Questões de EFAF História - Geral - Idade Antiga
177 Questões
Questão 21 10395506
CMT 2016Considerando-se as informações do texto, responda à questão:
Os Jogos Olímpicos tiveram origem, na Antiguidade, na Grécia. Monteiro Lobato, renomado escritor brasileiro, escreveu algumas aventuras dos personagens de “O Sítio do Picapau Amarelo” na Grécia Antiga, o país que deu origem aos Jogos. Vamos conhecer um pouco mais a Grécia a partir da visão desses famosos personagens de nossa literatura? Para isso, leia com atenção o texto a seguir:
TEXTO
UMA AVENTURA PUXA A OUTRA
Tudo acertado, dona Benta partiu com os meninos para a Grécia a bordo
do “Beija-Flor das Ondas”.
Mas, para que Grécia? Há duas – a Grécia de hoje, um país muito sem
graça, e a Grécia Antiga, também chamada de Hélade, que é a Grécia
[5] povoada de deuses e semideuses, de ninfas e heróis, de faunos e sátiros,
de centauros e mais monstros tremendos, como a Esfinge, a Quimera, a
Hidra, o Minotauro. Oh, sim, lá é que era a grande Grécia imortal. A de
hoje só tem uvas e figos secos – e soldados de saiote.
Enquanto o Beija-Flor singrava os mares, Dona Benta ia derramando
[10] pingos de história na cabeça das crianças.
– A Grécia de hoje, meus filhos, é um dos pequenos países da Europa,
com cento e dezesseis mil quilômetros quadrados e menos de cinco
milhões de habitantes.
– Só isso? – admirou Pedrinho.
[15] – Só, meu filho; e a famosa Grécia Antiga também não foi mais do que
isso. A importância dum país não depende do tamanho territorial, nem do
número de habitantes. Depende da qualidade do povo. Pequenina foi a
Grécia em tamanho – e tornou-se o maior povo da Antiguidade pelo brilho
da inteligência e pelas realizações artísticas. Tão grande foi o seu valor
[20] que, até hoje, o mundo anda impregnado de Grécia. Mesmo aqui neste
nosso continente americano, que era só bugres no tempo da Grécia,
sentimos a impregnação grega. A língua que falamos está embutida de
palavras gregas.
– “Geografia”, por exemplo – disse Narizinho. – E “gramática” também.
[25] Quindim disse que gramática é palavra grega.
[...]
No intervalo de duas manobras do iate, Dona Benta tomou fôlego e
disse:
– Vocês já sabem que há duas “Grécias”, a antiga e a de hoje; mas só
[30] a Antiga nos interessa. Surge o problema: como penetramos na Grécia
Antiga?
– Pulando por cima da de hoje, vovó! - resolveu Pedrinho com maior
facilidade. – Resta saber qual dos períodos antigos é o mais interessante.
– Para mim foi o tempo de Péricles – disse Dona Benta –, mas para a
[35] gana de heroísmos que vejo em meus netos, deve ser o tempo ainda muito
anterior, em que aquilo por lá era uma coleção de pequeninos reinos, de
tribos em luta, de famílias poderosas; o tempo da Guerra de Troia que
Homero descreve na Ilíada; e o tempo dos heróis tebanos, a viagem dos
argonautas, dos monstros fabulosos, como a Hidra de Lerna e outros.
(LOBATO, M. O minotauro. São Paulo: Globo, 2008 [1937]).
No trecho “Mesmo aqui neste nosso continente americano, que era só bugres no tempo da Grécia, sentimos a impregnação grega. A língua que falamos está embutida de palavras gregas” (l. 21 a l. 23), as palavras destacadas retomam, respectivamente (ou seja, nessa ordem),
Questão 20 10395496
CMT 2016Considerando-se as informações do texto, responda à questão:
Os Jogos Olímpicos tiveram origem, na Antiguidade, na Grécia. Monteiro Lobato, renomado escritor brasileiro, escreveu algumas aventuras dos personagens de “O Sítio do Picapau Amarelo” na Grécia Antiga, o país que deu origem aos Jogos. Vamos conhecer um pouco mais a Grécia a partir da visão desses famosos personagens de nossa literatura? Para isso, leia com atenção o texto a seguir:
TEXTO
UMA AVENTURA PUXA A OUTRA
Tudo acertado, dona Benta partiu com os meninos para a Grécia a bordo
do “Beija-Flor das Ondas”.
