Questões de EFAF História - Temática
1.155 Questões
Questão 38 10739645
CEDAF 2012As comunidades indígenas do Brasil foram dominadas pelo branco europeu português. Quando conhecemos seu modo de vida, podemos ver um pouco “de fora” nossa própria sociedade.
A respeito da vida dos povos primitivos que aqui habitavam é INCORRETO afirmar que:
Questão 10 10735755
CMRJ 6º Ano - Português 2012TEXTO
Brinquedos, jogos e brincadeiras
Alguns brinquedos, jogos e brincadeiras tradicionais entre as crianças
brasileiras têm origens surpreendentes. Vêm tanto dos povos que deram origem à
nossa civilização (o índio, o branco, o negro), como até mesmo do longínquo Oriente.
Atualmente, no mundo cada vez mais urbanizado, industrializado e
[5] informatizado, a tendência é que muitas das brincadeiras tradicionais percam espaço
nas preferências infantis. Mesmo assim, jogos e brinquedos como a peteca, a
amarelinha, a ciranda, a pipa e a cama de gato têm valor cultural inestimável, e o
lugar dessas brincadeiras no folclore já está garantido.
Peteca

Quando os portugueses chegaram ao Brasil,
[10] encontraram os índios brincando com uma trouxinha de
folhas cheia de pequenas pedras, amarrada a uma espiga de
milho, que chamavam de PeŽteka, que em tupi significa
"bater". A brincadeira foi passando de geração em geração
e, no século XX, o jogo de peteca tornou-se um esporte,
[15] com regras e torneios oficiais.
Amarelinha

Essa brincadeira tão tradicional entre as crianças brasileiras também é
chamada de maré, sapata, avião, academia, macaca etc. A amarelinha tradicional é
desenhada no chão com giz e tem o formato de uma cruz, com um semicírculo em
uma das pontas, onde está a palavra céu, lua ou cabeça. Depois vem a casa do inferno
[20] (ou pescoço) e a área de descanso, chamada de braços (ou asas), onde é permitido
equilibrar-se sobre os dois pés. Por último, a área do corpo (ou quadrado).
Pipas

Pipa, papagaio, arraia, raia, quadrado,
pandorga... As pipas apareceram na China, mil anos
antes de Cristo, como forma de sinalização. Sua
[25] cor, desenho ou movimento poderiam enviar
mensagens entre os campos. Os chineses eram
peritos em construir pipas enormes e leves. Da
China elas foram para o Japão, para a Índia e depois para a Europa. Chegaram ao
Brasil trazidas pelos portugueses. Os tipos de pipa mais conhecidos são o de três
[30] varas, o de cruzeta e o de caixa. Para confeccioná-las bastam algumas folhas de
papel, varinhas e linha.
Ciranda

A famosa dança infantil, de roda, conhecida
em todo o Brasil, teve origem em Portugal, onde era um
bailado de adultos. O semelhante a ela é o fandango,
[35] baile rural praticado até meados do século XX no
interior do Rio de Janeiro (Parati) e São Paulo, em que
homens e mulheres formavam rodas concêntricas,
homens por dentro e mulheres por fora. Os versos que
abrem a ciranda infantil são conhecidíssimos ainda hoje:
[40] "Ciranda, cirandinha/ Vamos todos cirandar/ Vamos dar
a meia volta/ Volta e meia vamos dar". De resto, há
variações regionais que os complementam como "O anel
que tu me deste/ Era vidro e se quebrou./ O amor que tu me tinhas/ Era pouco e se
acabou".
(Texto adaptado de: http://brasileirinhos.wordpress.com/brincadeiras/. Último acesso em 29/10/2012.)
Dentre as brincadeiras mencionadas no texto acima, uma não começou como brincadeira ou diversão; era usada para outros fins.
Trata-se da
Questão 3 10735742
CMRJ 6º Ano - Português 2012TEXTO
Os meninos morenos
Ziraldo

Eu fui um menino cor da terra. Não vou, porém,
saber nunca de onde vieram os verdadeiros avós dos
avós dos meus avós. Nisso, nós, os meninos
brasileiros, somos diferentes dos meninos morenos da
[5] Guatemala, do México, da América Central ou de todo
o planalto andino. Quando o homem branco chegou na
minha terra, encontrou meninos com a carinha igual à
de todos os meninos que viviam nas florestas úmidas
da América ou nas altas montanhas dos Andes.
[10] Depois, eles trouxeram os negros da África, que não
queriam vir. E vieram também os árabes e outras
gentes da Ásia. E todos se misturaram, sem registro e
sem cartório.
E, aqui, ficamos todos da cor da nossa terra e
viramos, todos, brasileiros.
(ZIRALDO. Os meninos morenos. Ed. Melhoramentos, 2004, p. 6.)
Vocabulário:
1. Registro (l.12) – documento, certidão.
2. Cartório (l.13) – local onde se fazem os registros e outros documentos.
Se o termo destacado em “Depois eles trouxeram os negros da África” (l. 10-11) fosse substituído por Amanhã, a frase seguinte teria de ser alterada.
Indique qual seria a reescritura CORRETA.
Questão 34 168569
IFMG 2012Opinião
(Zé Keti)
Podem me prender
Podem me bater
Podem até deixar-me sem comer
Que eu não mudo de opinião
Daqui do morro
Eu não saio, não
Se não tem água
Eu furo um poço
Se não tem carne
Eu compro um osso
E ponho na sopa
E deixa andar
Fale de mim quem quiser falar
Aqui eu não pago aluguel
Se eu morrer amanhã, seu doutor
Estou pertinho do céu
A canção de Zé Keti, apesar de ter sido composta nos idos dos anos 60 do século passado, pode representar a história dos movimentos populares por moradia desde o início da República. Assinale a opção que NÃO faz uma associação correta entre a música e a história do Brasil na República Velha.
Questão 8 82020
OBMEP Nível 1 2012Um cubo foi montado a partir da planificação mostrada na figura. Qual é o produto dos números das faces desse cubo que têm uma aresta comum com a face de número 1?

Questão 11 10739522
SENAI 1º Ano - CGE 2027 2011O texto abaixo se refere à questão.
Quem vai querer?
O cemitério parisiense de Père Lachaise comemora 200 anos neste mês como a sétima atração turística mais frequentada da cidade mais visitada do mundo. Vários monumentos, lápides e esculturas foram restaurados para a ocasião, que também mereceu uma grande exposição. Aproveitando as comemorações da efeméride – contidas, como convém, mas concorridas –, a administração vem intensificando as queixas contra aquele que é, ao mesmo tempo, seu mais visitado condômino e sua maior dor de cabeça: o roqueiro americano Jim Morrison, líder da banda The Doors, morto em Paris em 1971. “O maior presente que o cemitério poderia receber neste bicentenário seria a saída de Jim Morrison (...)”, desabafou (...) o historiador Christian Charlet, responsável pelo cemitério.
(...) Seus admiradores, diz, usam os arredores do túmulo para se embriagar e se drogar, jogam restos de cigarros lícitos e ilícitos na sepultura, quebram e picham a própria e as vizinhas. (...)
Fonte: Adaptado de VARELLA, F. Revista Veja, 26 maio 2004.
O texto afirma que as comemorações do aniversário do cemitério são “contidas, como convém” porque
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