Questões de EFAF História - Fundamentos da História e historiografia
108 Questões
Questão 6 10323112
IFPE Subsequente 2019/2TEXTO
POR QUE TODO MUNDO NÃO FALA A MESMA LÍNGUA?
(1) Porque as línguas foram surgindo nas várias regiões do mundo de forma independente. Algumas têm a mesma origem, como o hindu, o sueco, o inglês e o português. Elas vieram de uma grande língua comum, chamada proto-indo-europeu, que há milhares de anos era falada na Ásia.
(2) Esse idioma deu origem a quase todas as línguas ocidentais e algumas orientais. “Supõe-se que o indo-europeu tenha sido uma língua só, que foi se diferenciando com o tempo”, explica o professor de linguística Paulo Chagas de Souza, da Universidade de São Paulo.
(3) É que as línguas são vivas – elas se transformam com o uso. Mesmo as que vieram de uma raiz comum foram sendo modificadas pouco a pouco pela prática de cada grupo falante, que seleciona os termos adequados ao seu ambiente e à sua cultura. Os esquimós, por exemplo, criaram palavras capazes de descrever 40 tons de branco. Esses termos não fazem o menor sentido para um povo que mora no deserto, concorda?
(4) O Império Romano teve uma forte função na difusão e na construção de muitas das línguas que são faladas hoje. Naquela época, na região de Roma, falava-se o latim, uma língua derivada do proto-indo-europeu que floresceu na região do Lácio.
(5) À medida que o império avançava, conquistando novos territórios, esse idioma foi sendo imposto aos povos dominados, mas não sem sofrer influência das línguas locais, com mudanças de pronúncia e enxertos de palavras.
(6) Com o enfraquecimento do domínio dos césares, essas diferenças foram se intensificando e construindo dialetos, que se transformaram em idiomas próprios. Foi assim que surgiu o português, o italiano e o francês, por exemplo.
(7) Hoje, são faladas 7.099 línguas ao redor do mundo, segundo o compêndio Ethnologue, um livro que cataloga os idiomas do nosso planeta desde 1950. Mas a gente não ouve a maioria delas: mais de 90% dessas línguas estão na boca de apenas 6% dos habitantes da Terra. O restante da população mundial usa menos de 400 idiomas.
OLIVEIRA, Fábio. Por que todo mundo não fala a mesma língua? Disponível
em:http://super.abril.com.br/sociedade/por-que-todo-mundo-não-fala-a-mesma-lingua/amp/. Acesso em: 04 maio 2019.
As afirmativas a seguir apresentam reflexões sobre a sintaxe de concordância da língua portuguesa. Analise-as e marque a única que faz uma avaliação CORRETA sobre a sintaxe de concordância do TEXTO 2.
Questão 87 10531932
ENCCEJA* Ensino Fundamental - I, II, III e IV 2018Pela preservação de Luziânia
Índios, escravos, garimpeiros, pequenos comerciantes e grandes fazendeiros habitavam as terras hoje ocupadas pelo Distrito Federal muito antes da chegada dos candangos. Desse período, ainda há construções nas áreas rurais e urbanas do Entorno. No entanto, são cada vez mais raras. Um dos mais ricos acervos se concentra na rua do Rosário, em Luziânia, fundada como Santa Luzia, em 13 de dezembro de 1746, por bandeirantes em busca de ouro. Para preservar o que resiste, o Ministério Público de Goiás propôs uma ação civil pública contra a prefeitura, pedindo o fim do tráfego de veículos no centro histórico da cidade distante 70 km de Brasília.
O trânsito de caminhões está proibido na rua do Rosário há um ano. No entanto, sem fiscalização, a norma é desrespeitada. Há apenas uma placa de advertência, mas nenhuma barreira. Com isso, os casarões e outros prédios centenários têm suas estruturas abaladas.
ALVES, R.; STACCINARI, I. Correio Braziliense, 20 jul. 2014 (adaptado).
A matéria trata da medida imposta pelo Ministério Público em relação à preservação do patrimônio histórico da cidade de Luziânia.
A palavra que define a atitude dos motoristas de caminhão a respeito dessa determinação é
Questão 19 10752544
COLTEC 2017Leia os dois trechos para responder a questão.
“Mas o mais célebre exemplo histórico de rejeição de uma reforma do calendário é provavelmente o da Revolução Francesa. Os revolucionários compreenderam perfeitamente a aposta ideológica – e política – que se jogava no calendário. (...)
Enfim, para garantir no futuro o poder da revolução, o calendário estabeleceu um certo número de festas destinadas a perpetuar-lhe a recordação e a vitalidade. (...)”
LE GOFF. Jacques. Calendário in: História e Memória. Campinas: Editora da UNICAMP, 1990. p. 490 e 492
“ – Julgamento da história? Aqueles homens pretenderam eliminar a história, tentando apagar o futuro. Para que não sejam lembrados como novos Átilas, os devastadores. Se acreditaram tão poderosos que julgaram poder cancelar a memória do povo.”
BRANDÃO, Ignácio de Loyola. Não verás país nenhum. São Paulo: Global, 2008.
O Esquema, nome atribuído por Ignácio de Loyola Brandão ao grupo político dominante no país fictício do romance Não verás país nenhum, usou estratégia semelhante àquela dos revolucionários franceses que, ao criarem e utilizarem um novo calendário, pretendiam
Questão 19 169718
IFMT 2014/2
As questões 19 e 20, referem-se ao Texto IV
O efeito de humor provocado, na charge acima, deve-se ao fato de:
Questão 34 169957
IFMT 2011/2Observe a figura abaixo e considere: a= x + 100o ; b = x; c = x + 110o ; e d = 2x.
Logo, os valores de a, b, c, d, respectivamente, são:

Questão 1 10732967
ENCCEJA* Ciências Humanas e suas Tecnologias 2006A noção de monumento histórico compreende, além da obra arquitetônica em si, os sítios urbanos e rurais, testemunhos de uma civilização determinada de uma evolução significativa, e de fato histórico. Compreende as grandes criações e, também, as obras modestas, que, através do tempo, adquiriram valor cultural significativo.
Carta de Veneza, Art. 1.o. Internet: portal.iphan.gov.br.
A Carta de Veneza, de 1964, é um documento internacional sobre a conservação e o restauro de monumentos e localidades, que serve de parâmetro para a formulação de políticas de preservação do patrimônio histórico no Brasil e no mundo.
Com base no artigo sobre monumentos históricos, é correto afirmar que
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