Questões de EFAF História
7.715 Questões
Questão 5 14945438
ONHB Fase 2 2024Em setembro de 2021 o Grupo Universitário de Pesquisas Espeleológicas (Gupe), composto por professores da Universidade Estadual de Ponta Grossa (UEPG), descobriu registros de pinturas rupestres na região de Piraí do Sul, datadas de 4.000 anos.
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Grupo que reúne professores da UEPG descobre registro rupestre inédito de araucárias no Paraná I

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Pintura Rupestre ORIGEM: Mariah Colombo, Bruno Fávaro. Grupo que reúne professores da UEPG descobre registro rupestre inédito de araucárias no Paraná. Pinturas rupestres de cerca de 4 mil anos com representação inédita de araucárias são descobertas no Paraná. Foto: UEPG, G1 PR e RPC — Curitiba, 10/02/2023 20h20. Disponível: em: https://g1.globo.com/pr/campos-gerais-sul/noticia/2023/02/10/pinturas-rupestres-de-cerca-de-4-milanos- com-representacao-inedita-de-araucarias-sao-descobertas-no-parana-veja-imagens.ghtml.. Acesso em 03 jan. 2024. CRÉDITOS: Mariah Colombo, Bruno Fávaro. Foto: UEPG.m PALAVRAS-CHAVE: arqueologia, pintura rupestre
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Grupo que reúne professores da UEPG descobre registro rupestre inédito de araucárias no Paraná II

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Pintura rupestre ORIGEM: Mariah Colombo, Bruno Fávaro. Grupo que reúne professores da UEPG descobre registro rupestre inédito de araucárias no Paraná. Pinturas rupestres de cerca de 4 mil anos com representação inédita de araucárias são descobertas no Paraná. Foto: UEPG, G1 PR e RPC — Curitiba, 10/02/2023 20h20. Disponível: em: https://g1.globo.com/pr/campos-gerais-sul/noticia/2023/02/10/pinturas-rupestres-de-cerca-de-4-milanos- com-representacao-inedita-de-araucarias-sao-descobertas-no-parana-veja-imagens.ghtml.. Acesso em 03 jan. 2024. CRÉDITOS: Pintura rupestre PALAVRAS-CHAVE: arqueologia, pintura rupestre
A partir do enunciado e das imagens, é correto afirmar que as pinturas rupestres:
Questão 4 14945420
ONHB Fase 2 2024Leia as duas notícias a seguir:
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Noticias Scientificas

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Jornal ORIGEM: Jornal do Commercio, 17 de janeiro de 1840. Fonte: Biblioteca Nacional. Disponível em: https://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=364568_03&PagFis=57. Acesso em 25 fev. 2024. CRÉDITOS: Jornal do Commercio GLOSSÁRIO: Combes : o jornal errou a grafia do sobrenome do abade na notícia de 17 de janeiro. O certo era ‘Comte’, pois referência ao abade (religioso) francês Louis Comte (1798-1868). No jornal do dia 20, o sobrenome foi grafado corretamente. Corveta : tipo de navio. PALAVRAS-CHAVE: fotografia, história da ciência, cultura material
Documento
RIO DE JANEIRO. O DAGUERROTYPO.

