Questões de EFAF História
Questão 6 14946631
ONHB Fase 4 2024Leia a reportagem publicada na coluna de Mônica Bergamo, no jornal Folha de S. Paulo, no dia 10 de janeiro de 2024.
Documento
Filho de Renato Russo pede que TikTok derrube vídeos bolsonaristas com a música ‘Que País é Este’
Giuliano afirma que as postagens têm ‘caráter político e ideológico alheios’ aos defendidos pelo pai.
O produtor cultural Giuliano Manfredini, filho do cantor Renato Russo, enviou uma notificação extrajudicial à ByteDance, proprietária do TikTok, pedindo que sejam removidos da plataforma vídeos publicados por bolsonaristas que têm como trilha sonora a música ‘Que País É Este’. No documento, Giuliano afirma que as postagens têm ‘caráter político e ideológico alheios’ aos defendidos pelo artista ao longo de sua vida e por ele ‘ativamente combatidos’. São citadas publicações que trazem enunciados como ‘comunista Flávio Dino é aprovado em sabatina e irá para o STF’, ‘o Brasil não tem mais conserto’ e ‘milhões de votos silenciados’, em referência à decisão que tornou Jair Bolsonaro (PL) inelegível. Algumas delas exibem fotografias do ex-presidente.
Ao menos sete perfis são citados como responsáveis pelos compartilhamentos. Giuliano solicita que os dados cadastrais e os registros de IPs de cada um deles sejam disponibilizados. Ao justificar a medida, o filho de Renato Russo diz não querer que a faixa consagrada pela Legião Urbana seja usada ‘em prol de posicionamentos de direita, especialmente aqueles que enaltecem o governo Bolsonaro’.
‘Não é do interesse do Giuliano, na condição de defensor do patrimônio do pai, que essa música seja vinculada a um ou outro lado da disputa política. Ele não quer limitar o uso da canção, mas também não quer que ela vire um hino do bolsonarismo, com o qual ele não compactua’, afirma o advogado Henrique Ventureli, da banca Furtado de Oliveira Advogados, que representa o produtor cultural.
‘A gente espera que o TikTok atenda ao nosso pedido. Se não surtir nenhum efeito, obviamente vamos optar pela via judicial’, acrescenta Ventureli, que não descarta processar também os usuários responsáveis pelos vídeos.
Procurado pela coluna por meio de sua assessoria de imprensa, o TikTok não respondeu sobre a notificação extrajudicial até a conclusão deste texto.”
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Jornal ORIGEM: Mônica Bergamo. Filho de Renato Russo pede que TikTok derrube vídeos de bolsonaristas com a música ’Que País É Este’. Folha de São Paulo, 10.jan.2024 às 23h00. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/colunas/monicabergamo/2024/01/filho-derenato- russo-pede-que-tiktok-derrube-videos-de-bolsonaristas-com-a-musica-que-pais-e este.shtml. Acesso em: 07 mar. 2024. CRÉDITOS: Mônica Bergamo PALAVRAS-CHAVE: história da música, história política, história do tempo presente
Sobre o assunto, selecione uma alternativa:
Questão 5 14946598
ONHB Fase 4 2024Leia os trechos de história em quadrinhos abaixo, selecionados e retirados da edição sobre folclore brasileiro da coleção “Você Sabia? Turma da Mônica”.
