Questões de EFAF História - Geral - Idade Contemporânea
424 Questões
Questão 47 15478114
EPSJV Técnico em Saúde 2011Para compreendermos a ascensão do Nazismo e do Fascismo na Europa da primeira metade do século XX, precisamos entender as experiências da primeira guerra e do período de reconstrução européia durante a década que se seguiu.
Nesse sentido, é correto afirmar que:
Questão 45 15477865
EPSJV Técnico em Saúde 2011Leia o pronunciamento realizado pelo Ministro Francês Jules Ferry em julho de 1885:
“As raças superiores têm um direito perante às raças inferiores. Há para elas um direito porque há um dever para elas. As raças superiores têm o dever de civilizar as inferiores (...) Vós podeis negar, qualquer um pode negar que há mais justiça, mais ordem material e moral mais equidade, mais virtudes sociais na África do Norte desde que a França a conquistou?”
(FERRY, Jules. Citado em: MESGRAVIS, Laima. A colonização da África e da Ásia, SP, Editora Atual, 1994, p.14)
O discurso acima expressa uma visão racista do período, que conferia o direito e o dever de conquistar a África ao homem branco europeu com o intuito de levar os supostos benefícios da civilização aos africanos. Em verdade, o que aí se apresenta é o desejo dos países europeus de se apropriar das riquezas do território africano, particularmente certas matérias-primas, cada vez mais necessárias e cobiçadas no contexto de expansão do capitalismo na segunda metade do século XIX.
Essas considerações sobre a apropriação do território africano pelos países europeus podem ser traduzidas como:
Questão 18 10751529
SENAI 1º Ano - CGE 2025 2011O texto abaixo se refere à questão.
Guerra Fria
Por quatro décadas, o mundo acabava toda semana. A paranóia começou no final dos anos 40, quando americanos e soviéticos iniciaram uma disputa econômica, geopolítica e ideológica: comunismo x capitalismo. Para que ninguém precisasse baixar a cabeça para o outro lado, era preciso manter o poder de fogo pau a pau. Resultado: mais de 30 mil bombas nucleares de cada lado do planeta.
Com tanto poder, eles dividiram o mundo em áreas de influência. Europa Ocidental e Américas orbitavam ao redor de Washignton. Europa Oriental, Cuba e parte da Ásia batiam continência para Moscou. Os gigantes nunca entravam em confronto direto. Mas esse desastre chegou perto uma vez. Foi em 1962, quando os soviéticos instalaram mísseis nucleares em Cuba, a meros 150 quilômetros dos EUA.
Os presidentes John Kennedy e Nikita Kruschev trocaram mensagens tensas, até que o soviético resolveu tirar os mísseis de lá. Em retribuição, Kennedy prometeu nunca invadir a ilha comunista. E o mundo, veja só, não acabou. Parece contraditório, mas isso não aconteceu justamente porque as duas superpotências se armaram demais. A abundância atômica dos dois lados fez com que nenhum deles se metesse a besta de dar o primeiro tiro. O câncer da Guerra Fria acabou extirpado com o fim da União Soviética, em 1991. Mas o das bombas atômicas, você sabe, não teve cura: o planeta ainda carrega mais ou menos 12.500 ogivas nucleares em suas entranhas.
Fonte: VERSIGNASSI, A.; BURGIERMAN, D. R. Revista Superinteressante, n. 230, set. 2006, p. 62.
O acordo firmado entre os presidentes John Kennedy e Nikita Kruschev foi o seguinte:
Questão 17 10751525
SENAI 1º Ano - CGE 2025 2011O texto abaixo se refere à questão.
Guerra Fria
Por quatro décadas, o mundo acabava toda semana. A paranóia começou no final dos anos 40, quando americanos e soviéticos iniciaram uma disputa econômica, geopolítica e ideológica: comunismo x capitalismo. Para que ninguém precisasse baixar a cabeça para o outro lado, era preciso manter o poder de fogo pau a pau. Resultado: mais de 30 mil bombas nucleares de cada lado do planeta.
Com tanto poder, eles dividiram o mundo em áreas de influência. Europa Ocidental e Américas orbitavam ao redor de Washignton. Europa Oriental, Cuba e parte da Ásia batiam continência para Moscou. Os gigantes nunca entravam em confronto direto. Mas esse desastre chegou perto uma vez. Foi em 1962, quando os soviéticos instalaram mísseis nucleares em Cuba, a meros 150 quilômetros dos EUA.
