Questões de EFAF História - Geral - Idade Antiga
177 Questões
Questão 24 11333109
CONCURSOS 2 2024“Além do termo imperium, toda a estrutura do Império Romano sobreviveu na história como um ‘modelo cognitivo’ de identificação de império. Tornou-se um referencial de apropriações para a construção de novas ideologias imperiais na Idade Média, nas eras napoleônica e vitoriana, para a experiência fascista e de nossa contemporaneidade e até para a ficção futurista, como provam as alegorias utilizadas pela trilogia cinematográfica de Guerras nas Estrelas.
Com base na apropriação do termo imperium, a historiografia do século XIX construiu a definição de império como a política expansionista e incorporadora, empreendida por Estados, que passavam a exercer por conquista a soberania sobre ampla extensão territorial. Tal definição nos remete à noção de impérios como fenômenos eminentemente políticos. No entanto, novos tipos de abordagens e de problemas podem ser construídos pelo estudo comparativo de diferentes tipos de impérios, apesar de considerarmos a especificidade de cada um.”
(Fonte: MENDES, Norma Musco; BUSTAMANTE, Regina Maria da Cunha; DAVIDSON, Jorge. “A experiência imperialista romana: teorias e práticas”. Tempo, Niterói, v. 9, n. 18, p. 17-41, Junho 2005. Disponível em . Acesso: 08/12/2020. http://dx.doi.org/10.1590/S1413-77042005000100002)
Sobre a expansão romana na Antiguidade, assinale a alternativa que apresenta um dos conflitos militares cujas consequências diretas foram fundamentais nesse processo.
Questão 22 10630493
CMF 6º Ano - Prova de Matemática 2022TEXTO
HÉRCULES
A figura de Hércules, aclamado como herói e depois adorado como Deus, talvez
corresponda originalmente a uma figura histórica, cuja bravura militar ensejou a lenda homérica
de que venceu a morte.
Filho de Zeus, senhor dos deuses, e de Alcmena, mulher do rei Anfitrião, Hércules
[5] (Héracles para os gregos) foi concebido para tornar-se grande herói. Um engenhoso estratagema
de Zeus gerou a oportunidade: visitou Alcmena caracterizado como Anfitrião, enquanto este
combatia Ptérela, rei de Tafos, para vingar afronta à família da esposa. Hera, esposa de Zeus,
enciumada com o nascimento de Hércules, pois desejava elevar o primo Euristeu ao trono da
Grécia, enviou duas serpentes para matá-lo ainda no berço, mas o herói, com sua força
[10] prodigiosa, destruiu-as.
Casado com Mégara, uma das princesas reais, Hércules matou-a, e aos três filhos, num
acesso de fúria provocado por Hera. Para expiar o crime, ofereceu seus serviços a Euristeu, que o
incumbiu das tarefas extremamente arriscadas, conhecidas como “os 12 trabalhos de Hércules”:
(1) estrangulou um leão, de pele invulnerável, que aterrorizava o vale de Nemeia; (2) matou a
[15] hidra de Lerna, monstro de muitas cabeças;(3) capturou viva a corça de Cerineia, de chifres de
ouro e pés de bronze, a qual corria velozmente; (4) capturou vivo o javali de Erimanto, que
aterrorizava a região da Arcádia; (5) limpou os estábulos de 3 mil bois do rei Augias, da Élida,
não cuidados durantes trinta anos, para isso Hércules desviou o curso de um rio; (6) matou com
flechas envenenadas as aves antropófagas dos pântanos da Estinfália; (7) capturou vivo o touro
[20] de Creta, que lançava chamas pelas narinas; (8) capturou as éguas antropófagas de Diomedes; (9)
levou para Edmeta, filha de Euristeu, o cinturão de Hipólita, rainha das guerreiras amazonas;
(10) levou para o rei Micenas o imenso rebanho de bois vermelhos de Gerião, um gigante de três
cabeças; (11) recuperou as maçãs de ouro do pomar das Hespérides, por intermédio do titã Atlas,
que sustenta os céus sobre os ombros e executou por ele esse trabalho, enquanto Hércules o
[25] substituía; e (12) dominou com as próprias mãos o cão Cérbero, guardião das portas do inferno,
de três cabeças, cauda de dragão e pescoço de serpente.