Documento
VOCÊ SABIA? TURMA DA MÔNICA I

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: História em quadrinhos ORIGEM: Maurício de Souza. “VOCÊ SABIA? TURMA DA MÔNICA”. Editora Globo S.A, nº 3, jul/2003. CRÉDITOS: Maurício de Souza PALAVRAS-CHAVE: colonização, literatura infantil
Documento
VOCÊ SABIA? TURMA DA MÔNICA II

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: História em quadrinhos ORIGEM: Maurício de Souza. “VOCÊ SABIA? TURMA DA MÔNICA”. Editora Globo S.A, nº 3, jul/2003. CRÉDITOS: Maurício de Souza. PALAVRAS-CHAVE: colonização, literatura infantil
Documento
VOCÊ SABIA? TURMA DA MÔNICA III

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: História em quadrinhos ORIGEM: Maurício de Souza. “VOCÊ SABIA? TURMA DA MÔNICA”. Editora Globo S.A, nº 3, jul/2003. CRÉDITOS: Maurício de Souza PALAVRAS-CHAVE: colonização, literatura infantil
Documento
VOCÊ SABIA? TURMA DA MÔNICA IV

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: História em quadrinhos ORIGEM: Maurício de Souza. “VOCÊ SABIA? TURMA DA MÔNICA”. Editora Globo S.A, nº 3, jul/2003. CRÉDITOS: Maurício de Souza PALAVRAS-CHAVE: literatura infantil, colonização
Documento
VOCÊ SABIA? TURMA DA MÔNICA V

Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: História em quadrinhos ORIGEM: Maurício de Souza. “VOCÊ SABIA? TURMA DA MÔNICA”. Editora Globo S.A, nº 3, jul/2003. CRÉDITOS: Maurício de Souza. PALAVRAS-CHAVE: literatura infantil, colonização
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Questão 3 14946562
ONHB Fase 4 2024Documento
Crônica do viver baiano seiscentista : obra poética completa
Que de quilombos que tenho
com mestres superlativos,
nos quais se ensinam de noite
os calundus , e feitiços.
Com devoção os freqüentam
mil sujeitos femininos,
e também muitos barbados,
que se presam de narcisos.
Ventura dizem, que buscam;
não se viu maior delírio!
eu, que os ouço, vejo, e calo
por não poder diverti-los.
O que sei, é, que em tais danças
Satanás anda metido,
e que só tal padre-mestre
pode ensinar tais delírios.
Não há mulher desprezada,
galã desfavorecido,
que deixe de ir ao quilombo
dançar o seu bocadinho.
E gastam pelas patacas
com os mestres do cachimbo,
que são todos jubilados
em depenar tais patinhos.
E quando vão confessar-se,
encobrem aos Padres isto,
porque o têm por passatempo,
por costume, ou por estilo.
Em cumprir as penitências
rebeldes são, e remissos ,
e muito pior se as tais
são de jejuns, e cilícios .
A muitos ouço gemer
com pesar muito excessivo,
não pelo horror do pecado,
mas sim por não consegui-lo.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Crônica ORIGEM: MATOS, Gregório de [1633?-1696]. Crônica do viver baiano seiscentista : obra poética completa. Disponível em: https://objdigital.bn.br/Acervo_Digital/Livros_eletronicos/Cronica%20do%20Viver%20Baiano%20Seiscentista.pdf. Acesso em: 25 mai 2024. CRÉDITOS: Gregório de Matos [1633?-1696] GLOSSÁRIO: Calundu : cerimônia religiosa, de origem afro-brasileira, frequentada por africanos, afrodescendentes e brancos, muito popular entre os séculos XVII e XVIII. Ventura : Sorte; fortuna. Patacas : antiga moeda brasileira. Jubilados : com grande alegria. Remissos : negligentes. Cilício : Forma de penitência que consiste no uso de uma túnica ou cinto com arame ou tecido áspero sobre a pele. PALAVRAS-CHAVE: vida cotidiana, literatura
Os versos:
Questão 2 14946525
ONHB Fase 4 2024Leia a reportagem a seguir.
Documento
Sirene da Folha, no centro de SP, toca diariamente há mais de 60 anos
Entre os infinitos sons que integram a vasta paisagem sonora da cidade, ecoa diariamente o da sirene instalada no terraço da Folha, na alameda Barão de Limeira.
Por conta da atividade do parque gráfico que funcionava no próprio jornal, a “sirena”, ou “sereia”, como chamada antigamente, tocava duas vezes ao dia, ao meio-dia e às 18h.