Mas, para que Grécia? Há duas – a Grécia de hoje, um país muito sem
graça, e a Grécia Antiga, também chamada de Hélade, que é a Grécia
[5] povoada de deuses e semideuses, de ninfas e heróis, de faunos e sátiros,
de centauros e mais monstros tremendos, como a Esfinge, a Quimera, a
Hidra, o Minotauro. Oh, sim, lá é que era a grande Grécia imortal. A de
hoje só tem uvas e figos secos – e soldados de saiote.
Enquanto o Beija-Flor singrava os mares, Dona Benta ia derramando
[10] pingos de história na cabeça das crianças.
– A Grécia de hoje, meus filhos, é um dos pequenos países da Europa,
com cento e dezesseis mil quilômetros quadrados e menos de cinco
milhões de habitantes.
– Só isso? – admirou Pedrinho.
[15] – Só, meu filho; e a famosa Grécia Antiga também não foi mais do que
isso. A importância dum país não depende do tamanho territorial, nem do
número de habitantes. Depende da qualidade do povo. Pequenina foi a
Grécia em tamanho – e tornou-se o maior povo da Antiguidade pelo brilho
da inteligência e pelas realizações artísticas. Tão grande foi o seu valor
[20] que, até hoje, o mundo anda impregnado de Grécia. Mesmo aqui neste
nosso continente americano, que era só bugres no tempo da Grécia,
sentimos a impregnação grega. A língua que falamos está embutida de
palavras gregas.
– “Geografia”, por exemplo – disse Narizinho. – E “gramática” também.
[25] Quindim disse que gramática é palavra grega.
[...]
No intervalo de duas manobras do iate, Dona Benta tomou fôlego e
disse:
– Vocês já sabem que há duas “Grécias”, a antiga e a de hoje; mas só
[30] a Antiga nos interessa. Surge o problema: como penetramos na Grécia
Antiga?
– Pulando por cima da de hoje, vovó! - resolveu Pedrinho com maior
facilidade. – Resta saber qual dos períodos antigos é o mais interessante.
– Para mim foi o tempo de Péricles – disse Dona Benta –, mas para a
[35] gana de heroísmos que vejo em meus netos, deve ser o tempo ainda muito
anterior, em que aquilo por lá era uma coleção de pequeninos reinos, de
tribos em luta, de famílias poderosas; o tempo da Guerra de Troia que
Homero descreve na Ilíada; e o tempo dos heróis tebanos, a viagem dos
argonautas, dos monstros fabulosos, como a Hidra de Lerna e outros.
(LOBATO, M. O minotauro. São Paulo: Globo, 2008 [1937]).
A respeito dos elementos da narrativa, presentes no texto, considere as afirmações a seguir:
I. Em alguns trechos dos diálogos da narrativa, Dona Benta assume a função de narradora, ao contar para os netos as informações que sabe sobre a Grécia.
II. Na narrativa, o espaço em que Dona Benta e os netos dialogam é a Grécia Antiga.
III. Os fatos da narrativa não seguem uma organização lógica, uma vez que Dona Benta mistura fatos da Grécia Antiga a fatos da Grécia atual.
IV. No trecho em análise, os personagens têm como interesse temático a Grécia e suas histórias.
É correto o que se afirma em
Questão 17 10395482
CMT 2016Considerando-se as informações do texto, responda à questão:
Os Jogos Olímpicos tiveram origem, na Antiguidade, na Grécia. Monteiro Lobato, renomado escritor brasileiro, escreveu algumas aventuras dos personagens de “O Sítio do Picapau Amarelo” na Grécia Antiga, o país que deu origem aos Jogos. Vamos conhecer um pouco mais a Grécia a partir da visão desses famosos personagens de nossa literatura? Para isso, leia com atenção o texto a seguir:
TEXTO
UMA AVENTURA PUXA A OUTRA
Tudo acertado, dona Benta partiu com os meninos para a Grécia a bordo
do “Beija-Flor das Ondas”.
