Questões de EFAF História - Temática
1.155 Questões
Questão 1 14946103
ONHB Fase 3 2022No dia 14 de março de 2018, o Brasil perdeu a socióloga e política ativista e defensora dos direitos humanos Marielle Franco, brutalmente assassinada na cidade do Rio de Janeiro. No dia 20 de janeiro de 2022, perdemos, de causas naturais, a cantora e compositora Elza Soares. Assista ao clipe e confira a letra da música “Mulher do fim do mundo” (2017) e analise a imagem de Instagram que recupera uma frase de Anielle Franco, irmã de Marielle, no programa ”Roda Vida” de 22 de novembro de 2021:
Mulher do fim do mundo (2017)
Meu choro não é nada além de carnaval
É lágrima de samba na ponta dos pés
A multidão avança como vendaval
Me joga na avenida que não sei qualé
Pirata e super homem cantam o calor
Um peixe amarelo beija minha mão
As asas de um anjo soltas pelo chão
Na chuva de confetes deixo a minha dor
Na avenida deixei lá
A pele preta e a minha voz
Na avenida deixei lá
A minha fala, minha opinião
A minha casa, minha solidão
Joguei do alto do terceiro andar
Quebrei a cara e me livrei do
Resto
Dessa
Vida,
Na avenida,
Dura
Até
O fim
Mulher
do fim
do mundo
Eu sou
Eu vou
Até o fim
Cantar
Eu sou mulher do fim do mundo
Eu vou, eu vou, eu vou cantar
Me deixem cantar até o fim
Lá-lá-lá-laiá-lá-lá-laiá
Lá-lá-lá-laiá-lá-lá-laiá
Até o fim eu vou cantar
Eu quero cantar, eu quero é cantar
Eu vou cantar até o fim
Lá-lá-lá-lará-lá-lará-laiá
Eu vou cantar, eu vou cantar
Me deixem cantar até o fim
Me deixem cantar até o fim
Me deixem cantar
Me deixem cantar até o fim
Ficha técnica
TIPO DE DOCUMENTO: Canção e videoclipe ORIGEM: Direção e Montagem: Paula Gaitán; com Grace Passô, Mafalda Pequenino, Mariana Nunes, Rene Ferrer, Daniel Passi. Produção Executiva: Eryk Rocha Compositores: Romulo Fróes e Alice Coutinho Interprete: Elza Soares Álbum: A mulher do fim do mundo (The Woman at the End of the World), 2015 Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=6SWIwW9mg8s CRÉDITOS: Direção e Montagem: Paula Gaitán; com Grace Passô, Mafalda Pequenino, Mariana Nunes, Rene Ferrer, Daniel Passi. Produção Executiva: Eryk Rocha Compositores: Romulo Fróes e Alice Coutinho Interprete: Elza Soares PALAVRAS-CHAVE: história das mulheres, história afro-brasileira
Anielle Franco - Roda Viva

Ficha técnica
TIPO DE DOCUMENTO: Publicação no Instagram OBSERVAÇÃO: Agradecemos ao Instituto Marielle Franco por gentilmente autorizar o uso da imagem ONHB. A ONHB tem autorização para a utilização em sua prova e não se responsabiliza por utilização indevida, cabendo a quem pretender reproduzir o material entrar em contato com o detentor de direitos legais sobre o documento. ORIGEM: Anielle Franco. Roda Viva / TV Cultura. 22 de nov. de 2021. Instagram @aniellefrancol - 25/11/2021. Disponível em: https://www.instagram.com/p/CWszCTOF-8e/ CRÉDITOS: Anielle Franco PALAVRAS-CHAVE: história afro-brasileira, história das mulheres
Os documentos acima remetem:
Questão 10 14945516
ONHB Fase 2 2022Leia trechos da letra.