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Jornal ORIGEM: Jornal do Commercio, 20 de janeiro de 1840. Fonte: Biblioteca Nacional. Disponível em: https://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=364568_03&PagFis=69. Acesso em: 25 fev. 2024. CRÉDITOS: Jornal do Commercio PALAVRAS-CHAVE: cultura material, fotografia, história da ciência
Escolha uma alternativa sobre a fotografia no Brasil, considerando as duas notícias.
Questão 3 14945381
ONHB Fase 2 2024Documento
Grandes empresas y dictaduras en América Latina durante la Guerra Fría: nuevas contribuciones
O estudo de processos ditatoriais em diversos países da América Latina, no contexto da Guerra Fria, se ampliou e enriqueceu nos últimos anos, a partir de um trabalho crescentemente interdisciplinar e da crescente integração da produção de um conjunto de países da região. Há casos-chave como os da Ford Motor, Mercedes-Benz e Siemens na Argentina, Volkswagen do Brasil, da represa de Tucuruí construída pela Eletronorte e das grandes construtoras no Brasil, o caso da empresa de cobre Madeco no Chile, além (...) do papel dos bancos e do setor financeiro em vários países latino-americanos para a sustentação dos processos repressivos.
O caso da Volkswagen Brasil, não apenas uma fábrica emblemática do ABC paulista e um caso amplamente discutido porque foi denunciado pelos sobreviventes, mas um caso muito claro de articulação militar-empresarial, foi investigado pela Comissão Nacional da Verdade, foi objeto de investigação do Ministério Público Federal (MPF) e levou à assinatura de um acordo por parte da empresa. (...) Este caso permite discutir diversas evidências do apoio da empresa à ditadura, o aproveitamento e os benefícios obtidos e o controle sobre o ativismo sindical, assim como o processo repressivo leva adiante dentro da própria empresa, sendo o caso de Lucio Bellentani o mais emblemático. O caso da represa Tucuruí, cuja construção esteve à cargo da empresa Eletronorte (Centrais Elétricas do Norte do Brasil S.A.), que desde 1973 começou a ocupar o norte do Brasil, incluindo a região do Amazonas, permite um olhar extremamente interessante sobre uma empresa estatal de infraestrutura em um setor estratégico. O caso dessa represa, localizada no rio Tocantins, 300 km ao sul de Belém, capital do Pará, permite acessar à informação chave sobre o papel do Serviço Nacional de Informações (SNI), que foi estabelecido depois da ditadura com o apoio da CIA norte-americana e que propunha coordenar e supervisionar todo o território do país.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Texto acadêmico ORIGEM: Grandes empresas y dictaduras en América Latina durante la Guerra Fría: Nuevas contribuciones. Victoria Basualdo In: Repressão aos trabalhadores e responsabilidade empresarial nas ditaduras do Cone Sul / Larissa R. Corrêa, Marcelo Almeida de Carvalho Silva, Richard Martins (orgs.). – Rio de Janeiro: PUC-Rio, 2022. 1 recurso eletrônico (190 p.) – (Coleção Interseções). Pgs 37, 40-41. Tradução equipe ONHB. CRÉDITOS: Coleção Interseções PALAVRAS-CHAVE: história da américa, ditadura civil-militar
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Empresas passavam ‘listas negras’ de trabalhadores a órgãos de repressão.
O relatório final da Comissão Nacional da Verdade (CNV) identificou civis e empresas que colaboraram com o regime militar. O documento enumera 53 empresas, tanto estrangeiras quanto nacionais e de portes variados, que contribuíram de alguma forma com a concretização do golpe de 1964. Entra elas estão: Volkswagen, Johnson & Johnson, Esso, Pirelli, Texaco, Pfizer e Souza Cruz.
Já durante o período militar, a CNV destaca, entre as ações mais nocivas à luta dos trabalhadores por seus direitos, o poderoso sistema de controle e vigilância em fábricas e empresas, que repassavam ”listas negras”, com nome de trabalhadores, diretamente a órgãos de repressão. Segundo testemunhos, o operário que entrasse, por exemplo, com um jornal considerado ”estranho” debaixo do braço era imediatamente posto sob vigilância. De acordo com a Comissão, recursos de autoridades civis também ajudaram na montagem do Departamento de Ordem Político e Social (DOPS) paulista.
Nesta semana, um relatório parcial da Comissão da Verdade do Estado de São Paulo mostrou que, nos últimos três anos, a entidade realizou diversas audiências e eventos com foco na investigação da colaboração de empresas com a ditadura militar. Segundo o documento, uma das descobertas da Comissão foi a visita do diretor da General Motor ao DEOPS/SP e a doação, por essa empresa, de abafadores de ruído para os instrutores de tiro. A informação foi obtida em audiência com um escrivão da polícia em fevereiro deste ano.
“A GM não deu apenas os protetores de ouvido. Ela montou, onde é a Sala São Paulo hoje, no estacionamento, um stand de tiro, que foi inaugurado pelo presidente da empresa. Não foi uma coisa à toa. A GM forneceu todos os carros da repressão: as veraneios, os opalas e os chevettes dos agentes. Eles compravam seus carros a preço de custo. A Volkswagen fazia o papel da repressão dentro de todas as empresas”, afirma o presidente da Comissão da Verdade do Estado de São Paulo, deputado Adriano Diogo (PT).
