Questões de EFAF História - Brasil - Período Colonial
671 Questões
Questão 35 11807417
Pref. de São Paulo 6º Ano 2017/2PESQUISA AMERICANA INDICA QUE O RIO RECEBEU 2 MILHÕES DE ESCRAVOS AFRICANOS
Entre 1500 e 1856, a cada cinco pessoas no mundo que foram escravizadas, uma colocou os pés no Rio de Janeiro. Por muito tempo, imaginou-se que pouco mais de um milhão de escravos desembarcaram na cidade — e mais 2,6 milhões teriam sido leva- dos para outros pontos do território brasileiro.
Disponível em: https://oglobo.globo.com/rio/pesquisa-americana-indica-que-rio-recebeu-2-milhoes-de-escravos-africanos15784551#ixzz4qREqRWet. Acesso em: 21 ago. 2017.
O tráfico descrito no texto era realizado em um meio de locomoção intercontinental denominado
Questão 24 11053264
IFTM Integrados 2017/1Atualmente, denomina-se mundo islâmico ou mundo muçulmano ao conjunto de países cujos habitantes, em sua maioria, são seguidores dos princípios islâmicos, o gue representa cerca de 20% da população mundial. A maior parte está concentrada no Oriente Médio e na África; mas mesmo em países da Europa, no extremo Oriente e nas Américas, encontram-se seguidores dessa religião e cultura. Ainda no período colonial, já se verificava a presença de muçulmanos no Brasil através de um grupo de negros africanos trazidos ao país como escravos e que organizou uma rebelião em 1835, tendo como um de seus objetivos a liberdade religiosa, já que eram obrigados a seguir o catolicismo, mesmo sendo muçulmanos.
Que rebelião foi esta e em que local do Brasil ela ocorreu?
Questão 60 10783227
Liceu-SP C. Gerais 2017Salvador, agosto de 1672. Pelas portas da cidade entra um impressionante cortejo. À frente vem um chefe paulista, Estevão Ribeiro Baião Parente, contratado pelas autoridades coloniais para debelar a ameaça indígena que acometia as vilas baianas. Em seguida, seus comandados, portando armas de fogo e usando capacetes ornados com plumas de papagaios e araras. Por fim, o grosso do grupo: 600 índios capturados, guardados por cabos e capitães da tropa paulista. Os homens índios nus, os corpos pintados de azul, alguns cobertos por plumas brancas, carregando arcos e flechas. As mulheres com genitálias tapadas com flocos de ervas, portando aljavas, pequenas mochilas para carregar flechas.
(A conquista dos sertões, Márcio Roberto Alves dos Santos. Revista de História da Biblioteca Nacional. Disponível em https://goo.gl/RSKqbt. Adaptado)
O texto retrata a ação
Questão 34 10780704
CEFET-RJ 1° Ano - 1ª Fase 2017“Os africanos foram trazidos do chamado “continente negro” para o Brasil e, em um fluxo de intensidade variável. Os cálculos sobre o número de pessoas transportadas como escravos variam muito. Estima-se que entre 1550 e 1855 entraram pelos portos brasileiros 4 milhões de escravos, na sua grande maioria jovens do sexo masculino.”
(FAUSTO, Boris. Historiado Brasil, EDUSP, p.51)
Sobre o tráfico de escravos e a escravização de africanos, a afirmativa ERRADA é:
Questão 32 10780701
CEFET-RJ 1° Ano - 1ª Fase 2017“Em, 1750, D. José I sucede seu pai, D. João V, no trono de Portugal.(...) Com a mudança do monarca entra em cena Sebastião José de Carvalho e Melo (1699/1782), que recebe o título de Conde de Oeiras em 1759 e, dez anos mais tarde, o de Marquês de Pombal. (...) O futuro Marquês de Pombal fez carreira de embaixador em Londres e depois em Viena... (ENDERS, Armelle, História do Rio de Janeiro, editora Gryphus, p. 69)
Estão entre as reformas promovidas pelo Marques de Pombal, exceto:
Questão 38 10739883
CEDAF 2017Observe as imagens:

Imagem I : RUGENDAS, Johann Moritz & Deroi e Engelmann.Habitation de nègres. 1835. Litografia. Domínio Público. pp. 459.Disponível em <http://lemad.fflch.usp.br/node/7990.> Acesso em05/11/2016.

Imagem II: RUGENDAS, Johann Moritz & Deroi eEngelmann.Transport d’un convoi de nègres. 1835. Litografia.Domínio Público. pp. 451. Disponível em<http://lemad.fflch.usp.br/node/7990.> Acesso em 05/11/2016.
Em relação às imagens I e II, a respeito da habitação de negros, “uma análise possível é a discussão acerca do fogo, para as comunidades negras, [...] é possível compreendermos a ligação do fogo como símbolo da matriz africana, pois os indícios aparentemente insignificantes, presentes nos detalhes das gravuras feitas por viajantes, foram observados, o que propiciou ao autor a comparação, por exemplo, de padrões de construção em aldeias africanas com os de senzalas brasileiras, reinterpretando radicalmente as razões de certas soluções arquitetônicas. A ausência de janelas, em particular, vista como recurso de controle senhorial contra fugas, ganha exaustiva explicação "africana". Mesmo que fosse interessante para o senhor que as senzalas não tivessem janelas, os próprios escravos tinham interesse de que fosse assim, e assim construíam suas próprias casas quando conquistavam o direito de fazê-lo, porque no ambiente privado interior o fogo representa o sagrado”
LEMAD. Laboratório de Ensino e Material Didático. Presença, Permanência e Resistência Negra no Brasil, perante marginalia social. Disponível em<http://lemad.fflch.usp.br/node/7990.> Acesso em 05/11/2016.
A respeito da relação entre as imagens e a situação das populações de origem africana no Brasil, pode-se dizer que:
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