Hércules realizou outros atos de bravura e participou da viagem dos argonautas em busca
do velocino de ouro. No fim, casou-se com Dejanira, que involuntariamente causou-lhe a morte,
ao oferecer-lhe um manto impregnado de sangue mortal, que ela acreditava ser o filtro do amor.
[30] O corpo de Hércules foi transportado por Zeus para o Olimpo, onde se reconciliou com Hera e
casou-se com Hebe, deusa da juventude.
Hércules. Nova Enciclopédia Barsa. São Paulo: Barsa Editorial, 2001. p. 362-3 (Adaptado).
A partir da leitura do Texto, é possível compreender que
Questão 21 10630439
CMF 6º Ano - Prova de Matemática 2022TEXTO
HÉRCULES
A figura de Hércules, aclamado como herói e depois adorado como Deus, talvez
corresponda originalmente a uma figura histórica, cuja bravura militar ensejou a lenda homérica
de que venceu a morte.
Filho de Zeus, senhor dos deuses, e de Alcmena, mulher do rei Anfitrião, Hércules
[5] (Héracles para os gregos) foi concebido para tornar-se grande herói. Um engenhoso estratagema
de Zeus gerou a oportunidade: visitou Alcmena caracterizado como Anfitrião, enquanto este
combatia Ptérela, rei de Tafos, para vingar afronta à família da esposa. Hera, esposa de Zeus,
enciumada com o nascimento de Hércules, pois desejava elevar o primo Euristeu ao trono da
Grécia, enviou duas serpentes para matá-lo ainda no berço, mas o herói, com sua força
[10] prodigiosa, destruiu-as.
Casado com Mégara, uma das princesas reais, Hércules matou-a, e aos três filhos, num
acesso de fúria provocado por Hera. Para expiar o crime, ofereceu seus serviços a Euristeu, que o
incumbiu das tarefas extremamente arriscadas, conhecidas como “os 12 trabalhos de Hércules”:
(1) estrangulou um leão, de pele invulnerável, que aterrorizava o vale de Nemeia; (2) matou a
[15] hidra de Lerna, monstro de muitas cabeças;(3) capturou viva a corça de Cerineia, de chifres de
ouro e pés de bronze, a qual corria velozmente; (4) capturou vivo o javali de Erimanto, que
aterrorizava a região da Arcádia; (5) limpou os estábulos de 3 mil bois do rei Augias, da Élida,
não cuidados durantes trinta anos, para isso Hércules desviou o curso de um rio; (6) matou com
flechas envenenadas as aves antropófagas dos pântanos da Estinfália; (7) capturou vivo o touro
[20] de Creta, que lançava chamas pelas narinas; (8) capturou as éguas antropófagas de Diomedes; (9)
levou para Edmeta, filha de Euristeu, o cinturão de Hipólita, rainha das guerreiras amazonas;
(10) levou para o rei Micenas o imenso rebanho de bois vermelhos de Gerião, um gigante de três
cabeças; (11) recuperou as maçãs de ouro do pomar das Hespérides, por intermédio do titã Atlas,
que sustenta os céus sobre os ombros e executou por ele esse trabalho, enquanto Hércules o
[25] substituía; e (12) dominou com as próprias mãos o cão Cérbero, guardião das portas do inferno,
de três cabeças, cauda de dragão e pescoço de serpente.
Hércules realizou outros atos de bravura e participou da viagem dos argonautas em busca
do velocino de ouro. No fim, casou-se com Dejanira, que involuntariamente causou-lhe a morte,
ao oferecer-lhe um manto impregnado de sangue mortal, que ela acreditava ser o filtro do amor.
[30] O corpo de Hércules foi transportado por Zeus para o Olimpo, onde se reconciliou com Hera e
casou-se com Hebe, deusa da juventude.
Hércules. Nova Enciclopédia Barsa. São Paulo: Barsa Editorial, 2001. p. 362-3 (Adaptado).
Observe o seguinte trecho: “A figura de Hércules, aclamado como herói e depois adorado como Deus, talvez corresponda originalmente a uma figura histórica, cuja bravura militar ensejou a lenda homérica de que venceu a morte”. (
. 1-2).
Assinale a opção que traz o antônimo corresponde ao vocábulo sublinhado.