Outra denúncia, citada no relatório, foi a da construção pela empreiteira Camargo Corrêa de uma cadeia clandestina para os índios que protestavam contra a invasão de suas terras em Roraima nos anos 1970.
Sobre a possibilidade de punição dessas empresas, Fernandes explica que a Comissão irá sugerir que essas companhias participem de alguma forma de reparação. “Eles precisam fomentar políticas públicas de verdade e memória. Também vamos pedir que essas denúncias sejam investigadas para saber se foram casos de lesa-humanidade”, afirma.
Segundo o deputado Adriano Diogo, a discussão sobre a punição de empresas e financiadores da ditadura ainda precisa ser ampliada. “No exterior, a punição foi dada aos funcionários de empresas. Começou, na II Guerra Mundial, com as empresas que contribuíram com o Terceiro Reich de Hittler. A Ford foi a que mais contribuiu. Essa discussão foi crescendo em outros países, mas no Brasil ela está só começando. Quem tem que ser processado? As empresas? Os empresários ou os diretores? Nenhuma reparação foi feita por essas empresas”, explica.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Jornal ORIGEM: Empresas passavam ‘listas negras’ de trabalhadores a órgãos de repressão. Comissão da Verdade aponta mais de 50 empresas que contribuíram com o golpe de 64. H. MENDONÇA. El País. São Paulo - 10 12 2014. Disponível em: https://brasil.elpais.com/brasil/2014/12/10/politica/1418237519_479087.html CRÉDITOS: H. MENDONÇA PALAVRAS-CHAVE: ditadura civil-militar, história da américa
De acordo com os documentos e seus conhecimentos sobre o tema, escolha uma alternativa.
Questão 1 14945287
ONHB Fase 2 2024Documento
Festa da Colheita do Capim Dourado evidencia tradição e cultura quilombola
Com apoio do Governo do Tocantins, festa ocorreu entre os dias 17 e 19 de setembro e antecede período de colheita do Capim Dourado Em meio às veredas do cerrado, as mãos cuidadosas das mulheres e homens buscam pela matéria-prima de uma das maiores riquezas do artesanato tocantinense, o capim dourado. Realizada uma vez por ano pela comunidade quilombola Mumbuca, localizada na região turística Encantos do Jalapão, no Tocantins, a colheita do Capim Dourado é uma tradição passada de geração para geração. Para celebrar o período em que o verde do capim se transforma em um dourado vivo e defender a preservação e o manejo do Capim Dourado, os moradores realizaram uma grande festa com uma programação diversificada, que marcou o início da colheita.
Com o apoio do Governo do Tocantins, por meio da Agência de Desenvolvimento do Turismo, Cultura e Economia Criativa (Adetuc), as comemorações contaram com cavalgada, campeonato esportivo, desfile de peças feitas de capim dourado, emissão da Carteira Nacional de Artesão, além da apresentação do vestido de Capim Dourado, produzido para o Miss Brasil, bate-papo com o estilista Luis Fernando e apresentações teatrais, circenses e musicais com artistas regionais.
A quilombola da comunidade Mumbuca e presidente da Associação dos Artesãos, Railane Ribeiro da Silva, ressaltou a importância da festa. “É uma forma que temos de agradecer por essa benção que é o capim dourado para a nossa comunidade. Ele transformou a vida do nosso povo e, todos os anos, temos mantido essa tradição.”, afirmou Railane Ribeiro da Silva.
Um dos nomes mais referenciados da comunidade, Noêmia Ribeiro da Silva, popular Doutora, revela que a festa tem ganhado cada vez mais destaque. “É lindo ver todo o apoio que estamos tendo nesta festa, pois é algo especial pra gente. Hoje, todo mundo conhece o capim dourado e a comunidade Mumbuca. Motivo de grande alegria”, descreve a artesã de 69 anos, também conhecida pelo dom de fazer remédios por meio das raízes de plantas nativas.
Momento único
Exposto durante a festa, o vestido de capim dourado, produzido pelo estilista tocantinense Luiz Fernando Carvalho, ganhou destaque ao entrar na passarela vestido pela jovem moradora do Mumbuca, Tayza Pereira. “Será algo que ficará para sempre na nossa história. Receber um vestido como esse todo feito de capim dourado é algo único. Todas as artesãs estão encantadas com o resultado desse trabalho”, completa a presidente da Associação dos Artesãos, Railane Ribeiro. Mulher quilombola de 15 anos, Tayza Pereira, que deu vida ao vestido em uma apresentação à comunidade, ficou emocionada com os detalhes da peça. “Não tenho nem palavras para expressar esse momento. É especial levar junto comigo a história da minha mãe, das minhas avós e mostrar isso na nossa comunidade”, afirmou, ao dizer que um dos sonhos é ser modelo e levar a cultura quilombola às passarelas.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Jornal eletrônico ORIGEM: Núbia Dourado. Festa da Colheita do Capim Dourado evidencia tradição e cultura quilombola. TO em foco. 19 de agosto de 2022 em Povos Tradicionais. Disponível em: https://toemfoco.com.br/povos-tradicionais/festa-da-colheita-do-capimdourado- evidencia-tradicao-cultura-quilombola/. Acesso em: 27 fev. 2024. CRÉDITOS: Núbia Dourado. PALAVRAS-CHAVE: patrimônio imaterial, quilombolas
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Vestido de Capim Dourado I

