takumã Kamayurá (1932-2014) preparando uma infusão de plantas. Tukumã lutou pela criação do Parque Indígena do Xingu, em
1961, e pela união de diferentes povos em torno dessa causa. Parque indígena do Xingu, município de Querência, Mato Grosso.
Fotografia de 2011. In: CONTRIM, Gilberto; RODRIGUES, Jaime. Historiar, 9o ano: ensino fundamental, anos finais. 3. ed. São Paulo: Editora Saraiva, 2018, p. 145.(Adaptado)

Indígenas protestam em frente ao STF, em Brasília contra o marco temporal para demarcação de terras, nesta quarta-feira (25).
—Foto: Carolina Cru/G1. 25/08/2021. Disponível em: https://g1.globo.com/google/amp/df/distrito-federal/noticia/2021/08/25/indigenas-voltam-a-protestar-em-brasilia- contra-marco-temporal-para-demarcacao-de-terras.ghtml. Acesso em: 17 set. 2021.

2.a Marcha Nacional das Mulheres Indígenas, 2021.
Disponível em: https://redecerrado.org.br/mulheres-indigenas-ocupam-brasilia-para-reflorestar-mentes/. Acesso em: 11 ago. 2021.
Com relação aos debates e às discussões no Brasil sobre povos indígenas, ao longo do século XX e primeiras décadas do século XXI, e a garantia de seus direitos, analise as afirmativas abaixo:
I. O Serviço de Proteção aos Índios (SPI), criado em 1910 e dirigido por Cândido Mariano da Silva Rondon, com a finalidade de proteger os
nativos, preservar suas terras e culturas, constituiu-se a primeira política governamental de grande sucesso direcionada aos povos indígenas.
II. O Parque Indígena do Xingu é considerado uma das mais bem-sucedidas reservas indígenas do mundo, mas vem sendo afetado pelo crescimento das regiões circunvizinhas, pelo acelerado processo de deterioração ambiental e pelos conflitos em torno da biodiversidade de
seu território.
III. A Constituição Federal de 1988 definiu que as terras indígenas são bens da União, garantiu o usufruto dessas terras aos nativos, e devia
ainda demarcar as terras até 1993, o que não ocorreu em sua totalidade, gerando, até hoje, conflitos em torno do processo de demarcação.
IV. A expansão do movimento indígena a partir dos anos 1970, com o crescimento do número e da diversidade de organizações conduzidas
pelos próprios nativos, é sinal de um protagonismo indígena que contribuiu para a formulação de políticas voltadas para esses povos.
Está CORRETO o que se afirma apenas em:
Questão 48 10775882
IFMG 2022/2Leia o texto a seguir:
Sueli Carneiro, no artigo “Enegrecendo o feminismo: a situação da mulher negra na América Latina a partir de uma perspectiva de gênero”, nos mostra uma interessante perspectiva de entendimento sobre a categoria mulheres negras.
Quando falamos do mito da fragilidade feminina, que justificou historicamente a proteção paternalista dos homens sobre as mulheres, de que mulheres estamos falando? Nós, mulheres negras, fazemos parte de um contingente de mulheres, provavelmente majoritário, que nunca reconheceram em si mesmas esse mito, porque nunca fomos tratadas como frágeis. Fazemos parte de um contingente de mulheres que trabalharam durante séculos como escravas nas lavouras ou nas ruas, como vendedoras, quituteiras [...] São suficientemente conhecidas as condições históricas nas Américas que construíram a relação de coisificação dos negros em geral, e das mulheres negras em particular.
RIBEIRO, D. Lugar de Fala apud Sueli Carneiro. São Paulo: Editora Jandaíra. 2020. págs 46-47.
O ponto de vista sobre a questão feminina apresentado na citação é interessante porque:
Questão 45 10775877
IFMG 2022/2Leia o texto a seguir:
O que é ser indígena?
Txai Suruí
Como são vistos os povos indígenas no Brasil? O que você responderia se te perguntassem o que é ser indígena? A narrativa dos povos originários está com maior evidência no Brasil e no mundo. [...] Pelos modos de vida e visão sobre a natureza que nos fez ser considerados pela ONU os melhores defensores da floresta. No entanto, ainda existe um enorme desconhecimento e incompreensão sobre o que é ser indígena. A luta por territórios e pela valorização da cultura e da sabedoria indígena, principalmente no combate às mudanças climáticas, é algo que vem se fortalecendo cada vez mais.
Mas uma parcela da população ainda não entende ou conhece a realidade desses povos. Ainda existe quem acredite que indígenas não podem ter celular, não podem estar nas redes sociais [...] Essas ideias são visões colonialistas e preconceituosas do que realmente representam essas diversas e ricas culturas que se baseiam na coletividade e na harmonia com a natureza.
Os celulares e as redes sociais hoje são instrumentos de luta utilizados principalmente pela juventude indígena para recontar esta história e denunciar as pressões que seus povos e territórios vêm sofrendo. Mais do que isso, são utilizados para perpetuar e fortalecer os conhecimentos ancestrais e trazem o empoderamento de sermos protagonistas de nossas próprias histórias.
As culturas dos povos indígenas são diversas em línguas, na espiritualidade, nos rituais, nas formas de se pintar e se vestir. [...] Para que possamos conhecer melhor e mudar a forma como vemos e tratamos os povos indígenas no Brasil, convido os leitores a seguirem organizações, lideranças e comunidades indígenas.
Jornal Folha de São Paulo 30/04/2022, p.A2
A atenção do leitor é dirigida para o fato de que as tecnologias de comunicação e informação são utilizadas pela juventude indígena para:
Questão 4 10766033
CTI (UNIFICADO) C. Gerais 2022Leia o texto para responder à questão.
A saída da estadista?
Se há um líder político que se consagrou como estadista1 nos últimos anos, esse líder é a chanceler alemã Angela Merkel. Ela soube como ninguém conciliar o pragmatismo2 com o respeito a princípios civilizacionais, como se viu na crise dos refugiados de 2015-16.
Enfrentou a Covid-19 com competência e transparência, recorrendo sempre à abordagem científica, com a qual, na condição de química quântica, está plenamente familiarizada. Até pela ausência de concorrentes à altura, tornou-se a principal líder da União Europeia.
Ao longo de 16 anos no poder, foi capaz de capitalizar tudo isso em prestígio pessoal. Trata-se de uma política incomumente popular, não apenas na Alemanha como em vários outros países europeus.
Paradoxalmente, é considerável a probabilidade de Merkel ver sua aliança política conservadora CDU/CSU naufragar nas eleições marcadas para o próximo dia 26.
Que a chanceler deixaria o cargo já era sabido. Faz um bom tempo que a líder anunciou a intenção de aposentar-se ao término do atual mandato, mas, diante do sucesso que é sua administração, pretendia entregar o posto a um sucessor de seu próprio partido.
(Editorial. Folha de S.Paulo, 01.09.2021. Adaptado)
1 estadista: pessoa que exerce liderança política com sabedoria
2 pragmatismo: consideração das coisas de um ponto de vista prático
O último parágrafo do texto permite concluir que Angela Merkel
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