Sirene localizada na cobertura do prédio da Folha na Alameda Barão de Limeira, na região central de São Paulo (Lalo de Almeida/Folhapress)
A traquitana é brasileira e emite seu alarme por meio de seis enormes bocas de cornetas metálicas, abrigadas por um guarda-chuva/sol do mesmo material. Com cerca de 2 m de altura, pesa por volta de 150 quilos.
Existe desde o final da década de 1950, quando a Folha se mudou para os Campos Elíseos, na atual sede.
Hoje, mesmo após a desativação do parque gráfico no local, a sirene continua a ser acionada todos os dias, às 18h, de segunda a segunda.
O canto da “sereia” originalmente durava 30 segundos, iniciando com um solo potente e num crescendo de 15 segundos, para depois ir decrescendo, melancolicamente, até morrer aos 30.
No entanto, desde fevereiro de 2020, o alarme foi reduzido pela metade, de 30 para 15 segundos. Segundo Isael José do Rosário, eletricista responsável pelo equipamento, a mudança ocorreu após um problema ter feito com que ela tocasse por um tempo muito maior do que o programado, o que gerou reclamações.
Isael, 46, trabalha no jornal como eletricista desde os 20 anos. “Não me recordo exatamente quando, mas, há muitos anos, a diretoria pediu que a sirene parasse de tocar ao meio-dia. Eu e outro eletricista removemos uma pecinha de um disco que a acionava nesse horário”, conta.
O alarme das 18h também chegou a ser desligado em algumas ocasiões, como obras. Porém, o jornal recebeu pedidos da
vizinhança para que voltasse a tocar, uma vez que fazia parte da vida de pessoas que se orientavam por meio dele. Vicença Arcângela Imperatrice, a dona Vicentina, é uma delas. Em 1961, foi contratada na Folha, onde permaneceu por 55 anos até se aposentar.
“Quando ouvia a sirene [do meio-dia], corria para pegar o bonde que passava na [avenida] Duque de Caxias e ia para a Casa Verde. Eu morava no Bom Retiro e descia na rua José Paulino, caminhava até minha casa, almoçava e voltava a pé para o jornal. Eram 17 quarteirões”, lembra.
Hoje vivendo a poucos metros da Folha, ela diz que, ao ouvir o alarme, sabe que são 18h, quando então faz o sinal da cruz e reza uma Ave-Maria.
Católico, o representante comercial Carlos Antônio Sobral, 64, mora no bairro há 40 anos e compartilha do hábito religioso de dona Vicentina. “O som pra mim é sagrado e ajuda a me lembrar do horário, não preciso ficar preocupado em olhar no relógio.”
Quem não o acha nada sacro é o enfermeiro Gustavo Granados, 28, que vive na avenida Duque de Caxias e desconhecia a origem do alarme. “Achava que era tipo um sino de uma igreja. É um barulho alto e faz parecer que o mundo vai acabar. Às vezes, você está de boa e assusta. Parece que está em um outro país e está vindo um tsunami”, disse.
Já o carioca Geraldo Silveira da Silva Perilo, 57, que há mais de 20 anos trabalha no mercado das flores do largo do Arouche, tem relação carinhosa com o som: chama-o de “meu despertador”. “Enquanto não toca, fico esperando para poder ir embora, pegar o metrô e depois o trem para Francisco Morato.”