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Vestuário ORIGEM: Modelo: Tayza Pereira (@tayza_miss_capimdourado) Foto: Flávio Cavaleira Vestido/Cabelo e Maquiagem: Luiz Fernando Carvalho Direção de foto: Henrique Lopes Disponível em: https://www.instagram.com/tayza_miss_capimdourado/. Acesso em: 27 fev. 2024. CRÉDITOS: Modelo: Tayza Pereira Foto: Flávio Cavaleira Vestido/Cabelo e Maquiagem: Luiz Fernando Carvalho Direção de foto: Henrique Lopes PALAVRAS-CHAVE: cultura material, patrimônio imaterial, vestuário
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Vestido de Capim Dourado II

Considerando os documentos analisados, selecione uma alternativa:
Questão 9 14941832
ONHB Fase 1 2024Esta questão possui quatro alternativas. Há mais de uma resposta correta, mas cabe a sua equipe escolher qual alternativa considera como a mais adequada e selecioná-la. Atenção: A prova pode ser salva em “rascunho”, mas não se esqueçam de confirmar as respostas até a data limite, clicando em “entregar a questão”. Após clicar em “entregar a questão” não será mais possível realizar alterações na questão.
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Salão para Alisar Cabellos Crespos

Transcrição
SALÃO PARA ALISAR CABELLOS
CRESPOS
SYSTHEMA, RAPIDO, INFALLIVEL E BARATO
Alisamos qualquer cabello, por mais crespo que seja,
Sem prejudical-o, em 1/2 hora, a preço modico.
Enertegamos [sic], cada vez, uma ficha, que no fim de certo
tempo,
lhe dará diretio [sic] a um “CABELISADOR” grátis. – São Paulo,
Praça da Sé, 14 – 2.o andar – sala 4 – Telephone, 2-1706 —–
Rio de Janeiro – Avenida Passos, n. 88 - sobrado
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Propaganda ORIGEM: “Salão para Alisar Cabellos Crespos”, O Clarim d’Alvorada: Legítimo Órgão da Mocidade Negra, São Paulo, 25 de janeiro de 1930, ano 6, n.23, p.2. Hemeroteca digital – BN. Disponível em: https://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx?bib=844918&Pesq=%22A%20mulher%20negra%20e%20o%20nosso%20Congresso%22&pagfis=222. Acesso em: 22/02/2024 CRÉDITOS: O Clarim d’Alvorada PALAVRAS-CHAVE: propaganda, consumo, imprensa
Documento
Uma invenção maravilhosa!... O cabelisador

Transcrição
Uma invenção maravilhosa!...
“O CABELISADOR”
ALISA O CABELLO MAIS CRESPO SEM DOR”
[Coluna da esquerda]
Uma causa que até agora parecia impossível e que constituia o sonho dourado de milhares de pessoas, já é hoje é uma realidade irrefutavel. Quem teria jamais imaginado que seria possivel alisar o cabello, por mais crespo que fosse, tornando-o comprido e sedoso? Graças á maravilhosa invenção do nosso “CABELISADOR” , consegue- se, em conjunto com duas “Pastas Magicas”, alisar todo e qualquer cabello, por muito crespo que seja. Com o uso deste maravilhoso instrumento, os cabellos não só ficam infalivelmente lisos, mas tambem mais compridos. Quem não prefere ter uma cabelleira lisa, sedosa e bonita em vez de cabellos curtos e crespos? Qual é a pessoa que não quer ser elegante e moderna? Pois o nosso “CABELISADOR” alisa o cabello mais crespo sem dôr. O nosso estojo contém todo o necessario para esse fim, não havendo necessidade de cabellereiro. Fazer-se tudo em casa, discreta e economicamente, sem perigo e sem dôr. O “CABELISADOR” e as “Pastas Magicas” podem ser usados com toda confiança, pois absolutamente não prejudicam o cabello, sendo o seu emprego facillimo e sempre eficaz.
