Questões de EFAF História - Geral - Idade Antiga
177 Questões
Questão 16 10630255
CMF 6º Ano - Prova de Matemática 2022TEXTO
HERÓI
Produto do conúbio de um deus ou uma deusa com um ser humano, o herói simboliza
a união das forças celestes e terrestres. Mas não goza naturalmente da imortalidade divina, se
bem que conserva até a morte um poder sobrenatural. Os heróis podem, no entanto, adquirir
a imortalidade, como Pólux e Hércules. Podem também ressurgir dos seus túmulos e
[5] defender contra o inimigo a cidade que se pôs sob sua proteção. O protótipo do herói grego
imortalizado é Hércules.
Entre os egípcios, o culto do herói é extremamente raro. Somente alguns reis foram
divinizados em razão de uma longínqua ascendência que os liga ao fundador da Cidade ou
do Reino. Todavia, determinados vizires e um grande arquiteto, Imotep, receberam, depois
[10] da morte, honras divinas e capelas foram edificadas em sua memória.
O protótipo do herói celta é o irlandês Cuchulainn, o qual, desde a mais tenra idade,
fez proezas guerreiras das mais extraordinárias. Sozinho, deteve, durante meses a fio, todos
os exércitos das quatro províncias da Irlanda na fronteira de Ulster. Esse herói, cujo
nascimento, peripécias e morte ocupam lugar de relevo nos ciclos mitológicos e épicos, é
[15] filho do Deus Lug com Dechtire, irmã do rei Conchobar.
Cuchulainn representa, em toda sua pureza, a essência da função guerreira, na
maioria das vezes na base da bravura pessoal, em outras na base da astúcia, mas não da
estratégia coletiva. Ele faz uso da injúria, da criatividade e aterroriza ou paralisa o inimigo
com seus golpes e táticas marciais. Característica do herói é ser dotado de força física
[20] incomum, de destreza extraordinária (Cuchulainn pratica grande número de artes marciais) e
de coragem a toda prova. A inteligência pode ser, ocasionalmente, conferida ao herói por
acréscimo (é o caso de Cuchulainn).
Ele é um verdadeiro campeão irlandês que respeita um código de cavalaria
rudimentar: Cuchulainn não mata homens desarmados. Também não mata cocheiros,
[25] criados, mulheres e crianças. Mas a regra absoluta é o combate singular, habitualmente num
vau de um rio, até que a morte sobrevenha, com a degola do vencido.
Enfim, o herói não tem o direito de recusar um desafio. Uma utilidade do herói é ser
também, de algum modo, o substituto do rei na batalha, porque o rei deve assistir ao
encontro, mas sem tomar parte dele.
CHEVALIER, J.; GHEERBRANT, A. Dicionário de símbolos. 18. ed. Rio de Janeiro: JoséOlympio Editora, 2003. p. 488-90 (Adaptado).
Observe o seguinte trecho: “Produto do conúbio de um deus ou uma deusa com um ser humano, o herói simboliza a união das forças celestes e terrestres” (
. 1-2).
Assinale a opção que traz uma expressão que substitui a parte sublinhada, mantendo o sentido original.
Questão 8 10183508
OBFEP Prova Nível A – alunos do 9º ano do Ensino Fundame 2022Na casa de Florentino existe uma biblioteca particular. Um dos livros que mais gosta é uma adaptação da obra “Diálogos sobre os dois principais sistemas de mundo”, um dos mais conhecidos trabalhos de Galileu Galilei. O livro original descreve uma conversa de 4 dias entre três personagens (Simplicio, Salviati e Sagredo) do século XVII. O autor dessa adaptação tentou aplicar as ideias contidas no livro original dentro do contexto do século XXI. Veja um trecho desse livro.
Simplício
Se a Terra estivesse em movimento, nós sentiríamos o efeito desse movimento. Um desses
efeitos seria um constante vento já que ela estaria sempre avançando pelo ar.
Salviati
Sagredo, sei que você já navegou em grandes transatlânticos pelo Mediterrâneo. Vou descrever
uma situação. Você acorda dentro de sua cabine e não sente o balanço do navio. Anda pela cabine com
tranquilidade. Lava as mãos e toma banho com a água caindo verticalmente. Tudo sugere que o navio
está parado. Entretanto, quando abre as cortinas, vê as águas em calmaria total e percebe que o navio
está em movimento em velocidade de cruzeiro. Você já viveu essa experiência?
Sagredo
Sim, muitas vezes. Andando pelo interior do navio, onde não temos a referência do mar, é muito
comum vivenciar esse tipo de experiência. Nessas situações, não sabemos se o navio está parado ou em
movimento.
Salviati
Da mesma forma, é a Terra. Só porque não sentimos o efeito do seu movimento, não significa
que ela está parada. A falta de um vento ininterrupto deve-se ao fato da atmosfera acompanhar a Terra
em movimento.
Sabendo-se que um desses personagens era um filósofo geocêntrico, o outro era um filósofo heliocêntrico e o terceiro era um leigo no assunto, mas inteligente o suficiente para avaliar e julgar imparcialmente os argumentos dos filósofos, a análise do trecho permite concluir que:
Questão 67 11611840
Pref. de São Paulo 6º Ano Prova Semestral 2019
Disponível em: https://www.bbc.com/portuguese/geral-45236912. Acesso em: 10 fev. 2019.