Não são apenas humanos que aguardam pelo sinal, mas também outros animais. É o caso do vira-lata Paçoca, que vive com Elaine Meneses, 42, em apartamento no décimo andar na rua Conselheiro Nébias. “Eu gosto dele porque me sintoniza e sei que são 18h, hora de passear com o cachorro”, diz ela, que trabalha como ajudante geral em uma adega.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Jornal ORIGEM: JUNIOR, Carlos Bozzo. Sirene da Folha, no centro de SP, toca diariamente há mais de 60 anos. Folha de S. Paulo, 25 fev. 2021. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/folha-100-anos/2021/02/sirene-da-folha-no-centro-de-sp-tocadiariamente- ha-mais-de-60-anos.shtml. Acesso em: 19 jan. 2024. CRÉDITOS: Carlos Bozzo Junior. GLOSSÁRIO: Traquitana : objeto grande e desconjuntado. PALAVRAS-CHAVE: usos e costumes, mundos do trabalho, cultura material
As sirenes
Questão 1 14946432
ONHB Fase 4 2024Documento
Por onde queira que transite
Muitas famílias circenses consideradas “tradicionais” são assim referidas por sua “origem” estar ligada àquelas que vieram da Europa no século XIX, como saltimbancos ou como parte de grupos circenses. A maior parte das informações orais sobre como e quando chegaram e quem eram aqueles artistas foi obtida de circenses brasileiros, cujas famílias teriam migrado para o Brasil a partir dos anos de 1830, e pode ser confrontada com descrições feitas por historiadores europeus e latino-americanos, assim como outras fontes do período.
Através desses relatos, sabe-se que a maioria dos circenses desembarcou em grupos familiares, quase todos oriundos do continente europeu, mas vários deles têm dificuldades de precisar as nacionalidades, pois, como nômades, apresentavam-se em vários países, vinculando-se de maneiras distintas aos locais por onde passavam. Em alguns casos é possível chegar a uma origem; entretanto, os vários filhos, netos e sobrinhos nascidos em cidades e países diversos acabam por definir o próprio grupo familiar como referência importante, mais do que os locais de nascimento.
Alguns informam que seus antepassados saíram da Europa por causa de grandes guerras e perseguições e proibições de se apresentar em praças públicas. Não há dúvida de que em muitos casos esses fatos foram importantes, porém (...) os próprios modos de se constituírem como grupo e como artistas, itinerantes na forma de vida e trabalho, eram os principais motivos que os movimentavam. Se em determinado local eram impedidos de entrar, mudavam-se para outro, indo a procura do espaço urbano e de seu público.
Parte deles não tinha nenhum tipo de vínculo ou contrato de trabalho em exibições em locais definidos, chegando no fim do século XVIII e inicio do XIX ao Brasil para se apresentarem em ruas, esquinas e praças, exibindo habilidades físicas e destrezas com animais.
(...)
Os artistas circenses que migraram no fim do século XVIII e em quase todo século XIX para a América Latina percorreram vários países antes de passar a viver como nômades preferencialmente em um deles. E, mesmo quando isso ocorria, as turnês eram frequentes, possibilitando trocas de experiências. Rio de Janeiro e Buenos Aires eram as principais cidades do período a receber constantemente trupes estrangeiras. Entretanto, cidades como Porto Alegre, São Paulo, Recife, Belém, Salvador, Montevidéu, Santiago, Assunção e Lima também faziam parte da rota de artistas, de modo geral, e dos circenses. Devido ao total intercâmbio e circulação dos grupos, foi possível conhecer a movimentação desses artistas e o que realizavam, através da produção de pesquisadores, memorialistas e historiadores do circo de alguns desses países latino-americanos e do Brasil. Desde 1757 registraram-se na Argentina os passos de volatineiros (como são denominados em castelhano os saltimbancos e os funâmbulos ) vindos da Espanha para exercer seu tradicional ofício no Novo Mundo, como o acrobata Arganda e o volatim Antonio Verdún, que teria vindo do Peru para Buenos Aires e Brasil (...)
No fim da década de 1780 começaram a chegar ao Brasil, através da Argentina, imigrantes já denominado circenses pelos historiadores desse país. É o caso de Joaquín Duarte que, em 1776, se apresentou como funâmbulo, jogral, acrobata e prestidigitador e, em 1785, em Buenos Aires, solicitou licença para realizar espetáculos públicos de “habilidades de mãos e física, equilíbrios, jogos de mãos e bailes”, à frente de um conjunto circense. Assim como Joaquín Oláez que, a partir de 1791, após várias apresentações com bonecos, pantomimas e acrobacias no Plaza de Toros, cruzou o Rio Grande e se dirigiu ao Rio de Janeiro.