Triste, louca ou má
Triste, louca ou má
Será qualificada
Ela quem recusar
Seguir receita tal
A receita cultural
Do marido, da família
Cuida, cuida da rotina
Só mesmo, rejeita
Bem conhecida receita
Quem não sem dores
Aceita que tudo deve mudar
Que um homem não te define
Sua casa não te define
Sua carne não te define
Você é seu próprio lar
Um homem não te define
Sua casa não te define
Sua carne não te define (você é seu próprio lar)
Ela desatinou, desatou nós
Vai viver só
Ela desatinou, desatou nós
Vai viver só
Eu não me vejo na palavra
Fêmea, alvo de caça
Conformada vítima
Prefiro queimar o mapa
Traçar de novo a estrada
Ver cores nas cinzas
E a vida reinventar
E um homem não me define
Minha casa não me define
Minha carne não me define
Eu sou meu próprio lar
E o homem não me define
Minha casa não me define
Minha carne não me define
Eu sou meu próprio lar
Ela desatinou, desatou nós
Vai viver só
Ela desatinou, desatou nós
Vai viver só
Ela desatinou, desatou nós (e um homem não me define,
minha casa não me define)
Vai viver só (minha carne não me define)
(Eu sou meu próprio lar)
Ela desatinou, desatou nós (e um homem não me define)
Vai viver só (minha carne não me define)
Ficha técnica
TIPO DE DOCUMENTO: Música ORIGEM: Dirigido e Produzido por: Rafael Câmara Compositor: Ju Strassacapa Intérprete: Francisco, el Hombre Albúm: soltaabruxa Ano: 2016 Disponível em: https://www.youtube.com/watch?v=lKmYTHgBNoE CRÉDITOS: Compositor: Ju Strassacapa Intérprete: Francisco, el Hombre PALAVRAS-CHAVE: brasil contemporâneo, história das mulheres, história da música
Sobre a canção e seus possíveis significados, escolha uma alternativa.
Questão 9 14945480
ONHB Fase 2 2022Observe a pintura e, em seguida, leia o texto:
Coroação de D. Pedro I

Ficha técnica
TIPO DE DOCUMENTO: Óleo sobre tela ORIGEM: Jean-Baptiste Debret. Coroação de D. Pedro I. 1828, Palácio do Itamaraty. Ministério das Relações Exteriores. Brasília. Disponível em: https://pt.wikipedia.org/wiki/Ficheiro:Jean-Baptiste_Debret_- _Coroa%C3%A7%C3%A3o_de_D._Pedro_I_(detalhe).jpg#/media/Ficheiro:Jean-Baptiste_Debret_- _Coroa%C3%A7%C3%A3o_de_D._Pedro_I,_1828.jpg CRÉDITOS: Jean-Baptiste Debret TÉCNICA: Óleo sobre tela DIMENSÕES: 380 x 636 cm. PALAVRAS-CHAVE: brasil império, monarquia, história da moda
História da Moda
O traje áulico usado por Pedro I nas cerimônias de aclamação, sagração e coroação, em 1822, chegaram até nós pela iconografia criada por Debret. O imperador do Brasil escolheu as cores verde e amarelo, encomendando ao pintor novos símbolos que figurassem a nação brasileira durante um decisivo período de transição política. Na farda azul-escuro alterou-se o risco do bordado com ramagens de carvalho, signo da sabedoria e da força. Culote branco, espada e botas altas de montaria inteiravam o conjunto.
O uso das botas e manto real por D. Pedro de início causou estranheza depois se tornou uma tradição dos reis de Portugal. A escolha mostrava muito da personalidade do jovem imperador, seu caráter original e ativo, pouco afeito a formalidades. Nesse aspecto do militarismo manifesto no traje, vemos o caráter vigoroso e dinâmico das lideranças latino americanas da época.
O manto de veludo na forma do poncho sul americano era verde forrado de seda amarela, diferente do manto português, semicircular. O bordado dourado na borda tinha folhas e frutos da palmeira, símbolo da vitória e da imortalidade, e no meio, estrelas douradas, representando as províncias do império. A gola de rufos com três voltas à espanhola - usada durante o século XVI, item arcaizante de matiz romântico - e a pelerine feita de papos de tucano, tal as capas indígenas que fascinaram as elites europeias desde o descobrimento.