Maior e mais famoso símbolo do Império Romano, o Coliseu era um enorme anfiteatro. Suntuoso, era mais confortável do que muitos estádios modernos.
Disponível em: https://super.abril.com.br/mundo-estranho/o-que-foi-o-coliseu-de-roma/. Acesso em: 10 fev. 2018 (adaptado).
A construção arquitetônica que aparece na imagem e está descrita no texto era utilizada no Império Romano para
Questão 8 10781133
Liceu-SP C. Gerais 2019Leia o texto para responder à questão.
A nova rota da seda
Liu Bang nasceu pobre, mas teve uma chance na vida. Apareceu tarde, aos 54 anos. O imperador morreu e Liu, que era policial, montou um exército rebelde e tomou o poder. Ele trocou de nome e passou a ser conhecido como Gaozu de Han – o primeiro líder de uma dinastia poderosíssima, que duraria quatro séculos. Tudo porque Liu teve uma sacada genial: abriu a China, criando rotas e acordos de comércio que conectaram o país aos demais. Resultado: as exportações dispararam e a economia chinesa bombou. Mais ou menos como acontece hoje: só que no século 2 a.C. A iniciativa ficou conhecida como Rota da Seda, porque esse era o principal produto exportado, e os chineses aproveitaram a onda de comércio para dominar a Ásia, espalhando sua influência e negócios pelo continente. Agora, mais de 2 mil anos depois, eles querem fazer isso de novo – só que, desta vez, incluindo o mundo inteiro.
(Superinteressante, Edição 378. Adaptado)
Quanto aos sentidos, as passagens “Tudo porque Liu teve uma sacada genial” e “... e a economia chinesa bombou.” têm a finalidade de
Questão 2 10682348
OBRL 8° Ano - 2° Fase 2019O relógio é utilizado como medidor do tempo desde a Antiguidade em variados formatos. Os mais antigos eram os relógios de sol provavelmente usados pelos Gnômons. A história registra que apareceu na Judeia mais ou menos 600 a.C., os relógios de água (clepsidras) e relógios de areia (ampulhetas).
Acessado em 15.09.19, disponível em: http://www.mundodosrelogios.com/
Huguinho ao analisar os padrões pré-existentes dos ponteiros de seu relógio, tais como consoantes, vogais e sílabas, não necessariamente nesta ordem, percebeu que há elemento(s) intruso(s).

A partir da análise da tabela abaixo, quantos são elementos intrusos.
Questão 6 10323112
IFPE Subsequente 2019/2TEXTO
POR QUE TODO MUNDO NÃO FALA A MESMA LÍNGUA?
(1) Porque as línguas foram surgindo nas várias regiões do mundo de forma independente. Algumas têm a mesma origem, como o hindu, o sueco, o inglês e o português. Elas vieram de uma grande língua comum, chamada proto-indo-europeu, que há milhares de anos era falada na Ásia.
(2) Esse idioma deu origem a quase todas as línguas ocidentais e algumas orientais. “Supõe-se que o indo-europeu tenha sido uma língua só, que foi se diferenciando com o tempo”, explica o professor de linguística Paulo Chagas de Souza, da Universidade de São Paulo.
(3) É que as línguas são vivas – elas se transformam com o uso. Mesmo as que vieram de uma raiz comum foram sendo modificadas pouco a pouco pela prática de cada grupo falante, que seleciona os termos adequados ao seu ambiente e à sua cultura. Os esquimós, por exemplo, criaram palavras capazes de descrever 40 tons de branco. Esses termos não fazem o menor sentido para um povo que mora no deserto, concorda?
(4) O Império Romano teve uma forte função na difusão e na construção de muitas das línguas que são faladas hoje. Naquela época, na região de Roma, falava-se o latim, uma língua derivada do proto-indo-europeu que floresceu na região do Lácio.
(5) À medida que o império avançava, conquistando novos territórios, esse idioma foi sendo imposto aos povos dominados, mas não sem sofrer influência das línguas locais, com mudanças de pronúncia e enxertos de palavras.
(6) Com o enfraquecimento do domínio dos césares, essas diferenças foram se intensificando e construindo dialetos, que se transformaram em idiomas próprios. Foi assim que surgiu o português, o italiano e o francês, por exemplo.
(7) Hoje, são faladas 7.099 línguas ao redor do mundo, segundo o compêndio Ethnologue, um livro que cataloga os idiomas do nosso planeta desde 1950. Mas a gente não ouve a maioria delas: mais de 90% dessas línguas estão na boca de apenas 6% dos habitantes da Terra. O restante da população mundial usa menos de 400 idiomas.
OLIVEIRA, Fábio. Por que todo mundo não fala a mesma língua? Disponível
em:http://super.abril.com.br/sociedade/por-que-todo-mundo-não-fala-a-mesma-lingua/amp/. Acesso em: 04 maio 2019.
As afirmativas a seguir apresentam reflexões sobre a sintaxe de concordância da língua portuguesa. Analise-as e marque a única que faz uma avaliação CORRETA sobre a sintaxe de concordância do TEXTO 2.
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