Os presidentes John Kennedy e Nikita Kruschev trocaram mensagens tensas, até que o soviético resolveu tirar os mísseis de lá. Em retribuição, Kennedy prometeu nunca invadir a ilha comunista. E o mundo, veja só, não acabou. Parece contraditório, mas isso não aconteceu justamente porque as duas superpotências se armaram demais. A abundância atômica dos dois lados fez com que nenhum deles se metesse a besta de dar o primeiro tiro. O câncer da Guerra Fria acabou extirpado com o fim da União Soviética, em 1991. Mas o das bombas atômicas, você sabe, não teve cura: o planeta ainda carrega mais ou menos 12.500 ogivas nucleares em suas entranhas.
Fonte: VERSIGNASSI, A.; BURGIERMAN, D. R. Revista Superinteressante, n. 230, set. 2006, p. 62.
“O câncer da Guerra Fria acabou extirpado com o fim da União Soviética, em 1991.” Na frase acima ocorre
Questão 16 10751504
SENAI 1º Ano - CGE 2025 2011O texto abaixo se refere à questão.
Guerra Fria
Por quatro décadas, o mundo acabava toda semana. A paranóia começou no final dos anos 40, quando americanos e soviéticos iniciaram uma disputa econômica, geopolítica e ideológica: comunismo x capitalismo. Para que ninguém precisasse baixar a cabeça para o outro lado, era preciso manter o poder de fogo pau a pau. Resultado: mais de 30 mil bombas nucleares de cada lado do planeta.
Com tanto poder, eles dividiram o mundo em áreas de influência. Europa Ocidental e Américas orbitavam ao redor de Washignton. Europa Oriental, Cuba e parte da Ásia batiam continência para Moscou. Os gigantes nunca entravam em confronto direto. Mas esse desastre chegou perto uma vez. Foi em 1962, quando os soviéticos instalaram mísseis nucleares em Cuba, a meros 150 quilômetros dos EUA.
Os presidentes John Kennedy e Nikita Kruschev trocaram mensagens tensas, até que o soviético resolveu tirar os mísseis de lá. Em retribuição, Kennedy prometeu nunca invadir a ilha comunista. E o mundo, veja só, não acabou. Parece contraditório, mas isso não aconteceu justamente porque as duas superpotências se armaram demais. A abundância atômica dos dois lados fez com que nenhum deles se metesse a besta de dar o primeiro tiro. O câncer da Guerra Fria acabou extirpado com o fim da União Soviética, em 1991. Mas o das bombas atômicas, você sabe, não teve cura: o planeta ainda carrega mais ou menos 12.500 ogivas nucleares em suas entranhas.
Fonte: VERSIGNASSI, A.; BURGIERMAN, D. R. Revista Superinteressante, n. 230, set. 2006, p. 62.
A ordem alfabética das palavras paranóia; para; pau e parece é:
Questão 15 10739633
SENAI 1º Ano - CGE 2026 2011O texto abaixo se refere à questão.
Por que o homem parou de viajar à Lua?
Porque não havia motivos que justificassem os riscos e os custos de se mandar pessoas à Lua – o programa Apollo, que pôs 12 homens na superfície lunar entre 1969 e 1972, custou a bagatela de 19,5 bilhões de dólares. Quando gastou esse dinheiro, o governo americano estava querendo provar sua superioridade em relação à União Soviética – e, consequentemente, a supremacia do capitalismo. Vencida a corrida espacial, não havia mais por que ir à Lua. “É um problema de orçamento. Na época, foi dada prioridade aos ônibus espaciais e à estação espacial”, afirma Steven J. Dick, chefe da divisão de história da Nasa.
Agora, a nova política espacial do presidente George W. Bush, anunciada em 2004, voltou novamente as atenções para a Lua, com a justificativa de que a retomada das viagens possibilitará o desenvolvimento de tecnologias para que o homem possa ficar por um longo período no espaço (e assim explorar mais o sistema solar). Também poderiam ser investigados in loco os dados trazidos por sondas espaciais, como a possibilidade da existência de gelo nos pólos lunares. Faz parte da nova política espacial a construção de uma base lunar que servirá como apoio nas viagens a Marte.
Para essas missões tripuladas, está sendo desenvolvido um novo veículo espacial, com uma enorme diferença em relação às naves Apollo: a tripulação e o módulo lunar viajam em foguetes distintos, que se acoplam na órbita terrestre. Ao chegar à órbita da Lua, os astronautas se transferem para o módulo lunar, que pousa enquanto o resto da nave aguarda o seu retorno.
Os críticos afirmam que a missão é desnecessária. “Se quisermos descobrir algo mais, podemos fazer melhor com naves automatizadas do que mandando pessoas”, diz o historiador Alex Rolland, da Universidade Duke, ex-funcionário da Nasa.
Fonte: BUSCATO, M. Revista Superinteressante, n. 230, set. 2006, p. 46.
“Quando gastou esse dinheiro, o governo americano estava querendo provar sua superioridade em relação à União Soviética – e, consequentemente, a supremacia do capitalismo.”
Nesta frase, a palavra destacada tem o sentido de
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