A coroa elíptica, diferente da portuguesa, era ornamentada por folha de palmeira, na junção dos ramos uma esfera armilar em ajour e sobre ela, uma cruz da Ordem de Cristo incrustada de diamantes. Na base, as armas do Brasil, ramos de café e tabaco floridos, alternadas com florões. O cetro diferente do português, era longo e trazia no topo um dragão.
A escolha do traje de D. Pedro I tinha um propósito bem definido. Além do nexo entre os usos no Brasil e em Portugal, articulou cores, materiais e ornamentos com signos reconhecíveis, aspectos da moda europeia do início do séc. XIX e detalhes arcaicos ou exóticos escolhidos com o fito político de distinção. Resultou de embates político-ideológicos, envolvendo conservadores e outros mais liberais que criam na modernidade.
Ficha técnica
TIPO DE DOCUMENTO: Instagram ORIGEM: Maria Cristina Volpi. Texto publicado na conta do Instagram @historiadamoda.ufjf, organizada pela Profa. Dra. Maria Claudia Bonadio (UFJF). Disponível em: //www.instagram.com/p/CFLMLwWn3jO/
CRÉDITOS: Maria Cristina Volpi; @historiadamoda.ufjf
GLOSSÁRIO: Áulico : cortês; próprio da corte ou de seus cortesãos.
Pelerine : espécie de capa comprida com abertura para os braços.
Armilar : que tem círculos. Ajour : orifício; fresta.
PALAVRAS-CHAVE: história da moda, monarquia, brasil império
Escolha uma das alternativas.
Questão 8 14945470
ONHB Fase 2 2022Alô, alô extremo Norte!
O programa de maior audiência da pioneira Rádio Difusora de Macapá, que sobreviveu às diferentes nomenclaturas e administrações, continua no ar até hoje: “Alô alô Amazônia”. O programa liga as comunidades isoladas do Pará e Amapá à capital do estado, Macapá. É transmitido de segunda a sexta, entre 13h e 15h, e sábados pela manhã (...). Com suas leituras de mensagens do interior para a capital e vice-versa, o programa é a ponte mais rápida para aproximar muitas comunidades ribeirinhas. São recados que tratam de amor e saudade, avisos de cobrança, felicitações de aniversário e casamentos, notas de falecimento, além de outras demandas do dia a dia. São registros pessoais que só se tornam públicos pela necessidade de comunicação. (...) Os moradores do interior do Amapá e dos municípios paraenses de Gurupá, Breves e Chaves utilizam o programa como uma espécie de “pombo-correio eletrônico”. A importância do “Alô alô Amazônia” pode ser mensurada pelo fato do governador Walter Góes, em 2015, ter sofrido duras críticas por ter permitido o aumento do valor das mensagens divulgadas na rádio. Os ribeirinhos se revoltaram contra a emissora por ter aumentado de R$2,00 para R$5,00 o preço das mensagens do programa.
“Isso é um absurdo. A Rádio Difusora é do povo e não há nenhuma justificativa para um aumento desses. O povo ribeirinho quando vem vender seus produtos em Macapá já vem com sacrifício e ganhando pouco. Duas mensagens são o equivalente a um prato de comida”, argumenta o ribeirinho Raimundo Vilhena (Redação MZ. Portal Marco Zero. 07 de fev. 2015)”
Ficha técnica
TIPO DE DOCUMENTO: Texto acadêmico ORIGEM: Adaptado de Patricia Teixeira Azevedo Wanderley. Alô, alô extremo Norte! A história do rádio nos estados do Pará e Amapá. Bezerra, Anathália Maia da Silva et alli. 5º Encontro Nordeste de História da Mídia, 2018. Disponível em: http://www.ufrgs.br/alcar/encontros-nacionais-1/encontros-regionais/nordeste/2018-5oencontro/gt-5-2013-historia-da-midia-sonora/alo-alo-extremo-norte-a-historia-do-radio-nos-estadosdo-para-e-amapa/view CRÉDITOS: Patricia Teixeira Azevedo Wanderley PALAVRAS-CHAVE: história do rádio, meios de comunicação de massa, cultura popular
A partir do texto e de seus conhecimentos sobre a história da rádio no Brasil, assinale uma alternativa.