Mas, para que Grécia? Há duas – a Grécia de hoje, um país muito sem
graça, e a Grécia Antiga, também chamada de Hélade, que é a Grécia
[5] povoada de deuses e semideuses, de ninfas e heróis, de faunos e sátiros,
de centauros e mais monstros tremendos, como a Esfinge, a Quimera, a
Hidra, o Minotauro. Oh, sim, lá é que era a grande Grécia imortal. A de
hoje só tem uvas e figos secos – e soldados de saiote.
Enquanto o Beija-Flor singrava os mares, Dona Benta ia derramando
[10] pingos de história na cabeça das crianças.
– A Grécia de hoje, meus filhos, é um dos pequenos países da Europa,
com cento e dezesseis mil quilômetros quadrados e menos de cinco
milhões de habitantes.
– Só isso? – admirou Pedrinho.
[15] – Só, meu filho; e a famosa Grécia Antiga também não foi mais do que
isso. A importância dum país não depende do tamanho territorial, nem do
número de habitantes. Depende da qualidade do povo. Pequenina foi a
Grécia em tamanho – e tornou-se o maior povo da Antiguidade pelo brilho
da inteligência e pelas realizações artísticas. Tão grande foi o seu valor
[20] que, até hoje, o mundo anda impregnado de Grécia. Mesmo aqui neste
nosso continente americano, que era só bugres no tempo da Grécia,
sentimos a impregnação grega. A língua que falamos está embutida de
palavras gregas.
– “Geografia”, por exemplo – disse Narizinho. – E “gramática” também.
[25] Quindim disse que gramática é palavra grega.
[...]
No intervalo de duas manobras do iate, Dona Benta tomou fôlego e
disse:
– Vocês já sabem que há duas “Grécias”, a antiga e a de hoje; mas só
[30] a Antiga nos interessa. Surge o problema: como penetramos na Grécia
Antiga?
– Pulando por cima da de hoje, vovó! - resolveu Pedrinho com maior
facilidade. – Resta saber qual dos períodos antigos é o mais interessante.
– Para mim foi o tempo de Péricles – disse Dona Benta –, mas para a
[35] gana de heroísmos que vejo em meus netos, deve ser o tempo ainda muito
anterior, em que aquilo por lá era uma coleção de pequeninos reinos, de
tribos em luta, de famílias poderosas; o tempo da Guerra de Troia que
Homero descreve na Ilíada; e o tempo dos heróis tebanos, a viagem dos
argonautas, dos monstros fabulosos, como a Hidra de Lerna e outros.
(LOBATO, M. O minotauro. São Paulo: Globo, 2008 [1937]).
O sexto parágrafo do texto informa que
Questão 16 10395435
CMT 2016Considerando-se as informações do texto, responda à questão:
Os Jogos Olímpicos tiveram origem, na Antiguidade, na Grécia. Monteiro Lobato, renomado escritor brasileiro, escreveu algumas aventuras dos personagens de “O Sítio do Picapau Amarelo” na Grécia Antiga, o país que deu origem aos Jogos. Vamos conhecer um pouco mais a Grécia a partir da visão desses famosos personagens de nossa literatura? Para isso, leia com atenção o texto a seguir:
TEXTO
UMA AVENTURA PUXA A OUTRA
Tudo acertado, dona Benta partiu com os meninos para a Grécia a bordo
do “Beija-Flor das Ondas”.
Mas, para que Grécia? Há duas – a Grécia de hoje, um país muito sem
graça, e a Grécia Antiga, também chamada de Hélade, que é a Grécia
[5] povoada de deuses e semideuses, de ninfas e heróis, de faunos e sátiros,
de centauros e mais monstros tremendos, como a Esfinge, a Quimera, a
Hidra, o Minotauro. Oh, sim, lá é que era a grande Grécia imortal. A de
hoje só tem uvas e figos secos – e soldados de saiote.
