Questões de EFAF História - Fundamentos da História e historiografia
108 Questões
Questão 37 15487623
CPM/ERJ III - 6 ano 2022O texto trata da produção do conhecimento histórico pelos historiadores.
O conhecimento histórico é registrado [...] pelo historiador. O trabalho do historiador é interpretar osfatos históricos ou as experiências humanas com a ajuda dos registros e vestígios que foram deixados por um povo em um determinado local e tempo.
A PRODUÇÃO do conhecimento histórico. Disponível em: https://www.sohistoria.com.br/ef2/paraqueserve/p3.php. Acesso em: 20 jan. 2022.
Segundo o texto, para produzir o conhecimento histórico, os historiadores devem:
Questão 33 15485122
CPM/ERJ 6 Ano 2022Paleolítico é o nome que se dá à primeira fase do período pré-histórico, ocorrido há cerca de 10 mil anos. Os instrumentos feitos pelos grupos humanos no período paleolítico estão diretamente relacionados com o modo de vida dessas populações.
De que eram feitas as ferramentas do período Paleolítico?
Questão 4 14946235
ONHB Fase 3 2022Leia os dois documentos retirados de periódicos publicados em maio de 1915.
A Festa do Trabalho

Legenda
Aspecto do comício realisado a 1 de Maio, na esplanada da Cathedral, tirado no momento em que falava uma operaria.
Ficha técnica
TIPO DE DOCUMENTO: Revista ORIGEM: A Cigarra, Anno II, n. XXI, 11 de maio de 1915, p. 11. Arquivo Público do Estado de São Paulo. Disponivel em: https://bibdig.biblioteca.unesp.br/bitstream/handle/10/5571/a-cigarra-1915- 0021.pdf?sequence=2&isAllowed=y CRÉDITOS: A Cigarra PALAVRAS-CHAVE: mundos do trabalho, movimento operário, história das mulheres
Guerra à guerra!
A grande manifestação de 1 de Maio Comícios e sessões de propaganda foram realizados em muitas cidades do Brasil
(...)
Em S. Paulo
Os comícios do centro e dos arrabaldes – a reunião da Escola
Moderna N. 1
Correram regularmente animados os comícios promovidos pela Comissão Internacionalista Contra a Guerra, com o fim de acompanhar o movimento pacifista que se está operando em muitos países da Europa e da América.
De acordo com o que anunciamos, realizaram-se dois comícios preparatórios, pelas 9 horas da manhã, no Braz, onde falaram os companheiros Francisco Calvo e Antonio Nalepinski, e no Piques, no largo do Riachuelo, falando, Fosco Fardini e José Romero, de onde os trabalhadores partiram, em colunas, precedidos de suas bandeiras e cantando hinos operários, para o largo da Sé. Logo após a entrada desses grupos de proletários, foi dado início, pelo camarada Edgard Leuenroth, ao meeting da esplanada do largo da Sé.
Falaram a seguir, pela C. I. C. a G., os companheiros dr. Passos Cunha, a camarada Maria Antonia Soares, Vittorio Buttis e Eduardo Hoffmeister, sendo dois em português, um em italiano e outro em alemão. Encerrando a série dos discursos, foi lida a moção apresentada pela citada comissão, recebendo a aprovação da grande assistência por meio de uma calorosa salva de palmas.
Falou a seguir o jornalista Carlos Caváco, partindo depois o povo trabalhador, em compacta massa, para a passeata.
Ficha técnica
TIPO DE DOCUMENTO: Jornal ORIGEM: A Lanterna: Anti-clerical e de combate, São Paulo, 15 de maio de 1915, n. 280, p. 2. Hemeroteca Digital Brasileira. Disponível em: http://memoria.bn.br/DocReader/docreader.aspx?bib=366153&pasta=ano%20191&pesq=&pagfis=1115 CRÉDITOS: A Lanterna: Anti-clerical e de combate PALAVRAS-CHAVE: movimento operário, mundos do trabalho
Depois de analisar a imagem e o documento escrito, selecione a alternativa mais pertinente:
Questão 3 14936066
ONHB Fase 1 2022No ano de 2020, um tema chamou a atenção da comunidade científica brasileira e das redes sociais: a disputa pela posse do fóssil do dinossauro Ubirajara jubatus, descoberto no Brasil e exposto no Museu Natural de Karlsruhe, na Alemanha.
Perguntas realizadas por usuários do Google para o Museu de História Natural Karlsruhe

Ficha técnica
TIPO DE DOCUMENTO: Captura de tela ORIGEM: Captura de Tela da pesquisa do termo ”Museu Nacional de História Natural Karlsruhe” na página inicial do Google. CRÉDITOS: Museu Nacional de História Natural Karlsruhe PALAVRAS-CHAVE: patrimônio histórico, museus, paleontologia
BRING ME BACK

Tradução livre: “Traga-me de volta”
Ficha técnica
TIPO DE DOCUMENTO: Tweet OBSERVAÇÃO: Ilustração postada por usuários do Twitter durante a
campanha #UbirajaraBelongsToBrazil (Ubirajara pertence ao Brasil), promovida nas redes sociais.
ORIGEM: Reprodução Twitter. Disponível
em: https://twitter.com/valent801/status/1338876663514472451 CRÉDITOS: @Valent801
PALAVRAS-CHAVE: patrimônio histórico, paleontologia, museus
Por que há pirâmides no Egito?

