Questões de EFAF História - Brasil - Período Colonial
671 Questões
Questão 27 425402
IFSul - Rio-Grandense 2016/1Na História do Brasil, a fase açucareira, cronologicamente situada entre os séculos XVII e XVIII, corresponde ao período em que a produção e exportação de açúcar foram as principais atividades econômicas.
A produção era baseada no plantation, o qual significa uma empresa
Questão 50 170850
ETEC 2016/2O viajante francês Jean-Baptiste Debret registrou, no início do século XIX, uma atividade de trabalho no Brasil, conforme pode-se ver na imagem.

A imagem mostra
Questão 1 168646
IFRJ 2016Texto I
CULTURABRASILEIRA: DADIVERSIDADE À DESIGUALDADE
[1] Mesmo admitindo a existência de diversos estudos e discussões antropológicas sobre o conceito de
cultura, podemos considerá-la, grosso modo, da seguinte forma: a cultura diz respeito a um conjunto de
hábitos, comportamentos, valores morais, crenças e símbolos, dentre outros aspectos mais gerais, como forma
de organização social, política e econômica, que caracterizam uma sociedade. Além disso, os processos
[5] históricos são em grande parte responsáveis pelas diferenças culturais, embora não sejam os únicos fatores a
se considerar. Isso nos permite afirmar que não existem culturas superiores ou inferiores, mas sim diferentes,
com processos históricos também diversos, os quais proporcionam organizações sociais com determinadas
peculiaridades. Dessa forma, podemos pensar na seguinte questão: o que caracteriza a cultura brasileira?
Certamente, ela possui suas particularidades quando comparada ao restante do mundo, principalmente
[10] quando nos debruçamos sobre um passado marcado pela miscigenação racial entre índios, europeus e
africanos.
A cultura brasileira em sua essência seria composta por uma diversidade cultural, fruto dessa
aproximação que se desenvolveu desde os tempos de colonização, a qual, como sabemos, não foi,
necessariamente, um processo amistoso entre colonizadores e colonizados, entre brancos e índios, entre
[15] brancos e negros. Se é verdade que portugueses, indígenas e africanos estiveram em permanente contato,
também é fato que essa aproximação foi marcada pela exploração e pela violência impostas a índios e negros
pelos europeus colonizadores, os quais, a seu modo, tentavam impor seus valores, sua religião e seus
interesses. Porém, ao retomarmos a ideia de cultura, adotada no início do texto, podemos afirmar que, apesar
desse contato hostil num primeiro momento entre as etnias, o processo de mestiçagem contribuiu para a
[20] diversidade da cultura brasileira no que diz respeito aos costumes, práticas, valores, entre outros aspectos que
poderiam compor o que alguns autores chamam de caráter nacional. [...]
Ainda hoje há quem possa acreditar que nossa mistura étnica tenha promovido uma democracia racial
ao longo dos séculos, com maior liberdade, respeito e harmonia entre as pessoas de origens, etnias e cores
diferentes. Contudo, essa visão pode esconder algumas armadilhas. Nas ciências sociais brasileiras não são
[25] poucos os autores que já apontaram a questão da falsidade dessa democracia racial, apontando para a
existência de um racismo velado, implícito, muitas vezes, nas relações sociais. Dessa forma, o discurso da
diversidade (em todos os seus aspectos, como em relação à cultura), do convívio harmônico e da tolerância
entre brancos e negros, pobres e ricos, acaba por encobrir ou sufocar a realidade da desigualdade, tanto do
ponto de vista racial como de classe social. Ainda hoje, mesmo com leis claras contra atos racistas, é possível
[30] afirmarmos a existência do preconceito de raça na sociedade brasileira, no transporte coletivo, na escola, até
no ambiente de trabalho. Isso não significa que vivamos numa sociedade racista e preconceituosa em sua
essência, mas sim que esta carrega ainda muito de um juízo de valor dos tempos do Brasil colonial, de forte
preconceito e discriminação. Além disso, se a diversidade cultural não apagou os preconceitos raciais,
também não diminuiu outro ainda muito presente, dado pela situação econômico-social do indivíduo.
[35] É preciso considerar que a escravidão trouxe consequências gravíssimas de ordem econômica para a
formação da sociedade brasileira, uma vez que os negros (pobres e marginalizados em sua maioria) até hoje
não possuem as mesmas oportunidades, criando-se uma enorme distância entre as estratificações sociais.
Como sugere o antropólogo Darcy Ribeiro, mais do que preconceitos de raça ou de cor, os brasileiros têm um
forte preconceito de classe social.
[40] Dessa forma, o Brasil da diversidade é, ao mesmo tempo, o país da desigualdade. Por isso tudo, é
importante que, ao iniciarmos uma leitura sobre a cultura brasileira, possamos ter um senso crítico mais
aguçado, tentando compreender o processo histórico da formação social do Brasil e seus desdobramentos no
presente para além das versões oficiais da história.
Adaptação de Ribeiro, Paulo S. Disponível em: . Acesso em: 05 set. 2015.
No segundo parágrafo ( l. 12-21), ao falar sobre o contato no Brasil entre portugueses, indígenas e africanos, é correto afirmar que
Questão 32 168284
IFMG 2016Imagem 1

A imagem 1 é uma pintura de Jean-Baptiste Debret, de 1827, intitulada “Um jantar brasileiro”. A imagem 2 é uma charge, publicada na capa do periódico Le Monde Diplomatique Brasil, de julho de 2015. A partir da observação das imagens 1 e 2 e de seus conhecimentos, assinale a opção que possa resumir da melhor forma, as imagens apresentadas.

Questão 50 15679245
CPM/ERJ 6 Ano 2015Qual o nome do principal imposto que os colonos precisavam pagar a Portugal?
Questão 49 15679243
CPM/ERJ 6 Ano 2015A respeito do trabalho nas minas, marque V (verdadeiro) ou F (falso) nas frases a seguir.
A mão de obra utilizada nas minas era formada, em sua maioria, por negros escravizados. ( )
Um negro escravizado não podia comprar sua liberdade. ( )
O trabalho nas minas era feito sem o uso de ferramentas. ( )
A mineração praticada nas margens dos rios é chamada de aluvial. ( )
06
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