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Texto Acadêmico ORIGEM: SILVA. Ermínia. Circo-Teatro: Benjamim Oliveira e a teatralidade circense no Brasil. 2º Edição (Revisada e Ampliada). São Paulo: Itaú Cultural / Martins Fontes, 2022, pp. 68-70. CRÉDITOS: Ermínia Silva GLOSSÁRIO: Funâmbulo : Equilibrista que anda no fio ou na corda. Volatim : Equilibrista que anda no fio ou na corda; andarilho. Prestidigitador : Artista cujas habilidades consistem especialmente na rapidez dos movimentos dos dedos e das mãos; ilusionista; mágico. Pantomima : Arte de exprimir os sentimentos, as paixões, as ideias, por meio de gestos e atitudes, sem recorrer à palavra; Representação teatral em que os atores se exprimem unicamente por meio de gesto. PALAVRAS-CHAVE: imigração, cultura popular, história do circo
O documento
Questão 8 14946217
ONHB Fase 3 2024Leia o texto de Luís da Câmara Cascudo, sobre bebidas e alimentos líquidos do cardápio indígena:
Documento
Os indígenas adoram os alimentos líquidos
Os indígenas adoram os alimentos líquidos. Raízes e frutas fornecem bebidas que os antigos cronistas dos séculos XVI e XVII afirmavam fortificantes e deliciosas, apesar da repugnância instintiva por saber algumas sofrer mastigação prévia para ativar a fermentação.
(...)
Seriam alimentos líquidos característicos os mingaus, farinha, tapioca, carimã, fervidos e absorvidos quentes. Os caldos de carne e peixe, engrossados, depois de retirados das panelas, espécies de pirões ralos, viscosos, rescendentes, eram substanciais. Ainda hoje, nas peixadas do Norte, depois do prato de peixe cozido ou assado (frito), o primeiro com pirão (escaldado ou fervido) e o segundo com pirão ou arroz, é sempre oferecido o caldo de peixe final, que muitos fregueses espessam com farinha fina. É uma tradição indígena, dos tupis pescadores de igapebas e piperis, a jangada contemporânea. Pelo século XVI alguns molhos foram denunciados e não desaparecidos da culinária nortista. O sumo da mandioca, eliminado o ácido prússico pela ebulição, passava a ser manipueira , o manipoi quinhentista. Dizia [Claude d’] Abbeville: ‘o suco, porém, misturado com a farinha de milho e a cassava ( beiju ) e alguns frutos chamados pacuri (palmeira bacuri, Platonia insignis Mart .), dá uma excelente sopa, também denominada manipoi , que tomam pela manhã e dão de costume às crianças de peito, tal qual fazemos com as papas’. Esse manipoi fez nascer os atuais tacacá , com caldo de peixe ou carne, alho, pimenta, sal, às vezes camarões secos, e também o molho de tucupi, ‘tucupi-apimentado’, ‘tucupi-pixuna’, apurado, escurecido pela demorada cocção, rei dos molhos para Stradelli, famoso acompanhante do pato e de certos peixes, abundantes de carnes. (...)
Ficha técnica TIPO DE DOCUMENTO: Texto acadêmico ORIGEM: CASCUDO, Luís da Câmara. ”Os indígenas adoram os alimentos líquidos”. História da alimentação no Brasil. São Paulo: Companhia Editora Nacional, 1967, pp. 134;141. Disponível em: https://bdor.sibi.ufrj.br/bitstream/doc/370/1/323%20PDF%20-%20OCR%20-%20RED.pdf. Acesso em 26 mai. 2024. CRÉDITOS: Luís da Câmara Cascudo. PALAVRAS-CHAVE: cultura, história da alimentação
O autor do texto
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