[Coluna da direita]
Fabricamos duas qualidades de “CABELISADOR” : uma para cabello muito crespos, n.º 1, e outro para cabellos menos crespos, n.º 2. Quando as Pastas Magicas N.º 1 ou 2, contidas no estojo se acabarem, encontrar-se-ão sempre outras nas boas pharmacias e casas de perfumarias, etc., ou no nosso Deposito Geral, á ´Praça da Sé N. 14, Asla 4, 2.º andar – Tel.: 2-1706 São Paulo. Ficamos ao inteiro dispor da nossa distincta clientela para todas as explicações que forem necessarias, bem como nos pronptificamos a fazer demonstrações, ás pessoas que assim o desejarem em nosso es-criptorio, á Praça da Sé, 14, Sala 4 2.º andar, São Paulo. Podemos mandar o “CABELISADOR” para todas as partes do Brasil mediante pagamento adiantado.
LISTA DE PREÇOS
Estojo completo contendo um “CABELISADOR” , uma espiriteira especial, uma lata de Pasta Magica N. 1 e uma lata de Pasta Magica N. 2 .......................... 60$000 Um “CABELISADOR” avulso ................................ 48$000 Uma espiriteira especial para o “CABELISADOR” . 10$000 Pasta Magica N. 1 ou N. 2, cada latinha ................ 3$000 Pelo Correio (registrado) mais ................................ 2$000
[Centro]
Modo de usar o “CABELISADOR” Pela primeira vez, começa-se lavando a cabeça com a Pasta Magica N.2; em seguida reparte-se o cabello em ptquenas [sic] paetês e esfregase o couro cabelludo com a Pasta Magica N. 1, até penetrar bem. Depois esquenta-se o “CABELISADOR” na espiriteira especial contida no nosso estojo para esse fim tendo-se cuidado em collocar a parte grossa de metal sobre a chamma, e não os dente do instrumento. Experimenta-se o gráo de cal or numa folha de papel se esta amarelar está quente de mais, sendo nesse caso preciso deixal-o esfriar um pouco. A seguir vae-se tomando uma por uma as méchas de cabello já repartido e vae-se passando muito devagar o “CABELISADOR” , fazendo força de cima para baixo, como que penteia o cabello, encostando o instrumento bem contra a cabeça. É indispensavel usar sempre a Pasta Magica N. 1, antes de aplicar o “CABELISADOR” , o qual deve ser usado quente; logo que esfria um pouco é preciso aquecel-o novamente sobre a espiriteira. A Pasta Magica N. 2 (para lavar a cabeça) não precisa ser usada mais do que duas vezes por mez. Nos primeiros tempos é preferivel usar o “CABELISADOR” e a Pasta Magica N. 1 todas as noites, amarrando-se me seguida um pano bem apertado na cabeça antes de se deitar, para manter o sabello [sic] no logar.
Depois de alisada toda a cabeça, torna-se a passar o “ CABELISADOR” muito devagar sobre os cabellos, mas somente com a parte grossa sem fazer penetrar os dentes. No fim de pouco tempo o cabello começa a encompridar, torna-se liso e sedoso.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Propaganda ORIGEM: “Uma invenção maravilhosa!... O cabelisador”, O Clarim d’Alvorada: Legítimo Órgão da Mocidade Negra, São Paulo, 13 de maio de 1929, Ano 6, n. 16, p. 3. Hemeroteca digital – BN. Disponível em: https://memoria.bn.br/DocReader/DocReader.aspx bib=844918&Pesq=%22A%20mulher%20negra%20e%20o%20nosso%20Congresso%22&pagfis=193. Acesso em: 22/02/2024 CRÉDITOS: O Clarim d’Alvorada GLOSSÁRIO: Espiriteira: Tipo de lampião em que se coloca álcool ou espírito de vinho para queimar. 1$000 : mil réis PALAVRAS-CHAVE: propaganda, imprensa, consumo
Documento
Cabelisador


Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Alisador ORIGEM: Aparelho CABELISADOR Utilizado Para Alisar Cabelos, Produzido em Bronze, Original Anos 1930. Fonte: https://www.mercadordeantiguidades.com.br/20b12d/cabelisador-aparelho-utilizado-para-alisarcabelos- produzido-em-bronze-original-anos-1930. Acesso em: 22/02/2024 PALAVRAS-CHAVE: cultura material, consumo
Os documentos acima:
Questão 8 14941802
ONHB Fase 1 2024Esta questão possui quatro alternativas. Há mais de uma resposta correta, mas cabe a sua equipe escolher qual alternativa considera como a mais adequada e selecioná-la. Atenção: A prova pode ser salva em “rascunho”, mas não se esqueçam de confirmar as respostas até a data limite, clicando em “entregar a questão”. Após clicar em “entregar a questão” não será mais possível realizar alterações na questão.
A partir das fotografias que representam parte da demolição do morro do Castelo, no Rio de Janeiro, assinale uma alternativa:
Documento
Demolição do morro do Castelo; ao fundo, alguns pavilhões da Exposição Internacional de 1922

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Fotografia ORIGEM: Autoria não identificada. Demolição do morro do Castelo; ao fundo, alguns pavilhões da Exposição Internacional de 1922. Rio de Janeiro. CRÉDITOS: Instituto Moreira Salles TÉCNICA: GELATINA/ Prata P&B DIMENSÕES: 13,0 x 18,0 cm
Documento
Demolição do Morro do Castelo

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Fotografia ORIGEM: Malta, Augusto. Demolição do Morro do Castelo. Rio de Janeiro, 1922. Coleção Gilberto Ferrez. CRÉDITOS: Instituto Moreira Salles
06
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