Questão 20 10630426
CMF 6º Ano - Prova de Matemática 2022TEXTO
HERÓI
Produto do conúbio de um deus ou uma deusa com um ser humano, o herói simboliza
a união das forças celestes e terrestres. Mas não goza naturalmente da imortalidade divina, se
bem que conserva até a morte um poder sobrenatural. Os heróis podem, no entanto, adquirir
a imortalidade, como Pólux e Hércules. Podem também ressurgir dos seus túmulos e
[5] defender contra o inimigo a cidade que se pôs sob sua proteção. O protótipo do herói grego
imortalizado é Hércules.
Entre os egípcios, o culto do herói é extremamente raro. Somente alguns reis foram
divinizados em razão de uma longínqua ascendência que os liga ao fundador da Cidade ou
do Reino. Todavia, determinados vizires e um grande arquiteto, Imotep, receberam, depois
[10] da morte, honras divinas e capelas foram edificadas em sua memória.
O protótipo do herói celta é o irlandês Cuchulainn, o qual, desde a mais tenra idade,
fez proezas guerreiras das mais extraordinárias. Sozinho, deteve, durante meses a fio, todos
os exércitos das quatro províncias da Irlanda na fronteira de Ulster. Esse herói, cujo
nascimento, peripécias e morte ocupam lugar de relevo nos ciclos mitológicos e épicos, é
[15] filho do Deus Lug com Dechtire, irmã do rei Conchobar.
Cuchulainn representa, em toda sua pureza, a essência da função guerreira, na
maioria das vezes na base da bravura pessoal, em outras na base da astúcia, mas não da
estratégia coletiva. Ele faz uso da injúria, da criatividade e aterroriza ou paralisa o inimigo
com seus golpes e táticas marciais. Característica do herói é ser dotado de força física
[20] incomum, de destreza extraordinária (Cuchulainn pratica grande número de artes marciais) e
de coragem a toda prova. A inteligência pode ser, ocasionalmente, conferida ao herói por
acréscimo (é o caso de Cuchulainn).
Ele é um verdadeiro campeão irlandês que respeita um código de cavalaria
rudimentar: Cuchulainn não mata homens desarmados. Também não mata cocheiros,
[25] criados, mulheres e crianças. Mas a regra absoluta é o combate singular, habitualmente num
vau de um rio, até que a morte sobrevenha, com a degola do vencido.
Enfim, o herói não tem o direito de recusar um desafio. Uma utilidade do herói é ser
também, de algum modo, o substituto do rei na batalha, porque o rei deve assistir ao
encontro, mas sem tomar parte dele.
CHEVALIER, J.; GHEERBRANT, A. Dicionário de símbolos. 18. ed. Rio de Janeiro: JoséOlympio Editora, 2003. p. 488-90 (Adaptado).
A finalidade do Texto é
Questão 19 10630418
CMF 6º Ano - Prova de Matemática 2022TEXTO
HERÓI
Produto do conúbio de um deus ou uma deusa com um ser humano, o herói simboliza
a união das forças celestes e terrestres. Mas não goza naturalmente da imortalidade divina, se
bem que conserva até a morte um poder sobrenatural. Os heróis podem, no entanto, adquirir
a imortalidade, como Pólux e Hércules. Podem também ressurgir dos seus túmulos e
[5] defender contra o inimigo a cidade que se pôs sob sua proteção. O protótipo do herói grego
imortalizado é Hércules.
Entre os egípcios, o culto do herói é extremamente raro. Somente alguns reis foram
divinizados em razão de uma longínqua ascendência que os liga ao fundador da Cidade ou
do Reino. Todavia, determinados vizires e um grande arquiteto, Imotep, receberam, depois
[10] da morte, honras divinas e capelas foram edificadas em sua memória.
O protótipo do herói celta é o irlandês Cuchulainn, o qual, desde a mais tenra idade,
fez proezas guerreiras das mais extraordinárias. Sozinho, deteve, durante meses a fio, todos
os exércitos das quatro províncias da Irlanda na fronteira de Ulster. Esse herói, cujo
nascimento, peripécias e morte ocupam lugar de relevo nos ciclos mitológicos e épicos, é
[15] filho do Deus Lug com Dechtire, irmã do rei Conchobar.