Ficha técnica
TIPO DE DOCUMENTO: Tweet ORIGEM: Reprodução Twitter. Disponível em:
https://twitter.com/RealAliceMayNot/status/1479441538728009729 CRÉDITOS: @RealAliceMayNot
PALAVRAS-CHAVE: arqueologia, museus, patrimônio histórico
A partir da análise das imagens, escolha a alternativa mais adequada:
Questão 8 14930430
ONC NÍVEL A - Fase 1 2022Observe a definição de patrimônio imaterial do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (IPHAN).
Os bens culturais de natureza imaterial dizem respeito àquelas práticas e domínios da vida social que se manifestam em saberes, ofícios e modos de fazer; celebrações; formas de expressão cênicas, plásticas, musicais ou lúdicas; e nos lugares (como mercados, feiras e santuários que abrigam práticas culturais coletivas). A Constituição Federal de 1988, em seus artigos 215 e 216, ampliou a noção de patrimônio cultural ao reconhecer a existência de bens culturais de natureza material e imaterial.
Disponível em: http://portal.iphan.gov.br/pagina/detalhes/234. Acessado em 15 de maio de 2022.
Escolha a alternativa que NÃO pode ser considerada um patrimônio imaterial segundo a definição acima.
Questão 7 16237291
ONHB Fase 4 2021História nacional em São Paulo: o Museu Paulista em 1922
“O edifício em estilo neoclássico que abrigou o Museu do Estado de São Paulo a partir de 1894 não foi projetado para abrigar um museu, mas sua finalidade primeira era a de ser um Monumento à Independência brasileira, tendo sido construído próximo ao lugar onde ela teria sido proclamada (...) A idéia de se elevar um monumento comemorativo à Independência brasileira é praticamente contemporânea à proclamação (data de 1823), contudo nenhum dos projetos apresentados ao longo do século XIX chegou a ser realizado, somente aquele apresentado pelo engenheiro-arquiteto Tommaso Gaudenzio Bezzi e aprovado pelo governo provincial de São Paulo nos anos 80 do século XIX. (...)
O Palácio de Bezzi, como ficou conhecido na época, começou a ser construído em 1885, sendo dado por terminado em 1890, apesar de inacabado, alegando-se falta de recursos. Em 1892 o edifício foi considerado propriedade do Estado, e finalmente, em 1894, tornou-se a nova sede do Museu do Estado, sendo oficialmente batizado Museu Paulista. Passou, assim, a abrigar as coleções provenientes [do] antigo Museu Sertório. Este acervo originário de uma coleção particular, adquirido pelo Estado em 1890, era principalmente formado de coleções zoológicas e de uma miscelânea de objetos-disparates. (...) A lei que regulamentou o funcionamento da instituição, em seus primeiros anos de funcionamento, definiu o seu perfil principalmente como um centro de estudo, de pesquisa e de exposição no campo das Ciências Naturais A entrada de Taunay na direção do Museu Paulista em 1917 significou, de imediato, uma alteração nos seus direcionamentos que levou, ao longo do tempo, a uma mudança completando seu perfil. (...) Taunay imprimiu nesse ano a primeira marca significativa à instituição, abrindo uma nova sala de exposição inteiramente dedicada à História e, em especial, ao passado paulista.
(...)
No final do ano de 1921, um fato veio reforçar ainda mais o simbolismo e a aura mítica que o Monumento do Ipiranga vinha adquirindo com a intervenção de Taunay. Durante as obras de escavação para a abertura da Avenida da Independência, os operários acharam “um notável documento histórico”, como se noticiou nos jornais da época. Era a caixa de ferro, na qual em 1875 fora encerrada a pedra comemorativa da Independência do Brasil, enterrada em 1825, no local exato em que D. Pedro I proclamara o famoso “grito do Ipiranga”, sendo sua precisão determinada, naquela época, pela convocação de algumas testemunhas do famoso acontecimento à colina do Ipiranga. Esta era a pedra fundamental do monumento à Independência que, durante anos, o governo imperial teve a intenção de construir, de modo que o lugar onde ela foi enterrada tornou-se, a partir de 1825, ponto de romaria popular e veio a ser tradição o povo paulista conservar ali, constantemente, mastros comemorativos.
(...)
Sem dúvida, a pedra com contornos de relíquia sagrada contribuiu para enriquecer ainda mais as coleções históricas do Museu e seu caráter altamente simbólico. Suas feições de documento histórico, aliadas a seu alto valor evocativo, confirmavam a veracidade do acontecimento histórico narrado no quadro de Pedro Américo, e a autenticidade do solo paulista, representado pelo monumento erigido na colina do Ipiranga, como nascedouro da nação brasileira. A referida caixa, com a pedra, foi posteriormente exposta na sala A6, no andar térreo do Museu.”
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Texto acadêmico ORIGEM: Ana Cláudia Fonseca Brefe. (2003). História nacional em São Paulo: o Museu Paulista em 1922. Anais do Museu Paulista: História e Cultura Material, 10-11(1), 79-103. https://doi.org/10.1590/S0101-47142003000100006 [https://doi.org/10.1590/S0101-47142003000100006] https://doi.org/10.1590/S0101-47142003000100006 CRÉDITOS: Ana Cláudia Fonseca Brefe PALAVRAS-CHAVE: monumento, independência do brasil, museu
O trecho do artigo acadêmico aponta para
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