Enquanto o Beija-Flor singrava os mares, Dona Benta ia derramando
[10] pingos de história na cabeça das crianças.
– A Grécia de hoje, meus filhos, é um dos pequenos países da Europa,
com cento e dezesseis mil quilômetros quadrados e menos de cinco
milhões de habitantes.
– Só isso? – admirou Pedrinho.
[15] – Só, meu filho; e a famosa Grécia Antiga também não foi mais do que
isso. A importância dum país não depende do tamanho territorial, nem do
número de habitantes. Depende da qualidade do povo. Pequenina foi a
Grécia em tamanho – e tornou-se o maior povo da Antiguidade pelo brilho
da inteligência e pelas realizações artísticas. Tão grande foi o seu valor
[20] que, até hoje, o mundo anda impregnado de Grécia. Mesmo aqui neste
nosso continente americano, que era só bugres no tempo da Grécia,
sentimos a impregnação grega. A língua que falamos está embutida de
palavras gregas.
– “Geografia”, por exemplo – disse Narizinho. – E “gramática” também.
[25] Quindim disse que gramática é palavra grega.
[...]
No intervalo de duas manobras do iate, Dona Benta tomou fôlego e
disse:
– Vocês já sabem que há duas “Grécias”, a antiga e a de hoje; mas só
[30] a Antiga nos interessa. Surge o problema: como penetramos na Grécia
Antiga?
– Pulando por cima da de hoje, vovó! - resolveu Pedrinho com maior
facilidade. – Resta saber qual dos períodos antigos é o mais interessante.
– Para mim foi o tempo de Péricles – disse Dona Benta –, mas para a
[35] gana de heroísmos que vejo em meus netos, deve ser o tempo ainda muito
anterior, em que aquilo por lá era uma coleção de pequeninos reinos, de
tribos em luta, de famílias poderosas; o tempo da Guerra de Troia que
Homero descreve na Ilíada; e o tempo dos heróis tebanos, a viagem dos
argonautas, dos monstros fabulosos, como a Hidra de Lerna e outros.
(LOBATO, M. O minotauro. São Paulo: Globo, 2008 [1937]).
No trecho “Tão grande foi o seu valor que, até hoje, o mundo anda impregnado de Grécia” (l. 19 a l. 21), a palavra destacada reforça a ideia de que
Questão 1 10395178
CMT 2016Considerando-se as informações do texto, responda à questão:
TEXTO
ORIGEM DAS OLIMPÍADAS

A cultura ocidental deve muito aos antigos gregos. Se o planeta,
desde o fim do século XIX, celebra, a cada quatro anos, o maior evento
esportivo da humanidade, isso só é possível porque, lá atrás, há mais de
2.500 anos, os gregos lançaram a semente das Olimpíadas.
[5] Os primeiros registros históricos das Olimpíadas datam de 776 a.C.,
época em que os vencedores começaram a ter seus nomes registrados. Foi
nesse período que o termo “Olimpíadas” surgiu, após Iftos, rei de Ilia, aliar-
se ao monarca de Esparta, Licurgo, e ao rei de Pissa, Clístenes. A aliança
foi selada no templo de Hera, localizado no santuário de Olímpia. Vem daí
[10] o nome “Olimpíadas”.
A última Olimpíada da Era Antiga foi realizada em 393 d.C. O
imperador Teodósio I cancelou os Jogos, após proibir a adoração aos
deuses. Terminava ali um período de competições notáveis da história
grega, com 293 edições dos Jogos Olímpicos Antigos.
Fonte: http://www.brasil2016.gov.br/pt-br/olimpiadas/uma-disputa-milenar
A respeito dos números que representam o ano em que ocorreram os primeiros registros históricos das olimpíadas e o ano em que houve a última olimpíada da Era antiga, podemos afirmar que a escrita correta, em numerais romanos, desses números são, respectivamente (ou seja, nessa ordem),
Questão 24 435752
IFPR 2016Roma Antiga expandiu-se consideravelmente pelo Mediterrâneo, sobretudo no século II. Foi consequência dessa expansão:
06
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