Cuchulainn representa, em toda sua pureza, a essência da função guerreira, na
maioria das vezes na base da bravura pessoal, em outras na base da astúcia, mas não da
estratégia coletiva. Ele faz uso da injúria, da criatividade e aterroriza ou paralisa o inimigo
com seus golpes e táticas marciais. Característica do herói é ser dotado de força física
[20] incomum, de destreza extraordinária (Cuchulainn pratica grande número de artes marciais) e
de coragem a toda prova. A inteligência pode ser, ocasionalmente, conferida ao herói por
acréscimo (é o caso de Cuchulainn).
Ele é um verdadeiro campeão irlandês que respeita um código de cavalaria
rudimentar: Cuchulainn não mata homens desarmados. Também não mata cocheiros,
[25] criados, mulheres e crianças. Mas a regra absoluta é o combate singular, habitualmente num
vau de um rio, até que a morte sobrevenha, com a degola do vencido.
Enfim, o herói não tem o direito de recusar um desafio. Uma utilidade do herói é ser
também, de algum modo, o substituto do rei na batalha, porque o rei deve assistir ao
encontro, mas sem tomar parte dele.
CHEVALIER, J.; GHEERBRANT, A. Dicionário de símbolos. 18. ed. Rio de Janeiro: JoséOlympio Editora, 2003. p. 488-90 (Adaptado).
A partir da leitura do Texto , pode-se afirmar corretamente que
Questão 18 10630409
CMF 6º Ano - Prova de Matemática 2022TEXTO
HERÓI
Produto do conúbio de um deus ou uma deusa com um ser humano, o herói simboliza
a união das forças celestes e terrestres. Mas não goza naturalmente da imortalidade divina, se
bem que conserva até a morte um poder sobrenatural. Os heróis podem, no entanto, adquirir
a imortalidade, como Pólux e Hércules. Podem também ressurgir dos seus túmulos e
[5] defender contra o inimigo a cidade que se pôs sob sua proteção. O protótipo do herói grego
imortalizado é Hércules.
Entre os egípcios, o culto do herói é extremamente raro. Somente alguns reis foram
divinizados em razão de uma longínqua ascendência que os liga ao fundador da Cidade ou
do Reino. Todavia, determinados vizires e um grande arquiteto, Imotep, receberam, depois
[10] da morte, honras divinas e capelas foram edificadas em sua memória.
O protótipo do herói celta é o irlandês Cuchulainn, o qual, desde a mais tenra idade,
fez proezas guerreiras das mais extraordinárias. Sozinho, deteve, durante meses a fio, todos
os exércitos das quatro províncias da Irlanda na fronteira de Ulster. Esse herói, cujo
nascimento, peripécias e morte ocupam lugar de relevo nos ciclos mitológicos e épicos, é
[15] filho do Deus Lug com Dechtire, irmã do rei Conchobar.
Cuchulainn representa, em toda sua pureza, a essência da função guerreira, na
maioria das vezes na base da bravura pessoal, em outras na base da astúcia, mas não da
estratégia coletiva. Ele faz uso da injúria, da criatividade e aterroriza ou paralisa o inimigo
com seus golpes e táticas marciais. Característica do herói é ser dotado de força física
[20] incomum, de destreza extraordinária (Cuchulainn pratica grande número de artes marciais) e
de coragem a toda prova. A inteligência pode ser, ocasionalmente, conferida ao herói por
acréscimo (é o caso de Cuchulainn).
Ele é um verdadeiro campeão irlandês que respeita um código de cavalaria
rudimentar: Cuchulainn não mata homens desarmados. Também não mata cocheiros,
[25] criados, mulheres e crianças. Mas a regra absoluta é o combate singular, habitualmente num
vau de um rio, até que a morte sobrevenha, com a degola do vencido.
Enfim, o herói não tem o direito de recusar um desafio. Uma utilidade do herói é ser
também, de algum modo, o substituto do rei na batalha, porque o rei deve assistir ao
encontro, mas sem tomar parte dele.
CHEVALIER, J.; GHEERBRANT, A. Dicionário de símbolos. 18. ed. Rio de Janeiro: JoséOlympio Editora, 2003. p. 488-90 (Adaptado).
Leia: “Mas a regra absoluta é o combate singular, habitualmente num vau de um rio, até que a morte sobrevenha, com a degola do vencido (
. 25-26).
Infere-se desse trecho que
06
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