Questão 7 14945437
ONHB Fase 2 2022Leia o excerto a seguir, que foi retirado do Livro Tombo da Paróquia do Rosário e São Benedito, localizada em Cuiabá (MT).
Livro Tombo da Paróquia do Rosário e São Benedito
Pedido de Licença
Dizem os Devotos, Rey, Juiz, Officiaes e Irmãos de Meza da Confraria do Glorioso S. Benedito, cuja Veneravel Imagem se acha collocada em hum dos altares Collateraes da Capella de Nossa Senhora do Rozario da cidade do Cuiabá que há 60 annos se congregarão os Devotos da mesma venerável imagem, construirão huma Confraria sem alcançar a Imperial Permissão necessaria para isso, porem reconhecendo sempre ser a dita Confraria da Jurisdicção Imperial, por ser pleno jure pertencente ao Grão Mestrado, Cavallaria e Ordens de Nosso Senhor Jesus Christo, humildes, e submissos prostão-se os Supplicantes ante o Throno de Vossa Magestade Imperial, rogando que por bem o Serviço de Deos, Vossa Magestade Imperial se digne Approvar a instituição da dita Irmandade, revalidando-a com a Imperial Sancção, sem embargo da nullidade com que foi instituída, e confirmando os vinte e seis Capítulos de Compromisso, que com esta apresentão para servir de regra à mesma Confraria.
Ficha técnica
TIPO DE DOCUMENTO: Registro paroquial ORIGEM: Livro Tombo 1828 da Paróquia do Rosário e São Benedito. “Práticas Culturais Afro-brasileiras na Festa de São Benedito de Cuiabá e de Nossa Senhora do Livramento” (p. 79) In: Manifestações Culturais e Arte-Educação na América Latina. Disponível em: https://publicar.claec.org/index.php/editora/catalog/view/48/48/442-1 CRÉDITOS: Irmandade de São Benedito PALAVRAS-CHAVE: patrimônio cultural, história das religiões, brasil império
Considerando o excerto apresentado e a históra da formação de Irmandades no Brasil, assinale uma opção.
Questão 10 14936281
ONHB Fase 1 2022Jair Bolsonaro repete insulto a deputada Maria do Rosário
O deputado Jair Bolsonaro (PP-RJ) repetiu, nesta terça-feira, na Câmara, o insulto que já havia feito, em 2003, à deputada federal Maria do Rosário (PT-RS). Durante uma plenária, a deputada elogiou o trabalho da Comissão Nacional da Verdade, que entrega seu relatório final na quarta-feira, Dia Internacional dos Direitos Humanos. Quando chegou a vez de o político falar, ao ver que ela deixava o plenário, ele a insultou:— “Não sai não, dona Maria do Rosário, fica aí. Fica aí, Maria do Rosário, fica. Há poucos dias você me chamou de estuprador, no Salão Verde, e eu falei que não ia estuprar você porque você não merece. Fica aqui pra ouvir”. (...)
Em 2003, durante uma entrevista à RedeTV!, Bolsonaro falou a mesma coisa. ”O senhor promove a violência”, disse Maria do Rosário na ocasião. ”Eu sou estuprador agora? Jamais iria estuprar você, porque você não merece”. Além disso, ele a empurrou e xingou de ”vagabunda”.
Ficha técnica
TIPO DE DOCUMENTO: Jornal Eletrônico
ORIGEM: Ana Carolina Pinto e Luísa Lucciola. Jair Bolsonaro repete insulto a deputada Maria do Rosário: ‘Só não te estupro porque você não merece’. Jornal Extra, 09/12/2014. Disponível em: https://extra.globo.com/noticias/brasil/jair-bolsonaro-repete-insultodeputada-maria-do-rosario-so-nao-te-estupro-porque-voce-nao-merece-14781338.html CRÉDITOS: Jornal Extra; Ana Carolina Pinto e Luísa Lucciola. PALAVRAS-CHAVE: política nacional, violência, história das mulheres
Piada sobre ”Fraquejada”
A palestra dada pelo deputado Jair Bolsonaro (Partido PP-RJ) na sede do Clube Hebraica, no Rio de Janeiro, nesta terça-feira, 4, continua gerando repercussão. A polêmica agora surgiu depois que um vídeo com parte da fala do parlamentar foi publicada nas redes sociais. Em sua fala, Bolsonaro solta mais um de seus comentários machistas: “Eu tenho 5 filhos. Foram 4 homens, a quinta eu dei uma fraquejada e veio uma mulher”, declarou
Ficha técnica
TIPO DE DOCUMENTO: Jornal Eletrônico
ORIGEM: Mauricio Grego. Piada de Bolsonaro sobre sua filha gera revolta nas redes sociais. Revista Exame, 06/04/2017. https://exame.com/brasil/piada-de-bolsonaro-sobre-sua-filha-gera-revolta-nas-redes-sociais/ CRÉDITOS: Mauricio Grego; Revista Exame PALAVRAS-CHAVE: história das mulheres, violência, política naciona
MP abre ação contra Jair Bolsonaro por falas misóginas
O Ministério Público Federal abriu uma ação contra Jair Bolsonaro, apresentada à 6ª Vara Cível Federal de São Paulo, em documento redigido pelos procuradores Pedro Antonio de Oliveira Machado e Lisiane Braecher, pelas declarações machistas e misóginas que o presidente já deu. Segundo ação civil, os pronunciamentos são “desrespeitosos”, “intoleráveis” e reforçam “estereótipos e posturas misóginas e discriminatórias, notadamente quando advindas de pessoas com poder de influência”.
Além do bloqueio orçamental de R$ 10 milhões, destinado a campanhas de conscientização sobre os direitos das mulheres, a ação protocolada pede o pagamento de R$ 5 milhões por danos sociais e morais coletivos.
(...) Desde que foi eleito, em 2018, Bolsonaro fez algumas alegações preocupantes e problemáticas, como “o Brasil não pode ser o paraíso do turismo gay”. (…) “Quem quiser vir aqui fazer sexo com uma mulher, fique à vontade” e “ela queria um furo. Ela queria dar um furo“, disse sobre uma repórter que o entrevistava.
Bolsonaro também viralizou negativamente ao dizer que sua quinta filha, primeira menina depois de quatro filhos homens, foi fruto de uma fraquejada.
Recentemente, ele voltou a fazer tal comentário que, na cabeça dele e de muitos apoiadores, não passa de uma “piadinha”. “Três meninas? Três fraque… Não vou falar, senão vai dar problema” disse ao marido de uma eleitora.
Ficha técnica
TIPO DE DOCUMENTO: Jornal Eletrônico
ORIGEM: Izabella Otto. MPF abre ação contra Jair Bolsonaro por falas misóginas do presidente. Revista Capricho, 11/08/2020. Disponível em:https://capricho.abril.com.br/comportamento/ministerio-publico-abre-acaocontra-jair-bolsonaro-por-falas-misoginas-do-presidente/ CRÉDITOS: Izabella Otto; Revista Capricho PALAVRAS-CHAVE: história das mulheres, violência, política nacional
Apartir dos trechos das reportagens e de seus conhecimentos sobre a violência contra as mulheres no Brasil, escolha uma alternativa.
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